CONSCIÊNCIA COM “C” MAIÚSCULO

CONSCIÊNCIA
COM “C” MAIÚSCULO
Dárcio
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Quando os textos revelam que “Deus é nossa Consciência individual”, nunca se referem ao que costumeiramente é considerado “nossa consciência”, em termos de humanidade. É por isso que partimos sempre da totalidade de Deus e não de uma suposta humanidade que é ficção, sem realidade, sem Verdade e sem Deus.

Quando você reconhece “Algo”  divino, eterno, imutável e perfeito, e se identifica com Ele, sua Consciência é com “C” maiúsculo, ou seja, é Deus estando consciente como VOCÊ! Quando você diz fazer “exame de consciência”, para se autoavaliar, analisar seus acertos e erros, analisar progresso espiritual, esta suposta consciência é a ILUSÃO ocultando sua real Consciência, que jamais erra,  acerta ou evolui, e que simplesmente É!

Esta ilusão, chamada “consciência humana”, é o que Jesus chamou de “pai da mentira” e que Paulo chamou de “mente carnal”. Toda associação de nosso ser com algo deste suposto mundo de aparências se dá mediante a ilusória aceitação desta pseudo-consciência! “A mente carnal é a inimizade contra Deus”, disse Paulo. Esta informação precisa ser levada à prática, e de forma radical! Ela, em si, já é radical, pois revela que “não temos mente carnal”, uma vez que somos Emanações de Deus e não da ILUSÃO.

Quando alguém se avalia segundo “estágios de consciência”, está se avaliando segundo algo que não lhe diz respeito! Esta avaliação ilusória é  que o faz justificar o erro! Por isso, deve ser banida de vez! “Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação de vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus (Rom. 12: 2). O entendimento deve ser outro! O fato permanece! Qual fato? O fato eterno de que DEUS É TUDO! Basta-lhe trocar o falso entendimento! Deixar de se avaliar segundo “consciência humana” para se avaliar como “Consciência infinita”. Depende só de VOCÊ! Ilusão é nada! Não o pode impedir de ver o “nada” como nulidade e o “Todo” como totalidade. Pela “renovação de seu entendimento” você terá o entendimento divino como único! E, é por isso que Paulo garantiu ser dessa forma que VOCÊ EXPERIMENTARÁ A BOA, AGRADÁVEL E PERFEITA VONTADE DE DEUS! ESTARÁ IDENTIFICADO COM A CONSCIÊNCIA, COM “C” MAIÚSCULO, E, ESTA SIMPLES IDENTIFICAÇÃO, DIRETA E RADICAL, O FARÁ VER-SE LIVRE DE TODA ILUSÃO.

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ABSOLUTA PAZ

ABSOLUTA PAZ
Dárcio
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Onde existe a Paz absoluta? Em SUA Consciência, na SUA percepção de que “Eu vos deixo a Minha Paz”. Não espere alcançar a Paz, pois, Ela é a “sua” Consciência infinita reconhecida em sua natureza específica e permanente de ser a Paz em Si. Esta Paz é a Paz de Cristo, a Paz que “excede o entendimento humano”; em nada faz parte deste ilusório mundo de aparências.

Deus é a SUA Consciência individual. Nesta Consciência, tudo aquilo que Deus é, VOCÊ É; toda a natureza universal e infinita inclui a natureza do Cristo, que é sua real identidade.

Não medite para se sentir humanamente em paz; medite para identificar a Paz absoluta sendo a SUA Consciência! Encontre este aspecto absoluto de VOCÊ PRÓPRIO, pela identificação de UNIDADE com esta Paz infinita! Como sempre, contemple a Verdade seguindo a “ordem de contemplação”, ou seja, reconheça que o Universo infinito, por ser Deus em expressão ativa, é Paz permanente, infinita e absoluta. Em seguida, contemple Deus sendo a Paz que constitui a sua Identidade Específica; por fim, contemple seu Corpo como a Paz corporificada. A Paz do Cristo é a Paz de toda Substância aqui e  agora manifesta como SEU CORPO! Contemple dedicadamente estas Verdades! Elas são o seu próprio EU!

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CAMINHO PARA SOLUCIONAR TODOS OS PROBLEMAS

CAMINHO PARA SOLUCIONAR
TODOS OS PROBLEMAS
MASAHARU TANIGUCHI
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O Amor de Deus é a fonte de Vida de todos os seres. O Amor divino procura sempre vivificar todas as criaturas; é uma força que nunca deixa de vivificar tudo e todos. Então, por que surgem problemas e contratempos em nossa vida? Isso acontece quando nosso estado mental não está em sintonia com Deus. Nesta vida, as pessoas podem vencer ou fracassar. Fracassam quando o seu estado mental não é bom. Pessoas que não estão em sintonia com Deus são vencidas pelas que estão sempre sintonizadas com Deus. Os atletas que participam dos jogos olímpicos são pessoas com excelente preparo físico. No entanto, alguns sofrem derrota porque na hora H, vacilam diante da intensa energia que emana do oponente. No “estádio” desta vida, não sofra derrota. Acredite firmemente que vencerá. Mas, para vencer, não é preciso oprimir e destruir os outros. Quem consegue manifestar naturalmente a força que recebeu de Deus alcança a vitória, e aquele que não a manifesta acaba fracassando. Não é necessário pensar em derrotar o outro. O Eu verdadeiro do homem não é um ser medíocre que sofre prejuízo se não derrotar os outros. Conscientize-se de que o Amor de Deus está envolvendo você o tempo todo para vivificá-lo, e mentalize isso com a maior frequência possível. Mesmo quando ocorrer desarmonia ou conflito no lar, não se deixe dominar por ira ou ódio. Quando se tenta solucionar o problema com a mente atribulada, a situação acaba se agravando. Qualquer que seja o problema, você deve, antes de mais nada, mentalizar como segue:
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“Deus é Amor. No lugar repleto de Amor de Deus, é impossível surgir o mal. O Amor de Deus envolve todos nós. Por isso, jamais ocorrem fatos que nos prejudicam”.
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Assim mentalizando, abençoe os outros e também a si próprio. Só então, com a mente serena, reflita sobre providências concretas para solucionar o problema, norteando-se pelo amor ao próximo. Não se deve tentar resolver a situação enquanto os sentimentos estiverem exaltados, pois, nessa circunstância, não ocorrem boas ideias que beneficiem a todos, surgindo apenas pensamentos destrutivos. Antes de mais nada, é preciso mentalizar a bondade de Deus e sentir o coração preenchido pelo Seu Amor. Em seguida, mantendo a serenidade mental, deve-se tomar medidas adequadas. Quando as pessoas procedem desse modo, o Amor de Deus desfaz as tensões das partes envolvidas no conflito e extinguem-se a ira e o ódio. E a Sabedoria de Deus orienta a todos para que tudo transcorra de modo harmonioso.
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A ILUSÃO GERA A CRENÇA NA AUSÊNCIA DO BEM

A ILUSÃO GERA A CRENÇA NA
AUSÊNCIA DO BEM
DÁRCIO
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Assim como em dia nublado o Sol não se encontra realmente ausente, estando apenas oculto pelas nuvens, o Bem infinito está sempre presente, apesar das passageiras “nuvens da aparência”. Quando você conseguir intuir a presença do Bem infinito exatamente agora, com a mesma facilidade que tem para entender a presença do Sol em dia nublado, estará “contemplando a Verdade” no âmago das aparências.

