MESMO SE ACHANDO DOENTE, A PESSOA JÁ ESTÁ SAUDÁVEL

MESMO
SE ACHANDO DOENTE, A PESSOA
JÁ ESTÁ SAUDÁVEL
Dárcio
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A maioria conhece a ilustração do “lápis que aparenta estar quebrado”, por estar colocado dentro de um copo com água e sendo observado por fora, ao nível do líquido. Antes de ser posto ali, o lápis era visto perfeito; e, enquanto depois visto ilusoriamente como quebrado, continuou perfeito como sempre! Conclusão: a “aparência” não condiz com a Verdade!

O Corpo real que temos não é nascido! Postei, recentemente, artigos explicando que “ninguém nasce” e  “ninguém morre”. A “aparência” contradiz estes fatos; porém, fatos são fatos, e aparências são aparências. Assim como o lápis continua perfeito, mesmo com o observador achando estar ele quebrado, toda pessoa, sem exceção, encontra-se AGORA plenamente saudável, mesmo que se julgue doente, e mesmo que toda a crença coletiva endosse sobre ela “aparências de falta de saúde”. Como a pessoa pode provar isto? Repetindo nela mesma a “descoberta da verdade”, assim como o faria no caso da ilustração do lápis!  No caso do lápis, ela se veria obrigada a reconhecer a perfeição dele, por tê-lo visto sendo posto perfeito, no copo com a água, e por saber que nada teria ocorrido que justificasse ter ele perdido aquela sua perfeição! Nesse caso, mesmo vendo o lápis quebrado, a aparência não a poderia enganar; para ela,  a “ruptura vista”, seria puramente ILUSÃO!

Na Metafísica, trabalhamos com fatos absolutos, e não com aparências mutáveis. Isso requer a aceitação incondicional de que “as obras de Deus são permanentes”, e que “somos obras de Deus”. Adaptando à vivência humana os princípios contidos na “ilustração do lápis”, cada um admitirá estar PERFEITO, exatamente no instante em que a humanidade inteira o possa ver como “doente”. Esta admissão não poderá ser pela metade, acobertando eventual ideia de “ser curado pela aplicação da ilustração”. Terá de ser exatamente da maneira citada, com a pessoa plenamente convicta de estar PERFEITA desde sempre, e que qualquer aparência em contrário jamais poderia retratar fato verdadeiro nenhum! Por isso, as meditações devem ser feitas corretamente, e os muitos artigos elucidam variadas táticas para que UNICAMENTE A PERFEIÇÃO seja levada em conta e reconhecida! As palavras “curas” e “melhoras”,  os verbos “adoeci”, “melhorei”, me curei”, “não me curei”, precisam ser varridos da mente e das conversas! E se a pessoa continua recebendo atendimentos médicos? E se vinha duvidando da Metafísica e se apoiou na medicina? Não importa nada disso!  Importa que, ao meditar, ela se veja como o lápis: PERFEITA! Apenas isto! Evidentemente, como disse acima, se a confiança total em sua perfeição não ficar dividida, com a Verdade  sendo admitida em sua plena convicção, os princípios absolutos agirão de forma mais rápida e eficiente na crença; entretanto,  se a “ajuda humana”  servir para torná-la mais receptiva a esta Verdade, por acalmá-la ou por lhe aliviar alguma suposta dor, segundo a visão das aparências, bem ela fará em dela se servir. O fato é que somos “Emanações perfeitas de Deus”, e isso é IMUTÁVEL! E, caso a aparência seja a de doença, faça sempre o que julgar melhor para se sentir sereno e preparado para entrar em silencio e “perceber” a PERFEIÇÃO JÁ PRESENTE! A Verdade, a despeito de quaisquer aparências, é SEMPRE ESTA! Se Jesus estivesse vendo “leprosos”, os “Corpos de Luz” daqueles seres não teriam “vindo à tona”  na forma de “ilusão de cura”; as aparências se alteraram unicamente porque JÁ ESTAVAM, TODOS ELES, ASSIM COMO TODOS NÓS, COM O ETERNO, PERFEITO E REAL “CORPO DE LUZ”. E ESTA VERDADE FOI CONTEMPLADA, RECONHECIDA E EVIDENCIADA!


“A candeia do corpo são os olhos; de sorte que,
se teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz.”
Mateus 6: 22
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