Marie S. Watts
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Jesus prossegue: “Quando comíeis o que era morto, vós o tornáveis vivo”. Sim, foi somente nosso aparente reconhecimento e aceitação deste mundo de aparência que fê-lo aparentar ser vivo, ser inteligente ou consciente. Nós parecemos mantê-lo vivo pelo apego à ilusão de que ele é real. Dessa maneira, nós parecemos alimentá-lo, mantê-lo e sustentá-lo. Uma ilusão requer alguém para ser iludido por ela, para que possa inclusive constituir uma ilusão. Quando estamos plenamente iluminados, sequer aparentaremos estar iludidos. Desse modo, a ilusão nada tem para alimentá-la, sustentá-la ou mantê-la. E então, inevitavelmente, ela se desvanece: deixa inclusive de aparentar existir. Ao final da citação, Jesus indaga: “Quando éreis um, vos tornastes dois; mas, quando fordes dois, que fareis?” Sim, que iremos nós fazer? Amado, nós faremos exatamente o que estamos fazendo, exatamente aqui e exatamente agora; nós prosseguiremos em nossa realização do fato de que eternamente nós somos Um, e não dois. Desse modo, esta fase aparente de dualismo é apagada.