Quando o conceito material de existência é descartado, Deus e Sua total manifestação é reconhecido como tudo o que existe. Tudo é Autocompleteza e Autopercepção infinita da Mente- um glorioso todo infinito de absoluta perfeição. Esta perfeição é o Homem.
O sentido material adotaria uma posição de meio-termo, em vez de abolir a crença numa mente humana; iria descartar apenas os pedaços ou partes causadores de desconforto, dor, fadiga ou carência. Entretanto, o que deve ir completamente é a totalidade da fraudulenta concepção de existência.
“Quando orares, entra no teu aposento, e, fechando a tua porta, ora a teu Pai”. A crença de que há mente mortal ou vida mortal deve primeiro ser calada. Em vez de orar levando em conta seus supostos problemas, deve vê-los como inexistentes, antes mesmo que comece a orar. A prece, então, será o sagrado reconhecimento da perfeição absoluta já estabelecida.
A Verdade não tolera sugestão alguma de uma mente humana; não admite, absolutamente, conceito humano algum. O homem, então, será reconhecido como a experiência plena e rica de toda alegria, beleza, saúde, e harmonia intrínsecas ao seu glorioso Ser . O abandono da falsa concepção mortal inclui, naturalmente, o despojamento do falso conceito de corpo. A Mente divina, sendo consciente de si mesma, corporifica a si mesma, – corporifica a Verdade referente a tudo. Esta corporificação é o único corpo que existe.
(Doris Dufour Henty)
DEUS É TUDO – eis a nossa premissa básica. Para discernirmos esta Verdade, devemos “vencer o mundo”, descartando-o completamente, como diz a autora, e não apenas ficarmos desejosos de viver apegados às suas supostas “partes desejáveis” ou “partes agradáveis”. Nada há que supere o Reino de Deus e Sua Luz infinita! Assim, portanto, deveremos orar: desvinculados do mundo e dos problemas, para unicamente “contemplarmos” a perfeição absoluta já estabelecida.
A autora explana sobre estes importantes princípios, para que erradiquemos inteiramente as “sugestões mentais” referentes a uma suposta Existência humana. Excluindo a aceitação de mundo material, e de corpo físico, diz a autora:“o homem, então, será reconhecido como a experiência plena e rica de toda alegria, beleza, saúde, e harmonia intrínsecas ao seu glorioso Ser; ou como a experiência plena e rica de toda alegria, beleza, saúde, e harmonia intrínsecas ao seu glorioso Ser” .