Comece Pela Perfeição

COMECE
PELA PERFEIÇÃO
DÁRCIO
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A “Prática do Silêncio” é o período em que nos dedicamos exclusivamente para reconhecer a totalidade de Deus e a perfeição, que, justamente pelo fato de Deus ser Tudo, é Fato onipresente. Desse modo, não meditamos a partir de problemas, imperfeições, ou confusões supostamente captadas pela mente humana. Por que? Por serem ILUSÃO! As meditações corretas são a “contemplação” pura e direta do Fato onipresente, que é Deus sendo! Nada mais tem realidade!

Comece pela “Perfeição”, contemplando o Universo espiritual de Luz divina em que já nos encontramos. “Céu e Terra são um”, ou seja, a “Terra” é o “Céu” quando contemplada e discernida pela Mente divina, que é a nossa! Quando Moisés viu o “solo sagrado” onde parecia haver “terra”, unicamente sua Visão real foi empregada! O local não sofrera mudanças! Somente foi discernido corretamente, tal como é!  Portanto,  meditamos para discernir a Perfeição da Luz onipresente como já sendo o “local” em que estamos e  vivemos. Parta de uma consideração todo-abrangente, do Universo infinito sendo visto de forma global, até se voltar ao Eu individual, perfeito,  que VOCÊ está sendo: um com o Todo, um com a Perfeição, um com o Fato espiritual onipresente. Assim como a sombra jamais faz parte da Luz, o suposto “ser humano” jamais faz parte do Ser perfeito que constitui a sua Identidade! Atenha-se ao que está revelado, sem dividir atenção com falsidades que a mente ilusória gera sobre a Existência. Aquilo que é, é única e exclusivamente Deus sendo! Nada mais existe! Numa analogia, a ilusão pode ser comparada com um buraco. O buraco é um “vazio”; ele desaparece ao ser preenchido com terra; assim é a ilusão: um “vazio” que, em nosso estudo, some de percepção ao ser “preenchido” pela Luz da Verdade. DEUS É TUDO! A ILUSÃO É O “VAZIO”. O “vazio” pode se mostrar como pecado, doença, imperfeição, problema, etc. Não perca tempo com “vazios”; contemple DEUS sendo TUDO, e já preenchendo os “vazios da ilusão” com a eterna e perfeita ONIPRESENÇA! Esta é a “troca de referencial”, e é a real finalidade da “Prática do Silêncio”.

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