Você não necessita de orar para “o Sol brilhar” em dias nublados; assim, tampouco precisa orar para que a plenitude das bem-aventuranças lhe chegue! Ver o Sol “além das nuvens”, mesmo estando as nuvens a se interpor à visão humana, constitui a abertura da visão espiritual!  Contemple, em SI PRÓPRIO,  o “Sol da saúde”, o “Sol da alegria”, o “Sol da prosperidade”, enfim, contemple o “Sol da totalidade de Deus” estando já e sempre resplandecente! Se olhar “aparências”, estará vendo “nuvens”. E elas o induzirão a descrer da Presença do Sol! Por mais que “aparências” encubram  a Onipresença da Perfeição, em nada elas alteram o Fato! Por mais que nuvens se acumulem e nublem o dia, se sua visão for correta, você saberá que o seu dia é ensolarado! A ilusão não é poder nem realidade; somente gera a crença na ausência do Bem, crença esta que é falsa!

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DEUS É A LEI

DEUS É A
LEI
DÁRCIO
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Einstein concluiu: “Deus é a Lei e o Legislador do Universo”. Não há outro governo, senão Deus! Quando esta Verdade é reconhecida,  cada um que faz o reconhecimento se posiciona conscientemente “sob a jurisdição do Altíssimo”, ou seja,  fica com a mente afinada com a Verdade e una com Ela. Enquanto alguém acreditar que sua vida depende de governantes humanos, que seus direitos podem ser  tolhidos por eles ou que, de qualquer forma, a ação de algum deles piora ou prejudica a sua vida, esta crença falsa é que será manifesta como o seu “vilão”.

Enquanto Deus for dissociado da Vida prática, sem que a pessoa esteja realmente convicta de que sua vida é um desdobrar de sua Consciência, a “Semente Divina”, que ela é, ficará sujeita às flutuações do bem e do mal, em termos de manifestação visível.  Falsas crenças não alteram fatos espirituais, que são eternos e perfeitos; entretanto, afetam a manifestação visível dos mesmos, pois, a suposta mente humana, em vez de estar cristalina e límpida para refletir as imagens espirituais legítimas, estará, a cada julgamento pelas aparências, sendo distorcida ou deformada. Algo semelhante à projeção de uma paisagem em lago de águas agitadas ou intranquilas.

O conhecimento da Verdade nos torna conscientemente “um com Deus”, que é a Lei. Como agir, o que decidir, que rumo tomar, em termos de atuação neste mundo, nos será automaticamente revelado, sem que ponhamos fé em pessoas da aparência e sim no desdobramento de nossa Essência. O estudo não nos deixa omissos nem inertes: somente nos deixa conscientes para que, sem julgamentos do ego e sem ansiedades humanas, tomemos as medidas que devam ser tomadas. Em outras palavras, tomamos medidas inspiradas na “Essência” e jamais inspiradas em “aparências”.

Jamais acredite que algo ou alguém, do ilusório “mundinho de miragens”, possa influenciar a sua vida! SUA VIDA É DEUS SE EXPRESSANDO! Perceba já  esta Verdade, e viva o seu “agora” em completa PAZ!

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ENTENDA O REFERENCIAL ABSOLUTO

ENTENDA
O REFERENCIAL ABSOLUTO
DÁRCIO
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A Verdade revelada é sempre a mesma: a Realidade Eterna não é vista pelos sentidos humanos e, em contrapartida, tudo o que é discernido com tais sentidos é “maya”, uma ilusão coletiva.

Estes pontos explicam o motivo pelo qual repetimos sempre ser esta a premissa básica deste estudo: DEUS É TUDO, TUDO É DEUS. Quem não partir da Verdade, estará partindo de “coisa nenhuma”, semelhante a alguém que, sonhando e desejoso de se ver onde já está, continua avaliando sua existência pelas imagens sonhadas!

“Vós, deste mundo, não sois”
– disse Jesus. Não disse que “iríamos ao Reino de Deus”, pois ninguém está fora dele! Que encobre esta visão da Verdade? Uma ilusão! E, enquanto a palavra “ilusão” for traduzida como sinônimo de “alguma coisa”, a pessoa continuará iludida pelo “nada”, apenas achando que “estuda a Verdade”.

O “Referencial Absoluto” é a visão do Universo a partir do ponto de vista da Verdade, ou do ponto de vista de Deus. Como Deus vê o Universo? Com Espírito e matéria? Deus nos vê como seres nascidos em mundo material? Ou como seres ignorantes em evolução? Não! Deus nada disso vê, pois, se visse, o “visto” teria de estar sendo o próprio Deus, que é TUDO! Quando partimos do referencial iluminado, deixamos destemidamente o referencial ilusório de “sombras mutáveis”. A Realidade é concreta! Muita gente, quando ouve que a Realidade é espiritual, faz ideia de algo abstrato, nebuloso, vago, insubstancial; entretanto, o contrário é verdadeiro: é a ILUSÃO que não tem substância! ILUSÃO É NADA! Assuma o Referencial Absoluto, livre-se das impressões falsas supostamente colhidas pelos sentidos humanos e se compenetre da Presença perfeita e substancial do Universo em que vivemos! Sua própria  Presença é a Presença infinitodimensional do seu Eu divino, manifesto como identidade específica! Veja-se “precedente à ilusão”, ou seja, veja-se como VOCÊ É  “desde antes” que a ilusão de massa aparentasse existir! Use este artifício! Contemple-se “às vésperas da ilusão”; desse modo, ficará sem “ilusão” para enganá-lo. Quem partir da ilusão para depois  tentar sair dela, estará se iludindo ainda mais! Parafraseando Jesus, diga a si mesmo: “Antes que a ilusão existisse, Eu Sou” – eis seu ponto de partida! Este é o “Referencial absoluto”. Ele nada requer de VOCÊ, a não ser que VOCÊ simplesmente SEJA VOCÊ!

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O APEGO QUE OCULTA A GLÓRIA

O APEGO
QUE OCULTA A GLÓRIA
DÁRCIO
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O apego a “este mundo” é uma das causas da oração incorreta, pois a pessoa passa a orar e meditar na ânsia de que algo seja curado, melhorado ou manifestado. A glória de sermos “um com Deus” é nossa desde sempre. Jesus a confirmou para eliminar quaisquer dúvidas a respeito, uma vez que a Deus pertence toda a glória e, por estarmos em unidade com Ele, já temos a glória da unidade  como fato presente.

Não ore para consertar ilusão, mas sim para discernir a Realidade gloriosa! Não existem dois mundos, e sim unicamente o Reino da Perfeição Absoluta, que jamais dividiu Sua onipresença com supostas aparências! Porém, se sua atenção estiver voltada a elas, aceitando que  “aparências” coexistam com a Realidade, a sua glória atual lhe parecerá oculta. Enquanto você permanecer no referencial das aparências, seu apego à ilusão somente irá atrapalhá-lo na percepção de sua real identidade, que já vive na gloriosa Substância eterna da Essência. Volva sua tenção à sua Presença gloriosa, ao Cristo sendo seu Eu-Luz!

