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Tesouros da Metafísica
Dárcio
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Quando conseguimos conter todo impulso não espiritual, negar toda identidade separada de Deus e reconhecer o governo infinito de Deus sobre o homem, ficamos aptos a ver a unidade formada por Deus e o homem, o Princípio e Sua Ideia.
(Richard C. Bergenheim)
O que o autor aqui coloca, é nossa integral “negação de nós mesmos” como seguidores de impulsos mentais puramente humanos, por termos aceito, reconhecido e trabalhado na identificação com Deus, em nossa unidade com Deus, fato que nos leva naturalmente ao reconhecimento do “governo infinito de Deus sobre nós”. A dualidade “Deus e homem” , que é crença falsa, desaparece mediante a “unidade reconhecida”, que é “Deus como homem”. Desse modo, a Verdade absoluta é discernida, ou seja, não há, dualisticamente, “governo de Deus sobre nós”, mas sim, a própria Consciência de Deus, ativa como a Substância Autogovernada que constitui nosso Ser individual.
Deus, o Universo, é a Consciência ativa como a Substância universal infinita; cada Ser individual é, portanto, o próprio Deus, a Consciência oniativa, a própria Substância-Verbo que Se Autogoverna como Indivíduo, e, ao mesmo tempo, indivisivelmente como o Todo. Contemplando este Fato, cumprimos o que o autor diz: Contemos todo impulso não espiritual, negamos toda identidade separada de Deus, reconhecemos o governo infinito de Deus sendo o homem, e ficamos aptos a ver que “Deus e Homem são um”.
Estes Fatos espirituais devem ser contemplados, isto é, precisam ser discernidos espiritualmente, através da “Prática do Silêncio”.
Continua..>