Quanto mais prática a pessoa vai adquirindo, em suas meditações, mais rápida e eficazmente vai aceitando e já partindo da aceitação de que somente existe a Mente divina ali presente e sendo a Mente dela. Mas, além da prática assim adquirida, existe um outro fator que interfere nas meditações: o envolvimento com as aparências. Há pessoas que perdem a calma e a paciência para meditar corretamente, quando se sentem pressionadas pelas atividades cotidianas, quando estas se lhes apresentam desarmônicas. Todas aparências captadas pelos sentidos humanos são “miragens”, sejam ótimas, sejam desastrosas, ou seja, são meras representações hipnóticas da “crença coletiva”, que acredita ilusoriamente no bem e no mal. Desse modo, se o “mesmerismo” aparentar atrapalhar sua calma ou sua paciência, puxando sua atenção para as suas falsidades, lide com ele com absoluta determinação, como fazia Jesus: “Cala-te, Satanás!”
A ação mesmérica é travada, quando recebe de nossa parte um choque verbal. Isto porque, na verdade, ele atua puramente em “nosso” envolvimento com a suposta mente humana! Há quem diga: “A pressão mesmérica não me deixou meditar como eu queria!” Mas, a frase correta seria outra: “O meu suposto envolvimento com as aparências ilusórias não me deixou meditar como eu queria!”
Assuma que a responsabilidade é unicamente sua, para discernir seu domínio de Filho de Deus! Expulse a “crença mesmérica” com veemência! Afirme para Si mesmo que DEUS, a Harmonia imutável, é a única Realidade em manifestação! Afirme que toda a Verdade é INVISÍVEL para os sentidos humanos, e que todas as manifestações VISÍVEIS são “nadas” aparecendo como imagens hipnóticas! Troque seu envolvimento com as imagens falsas pelas imagens da Realidade invisível, até que se sinta num clima de Paz infinita! E então, vá à “Prática do Silêncio” ou à contemplação absoluta: