O CONSOLADOR -2

O CONSOLADOR
DÁRCIO
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PARTE 2
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Quando falamos que DEUS É TUDO, ou que Deus é ONIPRESENÇA, estamos reconhecendo a Verdade universal, que permanentemente nos INCLUI. De que nos valeria se somente ficássemos lendo que Deus é onipresente, e conservando a errônea crença de que somos “outra” presença ao lado de Deus? Onde existe o chamado “eu humano”? Onde se encontra a nossa presença real?

Jesus sabia que os discípulos encontrariam dificuldade para discernir a ONIPRESENÇA, caso ao lado deles permanecesse por mais tempo. A “aparência” de um “Iluminado”, supostamente pessoal, ficaria desviando a atenção deles todos; dessa forma, o EU SOU INFINITO, a Presença ÚNICA de Deus, manifesta como cada ser humano, seria relegada a segundo plano ou mesmo desconhecida.

Há, hoje em dia, uma variedade enorme de seitas, religiões e denominações. As pessoas, muitas vezes, ocupam o seu “AGORA” tentando descobrir qual delas é boa ou qual é a melhor de todas. Nenhuma religião, em si, é boa: boa é a VERDADE, que pode ou não estar sendo disseminada através dela. Para um andarilho no deserto, a água  é de importância vital; entretanto, teria sentido ele se prender à forma do cantil? Religiões, seitas e denominações são “cantis” da  Água Viva, e cabe, a cada um que estuda a Verdade, dar-se conta disso.

Como “filhos pródigos”, muitos andam pelo mundo em busca de Deus. Entretanto, sempre fomos ensinados que o Reino de Deus está DENTRO de nós. “E, se eu for, e vos preparar o lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver, estejais vós também” (João 14:3). Esta passagem nos revela que devemos ser abandonados pelo “eu da aparência”, mesmo que visto como “mestre iluminado”, para que o lugar nos seja “preparado”. “Preparar o lugar” significa deixar de depender de cursos e mestres humanos! Esta libertação  mostra em nós, em NOSSA CONSCIÊNCIA, o “lugar preparado” desde o princípio!

Às vezes, quando enfatizamos que nada aprendemos realmente de instrutores humanos, ouvimos coisas assim: “Eu sei que a Verdade é ensinada só por Deus, MAS aquela pessoa serviu de instrumento para que isso fosse possível. Nem sei o que teria sido de mim, se não a tivesse conhecido!” Leitor: desperte para a seguinte Verdade: DEUS É TUDO! Este mundo “aparente” jamais existiu! Enquanto alguém se considerar “seguidor” desta ou daquela corrente ou ensinamento, enquanto alguém acreditar estar sendo “ensinado” ou “ajudado”” por pessoas “deste mundo”, estará cego para o LUGAR PREPARADO, que É ELE PRÓPRIO! “Se eu for, e vos preparar o lugar, VIREI OUTRA VEZ, e vos levarei PARA MIM MESMO”, isto é, para o “EU” que VOCÊ JÁ É, o “CONSOLADOR”.

Por mais elevado que um ensinamento aparente ser, se ele não o fizer olhar o mundo à sua frente como um filme ilusório, se ele não promover a mínima percepção de que VOCÊ já é o VERBO DIVINO em Autoexpressão, se ele não o deixar LIVRE para declarar: “Ora, a Verdade somente pode ser o EU que EU SOU”, tal ensinamento equivale à “não ida de Jesus”, ou seja, equivale à permanência de Jesus na aparência, ao lado dos discípulos, e por um período maior do que aquele que seria realmente necessário.

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O CONSOLADOR -1

O
CONSOLADOR
Dárcio
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PARTE 1
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O “Consolador”, prometido por Jesus aos seus discípulos, não é realmente a “chegada” de Deus até eles, mas sim a percepção, por parte de cada um, da Cristo-Identidade já estabelecida em todo ser humano renascido.

Muitos ainda julgam absurdo, ou mesmo heresia, alguém afirmar taxativamente: “Eu Sou Deus”; porém, absurdo, e até mesmo blasfêmia, seria alguém se dizer estudante da Verdade permanecendo na arcaica crença dualista em Deus e  “outro” ao lado de Deus. Deus é Onipresença; assim,  caso alguém deixe de se identificar totalmente com Deus, permanecendo relutante quanto a admitir radicalmente esta Verdade, acabará aparentemente vivendo como um materialista qualquer. Frequentar cursos ou palestras sobre a Verdade não deve ser  por  períodos prolongados, mas apenas durante tempo requerido para que os princípios espirituais sejam expostos, conhecidos e apreendidos,  para poderem, efetivamente, ser contemplados e experienciados espiritualmente. Os métodos de outrora, em que um suposto “líder” acompanhava cada “neófito” o tempo todo, em sua suposta “evolução”, não existem mais em nossos dias, quando a Verdade absoluta é estudada. Mesmo a disponibilidade de literatura, gravações e filmes deve ser bem dosada, para que o tempo maior seja realmente dedicado à percepção interna das Verdades eternas. O Reino de Deus está DENTRO de nossa própria consciência, e, qualquer dependência excessiva a meios externos se tornará um “antiCristo”.

O suposto mundo exterior, chamado “mundo material”, é uma ILUSÃO. Alguns autores usam o termo “miragem”, para esclarecer a natureza ilusória deste mundo. Jesus Cristo também foi taxativo: “O meu reino não é deste mundo”, (…) “Vós, deste mundo, não sois”. Portanto, as divagações intelectuais, que vivem comparando religiões e ensinamentos entre si, acabam apenas desviando as pessoas da “Graça divina que nos basta”, e em nada contribuem para que haja um real discernimento da Realidade espiritual.

A premissa básica do estudo do Absoluto, que afirma que DEUS É TUDO, tem por objetivo fazer com que cada um diga convictamente “Eu Sou Deus”. Somente com esta identificação correta, estaremos conscientemente sendo AQUELE que realmente somos, deixando de lado todos os condicionamentos mentais ilusórios que nos faziam crer sermos identidades humanas, mortais, imperfeitas ou em evolução. Se este ponto de partida não estiver bem definido e aceito, mesmo que a pessoa passe o dia inteiro lendo textos sobre a Verdade, mesmo que medite sem esmorecer, esta ideia fixa, de ser ela alguém de natureza humana, irá atrapalhá-la. Por isso o estudo parte de princípios e jamais de aparências! “EU SOU DEUS; EU SOU A CONSCIÊNCIA ILUMINADA! Este deve ser o nosso ponto de partida.

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“ VOZ VINDA DO CÉU”

“ VOZ
VINDA DO CÉU”
Dárcio
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Jamais houve uma revelação divina no sentido de que somos seres humanos à espera de redenção. Antes, as revelações trazem a Verdade permanente sobre quem somos. A quem devemos dar crédito? Ao testemunho da mente humana? Ou à Verdade que sempre nos veio sendo revelada, de que Deus é realidade única e, portanto, onipresente?

Os temores e apreensões apresentados pela mente humana são, por assim dizer, puro ateísmo. Os supostos seres humanos vivem apegados às aparências. Sequer desconfiam qual vem a ser o real sentido da palavra Onisciência. Quando leem sobre Deus e Sua sabedoria infinita, por maior fé que consigam demonstrar, guardam sempre alguma descrença, desconfiança, coisas próprias da humanidade tradicionalmente incrédula.

A mente do ser humano, voltada para as imagens ilusórias de sua própria invenção, busca em “miragens” tudo que julga ser essencial à felicidade. Mesmo que mil Bíblias fossem lidas, permaneceriam as dúvidas; jamais seremos capazes de nos sentir seguros e em paz se nos limitarmos apenas às leituras e ponderações superficiais sobre a Verdade.

Quando falamos que o saber teórico é insuficiente, e enfatizamos a importância das meditações contemplativas, há quem pense que, se somente meditarem, tudo se resolverá. Precisamos deixar bem claro o seguinte: o objetivo não é meditar, mas sim, por meio da meditação, discernir que TUDO É DEUS! Há quem passe horas meditando sem saber que o objetivo real é este: PERCEBER QUE DEUS É TUDO.

O reconhecimento inicial de que DEUS É TUDO, TUDO É DEUS, e que integramos esta Realidade perfeita que é espiritual, faz com que nossas contemplações sejam bem sucedidas. O valor de uma revelação não está na fé que depositamos em sua veracidade; ESTÁ EM PODERMOS EXPERIENCIAR A VERDADE REVELADA! E, destas experiências no Espírito, podermos endossar as revelações encontradas nos textos sagrados e, igualmente, “recebermos”, de nossa própria Consciência, novas revelações que nos forem necessárias em dado momento.

