O estudo da Verdade exige total atenção e dedicação, ou seja, uma adoção radical do princípio absoluto: DEUS É TUDO! “Orar e vigiar sem cessar” são as recomendações de quem pôde discernir a totalidade do Espírito divino e a nulidade do suposto mundo material. Este radicalismo requerido nada tem a ver com fanatismo! Fanatismo é alguém, dentre inúmeras coisas que julga serem reais ou existentes, ficar com a mente presa obsessivamente a alguma delas, enquanto radicalismo é a alguém preso à ÚNICA presença real, ciente de que, sair dali, seria dar crédito ao que é NADA!
DEUS, ESPÍRITO, É TUDO! Quando Jesus explicava que “não podemos servir a dois senhores”, falava do radicalismo iluminado! A mente totalmente consciente do que é REALIDADE! E, quando alguém, nesta ilusão de mundo, acha que este radicalismo é fanatismo, mostra-nos, com este seu “julgamento pelas aparências”, o que de fato o fanatismo é: alguém acreditar erroneamente que há Espírito e matéria, e, em vista disso, ficar preso à “matéria”, que é inexistente! E não apenas às “formas materiais” propriamente ditas, mas também preso às emoções infundadas da suposta “mente carnal”, deixando-se mover internamente em função de sentimentos vãos, ilusórios, e completamente desconhecidos da Verdade.
No radicalismo vemos DEUS como TUDO! No fanatismo, vemos a ILUSÃO: um suposto ser na matéria, vendo outro também na matéria, com ele se achando “normal” enquanto julga o “outro” como fanático! Por quê? Porque a ILUSÃO é a crença de que DEUS NÃO SEJA TUDO! MAS DEUS É TUDO! Desse modo, quem não adota o radicalismo requerido pelos princípios absolutos, apenas se mostra vítima do ilusionismo de massa!