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A ILUSÃO DO “TER” E DO
“NÃO TER”
Dárcio
A grande ilusão está em alguém assumir uma mente que não é a dele, ou seja, a ilusória mente humana. É ela que esconde a plenitude e a glória de cada Ser individual, por revelar um mundo em que encontramos pessoas achando a vida enfadonha e depressiva, por terem conseguido tudo o que ela poderia lhes oferecer, ou pessoas lutando, de toda forma possível, para chegar à posição das primeiras, achando, com isso, que irão se sentir “realizadas” . Quantas vezes já me disseram: Mas você me garante mesmo que, se me dedicar a este estudo, ele me fará realizar todos os “meus objetivos” na vida?
Lidar com a “mente em ilusão” não é fácil! De fato, o estudo da Verdade traz a suposta “vida humana” resolvida; porém, a atenção jamais deveria se prender àquilo! Tanto o “ter tudo” quanto o “não ter nada”, deste suposto “mundo de aparências”, geram o mesmo “vazio interior”, caso este não esteja prioritariamente sendo plenificado pela reconhecimento da Verdade! O objetivo de cada um é puramente espiritual e não material! E, enquanto isso não ficar muito bem entendido, teremos perguntas como a citada, voltadas a realizações humanas ou materiais, todas elas sem qualquer propósito de si mesmas, por serem voltadas à ilusão.
Em “O Novo Horizonte”, capítulo de “O Caminho Infinito”, Goldsmith expõe o seguinte: “O primeiro lampejo do paraíso estando aqui e agora marca o início de nossa “ascensão”, entendida agora como uma escalada acima das condições e experiências “deste mundo”; e ficamos a observar as “várias moradas” a nós preparadas na Consciência espiritual – na percepção da Realidade. Não ficamos restritos à evidência dos sentidos físicos, não ficamos limitados ao suprimento visível; não ficamos circunscritos pelas fronteiras visíveis; não ficamos presos pelos conceitos visíveis de tempo e espaço. Nosso bem estará fluindo do Reino invisível e infinito da Alma, do Espírito, para nossa imediata apreensão. Deixemos de julgar o nosso bem segundo quaisquer das chamadas evidências materiais. Dos mananciais tremendos de nossa Alma surge a percepção instantânea de tudo que podemos utilizar para sermos uma vida com abundância. Nada de bons nos é retido, quando olhamos acima da evidência física diretamente para o grandioso Invisível. Erga os olhos! Erga os olhos! O Reino dos céus está próximo!”
Em outras palavras, permaneça consciente da sua inteireza espiritual, na Verdade gloriosa de que Deus constitui a SUA PRESENÇA, transcendendo o ilusório mundo de supostas “manifestações visíveis”, meras sombras que, presentes ou ausentes, em nada alteram a Verdade Gloriosa que VOCÊ JÁ É!
Dárcio
A grande ilusão está em alguém assumir uma mente que não é a dele, ou seja, a ilusória mente humana. É ela que esconde a plenitude e a glória de cada Ser individual, por revelar um mundo em que encontramos pessoas achando a vida enfadonha e depressiva, por terem conseguido tudo o que ela poderia lhes oferecer, ou pessoas lutando, de toda forma possível, para chegar à posição das primeiras, achando, com isso, que irão se sentir “realizadas” . Quantas vezes já me disseram: Mas você me garante mesmo que, se me dedicar a este estudo, ele me fará realizar todos os “meus objetivos” na vida?
Lidar com a “mente em ilusão” não é fácil! De fato, o estudo da Verdade traz a suposta “vida humana” resolvida; porém, a atenção jamais deveria se prender àquilo! Tanto o “ter tudo” quanto o “não ter nada”, deste suposto “mundo de aparências”, geram o mesmo “vazio interior”, caso este não esteja prioritariamente sendo plenificado pela reconhecimento da Verdade! O objetivo de cada um é puramente espiritual e não material! E, enquanto isso não ficar muito bem entendido, teremos perguntas como a citada, voltadas a realizações humanas ou materiais, todas elas sem qualquer propósito de si mesmas, por serem voltadas à ilusão.
Em “O Novo Horizonte”, capítulo de “O Caminho Infinito”, Goldsmith expõe o seguinte: “O primeiro lampejo do paraíso estando aqui e agora marca o início de nossa “ascensão”, entendida agora como uma escalada acima das condições e experiências “deste mundo”; e ficamos a observar as “várias moradas” a nós preparadas na Consciência espiritual – na percepção da Realidade. Não ficamos restritos à evidência dos sentidos físicos, não ficamos limitados ao suprimento visível; não ficamos circunscritos pelas fronteiras visíveis; não ficamos presos pelos conceitos visíveis de tempo e espaço. Nosso bem estará fluindo do Reino invisível e infinito da Alma, do Espírito, para nossa imediata apreensão. Deixemos de julgar o nosso bem segundo quaisquer das chamadas evidências materiais. Dos mananciais tremendos de nossa Alma surge a percepção instantânea de tudo que podemos utilizar para sermos uma vida com abundância. Nada de bons nos é retido, quando olhamos acima da evidência física diretamente para o grandioso Invisível. Erga os olhos! Erga os olhos! O Reino dos céus está próximo!”
Em outras palavras, permaneça consciente da sua inteireza espiritual, na Verdade gloriosa de que Deus constitui a SUA PRESENÇA, transcendendo o ilusório mundo de supostas “manifestações visíveis”, meras sombras que, presentes ou ausentes, em nada alteram a Verdade Gloriosa que VOCÊ JÁ É!
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