“Porque não vos demos a conhecer o poder e a vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo, seguindo fábulas engenhosamente inventadas, mas nós mesmos fomos testemunhas oculares da sua majestade, pois ele recebeu, da parte de Deus Pai, honra e glória, quando pela Glória Excelsa lhe foi enviada a seguinte voz: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo” (I Pedro 16-17),

Pedro afirma ter ouvido a voz vinda do céu: “Ora, esta voz, vinda do céu, nós a ouvimos quando estávamos com ele no monte santo”. O estudo da Verdade se dá mediante experiências em Deus e não meramente com leituras, cursos ou palestras. A VERDADE É UNIVERSAL. Cada um, através das meditações, está capacitado a ouvir esta VOZ DO CÉU, que diz: ESTE É O MEU FILHO AMADO, EM QUEM ME COMPRAZO. De muitas formas pode vir este discernimento; porém, seja qual for a experiência de cada um, de uma coisa estejamos certos: saberemos que Deus constitui a real identidade de todos nós. Estudar a Verdade, portanto, é criar a receptividade ideal para que possamos ouvir a “VOZ VINDA DO CÉU”. Sabemos que DEUS É TUDO; mas, este conhecimento é intransferível! Mas como a Verdade é que JÁ SOMOS o “Filho amado” de Deus, logicamente todos estamos em condição de “ouvir a Voz do céu” nos testificando isto, direta e exatamente agora.

A Bíblia não foi escrita para divulgar a divindade de Jesus Cristo. O Cristo, em Jesus, realmente é Deus; e ele já está consciente disso; e não demonstrou nenhum interesse em ser cultuado. Sua mensagem é voltada à humanidade! Por que? Justamente por causa da universalidade da Verdade que ele próprio disse ser. A Verdade que Jesus é, é a mesma que todos nós somos. A Bíblia emprega parábolas, passagens e testemunhos com um só propósito: revelar que a mesma Verdade que Jesus é, todos já somos. Este texto está sendo escrito com o mesmo objetivo: revelar que VOCÊ, pela Graça de Deus, já é a totalidade do próprio Deus. Aceite, pois, esta Verdade com “coração de criança”, e diga a si mesmo: EU SOU A VERDADE!

A Voz vinda do céu é a Voz de SUA Consciência iluminada, que é Deus. A “voz do mundo”, isto é, a voz das aparências, não tem autoria. A Vida pela Graça nos deixa imunes às opiniões da suposta mente humana. Assuma uma radical posição: DEUS É TUDO; TUDO É DEUS! E o mundo das miragens, com suas imagens de bem e mal, que até aqui vinha sendo encarado como “tangível”, pela “Voz vinda do céu” é desmascarado.

Lembre-se: a Glória Excelsa lhe envia esta Voz: TU ÉS O MEU FILHO AMADO, EM QUEM ME COMPRAZO. Identifique-se integralmente com Ela, tal como fez Jesus, pois é através desta identificação plena com a Realidade que nos encontramos DESPERTOS  para o fato de sermos SERES ILUMINADOS.

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MÉTODO USUAL DE MENTALIZAÇÃO PARA A CURA

MÉTODO USUAL
DE MENTALIZAÇÃO PARA A CURA
Masaharu Taniguchi
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Ao fazer a Meditação Shinsokan para curar alguém, em primeiro lugar você deve concentrar sua mente em Deus, que é a Essência de tudo. Ou seja, deve mentalizar que Deus é a única Existência Verdadeira e que no mundo da Existência Verdadeira tudo está em paz e harmonia. Você deve mentalizar essa Verdade até senti-la com todo o seu ser, toda a sua alma. Então, visualizando por alguns momentos o aspecto em que reina a paz perfeita, você agradece a Deus e mentaliza várias vezes alguma das frases contidas na Bíblia, que estimulam a fé, como: “Pedi, e vos será dado; buscai e achareis; batei e abrir-se-vos-á”.

(…) Com isso, você se torna receptivo à força do Espírito do Universo e sente como se recebesse dele uma corrente elétrica. Ao atingir o estado mental de total serenidade, sentindo-se um com Deus, você deve voltar sua atenção à pessoa que está recebendo a mentalização para a cura e visualizar a imagem em que ela se encontra no mesmo estado sereno que você acabou de alcançar. É essencial visualizar a pessoa já perfeitamente sadia, mentalizar que a Vida que nela se aloja é a de um ser espiritual dotado de saúde perfeita. Você deve mentalizar até que esse fato seja gravado no subconsciente da pessoa. Então você pronuncia o nome da pessoa e mentaliza que ela foi feita à imagem de Deus e que a luz da Verdade, que existe dentro dela, está trabalhando para extinguir por completo a treva da enfermidade.

(…) É preciso fazer a mentalização com postura mental serena e positiva. Deve ter em mente que não é você quem está curando o outro, e sim a força de Deus que flui em você através do “fio condutor” que é a sua conscientização da Verdade.

(…) Nesse momento, mantendo a mente serena, você deve repetir várias vezes, do fundo da alma, as seguintes palavras: “Seja feita a Vossa vontade, assim no mundo fenomênico como no mundo da Imagem Verdadeira”. Tendo procedido desse modo, basta esperar confiante, entregando tudo nas mãos de Deus, pois você concluiu a parte que lhe cabia. E assim, após reafirmar esse sentimento de confiança, você termina este método usual de mentalização para a cura, repetindo mentalmente as seguintes palavras de agradecimento: “O que desejamos foi concretizado em nome de Deus, pelo poder do Espírito. Muito obrigado.

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COMO ENTENDER AS RELAÇÕES HUMANAS

COMO ENTENDER AS RELAÇÕES HUMANAS
Mr. Lopeslima
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Creio que se relacionar é uma coisa que muita gente acha que sabe, mas  muito poucos conseguem colocar em prática. Sempre achamos que aprendemos, que temos muita experiência, mas, na verdade, é o caos. O engraçado dessa história toda são as caras que fazemos, quando conversamos e tentamos nos fazer entender… é uma piada! Um falando e achando que está agradando e ajudando, e o outro fazendo de conta que está interessado,  que está absorvendo tudo, quando na verdade está pensando no almoço…
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Mas uma coisa é muito interessante, só o fato de podermos despejar estas coisas num pedaço de papel, ou melhor, num pedaço de uma tela de computador, já é o suficiente para relaxar a cabeça e dar uma organizada no pensamento. A mente humana acumula ao longo do dia, da semana, do mês e até mesmo durante toda a vida, sentimentos e emoções dos mais diversos tipos e que podem ter consequências nada agradáveis e somatizáveis no frágil organismo humano. Diversos estudos mostram que a mente humana, é capaz de coisas incríveis, e uma dessas coisas é a materialização de sentimentos no corpo. Quando estamos apaixonados, nosso coração vibra diferente, quando estamos ansiosos, nosso estomago dói e a garganta aperta, sufocando as palavras…
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Isso tudo é fundamental no relacionamento humano. O que temos que aprender é a conhecer nossos próprios sentimentos, limites, e aprender com eles como ter atitudes que sejam boas para nós; agindo assim, conseguiremos até a espalhar o bem estar àqueles que estão ao nosso redor. O mundo está tão contaminado de sentimentos ruins e confusos, que nós somos pegos por sentimentos que muitas vezes não são comuns para nós.
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A superação dessa dificuldade não é fácil, pois temos que abaixar a cabeça e aprender com nossos erros e nunca esperar dos outros, atitudes que nós mesmos não tomamos. O que é muito comum, na humanidade, é esperar que os outros nos agradem o tempo todo; e quando chega a nossa vez de agradar, zero… Mas não é impossível, é difícil, mas não impossível.
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Fazer um exame sério de nossas atitudes e escolhas é o primeiro passo para vencermos nossas dificuldades e superar nossos limites. Uma reflexão íntima, uma meditação para perceber nossa realidade espiritual: estes exercícios mentais devem ser feitos praticamente todos os dias, para que possamos nos blindar dos efeitos nocivos desta sociedade que procura cada vez mais o material e se afasta cada vez mais do espiritual, ou seja, de si mesma.
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INEXISTE ILUSÃO UNA COM DEUS SENDO VOCÊ

INEXISTE ILUSÃO UNA COM DEUS SENDO VOCÊ
Dárcio
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Diante de quaisquer sugestões hipnóticas, parta da totalidade de Deus! Contemple Deus como a totalidade da Existência e, principalmente, sua unidade com Ele. Nenhuma imagem mesmérica tem realidade ou está una com Deus! Reconheça isso! Separe o que é realidade do que é aparência com “sensações” sem substância!

Medite e perceba com clareza sua  unidade com Deus. Reconheça que a ilusão nunca pode estar em unidade com Deus; portanto, que a ilusão não pode estar em unidade com VOCÊ! Entenda que onde VOCÊ está, DEUS está, e que, em vista disso, a ilusão não está em lugar algum,  é nada, algo que não é algo, e que apenas aparenta existir, mas não existe!

