Tudo de que necessitarei, desde agora até o fim dos tempos, já está agora mesmo corporificado em minha consciência: a substância e a lei que a ampara. Esta consciência onipresente é a substância de todas as formas e a lei para todas as formas. É infinita. Infinita em essência, infinita em expressão, infinita em manifestação. Não é limitada por nenhuma crença humana; é a Consciência divina, que flui plena e livremente como minha consciência individual. E para que assim seja, não é preciso que eu vá a parte alguma, nem que peça nada a ninguém, visto que o lugar onde estou é “solo sagrado”.
(Joel S. Goldsmith)
O que Jesus disse, “Buscai, em primeiro lugar, o reino de Deus e a sua justiça, e todas as demais coisas vos serão acrescentadas”, aqui é repetido por Goldsmith com suas próprias palavras. Tudo está em nós mesmos, no Reino de Deus, que é a nossa infinita Consciência iluminada. Onde quer que estejamos, a Consciência que somos está presente, corporificando tudo possível de ser concebido por Deus. Isto porque Deus é a Consciência que somos. Desse modo, tudo de que “necessitarmos” já está em UNIDADE CONOSCO, bastando-nos ali focalizarmos a atenção e reconhecer estar presente, para que naturalmente “surja” e atenda às nossas legítimas necessidades. Somos Consciência espiritual infinita, que inclui, em Si mesma, – em unidade – todas as ideias, a substância de todas elas e a lei que as sustenta. O autor assim diz: “Esta Consciência onipresente é a substância e a lei para todas as formas: infinita em essência, em expressão e em manifestação”. Cabe, a cada um de nós, reconhecer esta Consciência como a “nossa”, fluindo como a “Consciência individual” que somos, e onde quer que estejamos.
Este texto, de Joel S. Goldsmith, elucida integralmente a questão do “suprimento espiritual”, razão pela qual eu o coloquei na abertura de meu livro “Resolvendo Problemas Financeiros”. Realmente, nossa Consciência é o nosso Universo, o que faz com que estejamos sempre e eternamente em “solo sagrado”, uma vez que jamais poderíamos estar separados ou apartados de “nós mesmos”, da própria Consciência que somos.