As “aparências” diante de você são ruins? São boas?  Não são! As aparências são apenas aparências, mais nada! Rotulá-las de boas ou más apenas denota o seu apego  a elas! Não as rotule! Sejam boas ou más, deixe-as! Veja-as com os olhos abertos e perceba que você está diante de um simples quadro mental; não o rotule! Fique neutro! Um quadro, onde um jogo de futebol é mostrado, pode ser rotulado de bom ou de mau, dependendo do time para o qual alguém torce! Mas, o quadro em si  nem é bom nem é mau! Permaneça diante dele sem rotulá-lo; em seguida, faça o reconhecimento da Verdade ali presente: “Isto não é o que aparenta ser, isto é Deus em Automanifestação”. Troque dessa forma o referencial, abolindo a crença que rotula segundo os pares de opostos para se firmar no simples e direto reconhecimento de que, exatamente onde a aparência é “vista”, a Perfeição está presente, e de modo absoluto!  Nas Sabedorias de O Caminho Infinito consta o seguinte: “Não pretenda que Deus atue no sonho, e sim que o desfaça”. Em outras palavras,  explica que nossa Consciência é Deus e não a suposta mente que intenta melhorar aparências! Perceba Deus sendo sua Consciência, para poder reconhecer não haver quaisquer “aparências” em seu foco de percepção. Desse modo, unicamente Deus estará presente, sendo o que vê e sendo o que é visto! DEUS É TUDO! Aparências são somente aparências!

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ILUSÃO DE NASCIMENTO

ILUSÃO
DE NASCIMENTO
DÁRCIO
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Ninguém se lembra de “ter nascido”, ou de estar “começando a existir”. Esta crença falsa existe somente como lenda na suposta mente humana. “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus”, diz a Bíblia. De quem a Bíblia fala? DE VOCÊ! Do Cristo que é o Verbo sendo VOCÊ! “Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, também vos manifestareis com ele em glória” (Colossenses 3:4).

Não existe “Deus a Se manifestar”, pois, o conceito de “tempo” é uma crença ilusória! O Verbo é Deus, e já está manifestado como o Cristo, que é Deus mesmo em Automanifestação individual. Solte-se nesta Verdade consumada, em vez de empregar esforços mentais na tentativa de “fazer manifestar aquilo que já É”. Se no princípio o Verbo era Deus, o Verbo é agora unicamente Deus! Não há mudanças no Absoluto! Aparentemente, falta-lhe somente fazer sua identificação com Ele, o que é feito com a admissão plena de que O PRINCÍPIO É AGORA, e que este PRINCÍPIO coincide com o FIM, uma vez que é sempre AGORA!

Nada muda em Deus e nada muda em você! Deus e você são um e o mesmo! Não existe nascimento, não existe mudança nem morte; tudo que há, é Deus sendo! Aceite docilmente esta Verdade, fique em completo silêncio e contemple-A. Veja-se como o Cristo, o ser que nunca nasce nem morre, o Eu Sou que, nas palavras de Jesus, é o “Eu Sou” que existia “desde antes” que Abraão existisse! Ele revelava que a personalidade é “sombra” e não o “Eu Sou” que somos! Vá direto à Verdade! Descarte tudo que for relativo, humano, material ou mutável! Viva a Verdade e você descobrirá que, de fato, é a Verdade que vive como VOCÊ!

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BEM PERMANENTE E BEM APARENTE

BEM PERMANENTE E BEM
APARENTE
DÁRCIO
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A prática da Verdade está em cada um saber lidar com o revelado e com a aparência. A mente deve estar centrada no Bem permanente, na Realidade absoluta, sem se prender às supostas flutuações aparentes, que mostram ora o bem, ora a ausência do bem. Se a aparência de bem estiver se mostrando, será uma sombra do Bem permanente; caso seja uma aparência de ausência do bem, será uma sombra deformada e tão sem realidade quanto a primeira.

Não existe Verdade no chamado “mundo visível”, esteja ele sendo “visto” como aparência de bem ou de mal. A Verdade está na sua Consciência de ser o Um, na sua Consciência de ser o Único, de ser o Tudo! Quando você se volta a SI MESMO, em percepção direta de que VOCÊ é a Vida única, a Mente única, a Auto manifestação de Deus, estará contemplando a Verdade eterna e absoluta, o Bem permanente. Quando estiver voltado aos quadros mentais e hipnóticos, vendo neles algo de bom e de mau, estará ausente de você mesmo, aparentemente falando! Não será mais você, e sim uma ILUSÃO!

Desvincule-se do “mundo de ausência da Verdade”, que é o suposto e vazio “mundo material”, pelo reconhecimento radical, pleno e absoluto de que O REINO DE DEUS não virá aqui nem acolá! Já está AQUI E AGORA! Presente, Onipresente, Iluminado!

Consta, no Evangelho de Tomé, que os discípulos perguntaram a Jesus: “Quando virá o Reino?” Sua resposta foi:
“O Reino está presente no mundo inteiro, mas os homens não o enxergam!”

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“TENDES OLHOS, MAS NÃO VEDES”

“TENDES OLHOS, MAS
NÃO VEDES”
Dárcio
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A Realidade é perfeição absoluta, e esta Verdade é o próprio Deus em Autoexpressão. Ninguém estuda a Verdade tendo outra meta senão esta,  de discernir a Onipresença plenamente consumada! O estudo elimina a ilusão de existência material, onde a maioria aparentemente sofre e padece sob inexistências, tal qual padece um sonhador diante de seus pesadelos. O acordar do sonho não elimina o mal! Elimina o sonho! E, também, o que sonhava!

Comparei aqui, em outro artigo, a existência humana com uma história em quadrinhos, uma ficção que, enquanto atrai nossa atenção, é encarada como acontecimento verdadeiro.

Jesus revelou a Verdade de que jamais olhos humanos veem, realmente, algo existente! Eu costumo dizer que jamais o Pato Donald viu a Margarida! O sentido das palavras de Jesus é este! A Verdade é captada mais em sua sutileza do que em esforços da mente ilusória! Tudo aquilo que o suposto ser humano olha e diz estar vendo, é, de fato, a mente ilusória acreditando em sua ficção. Medite e reconheça que sua Mente é de Cristo, a Mente que já está diante da Realidade iluminada e eternamente contemplando-A. Solte a aceitação que olhos humanos enxergam o Universo! Nunca fizeram isso! Assim como nunca a Margarida foi vista pelo Pato Donald, como já disse antes! Quando você se identificar com estas revelações, entenderá que a mente humana é que “tem olhos,  sem ver nada”, enquanto VOCÊ está identificado com o CRISTO, sua real e única identidade, e plenamente capacitado para “discernir espiritualmente” as coisas que os ilusórios olhos mentais humanos não veem, por serem uma ficção, uma ilusão, uma crença falsa, um “vazio” já ocupado pela Onivisão.

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DEUS É CONSCIÊNCIA INDIVIDUALIZADA-2

DEUS É CONSCIÊNCIA
INDIVIDUALIZADA

Joel S. Goldsmith
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PARTE II – FINAL
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Para o bem de quem deseja ajudar a outros, será preciso deixá-los em paz. Não tente levar algum benefício ao indivíduo, porque nenhum apelo ao intelecto humano pode convencer o próximo da Verdade. Deixe que a Verdade toque aqueles que estão prontos para Ela. Tampouco os conduza aos seus pensamentos. Ao voltar-se a Deus, automaticamente Deus Se tornará o contato com todo indivíduo da terra que, no momento, estiver capacitado a participar de sua experiência.