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TRATE-SE TODOS OS DIAS

TRATE-SE
TODOS OS DIAS
William Curtis Coffman
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Deus nos dotou da capacidade de manifestar Seu poder divino em nosso dia-a-dia. Para isso, é preciso preservar um sentido consciente da união com Deus, a Mente eterna. Quando começamos a conscientizar a presença eterna de Deus, que Ele está mais perto do que a atmosfera ou a luz solar, começamos a demonstrar nossa unidade espiritual com o Pai. Escreve Mary Baker Eddy: “Simplesmente precisais preservar um sentido positivo e científico de unidade com a vossa Fonte divina, e demonstrar isso todos os dias”.
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Um dos primeiros requisitos da oração que se faz por si mesmo é o de expulsar o medo, pois este é inimigo do progresso. O medo desaparece na medida em que se estabelece na consciência o fato de que toda realidade é Deus. Progride-se conscientizando-se todos os dias da superioridade que o homem tem sobre a velhice, os acidentes, a doença, a morte e todo o erro, e com a negação destes deve vir a afirmação da realidade espiritual de que o homem é espiritual e vive no Espírito de Deus. Deve-se reconhecer que o erro latente não tem lugar na consciência do homem e qualquer sugestão agressiva do mal que possa gritar para ser ouvida, deve ser calada. Não basta uma breve negação do erro em geral. As pretensões devem ser negadas especificamente e devem ser usadas verdades espirituais específicas para anulá-las. Esta limpeza específica do pensamento traz a paz de Deus que excede todo o entendimento humano.
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A Identidade em Cristo, a verdadeira Mente do homem, é sustentada por Deus. Não pode ser mesmerizada por sugestões mentais agressivas. Nela não há o menor traço de sugestões mentais agressivas que haveriam de amedrontar, desviar, deter, ou impedir-nos de fazer hoje o trabalho que nos compete. Vigília constante é o preço que temos de pagar para adequadamente proteger o nosso lar mental.
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Nosso dever para com Deus é não servir a nenhum outro deus—só ao único Deus infinito, que é Princípio, Vida, Verdade, Amor, Espírito, Alma e Mente divinos.
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O mal é sempre irreal. Não é um homem, pois o homem é ideia espiritual e perfeita de Deus. O mal é mero conceito errado, o oposto do que é verdadeiro. Portanto, o lugar único em que poderemos superar o erro é na consciência, em nosso próprio pensamento, e não no de nosso próximo. Independente de qual a discórdia com que pareça estarmo-nos confrontando, é preciso ver a sua irrealidade em nosso pensamento. Ela não tem maior realidade do que a que lhe damos. A oração por nós mesmos é a nossa linha de ataque. Sua finalidade primária é varrer do nosso pensamento todos os conceitos de existência que não se originam em Deus. Nesse processo de limpeza, naturalmente ajudamos os outros, pois os bons pensamentos, que manifestam Deus, abençoam todos aqueles sobre quem repousam.
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Quando ficamos tentados a fazer uma realidade do erro cometido por outra pessoa, estamos, sem o saber, alinhando-nos do lado do erro. Alguma crença na realidade do mal, que ainda não foi resolvida em nossa consciência, talvez nos disponha a crer que o erro de outrem é realmente a individualidade dessa outra pessoa. Resolve-se um problema humano, isto é, anula-se o erro, mediante o trabalho mental diário que se faz para si mesmo: e, nesse trabalho, acha-se incluído o deslindar em nosso próprio pensamento as tramas do sentido material.
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Se alguém quiser atingir a salvação plena do pecado, da doença e da morte, precisa ver mentalmente a irrealidade do que o sentido material chama de existência mortal e vir a compreender que sua única história real é sua história espiritual. O homem já se acha estabelecido como a expressão individualizada da Mente divina. É importante negar todo erro ou pecado no decurso da vida humana e afirmar, com compreensão, o fato oposto, isto é, a existência espiritual. O único meio certo de viver é o de manter o pensamento unido a Deus, é seguir com Deus e falar com Ele. Então o Espírito, a Mente, haverá de eclipsar as discórdias da matéria e trazer a cura. A obstinação, a justificação própria e o egotismo têm de ser sobrepujados porque são empecilhos à cura. Ocultam a unidade que há entre o homem e Deus.
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Cristo Jesus é nosso modelo para a cura pelo poder do Espírito. Sua obra de curar alicerçava-se na união que há entre o homem e Deus. Em certa ocasião, declarou: “Eu nada posso fazer de mim mesmo”, e noutra oportunidade disse: “Eu e o Pai somos um”. A Sra. Eddy escreve: “Assim como uma gota de água é uma com o oceano, um raio de luz um com o sol, do mesmo modo Deus e o homem, o Pai e o Filho, são um no ser”.
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É preciso grande humildade para demonstrar que o homem é um com Deus. O orgulho humano e a força de vontade não fazem parte da demonstração. A união com o Pai só é alcançada à medida que os mortais lançam fora a natureza carnal e manifestam a natureza divina. Para a obtenção desse mais elevado e digno de todos os objetivos, é essencial a oração diária por si mesmo, feita com compreensão.

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ÚNICA EVIDÊNCIA

ÚNICA EVIDÊNCIA
Dárcio
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DEUS, sendo TUDO, é a única Evidência, ou seja, é a Onipresença manifestada como perfeição infinita que exclui quaisquer ”outras” manifestações temporais.  Deixe que a mente falsa fique, aparentemente, vendo suas falsidades; tire sua atenção completamente de tudo que os supostos sentidos humanos veem e contemple Deus Se manifestando e sendo a ÚNICA EVIDÊNCIA.

Descarte a crença no tempo e no espaço! Volte-se à SUA CONSCIÊNCIA, AO SEU “EU”, QUE É LUZ! PERCEBA-SE COMO CONSCIÊNCIA ILUMINADA! NA ONIATIVIDADE PERFEITA! “A EVIDÊNCIA INFINITAMENTE EXPRESSA  É ESTE “AGORA” PLENO! DEUS COBRINDO TODA A REALIDADE! A CAUSA ÚNICA, SENDO TUDO, É A EVIDÊNCIA ÚNICA!

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A VERDADE QUE LIBERTA A HUMANIDADE

A VERDADE
QUE LIBERTA A HUMANIDADE

MASAHARU TANIGUCHI

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Como o homem, originariamente perfeito, deixa-se seduzir pela ilusão?O mestre Dôguen, do zen-budismo, quando estudou com o bonzo Eisai, no monte Ei, teve grande dificuldade em compreender a seguinte frase: “O homem é originariamente perfeito, tem natureza búdica no estado em que está”. Ele repetiu diversas vezes : “O homem é originariamente perfeito, tem natureza búdica no estado em que está, tem natureza búdica no estado em que está…”, mas não conseguiu se convencer. “Como é que sou perfeito, se vivo atormentado pelo pecado, perdendo-me em mil ilusões?”

Esta tem sido a questão fundamental, não só do budismo, mas de todas as religiões: se o homem provém de Deus, se o homem é filho de Deus, por que é toldado pelos tormentos da ilusão? É porque ele possui livre-arbítrio. Sendo livre, o filho de Deus tem plena liberdade para escolher a libertação, assim como tem liberdade para limitar a si mesmo. A autolimitação ocorre para ele manifestar sua opinião. Por exemplo, o pintor não consegue pintar no ar, onde impera a absoluta liberdade. É impossível demonstrar criatividade e beleza artística sem delimitar espaço e restringir a liberdade. É preciso material concreto – como tela, papel, painel etc. – sobre o qual delineia-se o fruto do talento criativo, utilizando pincel, ou pena, ou lápis ou giz etc. No momento em que o pintor escolher lápis crayon para manifestar seu talento, ele estará se autolimitando, porque não mais poderá produzir imagem que um pincel ou um giz pastel produziria. Ele só pode expressar seu pensamento e sua criatividade. E, ao escolher entre uma infinidade de alternativas, ele estará se autolimitando.

De acordo com a Seicho-no-Ie, não há diferença em orar a Deus ou a Buda, porque eles constituem o mesmo Criador. Buda, em japonês, escreve-se Hotoke, que tem o sentido de hodokeru, isto é, “desembaraçar”, “tornar-se livre de todos os apegos e ilusões, atingindo o estado de liberdade absoluta”. O fato de conseguirmos atingir o estado de liberdade absoluta significa que já trazemos, por natureza, no nosso interior, essa liberdade absoluta. E, afinal, que vem a ser “absolutamente livre, por natureza”? É o próprio Deus-Pai. Ser onipotente e onisciente é o mesmo que ter absoluta e total liberdade. Por isso, cada um de nós tem liberdade absoluta e “natureza búdica” no estado em que está”, pois traz no seu interior a vida de Deus, a vida de Buda.

Se temos, por natureza, absoluta liberdade desde o início, porque ela não se manifesta, parecendo estar encoberta pela nuvem? Na verdade, não existe nuvem alguma vinda de fora, ocultando nossa natureza de perfeição. Somos nós próprios que impomos uma limitação à nossa liberdade irrestrita, ao exercer a escolha dos nossos atos. Ao pegarmos o crayon na mão, estaremos eliminando todas as outras possibilidades de manifestação, como pintura a óleo, a guache etc. E é dessa autolimitação que nascem as ilusões. As tentações e as ilusões são produtos de nossos próprios atos limitando nossa irrestrita liberdade.

