Solidariedade Com Visão Correta

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Muitas pessoas, querendo bem a outras que, aparentemente, passam por algum tipo de dificuldade, preocupam-se e tentam ser solidárias, mas apenas reforçam na mente a dificuldade ilusória, em vez de praticar a Verdade, afirmando que “não existem Filhos de Deus em dificuldades”,  meditando e “contemplando o Cristo” nelas.

O “estado hipnótico” é pegajoso, e se não cuidarmos, em vez de elevarmos a suposta pessoa acima da frequência mental do problema pelo qual acredita estar passando, nós é que ficaremos alinhados com a CRENÇA aceita por ela.

Quem estuda a Verdade deve abolir o conceito humano de solidariedade, que faz com que o suposto sofrimento de alguém seja passado a ele,  só fazendo com que ambos sofram. Com frequência eu alerto as pessoas quanto a isto, dizendo: “Sua preocupação não ajudará em nada a pessoa; você, ficando triste e desolado, somente se fará vítima da mesma ilusão! Pratique o que tem valor! Contemple a Verdade absoluta com relação à pessoa! E então, estará fazendo algo realmente útil e proveitoso”!

As preocupações com o próximo, além de em nada o ajudarem, são por ele recebidas na forma de energia mental que endossa a ilusão. São “orações ao contrário” que devem ser evitadas, estejamos perto ou distante dos demais! Se está escrito “Orai e vigiai”, nestas situações aparentes em que vemos “alguém sofrendo”, mais ainda devemos praticar a oração correta, que só reconhece o Bem permanente!

“Sois filhos da luz, não das trevas” (Tess. 5: 5). Esta revelação nos faz lembrar que Deus é nosso Pai, que vivemos com Sua Luz, e que esta é a Verdade sobre quem somos e sobre quem o próximo é. O poder da oração é fato comprovado, e ela parte de uma mente tranquila,  voltada a Deus e aos princípios da Verdade.

Grave bem o seguinte: a convicção inabalável de que todos são FILHOS DA LUZ é a verdadeira solidariedade, capaz de ajudar o próximo a “sair da crença falsa”. Por outro lado, se nos permitirmos entrar em sua “onda ilusória”, estaremos agindo como ateus, que vendo as “aparências” deste mundo, acreditam nelas como sendo fatos reais.

UNICAMENTE DEUS É FATO REAL, E É NESTA VERDADE QUE DEVEMOS HABITAR!

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Você É O Espírito De Deus!

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O entendimento absoluto da palavra “Espírito” destoa do linguajar corriqueiro que diz ser o homem um “espírito em evolução”. Não existe “espírito em evolução”, e esta crença falsa, quando trocada pela Verdade, simplesmente desaparece diante da Luz do Cristo que realmente somos.

É preciso que nos “desfaçamos” da crença em existência humana, que não passa de um sonho mortal! Não adianta muito ficarmos lendo ensinamentos absolutos, mas retendo esta crença falsa como realidade.

Quando a palavra “Espírito” aparece nos textos absolutos, é grafada em maiúsculo, por sempre estar se referindo a Deus, que é TUDO! Em Deus, cada um é o Seu Espírito, que Se evidencia como “individualidades crísticas”, mas, sempre se conservando como UNIDADE. Deus não se divide! Somente aparece “ramificado” como Filhos de Deus em unidade, como “a Videira e os ramos”, analogia empregada por Jesus para explicar que “cada ramo” é “cada ramo”, mas sem estar perdendo a UNIDADE ou o fato de ser, ao mesmo tempo, a VIDEIRA. É neste entendimento que “somos Filhos de Deus” e, na UNIDADE, somos DEUS!

Como cada Espírito é Deus, não existem nem poderiam existir “espíritos em evolução”. De onde se origina esta “crença em evolução”? Do fraudulento “julgamento pelas aparências”, da visão pelos supostos “sentidos humanos”, que não alcançam a Realidade presente, e que, em vista disso, somente mostram uma “miragem” em lugar do que realmente É!

Não existem “espíritos superiores” nem “espíritos inferiores”; existe uma CRENÇA FALSA de que DEUS NÃO SEJA TUDO! E, sendo falsa, é ILUSÃO!

