Quando Jesus disse: “… para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu, em ti, que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste” (João 17: 21), revelava a Unidade Consumada que todos imutavelmente formamos. Por isso disse que em primeiro lugar “buscássemos o Reino de Deus e a sua justiça”; isto para que não tivéssemos “algo além de Deus” sendo aceito!
Nossas meditações contemplativas partem unicamente de Deus como TUDO! A totalidade é a UNIDADE PERFEITA! Nada há fora da Unidade que somos, e a crença em dualidade, seja em que aspecto for, é sempre mentirosa, uma ILUSÃO.Por outro lado, discernir a Unidade é discernir que ilusão não existe! A Unidade é a Onipresença. Por isso Deus não deve ser entendido como um Poder a ser usado, mas o Poder de SER ONIPRESENÇA. Ao meditar, parta da Unidade Consumada, até lhe vir o discernimento interior de que esta Unidade infinita exclui a possibilidade de outras presenças e outros poderes. E então, perceba que, assim como uma gota é o oceano, a sua Presença é a Onipresença! Jamais o Universo poderia deixar de ser uma Unidade, ou Deus não seria TUDO! Uma vez Unidade, sempre Unidade!