Vivemos uma Existência absoluta, eterna, perfeita e permanente, que é a Realidade espiritual ou divina. Muito embora a Verdade seja esta, aparenta haver uma “existência material” em que” fatos” são ilusoriamente captados por uma suposta “mente humana”. Em vista disso, ou seja, de que a Existência absoluta é única, e que, mesmo assim, uma crença coletiva admite “existência material”, enquanto durar esta crença, necessitaremos de saber lidar com o fato verdadeiro e com as aparêncisa ilusórias. Nisto consiste o que chamamos de “estudo da Verdade”.
Como DEUS É TUDO, partimos sempre deste Fato real e onipresente; e este “partir” significa “contemplar” Deus sendo tudo e sendo unicamente o que somos. Não há “outro ser”, chamado ser humano, estudante da Verdade, ou nascido em mundo terreno, que possa ter realidade e possa ser inspirado “por Deus” através de orações ou meditações contemplativas! EXISTE DEUS MESMO, A VIDA ÚNICA, SE EXPRESSANDO LIVREMENTE COMO A TOTALIDADE DE NOSSA EXPERIÊNCIA INDIVIDUAL. Em vista disso, a Vida que Deus é, está manifesta como a Vida que somos, e inexiste “outra mente” para ser “inspirada por Deus”, como também inexiste “outro ser” para desejar seguir a Vontade de Deus. As mensagens com este enfoque radical são chamadas “mensagens absolutas”.
Nossa admissão radical da Verdade absoluta tem, em si mesma, efeito nulo, ou seja, o Absoluto é o Absoluto e nada há para mudar nem apresentar possibilidade de mudanças! Se meditamos e reconhecemos, por exemplo, que “Meu Corpo é Luz divina na Forma de Templo de Deus”, nada jamais mudaria a em nosso Corpo: apenas foi reconhecido como p que sempre foi, é e será: o imutável Templo de Deus! Logo, as “contemplações” não podem alterar Fatos reais, mas, tão somente servem para “recordarmos” o que sempre É!. Quando VOCÊ fizer as meditações com isto em mente, saberá que sua Mente é Deus reconhecendo estar sendo Deus, infinita e especificamente, como o seu Eu. Cada reconhecimento das Verdades absolutas exerce impacto sem lutas sobre o “hipnotismo coletivo”, assim como a Luz rsplandece sobre a escuridão. Portanto, jamais parta das “aparências” como fatos reais! Tire delas a atenção, como se você, em dia ensolarado, removesse uma venda dos olhos, e constatasse que a “escuridão” era apenas um efeito dela, e que desvendados os olhos, tudo visto já é iluminado!