Não há CRENÇA que invalide o fato absoluto de que DEUS É TUDO! Não Existe ILUSÃO que altere o FATO de que o Espírito de DEUS seja, AGORA, o Espírito de todos nós!

“Glorificai a Deus no vosso corpo e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus” (I Cor. 6: 20). Esta glorificação reside em cada um se identificar com a revelação, entender a SI MESMO como sendo o Espírito de Deus, e sendo, o seu corpo – espiritual –  o “Templo de Deus”. DEUS É TUDO!

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” Graça E Verdade”

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“Porquanto a Lei foi dada por intermédio de Moisés; mas a graça e a verdade vieram através de Jesus Cristo”.

João 1: 17

O ensinamento absoluto dá vida à revelação de que “a lei foi dada por Moisés e a graça e a verdade  vieram por Jesus Cristo”. Viver esta Visão absoluta, que transcende a lei,  é  viver como foi revelado ao apóstolo Paulo: “A Minha graça te basta” II Cor. 12: 9).

Graça e Verdade podem ser consideradas como sinônimos que excluem “outra existência”, senão a Realidade divina. Isto significa que o suposto “mundo fenomênico” é visto como ILUSÃO, sem que haja alguém presente nele para estar “sujeito à lei”. Portanto, a “graça nos basta”, por nos conduzir ao “ponto de vista de Deus”, sobre o Seu conhecimento da natureza espiritual, perfeita e permanente da Existência, que é Ele próprio sendo TUDO, sendo TODOS, sendo, portanto, AQUELE QUE EU SOU E AQUELE QUE VOCÊ É!

Quando você conscientemente “vive pela graça”, está se admitindo como dotado da Mente de Cristo! É dessa forma que “a graça e a verdade” nos vêm por Jesus Cristo! PELA SUA ADMISSÃO DE “TER A MENTE DE CRISTO”, como está revelado e registrado em I Cor 2: 16. De nada adianta “a graça divina nos bastar”, se nos identificamos com a “mente carnal”, que nos entende “sob a lei”!

A “graça divina” é a nossa liberdade plena em Deus, quando nos identificamos integralmente com Ele através do Cristo que somos, e da Mente de Cristo que temos!

A “graça que nos basta” está associada com a revelação de Jesus que diz: “O Pai a ninguém julga, mas deu ao filho o julgamento”. Em outras palavras, DEUS ESTÁ SENDO TUDO, E CADA FILHO DEVERÁ “SE JULGAR”  SER UM COM ELE!

Esta libertação requer o abandono de sua identificação com a suposta mente humana e suas crenças, dogmas religiosos, julgamentos pelas aparências, submissão a leis cármicas,  crenças em pecados e em pecadores, em “seres deste mundo”! Jogue tudo para o alto de uma só vez! A GRAÇA LHE BASTA!

Você é livre! Você é Deus manifesto como Filho! O seu juízo sobre você é justo, e nunca “segundo aparências”! NÃO POSTERGUE A VIDA PELA GRAÇA POR SE APEGAR A FALSAS CRENÇAS QUE DEUS DESCONHECE!

Recentemente, ouvi uma senhora dizer a outra: “Não é a todo mundo que Deus deseja curar!” Sem ser convidado, eu disse a ela: “Jesus mandou curar os enfermos, e não se recusou a curar ninguém”. Como não se mostrou interessada em minhas palavras, segui meu rumo. Mas, esta sua CRENÇA DESCABIDA é o que a faz enxergar um “Deus que não cura a todos!” Que desconhece ela? A GRAÇA E A VERDADE! Muito provavelmente, é vítima de “crenças religiosas” que lhe impingiram um Deus que nos julga “pela carne”, que “escolhe pessoas”, que age como “juiz de humanos”! ESTE DEUS NÃO EXISTE! DEUS É TUDO, E NELE VIVEMOS, NOS MOVEMOS E EXISTIMOS!

Se fôssemos enumerar a quantidade de asneiras propagadas como sendo pensamentos de Deus e de Cristo Jesus, teríamos um longo trabalho pela frente! Mas não vale a pena! É preferível descartarmos tudo que leva em conta um suposto “eu separado de Deus”. E foi o que Jesus nos ensinou: “NEGUE-SE A SI MESMO E ME SIGA!” Estava nos dizendo: “SUBA AO PAI COMO EU! VEJA-SE SENDO O CRISTO COMO EU! VIVA PELA GRAÇA E VERDADE COMO EU!”

