Dizer que Deus é TUDO significa, obviamente, dizer que TUDO É DEUS, quando tudo é discernido espiritualmente. O que assim é discernido, é sempre o Universo do Espírito, uma Expressão da Perfeição infinita, a Eternidade na Forma de Universo. Se este TUDO for visto por um suposto instrumento limitado, deixará de ser visto como é, e em vista disso, “aparências” estarão sendo aceitas em lugar daquilo que realmente se encontra presente. E é quando vemos alguém orando para que “algo” de uma simples “aparência” se altere, se transforme, se cure ou se mostre, de alguma forma, sob aspectos mais desejáveis. A esse procedimento, dá-se o nome de “ilusão”.
Por que chamamos de “ilusória” este tipo de prece? Porque a pessoa pensa que TUDO não é Deus! Pensa que, pelo fato de ilusórios sentidos humanos reconhecerem, em vez da Verdade, uma “aparência”, a PERFEIÇÃO ABSOLUTA se encontra AUSENTE! E por levar em conta esta crença falsa, passa a se preocupar e a orar desesperadamente, como se a MENTIRA fosse um fato verdadeiro se expressando em sua experiência.
TUDO É DEUS! Portanto, TUDO já é perfeição absoluta! Medite apenas para deixar de lado a “aparência”, sem desejar qualquer mudança nela, e para contemplar TUDO já sendo DEUS! Aceite esta totalidade perfeita e onipresente, sem deixar espaço vago para supostas imperfeições! E lembre-se, após seus períodos contemplativos, de não negar a Verdade contemplada, voltando a puxar os olhos ao que os supostos sentidos humanos lhe apresentam. É preciso discernir, e com total clareza, que “aparências” são apenas aparências”, mas que TUDO JÁ É DEUS!