Entretanto, sem a autolimitação ninguém consegue expressar a sua capacidade, o seu talento, as suas emoções, a sua inteligência. Se você vestir um quimono, não conseguirá demonstrar a elegância e a agilidade de uma roupa ocidental. Se vestir um fraque, ainda não será o mesmo que vestir um terno comum. Mas, se despir de tudo e ficar nu, estará absolutamente livre para vestir o que quer que seja. Por isso, o nu é comparado à liberdade absoluta. Adão e Eva viviam nus no paraíso.

Retornar ao estado original, de irrestrita liberdade, foi dito pelo mestre Dôguen como “retorno à origem, de mãos vazias”.

Todos podem vestir aquilo que preferirem, mas é preciso manter a liberdade de se despir a qualquer hora, Esse é o estado chamado de “apegar sem apego”. Assim, você estará nu, mesmo vestindo quimono, pois sente-se livre em despi-lo a qualquer hora e escolher outra roupa. O importante é não se apegar à vestimenta. No momento em que pensar “Tem de ser esta roupa”, você estará se apegando à roupa, perdendo a liberdade.

Nascemos neste mundo carregando um corpo carnal, mas precisamos viver sem apego a ele. Conscientizar que “o corpo não existe” é atingir o estado de despertar espiritual. Quando a Seicho-No-Ie declara que “o corpo não existe”, está aplicando o “modo de vida sem apego”. O mesmo acontece quando ela afirma que “a doença não existe”.

“Como posso aceitar isso? Não está vendo o homem doente? Não está vendo o corpo dele? E toda essa matéria que nos cerca?” – quem diz isto não compreende que estamos nos referindo ao estado mental, à disposição mental de total desapego.

Na hora da morte, teremos de abandonar todos os bens materiais, por maior que seja o nosso apego a eles. A fortuna e o dinheiro são bens momentâneos, que nos foram emprestados durante o curto período de nossa permanência neste mundo. Como eles não nos pertencem, precisamos atingir o estado de “apegar sem apego”. Só assim saberemos manejá-los com sabedoria e total liberdade, investindo quando deve ser investido, gastando quando deve ser gasto. Do contrário, o dinheiro se desvalorizará e perderá sua função, imobilizado por avareza e ganância, sendo que, afinal, seu proprietário será forçado a se separar dele na hora de sua morte.

Quando atingimos o estado de ausência total do sentimento de posse, estaremos inteiramente livres. A liberdade irrestrita nos revelará nossa perfeição original e o mundo ao nosso redor adquirirá uma beleza esplendorosa.

A fundadora da seita Tenri disse: “A água tem sabor de água”. É uma frase simples, mas com profundo significado. Foi dita, quando obedecendo à orientação do seu guia espiritual, ela distribuiu aos pobres a totalidade dos seus bens, ficando absolutamente sem nada. Ao atingir o estado de ausência total do sentimento de posse, ela foi beber água e achou-a com gosto de água.

É preciso esvaziar a mente de todos os apegos e obsessões para sentir profundamente o sabor da água. Se você não o consegue, é porque a sua mente ainda está presa a algo. No momento em que se desapegar de tudo e estiver realmente livre, jorrará a corrente infinita da Vida, tal como uma fonte de água pura, conforme já ocorreu: repentinamente brotou uma fonte de água no quintal da residência do sr. Hashioka, situada no sopé do monte Rokô.

Por que jorra a corrente da sabedoria e da vida? Porque Deus já nos deu a totalidade das coisas. No entanto, obstruímos o canal dessa corrente ao criar obsessões e apegos. Quando a mente se apega a algo, ela impede o livre fluxo da sabedoria infinita que Deus já nos havia dado. Libertando a mente dos apegos e obsessões, desobstrui-se o canal e jorra a água da Vida.

A fundadora da Tenri explicou, tomando água como exemplo: “Quando a água cai no fundo do poço, ela começa a subir”. Caia até o fundo! E então, surgirá um caminho de sobrevivência.

Se alguém não consegue subir, é porque a mente está presa ao ego. “Cair até o fundo” significa abandonar completamente o “eu” egocêntrico com todas as obsessões e apegos e “limpar” a mente. É o estado do “nada”, que constitui a essência de todas as religiões. Jesus Cristo também disse: “Vende tudo o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu”; e vem e segue-me”; “Renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me”. É a rendição incondicional a Deus, abandonando todas as posses materiais.

Vender os bens e dar aos pobres não significa absolutamente distribuir dinheiro a pobres. Porque, se o fizer, os pobres ficarão ricos e estes, por sua vez, terão de dar aos pobres e assim sucessivamente, não resolvendo nunca o problema fundamental. “Vende tudo o que tens e dá-o aos pobres” – nesta frase, “pobres” indicam o “nada”, o zero absoluto; a conclamação significa transformar os bens pessoais em “nada”, até o estado de ausência total do sentimento de posse, a fim de poder carregar a cruz e seguir a Verdade, o Cristo.

“Carregar a cruz” simboliza anular porque a cruz (X) também tem o sentido de cancelar, riscar. Quando se anula tudo e atinge o estado do “nada””, ocorre a verdadeira ressurreição. “Cruz” é, ao mesmo tempo, anulação do ego e ressurreição do Eu verdadeiro. Quando a corrente de água cai fundo, produz energia para  mover turbinas, nascendo a eletricidade. Ao morrer, renasce. O zen-budismo qualifica esse fenômeno com as seguintes palavras: “a grande morte produz a grande vida”.

Assim, a Seicho-no-Ie traz à luz a Verdade comum existente em todas as religiões. “Atingir o estado do nada” é a essência comum a todos os ensinamentos. O mestre Dôguen, do zen-budismo, foi à China e atingiu esse estado com o famoso “libertar o corpo e o espírito, libertar o espírito e o corpo”. Quem vive obcecado pela seita Tenri, atrairá reação de budistas e cristãos. O zen-budista fanático provocará revolta de fiéis de outras religiões. Manter a mente fixa num só pensamento é o contrário de “reconciliar-se com todas as coisas do Universo”.

A Seicho-no-Ie não se prende a nenhuma religião e, por isso, acolhe adeptos e fiéis de todas as crenças. Ninguém deve abandonar a religião professada pela família, ao receber a luz da Seicho-no-Ie. É importante perpetuar e respeitar a crença dos antepassados, praticando-a. É preciso compreender melhor a essência da religião da família, vivificando os antepassados, que continuam plenamente vivos. Ao conhecer melhor a essência da religião da família, atinge-se a Verdade única e compreende-se que a luz que salva a humanidade provém de uma única fonte. Como as sete cores do arco-íris, a mesma luz se divide em várias tonalidades para poder penetrar melhor entre os homens e salvá-los.

(Da revista Fonte de Luz em japonês, Ano XLIX, n°2 – p. 6-16)

“QUEM ME VÊ A MIM, VÊ O PAI

“QUEM ME
VÊ A MIM, VÊ O PAI”
Dárcio

Aparentemente, lidamos com um “hipnotismo de massa”, quando vemos as coisas, pessoas e fatos com a suposta mente humana! Enquanto um posicionamento radical não for adotado diante destas imagens fraudulentas, elas exercerão o seu efeito hipnótico que leva a maioria a acreditar serem reais! DEUS É TUDO! Não pode haver exceções nesta regra absoluta! Qualquer brecha nesta aceitação, estará sendo dado crédito  à ILUSÃO!

Quando vemos Jesus desafiando as aparências, vencendo o mundo e se dizendo Deus, devemos entender este radicalismo como normal e como exemplo a ser seguido! “Quem me vê a mim, vê o Pai”, disse ele. E isso para nos servir de modelo e não para ser enaltecido! Adotar radicalmente este ponto de vista iluminado é o que você tem a fazer! Não se imagine sendo como o mundo o vê! Não se veja como o mundo o vê! Se assim fizer, seu “estudo da Verdade” será meramente teórico! Adote a Verdade como Verdade! Expulse a possibilidade de ser qualquer outro, senão Deus! Expulse a possibilidade de existir alguém, na imagem hipnótica, vendo-o segundo as aparências! A imagem toda é FALSA! DEUS É TUDO! Quem o vê, vê Deus, quem não o vê, vê ilusão! Além disso, não há quem não o veja sendo Deus! Ilusão é nada! Ilusão não vê coisa alguma! Medite e contemple estes fatos espirituais! Veja-se como VOCÊ É!  Admita ser visto por TODOS como VOCÊ É! Contemple o fato eterno de que VOCÊ E OS OUTROS SÃO UM! E, que este UM É DEUS!