Jesus veio revelar que “deste mundo não somos”, que “é do agrado do Pai nos conceder o Seu Reino”, e que A VIDA PELA GRAÇA E PELA VERDADE É A QUE, COMO VIDA DE DEUS,  JÁ ESTAMOS AGORA VIVENDO!

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Simplesmente Sendo Deus!

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Somente uma identificação errônea com crenças falsas coletivas induz, hipnoticamente, alguém a se ver sem estar sendo Deus! Entretanto, mesmo assim, ELE É DEUS, QUE É TUDO! Sem uma determinação férrea de expulsar a “crença”, a pessoa, com sua “falsa humildade”, estaria diante da revelação suprema e gloriosa de QUEM REALMENTE É, porém, se dizendo “buscador da Verdade” pela vida inteira!

Enquanto a ILUSÃO de “eu nascido” imperar na aceitação de alguém, ele viverá sob o “hipnotismo de massa”! Mas “hipnotismo” nada cria, a não ser uma falsidade sem substância e sem realidade! De nada adianta alguém dizer que “estuda o Absoluto”, mas perpetuando seu histórico humano falso e sua identidade falsa nascida na matéria como sendo seu “eu”. Estará no mesmo erro cometido por  milhares de seguidores de religiões ortodoxas, que entram como “homem natural”, em suas igrejas, e delas saem como “homem natural”, do mesmo jeito,  e a vida toda!

A Verdade revelada já é a Verdade concernente a tudo e a todos! O suposto “cenário visível” é a ILUSÃO a ser descartada por inteiro! Ninguém pode “despertar de um sonho” pela metade! Se disser que faz isso, estará sonhando! Não encontramos nenhum revelador da Verdade afirmando que somos “metade luz” ou “metade Deus”! Quando enfatizamos a necessidade de “contemplarmos a Verdade” de modo radical, jamais o sentido é de “nos endeusarmos aos pouquinhos” através de cada uma destas “contemplações”! A CONTEMPLAÇÃO É TOTAL E RADICAL: “DEUS É O EU INTEGRAL QUE AGORA EU SOU!”

O estudo do Absoluto parte do Referencial da REVELAÇÃO da totalidade e unicidade de Deus! Não há qualquer esforço em sua prática, uma vez que JÁ É A VERDADE ETERNA E PERMANENTE QUE SOMOS!

Se um hipnotizador lançar sobre um milionário a “sugestão” de ser ele um mendigo, para ele “ser o milionário” bastará SER O QUE JÁ É, desfazendo-se da MENTIRA a ele sugerida! Não irá se safar da mentira ”aos poucos”; não irá se dizer “meio milionário e meio mendigo”! OU ESTARÁ ILUDIDO OU ESTARÁ  LÚCIDO!

TRANSPONDO AO NOSSO ESTUDO, ILUDIDO OU NÃO, A VERDADE QUE VOCÊ É, É PERMANENTE! JAMAIS A “SUGESTÃO COLETIVA” TERÁ LHE ALTERADO A IDENTIDADE DIVINA OU CRIADO “OUTRO EU” OU “OUTRA MENTE”!

Qual é a premissa básica do estudo absoluto da Verdade? Ela diz que DEUS É TUDO, TUDO É DEUS! Por isso, na “Prática do Silêncio”, SEM ESFORÇO ALGUM, IDENTIFIQUE-SE COM ESTA VERDADE, QUE JÁ É VOCÊ! DEUS É TUDO! DEUS, SOMENTE, É VOCÊ! AQUI! AGORA!

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Páscoa

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ATRAVESSANDO O “MAR DE CRENÇAS”

Há séculos que o mundo comemora a Páscoa, inicialmente lembrando a saída dos hebreus do Egito e, posteriormente, a ressurreição de Jesus.