Você está lidando com um princípio – um princípio que irá curar, salvar e reformar. Lembre-se, porém, de que este princípio pode atuar somente e quando você deixar o indivíduo (paciente) fora de seus pensamentos, e deixar que sua mente fique estabelecida no fato de que Deus é a causa, a lei e o efeito referentes a tudo aquilo que “É”. O segredo da vida harmoniosa está inteiramente embasado na conscientização de Deus como Consciência individual. Uma vez que você compreenda isto, poderá confiar qualquer um ao governo de sua própria Consciência. Deixe o indivíduo repousar nesta Verdade: “solte-o e deixe-o ir”.

Suponha que se defronte com uma alegação de uma função ou órgão do corpo discordante. Volte-se do problema rumo ao Pai interior, e pergunte a si mesmo: “A saúde, a atividade, o poder, encontram-se em alguma parte do corpo? Não é o corpo, em sua inteireza, um efeito da consciência? Não é a consciência que governa e controla o corpo? A Consciência não é Deus?” Como Deus é a Consciência do indivíduo, Deus é a substância do corpo, a função dos órgãos. Deus tem controle sobre tudo que aparece como corpo ou função corpórea. Portanto, a harmonia é a lei sempre-presente. No momento em que tiver conscientizado esta Verdade, o domínio sobre o órgão ou função discordante será comprovado.

Se a questão for referente a suprimento, volte-se da aparência e considere o assunto do suprimento. Conscientize Deus como a consciência do indivíduo, e esta consciência como sendo o suprimento. Se a questão for de separação, deixe a aparência e conscientize Deus como unicidade. Tudo estando presente em Deus, a crença em separação é dissolvida. Assim, na meditação, a consciência é aberta em direções específicas.

Aceite este princípio espiritual: Deus é a Vida, Alma, Mente, Inteligência, Substância e Forma do ser individual. Conscientize que, ao dizer “Deus”, você está falando da consciência do indivíduo (sua e minha), e esta Consciência (Deus) Se torna lei de saúde, de riqueza, de harmonia e felicidade a todos. Uma vez aceita esta Verdade como um princípio, você automaticamente se voltará a ele sempre que surgir alguma aparência ou alegação de erro. A pessoa em busca de ajuda não será o foco de sua consideração: ela meramente receberá o benefício. Seu único interesse será o seguinte: “Qual é o princípio envolvido”? Mantenha seu interesse unicamente nesta Verdade universal; e, ao abraçá-la como tal, todos que entrarem em contato com você serão curados. E então, sua gratidão não será pelas curas: sua alegria será sentida pelo princípio ter-se expressado.

Todo domínio está em Deus, toda jurisdição está em Deus, e se você estiver silencioso o bastante, quieto o bastante, Ele será manifesto. Você tem o domínio sobre “este mundo”, não como um humano presunçoso, mas pela Graça de Deus; e você somente a manifestará e expressará na percepção silenciosa. Não importa quão elevados possam ser seus pensamentos humanos: eles não são os pensamentos de Deus. Os pensamentos de Deus vêm somente no Silêncio – na conscientização de Deus como Consciência individual, que Se desdobra e Se revela.

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DEUS É CONSCIÊNCIA INDIVIDUALIZADA-1

DEUS É CONSCIÊNCIA INDIVIDUALIZADA
Joel S. Goldsmith
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PARTE I
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Com a percepção da Verdade do Ser, você aprende que todo o poder está em sua própria consciência e em sua consciência daquilo que lhe estiver aparecendo. O Poder nunca está separado da consciência, nem jamais está “lá fora”, em alguma pessoa, lugar, circunstância ou condição. Deus, a Consciência infinita, divina, que é a Consciência individual, é toda autoridade, todo poder, toda harmonia. É por meio desta compreensão que você toma posse de seu domínio. Este domínio não é pessoal, mas de Deus, agindo como Consciência individual.

É incorreto condenarmos outras pessoas ou culparmos uma circunstância ou condição por qualquer erro presente em nossa experiência. Ademais, é incorreto acreditarmos que haja algo sobre o que não tenhamos controle. A falha real reside à porta da ignorância da Verdade. Tudo aquilo que ocorre em nossa experiência é o resultado direto de nossa consciência; assim, é chegada a hora de pararmos de culpar algo ou alguém por causa de nossos problemas e confusões. Problemas e confusões são apenas ajustes; e, é preciso que haja ajustes, se estivermos progredindo espiritualmente. Sua experiência é seu próprio estado de consciência se desdobrando, quer seja o assunto referente à sua saúde, lar, companhia, negócio ou suprimento.

Todo poder está em Deus, e como Deus é a sua consciência individual, todo o poder lhe está disponível. Ao conservar na consciência esta Verdade, é natural que sua consciência se manifeste como o que parece ser uma pessoa, um lugar, uma circunstância ou condição melhorados. Uma vez aprendida esta Verdade, é indesculpável que continue permitindo o domínio por parte de algo ou alguém do exterior. Nenhuma experiência pode-lhe advir, exceto como o desdobrar de sua própria consciência; e, uma vez percebido que tudo é Deus, que Se revela e Se desdobra, a experiência que você atrai estará ao nível desta conscientização.

Apenas através de sua própria conscientização é que será capaz de prestar auxílio aos outros; portanto, faça-se esta pergunta: “Eu realmente reconheço a Deus como sendo a minha própria Consciência individual?” Seu trabalho estará terminado quando atingir a sensação de unicidade com Deus. Assim, procure fazer de hoje o seu dia desta consciente realização, e toda a sua vida se renovará. A experiência passada nada tem a ver com isso, nem tampouco  idade ou carências. Tudo o que  lhe é requerido é que tenha o desejo sincero de fazer  de hoje o dia da consciente unicidade com Deus; e, quando esta sensação de unicidade for discernida, irá se tornar uma lei de paz e harmonia para si mesmo e também para todos que estiverem dentro da faixa de sua consciência.

Continua..>

PERCEBA A ONIPRESENÇA DE DEUS COMO LUZ

PERCEBA
A ONIPRESENÇA DE DEUS
COMO LUZ
DÁRCIO
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Estudo da Verdade é prática, ou seja, é percepção da Realidade. Segue um exercício de percepção da Onipresença de Deus como Luz:
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Sentar-se calm
amente, olhos cerrados, luz acesa ou ambiente claro; observar a escuridão no fundo das pálpebras. A seguir, perceber que, apesar dessa escuridão, você está imerso na Luz, sendo a Luz e sendo uno com todo o recinto “lá fora” , que permanece iluminado.
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Vínhamos ilusoriamente crendo que o mundo, como captado pelos sentidos humanos, fosse realidade. Agora sabemos que somos Luzes espirituais, vivendo na Realidade iluminada absoluta; e somos dotados de Sentido espiritual que discerne esta Verdade. O exercício proposto compara a “sombra nas pálpebras” com a ilusão (existência material), suposta “escuridão mental” que nunca existe exteriorizada, mas que, a exemplo de um sonho, nunca sai do âmbito ilusório da suposta percepção humana. Assim, de olhos cerrados, perceba SUA PRESENÇA  imersa na Luz divina; entenda  esta Luz onipresente como já estando em VOCÊ, e sendo VOCÊ. Aceite estar dotado da VISÃO ILUMINADA QUE DISCERNE ESPIRITUALMENTE A REALIDADE ONIPRESENTE. Despreze por completo a “escuridão”, que é a “trave no olho” citada por Jesus.