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Dar Poder

Dar Poder
Mr.lopeslima
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É muito comum, na experiência humana, darmos poder às coisas, sejam objetos, pessoas ou sentimentos. Isso é uma armadilha terrível e perigosa, que visa a enganar os desavisados e até mesmo os sábios. Para entender essa ideia, ou pelo menos tentar, é preciso relembrar algumas definições.
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A Metafísica absoluta é estudo que trata e define que só existe UMA Consciência e nada mais. Essa Consciência Única, e INDIVISIVEL, é a fonte infinita de si mesma, que tem  por atributos fundamentais ser infinita, sempre existente,  sem começo, sem fim e sem mudança; por isso, não evolui. É constante, porém ativa; é Onipotente, Onipresente e Onisciente e, portanto, podemos classificar essa Consciência no mínimo como Perfeita. As religiões lhe deram nomes, personificações e atributos humanos, para que fosse aceita (engolido) mais facilmente.
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O que então somos nós, como seres humanos… nada? Exatamente!!! Nada somos e, é extremamente doloroso aceitarmos isso; afinal, achamos que pensamos, logo, que existimos… No entanto, a base do Absoluto é esta. E usando uma lógica bem simples, podemos verificar estas afirmações. Vejamos:
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Pode haver evolução, aprendizado, sabendo que A Consciência está em tudo e em todos e que esta Consciência é perfeita já neste instante? Pode haver doenças, sofrimentos, tempo e espaço, onde tudo já está feito, perfeito e pleno de si mesmo?
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– Mas eu não sinto nada disso! É tudo muito lindo e romântico, mas não funciona na prática; logo, não pode ter base verdadeira.
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Sim… isso está correto e… errado! Correto para a humanidade, que acredita existir de verdade. Errado por não proceder da Realidade Perfeita. Então, como é que fica essa loucura? Não fica! Não nos esqueçamos: esta criação humana é mental, e  tudo dela não pode absorver esta Realidade; somente a consciência desperta pode perceber-se como uma manifestação real de si própria. “Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente” (I Cor.2:14).
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Não havia citado a palavra “Deus”, mas achei interessante colocar este versículo para lembrar, a mim mesmo, que revelações existem como lembretes da minha real identidade. Ou, para todos, este outro versículo: 1 corintios 2:16 :” Porque, quem conheceu a mente do Senhor, para que possa instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo.”
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Será, então, que até mesmo a Bíblia e os eventos ali descritos são criação mental, ilusão? Se sim, como saber ao certo se isto funciona? A grande sacada é que os seres humanos são realmente incríveis e querem a todo custo estarem certos em suas teorias. Seria mais fácil abraçar uma religião e ficar ali seguindo padres, pastores ou sábios gurus e não se preocupar com mais nada além das regras e dogmas. Não sou assim, isso não tem graça,! É preciso estimular essa mente, para que ela, ao menos, tente extrapolar essa suposta realidade mundana. E se esses livros sagrados nos  ajudam nessa tarefa, ótimo! A meditação para perceber a Realidade metafísica é um exercício que não demanda esforço algum, mas sim determinação e dedicação, nos momentos em que alguém se propõe a fazê-la. Não há rituais, procedimentos, regras ou métodos que sejam funcionais para todos. Cada um descobrirá a seu tempo o melhor sistema.
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“Viver a vida” tem sido uma frase muito ouvida ultimamente e é tão verdadeira quanto um sonho; posso viver o sonho que quiser, se quiser e quando quiser. Afinal, parafraseando a Bíblia: “Vós sois deuses, está na lei e a lei não pode ser mudada” Assim como Deus não muda, nós, que somos Deus manifestado, não mudamos também… mas que fique claro não estarmos falando em ser humano, mas em ser espiritual, que é a Consciência Uma, Deus, que se manifesta individualmente como cada um de nós.
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E sim, concordo,… é coisa de louco mesmo!
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COMO VENCER A CARÊNCIA

COMO VENCER A
CARÊNCIA

Sharon Slaton Howell

É perfeitamente possível alguém atravessar, sem perturbar-se, esta época de desafios econômicos, tendo tudo o de que necessita. Na verdade, qualquer pessoa pode começar a eliminar a carência de seu pensamento e de sua vida agora mesmo. Todos têm o mesmo direito de estarem livres da pobreza, bem como do pecado e da doença. E essa libertação é possível pela compreensão de que o homem é a criação espiritual de Deus, o bem ilimitado, e que temos o direito de irradiar o bem infinito de nosso verdadeiro ser aqui e agora.

A despeito da crença do mundo de que somos mortais com necessidades materiais, as quais terão, de alguma maneira, que ser supridas de fora de nós, somos, na verdade, os descendentes perfeitos e espirituais de Deus, mantidos por Deus num eterno estado de inteireza.

Encontramos na Bíblia inúmeras afirmações que mostram ser a carência ilegítima. Por exemplo, no primeiro capítulo do Gênesis é-nos revelado claramente que Deus deu ao homem que ele criou, domínio sobre toda a terra. Mas quão pequeno domínio há ao labutarmos por ganhar com árduo esforço o dinheiro suficiente para despesas com alimentação e aluguel! A solução é compreender que não somos mortais, que nosso Pai-Mãe nos criou como Sua expressão espiritual, para expressarmos a Sua abundância—não para rastejarmos pelo bem. “A Ciência Cristã revela a possibilidade de se conseguir todo o bem, e põe os mortais a trabalhar para descobrir o que Deus já fez…”, escreve a Sra. Eddy. O Princípio divino concluiu o seu trabalho. Quando Deus nos criou, não deixou faltar coisa alguma, nem mesmo um til, a tudo o de que Lhe temos de prestar alegre e perfeito testemunho. Tudo o que os falsos sentidos físicos podem fazer é fechar nossos olhos—segundo a crença—para o bem espiritual infinito que sempre tivemos.

Cristo Jesus mostrou à humanidade como dominar o receio de não ter o suficiente. Revelou o lugar exato de todo o bem verdadeiro—sua infinidade—quando declarou: “Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! Porque o reino de Deus está dentro em vós”.(Lc 17:20-21). Jesus também revelou o cuidado magnânimo de Deus por Seus filhos na parábola do filho pródigo, que dissipara a sua herança. Recobrando finalmente o bom senso, o jovem retornou à casa, conta-nos Lucas. Para aquele pecador maltrapilho, quaisquer roupas velhas serviriam, mas, não! O pai amável e generoso mandou que preparassem para o filho a melhor roupa, um anel, sandálias e uma festa suntuosa. Disse-nos o Mestre que é desta maneira que nosso Pai celeste nos trata quando recuperamos a consciência e voltamos para casa—quando despertamos por meio do Cristo, a Verdade, para nossa verdadeira condição de descendentes espirituais de Deus e para o bem que nos pertence eternamente. Jesus também nos ensinou como demonstrar abundância continuamente: “Daí, e dar-se-vos-á: boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão; porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também”.Qualquer que seja o nosso campo de trabalho, colocando em prática nossa verdadeira identidade através de atividades altruísticas, através de ações amáveis para com outros, recebemos, em troca, o suprimento de nossas próprias necessidades.

Alguém pode não estar conseguindo demonstrar a abundância de seu ser verdadeiro porque, como o incrédulo Tomé, está pensando: “Mostre-me o dinheiro e então acreditarei que Deus pode me suprir com o suficiente para o pagamento do aluguel”.Mas Deus exige que tenhamos igual confiança radical nEle quando estamos passando por necessidades financeiras como quando temos dificuldades físicas. A pessoa deve olhar além do que os sentidos materiais estão dizendo a seu respeito e acerca de sua situação financeira e reconhecer-se como a ideia completa do bem inexaurível, incapaz de experienciar limitação de qualquer espécie. Para curar a crença de carência precisamos compreender que a onipresença do Espírito é a única substância verdadeira. “Não acreditar no erro destrói o erro, e leva ao discernimento da Verdade”, é afirmado em Ciência e Saúde. Sendo a carência uma forma de erro, sabemos, então, que descrer da carência a destrói, e faz com que a afluência imutável do homem seja reconhecida e demonstrada.

Quando alguém supera o pensamento limitado e recesso, deixa de delinear a maneira pela qual Deus vai suprir às suas necessidades. Desenvolve uma condição de naturalidade em relação ao suprimento e identifica os recursos infinitos do Amor divino. Se Jesus pôde encontrar na boca de um peixe os recursos necessários para o pagamento de impostos, será que precisamos nos preocupar com a maneira pela qual Deus satisfará às nossas necessidades?

Quando a prosperidade se manifesta, a pessoa deve vigiar para que não venha a adorar no santuário de sua própria capacidade e engenho. A abundância deve fazer com que nos tornemos mais humildes, reverenciemos o trabalho maravilhoso de Deus, atentos para o fato de que somente Deus é a fonte do bem.

Às vezes, um indivíduo pode sentir-se mais do que simplesmente limitado de um ponto de vista financeiro. Perda de emprego, dívidas acumuladas e nenhuma forma visível de superar a situação podem mesmo fazer com que alguém fique tentado a desistir. Entretanto, tais condições não existem no reino de Deus, o reino do real. O bem nunca cessou para o filho de Deus: assim, não tem de ser arduamente reavido. Compreendendo-o, a pessoa verá que sua saúde financeira é restaurada na maneira incomparável da Mente.

É correto ter tudo o de que necessitamos— ter abundância. É impossível não tê-la quando alguém entende o fato de que, como ideia de Deus, reflete continuamente a abundância do Espírito infinito. A Ciência Cristã esclarece o mal-entendido de muitas pessoas tementes a Deus, que imaginam que, de alguma maneira, alguém se chega mais ao Pai quando está carente de bens mundanos. Quando alguém percebe que o seu verdadeiro ser é a própria idéia do bem ilimitado, simplesmente não pode continuar tendo carência.