Assim, a Páscoa representa a “passagem” dos hebreus pelo Mar Vermelho, o que lhes daria acesso à Terra Prometida. Espiritualmente, qual o significado disso? Sabemos que a libertação do homem nada tem a ver com sua localização geográfica: esteja o homem à margem direita ou esquerda do Mar Vermelho, o que o separa da liberdade jamais é algo ou alguém que lhe seja “externo”, nem mesmo quando essa aparência se fizer notar sob a forma de algum “faraó egípcio”.

Do ponto de vista espiritual, a passagem pelo Mar Vermelho simboliza a travessia de um “mar de crenças errôneas”.

“EU SUBO PARA MEU PAI E VOSSO PAI, MEU DEUS E VOSSO DEUS.”

(João 20: 17)

No versículo acima está contido o segredo da Páscoa: Meu Deus e vosso Deus – UM DEUS ÚNICO!

Conta a Bíblia que, ao se aproximar a Páscoa, Jesus observou a grande multidão faminta e disse a Filipe, experimentando-o: “Onde compraremos pão, para estes comerem?” Logo após, Jesus tomou os cinco pães e dois peixes e multiplicou-os para nutrir cerca de cinco mil pessoas. No dia seguinte, a multidão, que estava “na outra banda do mar”, entrou em seus barcos e foi em busca de Jesus. Ao recebê-los, Jesus disse: “Vós me buscais, não pelos sinais que vistes, mas porque comestes do pão e vos saciastes.” E, após ouvi-los dizer que seus pais haviam comido o maná no deserto, disse-lhes Jesus: “Moisés não vos deu o pão do céu; mas meu Pai vos dá o verdadeiro pão do céu.” “Vossos pais comeram o maná no deserto, e morreram… Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer deste pão, viverá para sempre.”

Notamos, nestas passagens, que o mesmo “mar de crenças” separava a multidão de sua libertação. Além disso, assim como os judeus seguiam a Moisés, a multidão seguia a Jesus, ambos considerados como sendo pessoas. O suprimento parecia lhes vir de fora, na forma de alimento material.

A TRAVESSIA DO MAR VERMELHO E A RESSURREIÇÃO DE JESUS CONSTITUEM UMA SÓ EXPERIÊNCIA

Espiritualmente, a saída dos hebreus do Egito e a ressurreição de Jesus significam a mesma coisa: O DESPERTAR ESPIRITUAL DO HOMEM E O CONCOMITANTE DESAPARECIMENTO DA CONCEPÇÃO MATERIAL DE VIDA. Este é o significado da Páscoa.

“… MEU DEUS E VOSSO DEUS.”

O mundo cristão vem sendo ensinado a viver como Jesus Cristo. Se para a humanidade isto fosse possível, sem dúvida seria excelente. Contudo, jamais um ser humano conseguirá agir ou se comportar como se fosse divino. SOMENTE DEUS É DEUS! Assim, mais frutífero do que simplesmente se relatar infindáveis episódios sobre como Jesus encarava as situações à sua frente, será que cada um contemple o sentido espiritual das palavras da ressurreição, para que possa com elas se identificar: “Eu subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus.” Eis, como havíamos dito, o segredo da Páscoa: O MESMO DEUS QUE ENCARAVA AS SITUAÇÕES COMO JESUS ESTÁ ENCARANDO AS SITUAÇÕES DE HOJE COMO CADA UM DE NÓS.

Muito mais importante do que o sincero desejo humano de “viver como Jesus” é conhecer o sentido absoluto de suas palavras: O MESMO DEUS, QUE NELE SE FAZIA PRESENTE, ESTÁ VIVO, AQUI E AGORA, COMO CADA UM DE NÓS. Este reconhecimento tira dos ombros da humanidade uma responsabilidade que jamais lhe pertenceu, ou seja, VIVER ESPIRITUALMENTE, VIVER DE MODO PERFEITO. Isto é algo que cabe unicamente a Deus. DEUS VIVE SUA VIDA DIVINA, ESPIRITUAL E PERFEITA, COMO CADA UM DE NÓS.

