Masaharu Taniguchi
Aquele que, mesmo diante das imperfeições do fenômeno (mundo visível), persiste em fitar com os olhos da mente a perfeição da Realidade Divina, que está por trás da imperfeição das coisas fenomênicas, acabará conseguindo concretizar no mundo fenomênico também esta “perfeição” que ele não se cansa de fitar. É preciso ver a saúde, mesmo quando está manifestada a doença; é preciso descobrir o amor, mesmo quando ele está oculto pelo ódio. É preciso encontrar alegria, mesmo quando parece existir somente tristeza. Já que Deus não criou o ódio, não existe ninguém que seja “odioso” aos olhos de todas as pessoas. O ódio não é como as cores, as quais são captadas como vermelha, violeta, etc. por todos. A pessoa que você odeia pode ser uma pessoa muito querida por outras pessoas, porque o ódio não é um elemento universal absoluto. O que muda de aspecto conforme quem vê ou quem sente, não é um elemento universal e absoluto; é um aspecto relativo, visto de um determinado ângulo.