A Substância que constitui o Universo é divina, iluminada e espiritual. Não existe “substância material”, razão pela qual na Metafísica se revela que DEUS É TUDO e que MATÉRIA É NADA. Em vista disso, a Substância ÚNICA é a Presença do Verbo divino sendo a totalidade da Existência. Qualquer aceitação de “outra presença” pode ser entendida como “ilusão”, “miragem”, “hipnotismo”, “aparência” etc. Importa sabermos que são nomes dados a ficções! Parecem existir, mas não existem!
Quando meditar, considere a Substância eterna, imutável, inteligente e perfeita constituindo seu “Eu”. Já parta disso! O suposto “eu humano” é um boato criado pela mente ilusória. Não tem substância, não tem Deus, não é Verbo, não tem origem e não tem fim: é meramente uma crença falsa sobre seu Eu divino! Por esse motivo, ocupe-se em reconhecer o que tem Substância como a Forma chamada “Corpo”, entendendo que “seu” Corpo é Deus manifesto como Corpo. O que é “ilusão” não tem substância, ou seja, não possui uma realidade ou manifestação concreta que a ela corresponda, como acontece com um boato ou mentira qualquer. Alguém pode, por exemplo, levantar um boato de que seu vizinho tenha ganho um milhão de reais, e passar esta crença falsa a diversas outras pessoas: mesmo que todas creiam naquilo, o fato substancial correspondente não poderá ser encontrado em parte alguma! Não teria “substância”. Assim é “este mundo” e seus supostos “seres humanos”: não têm substância! Não possuem seus “correspondentes” em termos de realidade concreta manifestada! Para Deus, são coisas que não existem! Por isso os termos usados para defini-los são “miragem”, “ilusão”, “sugestão hipnótica”, etc. São boatos, mentiras, irrealidades aceitas como fatos reais, sem que o sejam! Você conhece a Verdade quando compreende que a única Substância é Deus! E que esta Substância está eterna e imutavelmente manifesta como o Reino de Deus onipresente; e, por já saber estar incluso nesta Verdade, meditará unicamente para admitir, sem reservas, que esta Substância é a que está, AGORA, imutavelmente manifesta como o “seu” EUPERFEITO!