COMENTÁRIOS SOBRE “A LUZ QUE CURA”

Dárcio

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O texto anteriormente postado,  “A Luz que Cura”,  é um exemplo de artigo escrito a partir do” referencial da ilusão”, onde vemos, em todo ele, a pessoa se achando “humana”, colocando-se “neste mundo” como “ser temporal”, no qual, diz a autora, “acha-se latente sua semelhança divina”. Muitos preferem ler artigos a partir deste referencial, pois, aparentemente, condiz mais com  a lógica do mundo. Acham mais natural e aceitável se posicionarem onde seus problemas parecem existir, buscando incessantemente   “trazer à tona”  esta  “latente”  semelhança divina. Porém, o enfoque absoluto não é este!

Que é o “Referencial da Luz”? É aquele em que jamais vemos nossa Identidade como algo “latente” para ser trazido à tona no mundo das aparências. Vemo-nos como Deus totalmente manifesto como Ser individual, sem levarmos em conta “existência humana” alguma!

Leia o artigo da maneira como a autora se expressou; e então depois, releia-o “mudando o referencial”, para entender o que é o estudo absoluto! Observe  que as frases condicionais,  que dão poder ao tempo, a estudos etc., e que atuam como “crenças que atrasam a manifestação da Verdade” ficarão anuladas, possibilitando-nos diretamente “contemplar” a Verdade a partir da própria Verdade e não mais pela sua suposta manifestação “vinda à tona”. Não existe “mundo em que a Verdade venha à tona”. A Verdade é o Universo em Si! É Onipresença!

Dizer que “em cada ser humano acha-se latente sua semelhança divina” parece, à primeira vista, que este “ser humano” é o que está manifestado, e que a Verdade está ainda em estado “latente”, à espera de “compreensão espiritual” deste ser humano. Porém, nada disso é a Verdade! A Verdade acha-se “latente”, neste ser humano, porque ELE NÃO EXISTE! DEUS É TUDO! E quando a autora diz que precisamos da “luz da compreensão espiritual, que ilumina a realidade”, ela está, na verdade, dizendo que teremos de “discernir o Absoluto  diretamente onde a Oniação é TUDO,  e abrangendo, aqui e agora, a totalidade do nosso Ser real, que é DEUS!

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