Um dos alunos da Sra. Eddy lembra suas palavras: “Quando comecei a estabelecer a Causa precisava de dinheiro, mas agora aprendi que Deus está comigo, que Ele me proporciona tudo e que não posso sentir falta de nada”.Ela também disse: “Quando você se coloca diante de um espelho e olha para o seu reflexo, este é o mesmo que o original. Ora, você é o reflexo de Deus. Se as mãos dEle estão cheias, as suas mãos também estão, se você O reflete. Você não pode conhecer a carência”.Manter persistentemente em nosso pensamento que o homem, como reflexo espiritual de Deus, tem tudo o que Deus tem, agora, transformará a experiência de qualquer pessoa, mantendo-a em linha com a Lei Divina do Bem Ilimitado.


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COMO USAR A FORÇA DA PALAVRA

COMO USAR
A FORÇA DA PALAVRA
Masaharu Taniguchi
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Logo ao despertar pela manhã. diga 20 vezes, em voz audível somente a você:
SOU FILHO DE DEUS; SOU CAPAZ DE FAZER TUDO, DE MODO MARAVILHOSO. SEMPRE TENHO BOA SORTE, PORQUE DEUS ESTÁ ME PROTEGENDO!

Este é o primeiro passo para você começar a utilizar a lei chamada “força da palavra”.

Depois de se levantar, diga em silêncio “Muito obrigado” à água, ao lavar o rosto; ao espanador, ao limpar os móveis, enfim, a tudo que utilizar. Se assim agradecer a todas as coisas, isso se transformará em palavras que abençoam tudo, e, consequentemente, você será abençoado. Este é o segundo passo para utilizar a “força da palavra”.

A água corre no rio, mas o barco só se movimenta ao remá-lo. A força da palavra está imanente no Universo e cria tudo, mas, se você não pronunciar boas palavras e utilizar a força dessas palavras, não se manifestarão boas coisas. Não são as suas palavras que criam essas boas coisas. Assim como a pedra que você jogar do sexto andar de um prédio cairá infalivelmente pela ação da lei, mesmo que você nada faça, se pronunciar uma boa palavra, pela lei, aparecerão coisas boas infalivelmente, de modo natural.

Portanto, você jamais deve pronunciar más palavras. Não deve dizer nem pensar em palavras como “Meu corpo é fraco”, ou “Minha cabeça é ruim”. Se pronunciar essas palavras, acabará se tornando exatamente assim. Talvez leve algum tempo para se concretizar, mas isso é comparável ao tempo que uma pedra jogada do sexto andar leva para chegar ao chão. Só de você lançar na terra a semente chamada palavra, ela um dia germinará no mundo das formas.
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A MISSÃO SANADORA DA VERDADE -3 -FINAL

A MISSÃO
SANADORA DA VERDADE
George Reed
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PARTE 3 – FINAL
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“Aquilo que não é” pode apresentar-se de forma sutil ou agressiva. Nossos livros-texto, no entanto, nos ensinam que um engano precisa ser trazido à luz no abstrato – sem referência a pessoas, lugares ou coisas, como numa parábola; ou então, de forma direta – com franqueza, honestidade e sinceridade; ou de forma enérgica, ou seja, com força, energia e poder espirituais; mas sempre sob o impulso do Amor divino. Em todos os casos, porém, precisamos deixar de acreditar no erro, precisamos desarmá-lo e destruí-lo com a compreensão da Verdade, provando que o mal se vence com o bem.

Por outro lado, será que existem ocasiões em que seria mais aconselhável não apontar um erro? Sim. Por exemplo, no caso de alguém que porventura possa reagir de forma violenta contra si mesmo ou contra outrem. Também não nos sentiremos inclinados a trazer um erro à tona enquanto ele parecer real para nós. Em alguns casos a sabedoria divina talvez leve o praticista a manter silêncio e deixar que a crença “daquilo que não é” se destrua a si mesma. Houve momentos em que Jesus permaneceu em silêncio, permitindo que a mensagem sanadora do Cristo falasse por si mesma. Se o praticista deve ou não apontar o erro de forma audível, será determinado por uma honesta demonstração da Verdade e do Amor. É evidente que o praticista estará sempre afirmando a verdade, mesmo que não a expresse de viva voz. A palavra de Deus somente pode ser expressa com autoridade, quando for proferida com base na sabedoria, compreensão espiritual e na demonstração. Um praticista tem o poder de dar voz à Verdade divina de forma eficaz na prática, quando ele compreende o que Deus sabe e quando demonstra a Verdade em sua própria vida. É então que a voz do Cristo se faz ouvir.

O que cura não é o que se sabe de uma pessoa ou de um problema, sob o ponto de vista humano, mas o que se compreende da totalidade de Deus e da perfeição do homem como Sua ideia. Quando a Verdade divina inunda o pensamento do praticista com o amor e a bondade da criação espiritual e pura de Deus, o erro inevitavelmente cede. O importante é não aceitar essa crença, não temer e tampouco lutar contra “aquilo que não é”, como se fosse uma realidade. Quando tranquila e firmemente substituímos o erro pela realidade da perfeição de Deus, a lei da Verdade desmascara o erro como sendo o nada e o destrói.

A história bíblica da cura de uma mulher que tinha uma hemorragia ilustra a ação da Ciência da cura cristã. Depois de sofrer doze anos e de haver despendido todos os seus recursos com os médicos de sua época, essa mulher procurou com toda a sua fé tocar Cristo Jesus em busca de cura.

A Sra. Eddy escreve esse incidente: “Quando Jesus voltou-se e perguntou Quem me tocou? Ele deve ter sentido a influência do pensamento da mulher; pois está escrito que ele reconheceu que dele saiu poder. Sua consciência pura discernira o que havia acontecido e proferiu o veredicto infalível; no entanto, ele não aceitou o erro da mulher por afinidade nem por enfermidade, pois ele o detectou e destruiu.” Jesus atendeu à exigência da Verdade e deixou que o Cristo detectasse “aquilo que não é” e o destruísse. A consciência do Cristo, que Jesus expressava, sabia que Deus é a única Vida perfeita e o Princípio da perfeição que a tudo governa. Jesus não associou o erro à mulher nem a si mesmo, pois a lei do Amor na destruição do erro manda que despersonalizemos o erro, considerando-o nada e ninguém, ao mesmo tempo que destruímos o pecado. A mulher foi curada.

Nosso Mestre mostrou-nos, e Ciência e Saúde nos explica, como deixar que o Cristo, a Verdade, detecte e destrua “aquilo que não é”, para que “aquilo que é” – a bondade e a harmonia espirituais – brilhe para todos. Mesmo que estejamos apenas iniciando na prática da Ciência Cristã, podemos discernir e expressar a sabedoria, a verdade e o amor de Deus, que fortalecem e protegem nossa demonstração da missão sanadora da Verdade.

(Extraído de O Arauto da Ciência Cristã – Dezembro 1994)

A MISSÃO SANADORA DA VERDADE – 2

A
MISSÃO
SANADORA DA VERDADE
George Reed
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PARTE 2
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De que forma “aquilo que não é” se apresenta em nosso trabalho de cura? O erro pode manifestar-se como uma crença de medo, ignorância, pecado, doença e até de morte. A luz da Verdade, no entanto, penetra e dispensa a névoa do pensamento, para que possamos ver a Deus perfeito, assim como Sua ideia perfeita, o homem espiritual e livre de pecado. A luz do Cristo revela que “aquilo que não é”, ou seja, o erro ou matéria, em realidade não é nada, porque aquilo que é – a Verdade, o Espírito – é Tudo-em-tudo. A compreensão da totalidade da Verdade e da nulidade do erro resulta em cura.

Deus, a Verdade todo-inteligente, não tem conhecimento “daquilo que não é”. Deus compreende apenas aquilo que fica acima do sentido material. Ele conhece somente aquilo que é espiritual. Por sua vez, o homem real, que reflete a Verdade imortal, também não é afetado por nenhum falso senso material. Portanto, quando detectamos o erro em nosso trabalho de cura, é importante que compreendamos a nulidade dessa falsa crença. O Cristo traz o erro à tona e o elimina, sabendo que se trata de uma mentira, aquilo que não está ocorrendo; e o substitui com a Verdade daquilo que está ocorrendo – a bondade de Deus.

A importância dessa atitude é destacada em Ciência e Saúde: “Põe o erro a descoberto, e ele volta a mentira contra ti. Até que apareça a verdade acerca do erro – ou seja, sua nulidade – a exigência moral não será cumprida,e tua habilidade para reduzir o erro a nada será insuficiente. Deveríamos envergonhar-nos de chamar real àquilo que não passa de engano. Os fundamentos do mal assentam numa crença em alguma coisa separada de Deus. Essa crença tende a sustentar dois poderes opostos, em vez de insistir unicamente nas reivindicações da Verdade. O engano de pensar que o erro possa ser real, quando é meramente a ausência da verdade, leva-nos a crer na superioridade do erro.”