A maneira confusa de se colocar a mensagem de Cristo, isto é, a propagação da ideia de que Jesus, como pessoa, é o modelo a ser seguido, corresponde à ideia frustrante da multidão e dos hebreus de seguir a Jesus ou a Moisés, encarando-os como guias ou provedores externos. Se parafrasearmos a mensagem da Páscoa, encontrada nestas passagens da Bíblia, poderemos dizer:

“Vocês, homens, buscam em pessoas e coisas externas, em guias e mestres, em pregos e cruzes de sofrimento, em manás, em pães e peixes do mundo, e em inúmeras outras aparentes fontes, pela Terra Prometida, pelo Paraíso. Em verdade lhes digo: mesmo que pudessem conseguir todas aquelas coisas, ainda conheceriam  a “fome”, a “sede” e a “morte”. VENHAM A MIM, O EU QUE ESTAVA EM MOISÉS, O EU QUE ESTAVA EM JESUS, O EU QUE “ESTOU” EM VOCÊS COMO CADA UM DE VOCÊS. VENHAM A MIM, E SERÃO NUTRIDOS COM O PÃO VIVO QUE DESCEU DO CÉU, E QUE LHES GARANTE A VIDA ETERNA. “EU SOU” A RESSURREIÇÃO E A VIDA.

NÃO EXISTEM ALIMENTO NEM SUPRIMENTO MATERIAIS

Quando a Bíblia diz: “Aquele que crê em Mim tem a Vida eterna”, e “Eu sou o Pão da Vida”, se fôssemos analisar intelectualmente, concluiríamos ser isto impraticável. Todos nós parecemos consumir elementos materiais. Porém, seriam mesmo materiais? O discernimento espiritual nos revela que NÃO EXISTE MATÉRIA. Deus, Consciência, aparece COMO a Totalidade da Existência. Consciência, Espírito, dando expressão a Si mesmo e aparecendo como FORMA, eis em que consiste o que a suposta mente humana capta e traduz erroneamente como sendo matéria. Na verdade, a mesma Consciência que aparece COMO o nosso Corpo, aparece também em e como a Forma de todos os alimentos, ou de outro suprimento qualquer.

Eis por que dissemos que  “Páscoa é o despertar espiritual do homem e o concomitante desaparecimento da concepção material de vida”.

“Eu sou o pão da vida; aquele que vem a MIM não terá fome; e quem crê em MIM nunca terá sede” (João, 6: 35).

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“Meu Coração Exulta De Alegria!”

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“O Senhor é a minha força e o meu escudo;
nele o meu coração confia, e dele recebo ajuda.
Meu coração exulta de alegria,
e com o meu cântico lhe darei graças”.
Salmos 28:7

A “experiência de viver” é experiência única de Deus, que é TUDO! Portanto, toda crença em “vida material”, em “vida com provações”, em “vida com carências”, é CRENÇA FALSA, bastando-nos reconhecer  decididamente os fatos reais, perfeitos e permanentes, que são a Verdade sempre presente, estando no lugar dela.

O Salmo 28 diz o seguinte: “O Senhor é a minha força e o meu escudo”. Revela a Verdade absoluta de que SOMOS A FORÇA DIVINA IMUNE COM RELAÇÃO ÀS CRENÇAS DO MUNDO!

Publiquei, há tempos, o relato de uma praticista da Ciência Cristã que, estando numa fazenda com sua filha, viu, numa cerca, a sombra de um galho se projetar dando a impressão de ser uma cobra. E ela aproveitou a ocasião para ensinar à filha o ensinamento, mostrando a “cobra ilusória” para dizer, depois, que se tratava da “sombra do galho”. Horas depois, andando pela fazenda, ela subitamente foi atacada por uma cascavel, e começou a sentir os efeitos do veneno da picada, quando recordou o que havia dito à filha. Passou imediatamente  a reconhecer a Presença única de Deus e a ausência do suposto mal, e, com isto, deu fim aos sintomas! Provou o que diz o Salmo, impondo a supremacia da Verdade revelada sobre a ilusão: “Nele o meu coração confia e d’Ele recebo ajuda”.

Os ensinamentos precisam ser postos na prática, diante de supostas “agressões do erro”! Se ela tivesse cedido às CRENÇAS, sem confiar com o Coração, que suplanta o intelecto, não teria se livrado da aparente situação de perigo.

“Meu coração exalta de alegria”, prossegue dizendo o Salmo. É com esta disposição que devemos sair para cada novo dia, não apenas esperando fatos materiais que nos possam “trazer” alegria, mas sim, com a Consciência divina que já é, em todos nós,  Alegria permanente de Si mesma!