A Visão iluminada é a única Visão real que VOCÊ POSSUI!  Ela Se revela como a SUA Consciência iluminada, que é Deus consciente de ser Deus como o seu EU ABSOLUTO. Com este exercício, isole conscientemente a Luz da “escuridão” provocada pelas pálpebras cerradas. E então, silenciosamente, reconheça a Onipresença da Luz divina, que nos inclui a todos.

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"SALVAR-SE" É TER A VISÃO CORRETA DE SI PRÓPRIO

“SALVAR-SE”
É TER A VISÃO CORRETA
DE SI PRÓPRIO
Dárcio
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No momento em que você aceita, reconhece e assume sua perfeita natureza espiritual e divina, você está correspondendo ao sentido real da palavra “salvação”. Por mais que o mundo venha dando o nome de “salvador” a mensageiros da Verdade, eles somente são capazes de sinalizar esta Autodescoberta, para que cada um, individualmente, possa “nascer de novo” ou “se despir do velho homem” e se ver como o Cristo, pura emanação do próprio Verbo divino.

Quando você medita e assume sua real natureza, você é “salvo”, ou seja, você conscientemente parte da Onipresença absoluta de Deus para, em seguida, discernir esta Presença única sendo a SUA própria presença. “Quem me vê a mim, vê o Pai”, disse Jesus, sem jamais estar se referindo a ele mesmo como pessoa, mas sim  à Unidade que somos! Quanto mais radical você for, ao se referir a si mesmo como sendo a Onipresença no “ponto” em que agora está, menos propenso a se deixar arrastar pela ilusão você estará. Em outras palavras, “salvar-se” é estar imune às sugestões ilusórias da suposta mente humana, o que, de fato, somente você poderá fazer por você mesmo!

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A PALAVRA "CULPA" DE SEU DICIONÁRIO

EXCLUA
A PALAVRA “CULPA” DE SEU DICIONÁRIO
DÁRCIO
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A admissão incondicional da Verdade única, ou seja,  Deus constitui o nosso ser individual, traz como consequência imediata o fato eterno de que jamais somos culpados de coisa alguma, mesmo que toda a crença coletiva tente nos induzir a acreditar em contrário.

Este estudo tem sua parte contemplativa e a parte ativa e prática, com atitudes a serem tomadas, e que estejam plenamente condizentes com a Verdade. Não se sinta culpado de nada! Não culpe a ninguém de nada! Impersonalize a ilusão de culpa e perceba Deus sendo sua única identidade e também a de todos! O sentido de “pecado” pouco foi entendido pela maioria! “Pecado”, etimologicamente,  quer dizer “errar o alvo”, isto é, cada ser, em vez de se reconhecer como uma Auto-expressão de Deus, julga-se e aos demais como mísero mortal, um suposto ser humano sujeito a acertos e erros! Não existem serem humanos! Se existissem, Deus não seria TUDO! Elimine a crença em “ser humano” e exclua de seu dicionário a palavra “culpa”; e aproveite para excluir também a palavra “pecado”. Viva seu agora consciente de que, se VOCÊ está vivo, é Deus quem vive a vida divina como a sua! O resto, é palha!

Enquanto você ligar sua existência a crenças em culpas, pecados, erros e acertos, supostamente atribuídos a um “ego humano”, não terá entendido o sentido de “o Pai em mim faz as obras”, ensinado por Jesus! “Quem me convence de pecado”? (João, 8: 46). Não há “outro” ao lado de “Mim”, seja para culpá-lo de algo, seja para perdoá-lo! É preciso trazer já a Verdade à prática! Toda relutância de sua parte no sentido de se aceitar como um Eu divino, perfeito e imaculado, será a ilusão pensando em lugar da Mente de Cristo que é a sua! Não acredite em nada, senão na totalidade de Deus! Honre estas revelações em sua vida atual! Ponha em prática o que você estuda! O principal, nesta decisão, está na eliminação ou exclusão da ilusória “culpa”. Descarte-a! Pare de se culpar! Pare de culpar os demais! Saia fora dessa crença absurda que admite culpas e culpados coexistentes com a Onipresença! Não ceda às sugestões em contrário! Como sabemos, todas as ideias contrárias à Verdade são crenças coletivas falsas! É com elas que você está lidando! Seja, portanto, resoluto, radical e firme! Treine ao máximo sua permanência na Verdade absoluta da inexistência de culpas e culpados! Esta crença é uma das principais  causas dos aparentes problemas do mundo, e que são, todos eles, puríssimo “nada”, meras representações hipnóticas e ilusórias da ideia comum de que “todos são pecadores”. A Verdade desconhece essa mentirada toda!

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SEPARE O “HOJE” DO “AGORA”

SEPARE
O “HOJE” DO “AGORA”
Dárcio
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Levar em conta um “hoje” pelo “Agora”, equivale a confundir um cinema com o filme em sua tela. Antes que o filme se projetasse, já havia o cinema com sua tela. Quando o filme terminar de ser exibido, continuará existindo o cinema e sua tela. Entenda, portanto, que o “hoje”, que se projeta na tela da suposta mente humana, não é, em absoluto, o “Agora” em que você vive!

Se “hoje” você imagina estar sem saúde, no “Agora” sua saúde é permanente e absoluta! Se “hoje” você acredita estar sem poder pagar as contas, ou se vê com recursos limitados, no “Agora” você é co-herdeiro com Cristo de todas as riquezas celestes. Se “hoje” você se sente só, melancólico ou desiludido com algo ou com alguém, no “Agora” você  é Luz resplandecente em unidade perfeita com tudo e com todos! Portanto, seu “problema” é um só: confundir o “hoje” com o “Agora”. Livre-se desta falsidade, e as bem-aventuranças fluirão todas para a “tela do mundo”.

O “hoje” é ilusão; o “Agora” é Verdade. O “hoje” é “deste mundo”, o “Agora” é do Reino de Deus! Desse modo, quando Jesus disse: “O Meu reino não é deste mundo”, revelou que somos todos habitantes do AGORA! Separe conscientemente o “AGORA” do ilusório “HOJE”, e isole-se dos acontecimentos ilusórios da tela mental, exatamente como faria,  caso  estivesse no cinema, e fosse se discernir como já estando separado dos “acontecimentos” do filme! VIVA UNICAMENTE O AGORA! Paradoxalmente, será assim que o seu “HOJE” se mostrará com “aparência de plenitude”; todo “hoje” não passa de uma crença, sem existência própria, sem vínculo algum com seu Eu, ou com seu Agora: uma “sombra” sem Deus, sem qualquer presença ou poder real; uma simples “miragem”.

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CONSCIENTE, SUBCONSCIENTE E SUPERCONSCIENTE

CONSCIENTE,
SUBCONSCIENTE
E SUPERCONSCIENTE
Dárcio

Didaticamente, podemos entender a “percepção” como constituída de três partes: a mente humana consciente, a mente humana subconsciente e a mente superconsciente, que é de natureza real e divina. Aquele que agora lê estas linhas, usa a mente consciente humana; ao armazenar o lido, ocupa a mente subconsciente humana, onde se registram todas as crenças dualistas e ilusórias da suposta “história da humanidade”; e, enquanto se dá este processo ilusório, cada um permanentemente já está sob a jurisdição da “superconsciência”, ou seja, da Mente iluminada ou crística que, de fato, é a Mente perfeita e absoluta de todos nós.