A “crença na superioridade do erro” pretende impedir que demonstremos a missão sanadora da Verdade. “Aquilo que não é” não vem a ser alguma coisa real, exterior ao pensamento mortal. O Cristo detecta todos os métodos secretos ou ocultos do erro que reside no pensamento mortal e mostra que o erro não passa de uma falsa crença subjetiva. O Cristo expulsa de nosso pensamento “aquilo que não é”, quando conhecemos a nós mesmos e pomos em prática a honestidade, a humildade, o amor, o arrependimento, a regeneração e a compreensão do que é verdadeiro e bom – Deus e Sua ideia. A compreensão e a demonstração da totalidade do Amor desvendam e destroem o erro. Além disso, cada cura que obtemos e cada passo de crescimento que damos, preparam nosso caminho para demonstrações mais amplas da missão sanadora da Verdade.

Há situações que envolvem a família, o trabalho, a igreja, ou o governo, em que às vezes é preciso pôr a descoberto algo errado e corrigi-lo. Que fazer nesses casos? A sabedoria instruiu Moisés a pegar a serpente. Jesus, por sua vez, teve a coragem de odiar a iniquidade. Também nós adquirimos sabedoria divina e coragem moral, quando nossos pensamentos e ações estão em sintonia com a Mente de Cristo. O Cristo poderá nos orientar para que falemos a Palavra de Deus com mansidão ou com energia, para pôr a descoberto o que está errado.

Continua..>

A MISSÃO SANADORA DA VERDADE- 1


A MISSÃO
SANADORA DA VERDADE
George Reed
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PARTE 1
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Como praticistas da Ciência Cristã,  que fazer para curar com mais eficácia a nós mesmos, as pessoas de nossa família, nossos amigos e todas as pessoas que nos pedem ajuda? As respostas a essa pergunta encontram-se nos livros-texto da Ciência Cristã: a Bíblia e Ciência e Saúde, de autoria da Sra. Eddy. Esses livros fornecem as regras que nos capacitam a pôr em prática a missão sanadora da Verdade.
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A obediência aos Dez Mandamentos e ao Sermão do Monte, proferido por Cristo Jesus, é fundamental para a cura na Ciência Cristã. Jesus também falou de um Consolador que viria para nos ensinar a seguir o Cristo de forma mais completa. A esse Consolador a Sra. Eddy denominou Ciência do Cristianismo, ou Ciência Divina. Essa Ciência é a Ciência de Deus, do homem e do Cristo. A Sra. Eddy recebeu a Ciência Divina de Deus e através das Escrituras. Ela a praticou, comprovou e explicou em Ciência e Saúde. Essas leis de Deus nos ensinam a viver para Deus, a conviver com nosso semelhante como filhos de Deus e amenizar o sofrimento da humanidade.
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Para fortalecer nossa missão de cura devemos começar compreendendo o que Deus é. Nossos livros-texto revelam Deus como único, infinito e tudo. A Sra.Eddy nos fornece vários sinônimos para Deus, que nos ajudam a compreender Sua natureza. Entre eles temos Princípio, Mente, Espírito. Verdade e Amor. A Ciência de Deus mostra-nos que o Amor divino inspira e apoia nossas demonstrações da missão sanadora da Verdade, tal como fez com Cristo Jesus e seus seguidores ao longo dos séculos.
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Também fortalecemos a nós mesmos e à nossa missão de cura, quando compreendemos o que é o homem. As Escrituras e Ciência e Saúde revelam que o homem perfeito, criado por Deus, ou seja, nossa verdadeira identidade, é feito à imagem e semelhança do Espírito perfeito. A  Ciência do homem prova que a ideia de Deus, o homem, é o reflexo de Deus, genuinamente espiritual, santo e semelhante a Deus.
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Para aperfeiçoar a prática da cura também precisamos compreender o que vem a ser o Cristo. Nossos livros-texto ensinam que o Cristo é a mensagem eterna da Verdade que nos é enviada por Deus, que desperta o pensamento humano para o que Deus é – a Mente única, o Espírito infinito. A Ciência do Cristo faz com que percebamos a nossa santidade, saúde e imortalidade, qualidades que têm origem em Deus e por Ele são mantidas. Esta compreensão, moldada pelo Cristo, cura.
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O Cristo também ajuda o praticista a discernir e a negar o que Deus, a Verdade, não é. Portanto, o fortalecimento da missão de cura também requer que compreendamos “aquilo que não é”, ou seja, “aquilo que não existe”. E o que é “que não existe”? O erro, a ausência da Verdade. É o que não está ocorrendo na realidade espiritual. O erro é basicamente um desvio da exatidão e daquilo que é correto: é o pecado. Ciência e Saúde explica que por trás de todo pecado está a crença falsa de que a matéria tem inteligência, substância ou vida. O erro é trazido à tona e destruído de forma científica pelo Cristo, a Verdade.
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Em primeiro lugar, o praticista põe a descoberto e destrói, em seu próprio pensamento e em seu viver diário, as crenças “daquilo que não é”. O praticista, por assim dizer, limpa continuamente seu terreno mental ao analisar e purificar seu pensamento e comportamento, fazendo um autoexame diário e mantendo o pensamento voltado àquilo que é espiritual. Algumas das crenças sutis relacionadas com “aquilo que não é”, e a respeito das quais o praticista deve estar atento, são: medo ou timidez, prática desonesta ou antiética, falta de fidelidade ou consagração, além de tentações como orgulho, paixão ou sentido pessoal.
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Detectamos e destruímos em nossos pensamentos e em nossa vida “aquilo que não é”, e para isso nos dedicamos ao estudo da Bíblia e das obras da sra. Eddy, à comunhão silenciosa com Deus e ao crescimento espiritual. Então o erro é discernido e destruído pelo Cristo, a Verdade, com maior facilidade e rapidez também em nossa prática pública. Cristo Jesus disse: “Tira primeiro a trave do teu olho e então verás claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão” (Mateus 7:5).
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Continua..>

CORPO E IMAGEM REFLETIDA

CORPO
E IMAGEM REFLETIDA
Dárcio
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Por mais que alguém passe horas se vendo refletido num espelho, jamais o seu corpo será aquela imagem nele projetada. Se o corpo do reflexo for tocado pelo dedo, aparentará ser feito do vidro do espelho, mas, sabemos que acreditar nisso seria absurdo! Mas é o que toda a humanidade faz: vê o corpo real, que é ESPIRITUAL, que é LUZ, refletido no espelho da mente humana, e acredita que tal imagem MATERIAL e OPACA,  é o corpo verdadeiro! Enquanto não for separado o joio de trigo, isto é, o conceito da Realidade, esta ilusão predominará!

Onde VOCÊ está, seu CORPO está, ou seja, VOCÊ está manifestado COMO CORPO INDIVIDUAL, o Templo de Deus! E a imagem vista na suposta mente humana? É  um reflexo temporal! Mais nada! Pare de confundi-lo com o que VOCÊ É! Nesse sentido, os ensinamentos enfatizam: Pare de ver aparência e se veja como Essência perfeita; pare de ver miragem e se veja como expressão de Deus! PARE DE ACREDITAR NA ILUSÃO E SE VEJA COMO CRISTO, DIZENDO: “EU SOU A VERDADE!”

Mas o Senhor está no seu santo templo; cale-se diante dele toda a terra; cale-se diante dele toda a terra.
Habacuque 2:20

“PARA TI UMA LUZ MAIS CLARA…-3 (FINAL)

“PARA TI UMA
LUZ MAIS CLARA QUE A DO SOL”
Allison W. Phinney Jr.
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PARTE 3 – FINAL
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Precisamos entrar em acordo, sem demora, com o nosso adversário. Não há dúvida de que para a assim chamada mente mortal a Ciência parece ausente, mas para o homem criado por Deus, para a consciência espiritual, que está sempre presente, a verdade espiritual é natural. Para a maioria das pessoas não deve haver nada de místico ou “muito difícil” nessa asserção. A descrição pode parecer abstrata, mas quem sinceramente se esforçar para perceber a luz espiritual, em breve sentirá familiaridade com os pensamentos que provêm de Deus. Na verdade, há apenas uma Mente, Deus; portanto, ninguém pode estar de fato irremediavelmente mesmerizado ou enganado. À medida que reconhecermos que o homem é, sem dúvida, a expressão espiritual dessa Mente divina e suprema, estaremos menos propensos a ser influenciados pelas crenças oriundas de outra, assim chamada.Num trecho de Ciência e Saúde, que além de descrever nosso progresso individual, também expõe a ascensão espiritual da humanidade, a Sra. Eddy escreve: “Ao sentido mortal, a Ciência, no começo, parece velada; mas uma promessa luminosa lhe coroa a fronte. Quando compreendida, é o prisma e o louvor da Verdade. Quando a encaras honestamente, podes curar, graças a ela, e ela terá para ti uma luz mais clara que a do sol, pois Deus a iluminou”.