Que diz a Lei mental? “Não te dou o que me pedes; dou-te o que se sintoniza com a tua frequência mental”. Se alguém sai para o mundo com tristeza na mente, esperando que “algo” ou “alguém” inverta este quadro, trazendo-lhe alegria, estará atraindo mais tristeza, pois estará usando a Lei mental contra ele mesmo. Já aquele que sai de casa repetindo e acreditando no Salmo, dirá: “Meu coração exulta de alegria!”; e dessa forma, será um ímã de atração de fatos e pessoas de igual frequência.

“Com meu cântico lhe darei graças”, ou seja, a pessoa, a seu modo, deverá se manter agradecida pelo conhecimento que tem das Verdades libertadoras. “Dar graças” é ter “Visão do Olho Simples”, e levar em conta a Provisão INFINITA que constitui o Universo REAL em que estamos, onde “TUDO ESTÁ FEITO”!

É dessa forma que “vivemos no mundo sem ser do mundo”, por estarmos conscientes de sua real natureza, da real identidade que somos, e das leis que trazem à luz o que nos for requerido a cada momento.

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A Alegria Que Uma “Cruz Vazia” Desperta!

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Enquanto a suposta “mente carnal” se divide em si mesma, em suas próprias crenças, ora defendendo reencarnação, ora defendendo ressurreição, a VERDADE DE QUE “DEUS É TUDO” BRILHA IMUTAVELMENTE! Unicamente a ilusória “mente carnal” enxerga e registra nascimentos e mortes!

Jesus veio revelar o REINO DE DEUS ONIPRESENTE, e, com isto, anular a CRENÇA em nascimentos e mortes! Não se vinculava com suposto parentesco humano! Ao ouvir que “sua mãe e seus irmãos tinham chegado”, respondeu com a iluminada pergunta: “Quem são minha mãe e meus irmãos?” (Mt. 12: 48). E então, ele mesmo deu a resposta impessoal: “Minha mãe e meus irmãos são aqueles que fazem a vontade de meu Pai”.

A cruz, no Evangelho, simboliza a “anulação da crença em eu humano”. Não existe NINGUÉM vivendo “vida separada de Deus”, uma vez que Deus é Vida onipresente! Desse modo, Jesus nos ensinou a “buscar o Reino em primeiro lugar” (Mt. 6: 33), ou seja, buscar a imortalidade ou Vida eterna que realmente somos, a percepção da Verdade revelada por ele de que “somos deuses”, e não mortais nascidos na matéria.

“Já estou crucificado”, disse o apóstolo Paulo, vendo-se liberto da crença em ser humano! E o declarou taxativamente: “Já não sou mais eu quem vive; o Cristo vive em mim!” (Gal. 2: 20).

A suprema alegria está no conhecimento da Verdade Absoluta de que “não somos deste mundo”, quando entendemos não estarmos sob CRENÇAS DE ALEGRIA E DE TRISTEZA, mas estarmos sendo a VIDA DE DEUS.

Esta alegria é da Alma e é eterna! Desconhece nascimentos e mortes, desconhece algo ou alguém “além de Deus”, e entende a cruz como símbolo da TOTALIDADE E UNICIDADE de Deus! Este entendimento anula a CRENÇA NA MATÉRIA,  revelando uma “cruz vazia”, o ”desaparecimento aparente” de um ser irreal, a dissipação de uma ilusão engendrada pela “mente carnal”.

“Em verdade, em verdade vos digo que, se alguém guardar a minha palavra, nunca verá a morte” (João 8: 41).“Deixa aos mortos o enterrar os seus mortos; porém tu vai e anuncia o reino de Deus” (Lc. 9: 59,60).

A real e suprema alegria, portanto, está, não em conhecermos um “sepulcro vazio”, mas sim, uma “cruz vazia”!

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“Justiça, Paz E Alegria!”

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“Pois o Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo”.
Romanos 14:17

A “Igreja de Cristo”, como não poderia deixar de ser, não é “deste mundo”! Se “o meu Reino não é deste mundo”, e, se “este mundo é o mundo do pai da mentira”, é evidente que a “Igreja de Cristo” não está em “aparências temporais”, mas na Realidade Eterna!