Há vários ensinamentos místicos que não veem benefícios em utilizarmos os conhecimentos da Ciência Mental sobre o consciente e subconsciente humanos, tendo em vista ser a Verdade  unicamente a onipresença expressa da Mente divina. Tenho repetidamente alertado a esse respeito. Quem despreza estes conhecimentos está, mesmo que não o admita, acreditando em mente humana! E, em vista disso, por estar acreditando em mente humana, evita de usar conhecimentos que a anulariam, por fazê-la se amoldar à Mente divina! Por mais que estudemos a Verdade absoluta, enquanto estivermos aparentemente vivendo uma “vida humana”, estaremos inevitavelmente “usando mente humana”. Se um vizinho seu lhe perguntar o nome de seu pai, você responderá que é Deus? O radicalismo do estudo pode  e deve ser levado em conta em nossas contemplações, durante a “Prática do Silêncio”; entretanto, nem Jesus Cristo pôde se manter cem por cento nesta percepção absoluta, quando em meio aos fariseus ou descrentes de seu tempo.

O estudo correto da Verdade, no meu entender, é aquele em que radicalmente reconhecemos que DEUS É TUDO, que TUDO É DEUS, e, além de contemplarmos esta Verdade durante as meditações absolutas, também as endossamos com a suposta mente humana. Exemplificando, se alguém estiver iludido pela crença em doença, irá afirmar: EU SOU A SAÚDE INFINITA (consciente humano); com isso, estará reprogramando sua a crença anterior (subconsciente humano),  por admitir SENTIR-SE SAUDÁVEL! É óbvio que este processo é ilusório! Mera troca de crenças, uma vez que Deus é o seu Ser individual, já perfeito e que dispensa recursos mentais humanos; porém, você não poderá ficar em meditação 24h/dia reconhecendo esta Verdade! A Ciência Mental fará isso por você! Com ela, a aceitação de problema será trocada pela aceitação da Verdade, humanamente falando, e com as  crenças estando amoldadas à Verdade, o “mundo das aparências”, por ser “sombra da mente humana”, lhe aparecerá cada vez mais condizente com a Verdade transcendental. Por isso, jamais repudie este mecanismo por acha-lo inútil!

DEUS É TUDO, TUDO É DEUS! Usar os conhecimentos da Ciência Mental não significa descrer da Verdade Absoluta! Pelo contrário, é um endosso consciente que fazemos daquela Verdade! Afirme sua saúde, sinta-se saudável, endosse a Verdade com a mente e deixe Deus endossá-la por revelação! Afirme sua riqueza da mesma maneira! Sua harmonia, sua paz, sua plenitude! Não despreze nenhum dos recursos! Repetindo: quem se desfaz dos benefícios da Ciência Mental está acreditando em existência da “mente humana”, mesmo que diga o contrário! Você somente poderá se desfazer de algo se acreditar que ele existe! Alguma vez você quis se desfazer de seu terreno em Marte?

Os artigos em linguajar absoluto, como são a maioria dos que eu coloco neste site,  são escritos basicamente para serem utilizados em nossos períodos contemplativos, quando podemos realmente reconhecer a Verdade Absoluta sem os envolvimentos com “este mundo”; já a inclusão da Ciência Mental visa a manter o “efeito contemplativo” enquanto aparentemente lidamos com o “mundo de aparências”. A suposta mente humana, de fato, é nada! E isso será muito mais facilmente demonstrado se, em vez de ignorá-la por deixa-la como se encontra, nas crenças de problemas e imperfeições, você a colocar, consciente e subconscientemente, alinhada com a Mente da Verdade, o que é feito através da Ciência Mental. Se, em Deus, VOCÊ É SAUDÁVEL , afirme esta Verdade e sinta-a como verdadeira, aqui e agora! Não faça meditações absolutas para, logo ao sair delas, voltar à antiga mente humana que acredita em doenças e em imperfeições unicamente por ter, VOCÊ,  deixado de nela trabalhar para fazê-la endossar o que é verdadeiro, tanto com endosso consciente como subconsciente! Trabalhe na suposta mente humana e, depois, entenda espiritualmente  que “o Pai faz as obras”. Dessa forma, você estará se alinhando totalmente com a Verdade, e isso se mostrará manifestado também no seu suposto “mundinho de aparências”, ou seja, “será feita a Vossa vontade, assim na terra como no céu”.

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A ESTABILIDADE DA REALIDADE

A ESTABILIDADE
DA REALIDADE
MARY MONA SEED FISHER
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Mudanças são, muitas vezes, fator de progresso e são bem-vindas. A maioria de nós, porém, vez ou outra lamentou o contínuo fluxo de acontecimentos.

É inerente ao coração humano ansiar por estabilidade – pelo bem estabelecido – mas o raciocínio humano não vê tal estabilidade. O bem duradouro só pode ser discernido pelo sentido espiritual. Este revela a estabilidade da realidade, a constância da benevolência divina. Tal faculdade está, por definição, ancorada na estabilidade: “O sentido espiritual é uma capacidade consciente e constante de compreender Deus”, escreve a Sra. Eddy em Ciência e Saúde.

A realidade é constante e é constante a capacidade que o homem tem de percebê-la. Nem a realidade nem a capacidade de perceber tal realidade incluem quaisquer elementos flutuantes ou causadores de atritos. Ao pormos em ação o sentido espiritual, este age como um amortecedor contra os solavancos da experiência humana, harmonizando nossa vida e demonstrando a abundante bondade da realidade.

Temos de tirar Deus de um céu distante, se O pusemos ali, e tornar-nos conscientes dEle como a própria presença em que vivemos. Deus é a origem e a totalidade de nosso ser – inteligência causativa, imaterial e sempre presente, que sustenta toda existência verdadeira e é o meigo e amoroso Pai-Mãe da criação.

Nunca podemos cair fora do amplexo de Sua bondade invariável. E não há condição fora de alcance de Sua influência harmonizadora. O sentido mortal, porém, assustado pelo que vê e ouve, rejeita esse fato divino. O mundo que o sentido mortal percebe é caótico e imprevisível, tal qual os seus deuses. Ora, esse mundo é também tão passível de mudança e sujeito à correção quanto o é o pensamento. Referindo-se à natureza ilusória e instável de um ponto de vista mortal, limitado, Ciência e Saúde declara: “A mente mortal vê o que crê, tão certamente como crê no que vê. Sente, ouve e vê seus próprios pensamentos”.

A fim de sairmos da montanha russa dos errôneos conceitos, temores e teorias humanos, temos de exercer nosso sentido espiritual em oração – em comunhão com o conhecimento de Deus sobre a realidade. Isso nos firma, protege, guia e atende a todas as nossas necessidades.

O universo de Deus não varia. A realidade é estável. Está sempre cheia de paz, de saúde e de alegria. Deus não muda, mas os pensamentos, as atitudes e as crenças mudam. Compreender a bondade imutável de Deus e a identidade do homem como a própria expressão dessa bondade é encontrar a solução para a instabilidade da existência material. Essa compreensão tem um impacto direto em nosso viver diário.

Por exemplo, seria realístico esperar receber boa saúde? O raciocínio mortal vê saúde como dependente do que é físico e de sua interminável lista de variáveis: condições do tempo, vírus, bioquímica, citando só alguns. Esses elementos colocam a saúde numa posição precária que, frequentemente, está fora do nosso controle.