Numa época em que milhões de pessoas estão começando a voltar-se para a luz espiritual, não podemos nos deixar desviar da percepção e compreensão metafísicas, ou do tratamento e da cura efetuados pela Ciência Cristã. Mais do que nunca, precisamos nos manter o mais próximo possível da explanação que Ciência e Saúde nos dá sobre a  cura e o tratamento. Uma forma de descrever esse trabalho espiritual tão importante é dizer que nos capacita a separar o joio do trigo. É aquilo que coloca em nossas mãos “o pão da vida” que tanto desejamos partilhar com o mundo, mundo que neste momento está faminto.

(Extraído de O Arauto da Ciência Cristã – Março 1991)
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A LIBERDADE PELO PERDÃO

A
LIBERDADE PELO PERDÃO
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NORMAN V. OLSSON
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Nada é mais curador e libertador para a alma sobrecarregada de revoltas e censuras do que o perdão. O perdão alivia e liberta de tal modo que até os próprios átomos de nosso corpo entoam cantos de alegria. Perdoar pressupõe compreensão. Por isso foi dito que a Verdade liberta.

O mais maravilhoso de tudo é que o poder de perdoar – seja a nós mesmos como aos outros – é divino e inerentemente nosso. Ninguém o pode fazer por nós. Mas é um poder que promove cura, harmonia, compreensão e boa vontade.

Se precisamos de alguma compreensão para perdoar, por outro lado, o perdoar nos traz mais compreensão, acrescentando bênçãos e virtudes outras.

Ainda que reconheçamos a necessidade de perdoar, às vezes nos é difícil expressá-lo cabalmente. É comum que as pessoas se atribuam um pecado imperdoável e severamente se punam. É uma visão humana pretensiosa de julgar-se muito elevado e capaz  de agir melhor. Tais pessoas facilmente culpam e não perdoam a si mesmas nem aos outros. Ora, mesmo que a consciência mais alta que tenhamos hoje veja e se horrorize de um ato de infância e adolescência, deve compreender que, se tivesse real possibilidade de agir melhor naquela idade, não teria cometido aquele ato. Cada qual faz apenas o que pode fazer. E se a consciência atual, mais elevada, compreende aquela falha, por si já a liberta, porque não a cometeria de novo.

Deus é um Espírito de perdão. A questão de perdoar é inteiramente nossa, porque Deus não nos julga! Façamos, pois, nossa parte, perdoando a nós mesmos e aos demais e aceitando o perdão dos outros. Isso é indispensável para removermos os bloqueios psicológicos que impedem o fluxo do amor e da inspiração divina interna. O perdão influi igualmente sobre a saúde, mais do que supomos.

NUNCA É TARDE DEMAIS

A parábola do filho pródigo nos ensina muitas verdades acerca do perdão. Uma delas é esta: nunca é tarde demais para perdoar e aceitar o perdão. Depois de haver feito tudo o que queria, já um pecador arrependido, o filho pródigo resolveu retornar ao lar paterno. Como o recebeu o Pai? Correu ao seu próprio encontro e, lançando-lhe os braços ao pescoço, o reinstalou com todas as honras em casa.

Deus jamais nega o Seu bem. Somos nós mesmos que, por divergência interna, pelo pensar errôneo e julgamentos descaridosos, nos separamos dEle e de Sua Graça.

LIBERDADE ESPIRITUAL

Algumas pessoas relutam muito a perdoar. Têm muito orgulho a vencer, dentro de si. Acham que o perdão é um ato de fraqueza, de capitulação, de mostrar-se culpado. No fundo mesmo, é resistência do orgulho, que não se troca pela liberdade espiritual.

Lembremos a passagem evangélica em que Pedro perguntou a Jesus: “Senhor, quantas vezes devo perdoar a meu irmão os seus pecados contra mim? Sete vezes?” O Mestre replicou: “Não te digo sete vezes, mas setenta vezes sete” (Mt. 18: 21-22). A resposta claramente mostra que devemos perdoar sempre! Não há fim nem limites ao perdão, assim como a todas as demais virtudes espirituais. Se houvesse término e limite para o amor, para a compreensão, para a compaixão ou para qualquer outro dom espiritual, nossas vidas seriam vazias. Toda pregação de Jesus nos exorta a perdoar.

O PERDÃO LIBERTA A ALMA

Liberdade e perdão vão de mãos dadas: são inseparáveis. O perdão – o verdadeiro perdão – vai muito além de um mero gesto ou frase para pacificar, no momento, uma situação conflitante. É uma atitude interna, de empatia e compreensão. É uma calada disposição misericordiosa, não altiva, como alguém que, de cima, concede um favor aos outros. É algo de igual para igual, que vem do fundo do ser, Espírito a Espírito, que procura reatar a unidade essencial que deve haver sempre entre irmãos espirituais. Por isso o perdão liberta a alma.

Ainda que seja necessário andarmos a proverbial “segunda milha”, tenhamos a nobreza de tomar a iniciativa do perdão. Depois nos sentimos bem de havê-lo feito. Pequenas divergências nos relacionamentos humanos se agravam com o tempo, porque nenhuma das partes quer dar o primeiro passo em direção do desafeto, em busca da reconciliação. Infelizmente, a tendência aos mexericos, aos “leva-e-traz” – os mal-entendidos chegam a profundas rupturas, se logo não os sanamos com o perdão. Devemos ser misericordiosos conosco mesmos e com os demais. A humanidade está precisando de mais pontes para vencer os abismos. Mais pontes; menos muralhas. Viram o alívio causado pela destruição do muro de Berlim? Viram com que alegria se rasgou a Cortina de Ferro?

A alma espelha aquilo que pensamos e sentimos. A atitude imperdoadora nos isola do verdadeiro Ser espiritual – o Cristo em nós – impedindo-nos receber dEle a compreensão da verdade, a misericórdia, o amor. A menos que nos mantenhamos sintonizados ao Cristo interno, é-nos impossível ligar-nos ao Cristo, nos outros. É o Cristo, em ambos, que leva à compreensão e harmonia!

Quando uma divergência ou fato nos tenta a fazer um julgamento negativo de outra pessoa, ou de nós mesmos, relembremos os Evangelhos e busquemos em nós o mesmo Cristo perdoador que estava em Jesus. Ele é que nos dá a compreensão e o impulso perdoador, para recuperarmos a liberdade interna que é de valor inestimável. Ninguém pode ser interna e legitimamente livre, se não exercita o divino poder do perdão.

Deixemos, pois, que a nobreza do Espírito Se exprima em todas as nossas atividades e relacionamentos humanos, como também no modo de ver e compreender a nós mesmos.

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“PARA TI UMA LUZ MAIS CLARA…- 2

“PARA TI UMA
LUZ MAIS CLARA QUE A DO SOL”
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PARTE 2
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Se, por exemplo, somos honestos em seguir o Cristo, e com vigor nos empenhamos em praticar a Ciência Cristã, mas ainda assim ficamos perturbados com a sensação de que há algo de vago na prática da Ciência Cristã, então é necessário percebermos que esta sensação nos é imposta. Nada tem a ver conosco. Por mais que pareça expressar com fidelidade nosso estado mental, essa sensação é na realidade o efeito mental do ambiente persuasivo, materialista. A Sra. Eddy refere-se a essa influência numa frase que de forma alguma é um jargão incompreensível: “sugestão mental agressiva”.

Tornamo-nos hábeis em resistir a essa influência, quando obedecemos a preceitos espirituais. Não há dúvida de que não devemos nos envolver num diálogo com tal sugestão, mas faz-se necessário que não a creiamos. De acordo com a Ciência Cristã, precisamos compreender que essa sugestão não tem o direito de nos envolver. Não se trata de algo de bom senso que nos é apresentado por uma inteligência justa e honesta. Seu propósito é obscurecer o fato espiritual.

Em vez de ficarmos emaranhados com a sensação de que não sabemos o que precisamos saber, devemos despertar para o que de fato está ocorrendo e seguir adiante, vivenciando com honestidade a bondade que provém de Deus. A Sra. Eddy escreve em Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras: “Se o pensamento se sobressalta ante o vigor com que a Ciência proclama a supremacia de Deus, ou Verdade, e põe em dúvida a supremacia do bem, não deveríamos, pelo contrário, espantar-nos ante as vigorosas pretensões do mal e duvidar delas, e não continuar a pensar que é natural amar o pecado e desnatural abandoná-lo – não continuar a imaginar que o mal está sempre presente, e o bem ausente? A verdade não deveria parecer tão surpreendente e desnatural quanto o erro, e o erro não deveria parecer tão real quanto a verdade”.

Por maior que seja nosso desejo de fazer o que for preciso para lutar a favor da Causa da Verdade, faz-se necessária contínua regeneração cristã para estarmos em condições de sermos úteis. Essa regeneração habilita-nos a perceber e a pôr em prática, a veracidade da explanação científica sobre os elementos e a natureza da batalha cristã. Essa luta não é contra pessoas ou elementos da sociedade, mas contra as influências mentais que parecem atingir o pensamento humano. Quando aceitarmos a revelação da Ciência e nos desfizermos da crença em mentes mortais independentes, encontraremos mais liberdade e individualidade. Quando formos capazes de discernir as artimanhas da má-prática ignorante, ou específica, não mais seremos enganados, não mais estaremos agindo contra aquilo que mais nos convém.

Continua..>