Em Romanos 14:17, o apóstolo Paulo assim diz: “Pois o Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo” . Explica a Verdade absoluta de que o Ser real que somos – o Cristo – não se mantém com alimentos temporais, mas com a JUSTIÇA, PAZ E ALEGRIA no Espírito Santo. Quando nos vemos como “justiça, paz e alegria”, vemo-nos em Deus, no Reino de Deus, e, principalmente, sendo o Espírito Santo de Deus.

“Sobre esta pedra erguerei minha igreja”, disse Jesus a Pedro, vendo-o não como carnal, mas como a Voz do Espírito Santo a anunciar que ele era o Cristo. Portanto, quando deixamos de nos enxergar como carnais, mortais nascidos em mundo do pai da mentira, estamos na “Igreja de Cristo”, na congregação eterna chamada por Jesus de “Unidade Perfeita”.

Paulo sintetizou a natureza do Reino de Deus como sendo “justiça, paz e alegria”, que são atributos do Espírito divino que somos. Excluiu “comida e bebida”, por serem “aparências”, “sombras visíveis” que se mostram perceptíveis ao mundo, aos “sentidos humanos”, quando buscamos o Reino em primeiro lugar!

Entre na “Prática do Silêncio” como entrando na “Igreja de Cristo”, fazendo sua identificação total com a natureza do Espírito Santo, ou seja, reconhecendo que DEUS É TUDO, e que VOCÊ, em SI MESMO, corporifica “justiça, paz e alegria” do Alto – de sua Consciência crística. Com esta identificação com o Reino de Deus, “comida e bebida”, isto é, tudo  que aparentemente lhe for necessário, haverá de lhe aparecer refletido espontânea e visivelmente, como “bem acrescentado”.

Paulo ensina, portanto, que estando afinados com os valores espirituais, sem levarmos “crenças materiais” às orações ou meditações contemplativas, teremos silenciado a suposta “mente humana”, deixando-nos em consciente unidade com a Mente real e única, que é a Mente divina!

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“A Alegria Do Senhor Os Fortalecerá!”

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 “Podem sair, e comam e bebam do melhor que tiverem, e repartam com os que nada têm preparado. Este dia é consagrado ao nosso Senhor. Não se entristeçam, porque a alegria do Senhor os fortalecerá”.
Neemias 8:10

Deus constitui a Alma, o Espírito de cada Ser individual. Nossa permanência nesta Verdade revela nossa unidade com Deus, fato eterno e inquebrantável, a suprema e grandiosa Verdade que somos, revelada por todos os grandes mestres à humanidade.

A Realidade perfeita e consumada inclui cada um de nós em Sua Alegria constante e acima do entendimento do mundo! A experiência da Alegria de Deus, que é, na verdade, a “nossa” Alegria, é algo que Se manifesta ininterruptamente como o Cristo, ou o Ser real que somos. Quando atentos  e dedicadamente a reconhecemos e percebemos, vemo-nos numa atmosfera de amor e de alegria indescritíveis e sem limites.

Como este “estado da Alma” é constante, devemos orar e vigiar para nele vivermos, sem jamais nos permitirmos abater pelas “aparências” deste mundo, que, sabemos, são todas ilusórias!

DEUS É TUDO! Onipresente, Onipotente, Onisciente e Oniativo! Nada há, em Deus, que possa induzir-nos a assumir sentimentos de tristeza, desânimo, melancolia, depressão, pânico, etc.. Esta suposta “atividade hipnótica” é pura CRENÇA FALSA, sem poder algum! Porém, não expulsamos tais sentimentos com a ilusória mente autora deles! Somos seres em UNIDADE com a Onipotência divina; assim, frente a tais sentimentos negativos, precisamos unicamente de “contemplar” a “ALEGRIA DA ALMA”, a jorrar incessantemente a partir do Cristo que somos!

“Podem sair, e comam e bebam do melhor que tiverem, e repartam com os que nada têm preparado. Este dia é consagrado ao nosso Senhor. Não se entristeçam, porque a alegria do Senhor os fortalecerá”( Neemias 8: 10).

