É COMPENSADOR
O ESFORÇO PELA CURA CRISTÃ?
WILLIAM E. MOODY
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PARTE II – FINAL
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Agora considere que você tem a oportunidade de aprender que Deus é seu criador e, mais importante, aprender que quando Deus cria Seu filho, Ele não abandona o objeto de Seu amor aos caprichos ou impulsos de uma existência mortal precária. Considere que a compreensão desse relacionamento espiritual com Deus o liberta do medo, da ansiedade e da dúvida, ou então, da sensação de falta de propósito na vida. Pense que você pode aprender que é a própria imagem e semelhança do Amor, e que isso o torna valioso, merecedor, bom e estimado. Leve em conta também, que, se você se sente machucado pela doença, dor, solidão, pesar ou pecado, existe um caminho de luz e libertação, uma vereda de paz. Lembre que o propósito da cura cristã é tudo isso e muito mais. Porventura não valerá a pena esforçar-se e dedicar-se à vontade de Deus, à oração, ao estudo das Escrituras, a seguir o exemplo de Cristo Jesus e a tomar conhecimento direto dessa vereda de luz sanadora?
Bem, suponhamos que sua resposta tenha sido afirmativa e que, ao mesmo tempo, tenha descoberto que o trabalho, apesar de às vezes exigir muito de você, também proporciona uma alegria maior do que qualquer outra. Consideremos, finalmente, que esse trabalho tem o poder de abençoar a outros, além de você. No livro-texto da Ciência Cristã, Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, Mary Baker Eddy fala tanto das exigências como do alcance universal desse trabalho. Diz ela: “A oração, a vigilância e o trabalho, combinados com a imolação de si próprio, são os misericordiosos meios divinos pelos quais se realizou tudo quanto foi feito com êxito para a cristianização e a saúde do gênero humano”.
Será que a cura cristã, ou seja, a “cristianização e a saúde do gênero humano”, compensa o esforço? Esta é uma questão que, em última análise, deve ser respondida no íntimo de cada um.
(Extraído de O Arauto da Ciência Cristã – julho 1992)
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