A Felicidade Está Onde Você Está

A
FELICIDADE ESTÁ ONDE VOCÊ ESTÁ
Dárcio
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O efeito hipnótico da “crença coletiva” faz com que a maioria busque a felicidade sempre onde ela não está: fora do seu próprio Ser. Tal “mesmerismo” faz com que a pessoa se identifique com a ilusória mente humana, e esta, a todo vapor, exibe-lhe “o tesouro no fim do arco-íris”, que são as infindáveis “iscas” que indicam o mundo exterior.Basta haver um feriado, um período de férias, ou qualquer outro tempo livre para a maioria ser arrastada para as tentações de uma felicidade a ser desfrutada no ilusório “mundo material”. A “felicidade” é embalada em “pacotes de turismo”, em “viagens distantes” ou em “outras pessoas”. Esta “ilusão” somente será cortada quando for desligada a “tomada deste mundo”, como se suas imagens fossem apagadas como o seriam se uma TV fosse desligada durante a exibição de uma novela! Enquanto você estiver de “olhos no mundo”, o REINO DA FELICIDADE, sempre presente ONDE VOCÊ ESTÁ, ficará aparentemente ausente, exatamente como o quarto de um sonhador lhe parecerá ausente durante o tempo em que lhe durar o sonho. 

Não há felicidade em nenhum país “deste mundo” que você possa visitar! Não há felicidade em nenhuma pessoa “deste mundo” que você possa conhecer ou com quem você possa conviver! Isto porque todo “país”, ou toda “pessoa” está separada de você, e a felicidade está U NICAMENTE em VOCÊ, em DEUS que é UM COM VOCÊ!

Quando esta Verdade é vista, reconhecida e vivificada, a suposta “vida humana” poderá se mostrar como “aparência de viagens” ou de qualquer outra coisa “deste mundo”; entretanto, a causa já não será um suposto “ego” buscando prazeres ou satisfações no mundo, mas a Consciência operando na mente com propósitos espirituais. Certa vez, conta Joel S. Goldsmith, ele ouviu internamente uma voz a lhe dizer: “Vá para Londres!”. Logo em seguida ele tomou um avião e seguiu para aquela cidade. Ali chegando, disse a Deus: “Estou aqui!”, indo ao balcão do hotel para preencher a ficha de hóspedes. Ao lado dele, um senhor observou que, no campo de profissão, ele havia posto “escritor”. Vendo aquilo, perguntou a Goldsmith: “O senhor é escritor?” E Goldsmith explicou a ele que não era um escritor no sentido comum, mas que publicava textos sobre a Verdade. Ouvindo aquilo, o senhor disse a ele: “É o que me interessa!” E publicou a obra toda na Inglaterra. Relatei este encontro com minhas palavras, por fazê-lo de memória. O sentido foi este: sem saber o motivo, ele viajou e um propósito espiritual havia naquela viagem. Tudo quanto fizermos ou formos impelidos a fazer, após nossas meditações absolutas, tem um objetivo espiritual. Não que “vida terrena” tenha qualquer objetivo! Não existe “vida terrena”! Ocorre, porém, que o reconhecimento da Verdade “aparece”, nas imagens da crença, como “bens vindos acrescentados”.

Quando você parar de “ter olhos” para a suposta “felicidade” deste mundo, estará apto a discernir a “Felicidade” que VOCÊ JÁ É! Sim, porque “felicidade” não é posse, e sim o que SOMOS! E, o que somos, é única e exclusivamente o que DEUS É! “Vinde a MIM”, recomendaram todos os que despertaram do “sono de Adão”: “Vinde a MIM”, a seu EU, à sua iluminada e gloriosa Consciência, e “EU vos aliviarei”. Fora disso, restará apenas “ilusão”, e “ilusão” é sinônimo de “nada”.

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