MANIFESTAR A VISÃO PERFEITA QUE DEUS TEM DO HOMEM-4

MANIFESTAR A VISÃO PERFEITA QUE
DEUS TEM DO HOMEM
Donald R. Rippherger
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IV – FINAL
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Anos mais tarde, foi-me necessário um período intenso de estudos, ligados à minha profissão. Quanto mais eu lia, tanto mais aplicava a Ciência do Cristianismo. Olhar para os outros, até os “inimigos”, com mais amor, fez-me apreciar o fato de que a visão, tal como o amor, é um dom do Espírito divino, que pode ser desfrutado em sua totalidade. À medida que as visões distorcidas sobre Deus e o homem eram corrigidas em minha vida, as ideias se tornavam mais nitidamente definidas e eu via as pessoas de uma forma menos crítica, mais bondosa.

Ao renovar, mais tarde, minha carreira de motorista que estava vencida, foi-me informado que eu precisava usar lentes corretivas. Aborreci-me com isso. Até mesmo dirigi por algum tempo sem o docuimento, até que um pensamento angelical me fez abandonar aquela atitude teimosa, sem dúvida, ilegal. A verdade veio nsa forma dessa paráfrase das Escrituras: “Se eu não amar nem obedecer à lei que vejo, não posso amar a lei de Deus, que não vejo.”

Em humildade, voltei ao departamento de trânsito, disposto a cumprir com as exigências legais. Depois do exame de vista, confirmou-se que eu não precisava de óculos e a frase”Uso obrigatório de lentes corretivas” foi retirada de minha carteira de motorista. Nas três décadas decorridas depois disso, esse documento foi renovado muitas vezes e os resultados permaneceram os mesmos. A sra Eddy escreve: “A humildade é a lente e o prisma para a compreensão da cura-pela-Mente…”

Uma vez que Deus é a Alma pura do homem e vê só o bem, Ele deve também ser a Mente infinita do homem, que conhece só o bem. A verdadeira visão consiste na capacidade de discernir a realidade de todas as coisas: ver as ideias que a Mente cria. O aumento de nosso discernimento espiritual de Deus e do homem não se origina em nós; ele expressa a sabedoria e a inteligência que a Mente, que tudo sabe e tudo vê, transmite a cada um de nós. Por isso nunca se desgasta, mas aumenta em percepção com o uso cristão constante.

(Extraído de O Arauto da Ciência Cristã – julho 1993)
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