Mary Baker Eddy
– I –
Descobri que as seguintes ideias acerca da Divindade, hostilizadas por teorias, doutrinas e hipóteses finitas, são regras demonstráveis na Ciência Cristã, e que precisamos ater-nos a elas.
TUDO O QUE DIVIRJA DA MENTE DIVINA ÚNICA, OU DEUS – OU DIVIDA A MENTE EM MENTES, O ESPÍRITO EM ESPÍRITOS, A ALMA EM ALMAS, E O SER EM SERES – É UM ENUNCIADO ERRÔNEO SOBRE O INFALÍVEL PRINCÍPIO DIVINO DA CIÊNCIA, ENUNCIADO QUE INTERROMPE O SIGNIFICADO DA ONIPOTÊNCIA, DA ONISCIÊNCIA, E DA ONIPRESENÇA DO ESPÍRITO, E É DE ORIGEM HUMANA E NÃO DIVINA.
Trava-se uma batalha entre as evidências do Espírito e as evidências dos cinco sentidos; e essa luta tem de prosseguir, até que a paz seja declarada pelo triunfo final do Espírito, em imutável harmonia. A Ciência divina, baseada na onipotência e onipresença de Deus, ou o bem divino, desmente a existência do pecado, da doença e da morte.
Toda consciência é Mente, e a Mente é Deus. Portanto, existe uma Mente só; e essa única é o bem infinito, que nos proporciona toda a Mente por reflexo, e não pela subdivisão de Deus. Fora disso, tudo que pretende ser mente, ou consciência, não é verdadeiro. O sol emite luz, mas não sóis; assim Deus se reflete a Si mesmo – a Mente – mas não subdivide a Mente, ou o bem, em mentes, boas e más. A Ciência divina exige tremendas lutas contra as crenças mortais, quando singramos o insondável mar das possibilidades, rumo ao porto eterno.