Um sentido mais divino, porém, o sentido espiritual, revela que a saúde nunca foi e nunca será condição do corpo físico. A saúde é, segundo a Ciência Cristã o ensina, uma qualidade ininterrupta da Mente, da Mente única, aquela que o homem manifesta, a Mente de cada um de nós.

Para sermos saudáveis, temos de rejeitar a sugestão persistente, que em geral nunca foi questionada, de que nossa saúde está à mercê de fatores materiais (com muita frequência fora de nosso controle). Temos de entrar em acordo mental com a realidade divina da saúde, como sendo esta espiritual e, portanto, inalterável. Silenciar as preocupações sutis do medo e volver o pensamento à invariável realidade espiritual da saúde é a melhor maneira de cuidar de nosso corpo. Com estas palavras, a Sra. Eddy aponta a essência da saúde: “A verdadeira consciência é a verdadeira saúde”.

Com relação ao estado da economia, o sentido espiritual habilita-nos a discernir e demonstrar com certeza absoluta a abundância contínua da Vida divina, que Cristo Jesus manifestou. Jesus disse: “Não temais, ó pequenino rebanho; porque vosso Pai se agradou em dar-vos o seu reino”. O Cristo, a natureza divina manifestada por Jesus, habilitou-o a perceber e a dar prova de que a bondade de Deus é infinita, ilimitável e estável. E esse mesmo Cristo está conosco hoje, sem jamais ter sido afetado por condições econômicas desfavoráveis, que são apenas o resultado do pensamento baseado na matéria. A bondade de Deus está disponível a todos por meio da obediência à lei espiritual, a qual não varia no que tem constantemente disponível de provisões, para as necessidades da humanidade. Queridas ao coração de muitos são estas palavras tranquilizadoras de Ciência e Saúde: “O Amor divino sempre satisfez e sempre satisfará a toda necessidade humana”.

A provisão benevolente e inexaurível que Deus tem preparado para Seus filhos não inclui qualificações ou atrasos. Isso é mais do que animador. Captar, em sua plenitude, o profundo significado da dádiva incondicional de Deus é encontrar a mensagem curativa do Cristo para o sentido crônico de carência e limitação, flutuação e frustração, do mundo. A bondade de Deus é constante e nossa capacidade de expressar Sua infinidade absoluta está sempre presente. Num mundo em alteração contínua, essa verdade é nossa rocha.

Podemos começar cada dia com uma percepção renovada de nossa união com Deus. Estamos aqui para evidenciar Sua bondade completa e imutável de expressar saúde, abundância, alegria, beleza, domínio, inteligência. Essas qualidades são espirituais. Não dependem, de maneira alguma, da matéria ou de condições materiais. Derivam-se do Espírito e por este são sustentadas. São tão estáveis quanto Deus.

Qualquer que seja a necessidade, há uma lei espiritual – lei baseada no Princípio fixo – que nos mostra o que precisamos ver. Nunca nos deveríamos assustar ou impressionar com o que os sentidos físicos percebem, pois tal percepção é efeito material. A causa verdadeira é divina; seu efeito verdadeiro é sempre perfeito.

Se somos assediados por dúvida e medo, podemos parar por um momento e lembrar-nos de como é certa a bondade de Deus, certo tudo o que é real. Podemos prestar ouvidos ao sentido espiritual e permitir-lhe que governe nossos pensamentos e ações. Talvez nos surpreendamos de ver quão rapidamente os acontecimentos e as circunstâncias dão meia-volta, quando o pensamento está ancorado na verdade.

Aquilo que parece ser matéria e condições materiais é apenas a mente mortal exteriorizada. A inteligência divina desfaz esses conceitos errôneos, e aparecem a beleza, a majestade e a ordem da criação de Deus.

(Extraído de O Arauto da Ciência Cristã – Junho 1983)

O PAPEL DO SANADOR NA CURA

O PAPEL
DO SANADOR NA CURA
Guy Halferty
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Logo após Mary Baker Eddy haver descoberto que o poder sanador do Cristo estava ainda intacto e disponível para quem o compreendesse, ela aprendeu uma lição muito importante que passou a ser um marco para ela. Uma de suas alunas, Sue Harper Mims, relata esse fato em reminiscências que escreveu sobre a última classe da Sra. Eddy.

A Sra Eddy conta que, logo após sua descoberta, família e amigos sabiam que se ficassem doentes e pedissem que ela orasse por eles, ficariam restabelecidos. No entanto, eles nunca admitiam o que havia realizado a cura. A Sra. Mims se recorda das palavras da Sra. Eddy assim: “Por vezes, logo que enviavam alguém para pedir minha ajuda, eles se recuperavam, mesmo antes de eu chegar lá, e assim sabiam que era Deus quem os havia curado.” Certo dia, foi chamada para acudir uma criança doente e, enquanto se dirigia apressadamente para lá, ela foi invadida por um senso de responsabilidade pessoal sobre o caso.

“Eu estava tão ansiosa para que o poder da Verdade fosse reconhecido”, continua ela, “que disse a mim mesma: ele não pode melhorar até que eu chegue.” “É evidente que isso não estava certo, eu sabia que tinha de deixar tudo nas mãos de Deus, mas o orgulho se infiltrara e eu havia perdido minha humildade e o paciente não foi curado. Apercebi-me da admoestação recebida e, ao voltar para casa, joguei-me no chão, pus a cabeça entre as mãos e orei para que, em nenhum momento, eu fosse atingida pela ideia de que era alguma coisa, ou realizava alguma coisa; reconheci que essa era a obra de Deus e que eu O refletia. A criança foi então curada”.(ver We know Mary Baker Eddy, p. 133).

Essa experiência de nossa Líder nos dá uma lição. Em determinado ponto, em praticamente todas as curas realizadas na Ciência Cristã, chegamos a esta maravilhosa percepção: somente Deus, e não uma pessoa, é o sanador. As palavras de Jesus, registradas no Evangelho de João, abrangem amplamente essa questão: “Eu nada posso fazer de mim mesmo” e “o Pai que permanece em mim, faz as obras”. Constatamos que nas curas realizadas por Jesus, por seus discípulos e apóstolos, poucas palavras eram ditas e, por vezes, nenhuma. O que cura é a compreensão, é dar o verdadeiro testemunho. Não são as palavras que curam, nem mesmo afirmações metafísicas grandiosas, apesar de tais palavras e afirmações refletirem a compreensão espiritual e serem auxiliares valiosos para que alcancemos um ponto de vista espiritual mais elevado.

Qual é, então, o papel do sanador na cura? Em todos os casos, seu papel mais importante é o de compreender a verdade: dar testemunho e reconhecer que Deus, o infinito e totalmente perfeito, é o único poder em ação no processo de cura. Nosso papel é o de sermos o homem de Deus, eliminar o sentido pessoal do cenário, para que nosso reconhecimento da verdade seja literalmente o reflexo de Deus. Todo poder e autoridade procedem de Deus e são refletidos por Seu homem. O trabalho do sanador é o de humildemente reconhecer esse grande fato, ceder a ele, insistir nele e assim demonstrar o Cristo, a verdadeira ideia de Deus e Seu poder.

Eis um exemplo de como o papel do sanador entra em ação. Um praticista da Ciência Cristã recebeu um telefonema de um homem que disse ter uma excrescência nas costas, ao longo da coluna, e isso o preocupava muito. Disse que a excrescência estava aumentando de tamanho, causava bastante desconforto e ele estava com muito medo. O praticista concordou em orar por ele.

