Tesouros da Metafísica-28

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Tesouros da Metafísica

Dárcio

28

Quando conseguimos conter todo impulso não espiritual, negar toda identidade separada de Deus e reconhecer o governo infinito de Deus sobre o homem, ficamos aptos a ver a unidade formada por Deus e o homem, o Princípio e Sua Ideia.

(Richard C. Bergenheim)

 O que o autor aqui coloca, é nossa integral “negação de nós mesmos” como seguidores de impulsos mentais puramente humanos, por termos aceito, reconhecido e trabalhado na identificação com Deus, em nossa unidade com Deus, fato que nos leva naturalmente ao reconhecimento do “governo infinito de Deus sobre nós”. A dualidade “Deus e homem” , que é crença falsa, desaparece mediante a “unidade reconhecida”, que é “Deus  como homem”. Desse modo, a Verdade absoluta é discernida, ou seja, não há, dualisticamente,  “governo de Deus sobre nós”, mas sim, a própria Consciência de Deus, ativa como a Substância Autogovernada que constitui nosso Ser individual.

Deus, o Universo, é a Consciência ativa como a Substância universal infinita; cada Ser individual é, portanto, o próprio Deus,  a Consciência oniativa, a própria Substância-Verbo que Se Autogoverna como Indivíduo, e, ao mesmo tempo,  indivisivelmente como o Todo. Contemplando este Fato, cumprimos o que o autor diz: Contemos todo impulso não espiritual, negamos toda identidade separada de Deus, reconhecemos o governo infinito de Deus sendo o homem, e ficamos aptos a ver que  “Deus e Homem são um”.

Estes Fatos espirituais devem ser contemplados, isto é, precisam ser discernidos espiritualmente, através da “Prática do Silêncio”.

Continua..>

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