À noite, enquanto orava por esse caso, o praticista saiu para caminhar nas redondezas. Enquanto andava, começou a fazer vigorosas declarações, quase como se estivesse em meio a uma discussão sobre o poder sanador da Verdade, usando frases da Bíblia e das obras da Sra. Eddy.

Por vezes tais argumentos e veemência em prol da Verdade são justamente o que se faz necessário. Dentro em pouco, porém, ele percebeu que estava labutando com um forte senso de responsabilidade humana e pessoal pela cura. O paciente lhe pedira ajuda na total confiança de que, como praticista, ele sabia o que fazer sobre o caso. A sugestão de que ele, praticista, era pessoalmente responsável pela saúde do homem, começou a aflorar com insistência em seu pensamento: o homem ser curado ou não, dependeria de quanto o praticista compreendesse a respeito de Deus.

De repente, o praticista teve este pensamento inspirador: “Este paciente é completo, saudável e perfeito, não porque estou fazendo declarações sobre a Verdade, mas porque sua vida está totalmente a salvo e intacta em Deus, cuja lei é o irresistível poder de cura”.Seguiu-se um grande sentimento de alegria, uma enorme sensação de alívio, uma torrente de gratidão pelo fato de que nem o paciente, nem o praticista, poderiam, por um momento sequer, estar separados de Deus ou da saúde total e completa. Com humildade viu todo sentimento de responsabilidade pessoal simplesmente desvanecer-se. Viu a si mesmo em seu verdadeiro papel, o de fiel e confiante testemunha do poder divino. Ele teve certeza de que a cura se efetuara.

Dentro de poucos dias, o homem telefonou para dizer que o problema havia simplesmente desaparecido. Ele estava curado.

Pelo fato de os Cientistas Cristãos negarem a veracidade e realidade da doença e de todas as formas de mal, não quer dizer que ignorem o peso das argumentações dos sentidos materiais e do mundo material. Longe disso! O sanador científico enfrenta esses argumentos da mesma forma como um matemático enfrenta um problema de aritmética ou de cálculo. O Cientista Cristão não se deixa impressionar ou desalentar pela argumentação agressiva do mal, que tenta nos convencer de sua realidade, mas trabalha baseado exclusivamente na perfeição da Ciência. Ele sabe que essa Ciência fundamenta-se no Princípio divino, Deus, e que é, portanto, capaz de ser provada quando compreendida.

O metafísico deve estar tão imbuído do fato espiritual da totalidade e onipotência de Deus e do fato de que o homem é o reflexo de Deus, que os argumentos dos sentidos tomam o aspecto não de alguma coisa, mas do nada, como conceitos errôneos. Em outras palavras, o verdadeiro sanador está tão espiritualmente consciente daquilo que é, que até certo ponto perde o falso senso daquilo que não é, e regozija-se com aquilo que é verdade.

Como é compreendida na Ciência Cristã, a cura nada tem a ver com o fato de um indivíduo “pensar” sobre a cura. Não se trata de “pensamento positivo”, nem do poder da “mente sobre a matéria”. Não é uma questão de persuasão pessoal ou da crença humana na verdade a prevalecer sobre a crença em algum erro material. Acima de tudo, não se trata de levar o homem de volta à perfeição. Trata-se, isso sim, de reconhecer e insistir na perfeição criada por Deus, da qual o homem nunca está separado, e de se incluir tanto o praticista como o paciente nessa perfeição.

Na metafísica divina, o sanador é uma testemunha da totalidade de Deus, o Espírito, e da perfeição do homem como Sua semelhança. Como reflexo de Deus, o sanador envolve o paciente com essa verdade outorgada pelo Espírito. Ele sabe que nada existe fora do Espírito, mas que todos estão incluídos no Espírito. A respeito desse tipo de testemunho, a Sra. Eddy promete em Ciência e Saúde: “Se o Espírito ou o poder do Amor divino dá testemunho em favor da verdade, isso vem a ser o ultimato, o modo científico, e a cura é instantânea.

(Extraído de O ARAUTO DA CIÊNCIA CRISTÃ – Dezembro 1992)
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A ILUSÃO GERA A FICÇÃO DE CONFLITOS PESSOAIS

A ILUSÃO
GERA A FICÇÃO DE CONFLITOS PESSOAIS
DÁRCIO
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“Cristo é tudo em todos”, revela Paulo em Colossenses, 3: 11. O sentido é que cada ser individual participa em harmonia infinita da Expressão global do Pai comum, que é Deus. Assim como os raios brilham com a luz do Sol, em harmonia plena que impede que o brilhar de um afete negativamente o brilhar de outro, analogamente cada Filho de Deus irradia a Luz do Pai, em harmonia eterna com tudo e com todos. Todo suposto conflito entre pessoas é obra de ficção, um cenário engendrado ilusoriamente por uma suposta mente que Deus desconhece.

Nas histórias em quadrinhos, vemos o desdobrar da pura ficção planejada pelos seus autores.  Walt Disney, por exemplo, propagou mundialmente a ficção em que o riquíssimo Tio Patinhas seguidamente se vê ameaçado pelos Irmãos Metralha, sempre desejosos de se apropriarem do seu dinheiro. Se a ficção for entendida como ficção, veremos que a questão não envolve o aparente conflito entre eles, e sim uma ilusão de conflito, um conflito simulado pela mente do autor, e que jamais poderia ser resolvido verdadeiramente, por ser destituído de substância real. Em outras palavras, o suposto conflito entre o Tio Patinhas e os Irmãos Metralha jamais esteve, de fato, existindo.

A “história da humanidade” é ficção! Não tem mais realidade do que as aventuras do Tio Patinhas! Os princípios espirituais existem para deixarmos de nos posicionar nesta crença fictícia para permanecermos na Realidade perfeita, que é Deus sendo a totalidade da Existência, e com o Cristo, em todos, sendo a Expressão específica de Deus como cada ser individual. Daí a importância de nos desvencilharmos por completo do “quadro ilusório”, sem nos prendermos aos aparentes conflitos pessoais presentes nele! Para isso meditamos e contemplamos o que de fato é realidade, enquanto tiramos de foco o que é pura ficção.

Deus é tudo, tudo é Deus! O resto é ilusão, suposta obra fictícia da ilusória mente humana que é desconhecida da Verdade, de Deus e de nosso Eu verdadeiro, que é a própria Mente divina em Auto-expressão. Ter este conhecimento somente intelectualmente não lhe basta! Estas verdades devem ser contempladas até que, internamente, possam ser reconhecidas como fatos espirituais permanentes, fatos mantidos por Deus e que jamais deram espaço para “outra existência”. Enquanto um leitor estiver entretido com o Tio Patinhas e com os Irmãos Metralha, estará iludido com uma falsa existência. Enquanto você estiver entretido com pessoas “nascidas neste mundo”, inclusive com seu suposto ego, você estará iludido com uma falsa existência. Trata-se da mesmíssima coisa!  Nunca ore para que O Tio Patinhas seja protegido dos Irmãos Metralha! Ore para sair do envolvimento com a ficção! Este estudo objetiva única e exclusivamente isto: mostrar-lhe que a ilusão é ficção e que, permanentemente, a perfeição é a REALIDADE ONIPRESENTE! DEUS É TUDO!

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