Nesta citação, vemos o procedimento correto para eliminarmos os sentimentos de tristeza que buscam rondar o nosso pensar, desejando em nós “fazer ninho”.

Neemias recomenda que desfrutemos do melhor que tenhamos, e irmos repartindo com aqueles que nada tem. Isto nos afastará da negatividade coletiva! Evita que fiquemos presos a algo supostamente causador de tristeza, alheios  ou cegos para as infinitas bênçãos que temos recebido. Explica que devemos consagrar cada dia a Deus! “Não se entristeçam, porque a alegria do Senhor os fortalecerá!” – afirma ele.

Em outras palavras, devemos estar em sintonia com Deus e não com as “crenças coletivas” , tornando nítida e perceptível, em nós mesmos, a “alegria do Senhor que nos fortalecerá”.

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“Devolve-me A Alegria Da Tua Salvação!”

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“Devolve-me a alegria da tua salvação e sustenta-me
com um espírito pronto a obedecer”.
Salmos 51:12

Um “hipnotismo de massa” é aceito pela humanidade em lugar do que realmente existe e que é real: o REINO DE DEUS! Esta errônea identificação com as imagens “deste mundo”, todas irreais, faz com que as pessoas, aparentemente,  vivam-nas como se fossem reais;  unicamente o conhecimento da Verdade anula esta ilusão.

O Salmo 51: 12 assim registra: “Devolve-me a alegria da tua salvação e sustenta-me com um espírito pronto a obedecer”. Retrata o conhecimento do salmista de que a alegria já era dele, e que, aparentemente, fora-lhe retirada! “Devolve-me a alegria da tua salvação”, diz ele.

Quantos não são aqueles, envolvidos com as “aparências” deste mundo, que se dizem “sem alegria de viver”! Entretanto, jamais a alegria pode ser devolvida! A alegria sempre É! Por isso, o Salmo diz que ela é “devolvida” como “alegria da Tua salvação”, ou seja, pela abertura da “visão espiritual” reveladora da ”permanência” de tudo que Deus faz.

O verso termina assim dizendo: “… e sustenta-me com um espírito pronto a obedecer”. Esta “obediência” significa IDENTIFICAÇÃO COM A VERDADE! Não tem o menor cabimento alguém se dizer “estudante da Verdade”, mas se sujeitando às MENTIRAS das “crenças coletivas”, fazendo delas supostas “realidades” como fazem os ateus! NOSSA IDENTIFICAÇÃO É COM O CRISTO, COM A VERDADE E A VIDA QUE SOMOS, DENTRO DA CONVICÇÃO ABSOLUTA DE QUE SOMENTE EXISTE DEUS!

Esta libertação da ilusão se mostra plena quando, na “Prática do Silêncio”, nosso interesse deixa de ser a “devolução da alegria”, e passa a ser o interesse de “contemplarmos” a Verdade de que “Eu e o Pai somos um”! Esta UNIDADE, reconhecida e contemplada, é a “alegria da Tua salvação”. Por quê? Por termos aceito e testemunhado a Verdade de que DEUS É TUDO, E QUE, PORTANTO, TUDO É ALEGRIA PERMANENTE!

Seja firme e decidido em somente aceitar o que a Mente DIVINA aceita como real e existente, o que equivale a não se identificar com o ilusório “emocional” da suposta mente humana! Não vá apático às “contemplações da Verdade Absoluta”! Pelo contrário, vá como genuíno FILHO DE DEUS! Desse modo, imediatamente a VERDADE “PAI E FILHO SÃO UM” será “trazida à luz”!

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“Alegrem-se Sempre No Senhor!”

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Alegrem-se sempre no Senhor. Novamente direi: Alegrem-se!
Filipenses 4:4

 

O conhecimento da Verdade nos liberta das  aparentes alegrias e tristezas do mundo, por sabermos que a alegria real é a ALEGRIA PERMANENTE DE DEUS.

A Verdade Absoluta, de que DEUS É TUDO, inclui o fato de que DEUS É ALEGRIA SUPREMA! Aquele que “contemplar” esta Verdade, evidenciada acima do suposto mundo e de seus “pares de opostos”, não somente dirá: “Eu Sou”, mas, incluirá o fato eterno de SER A ALEGRIA QUE O TODO É!

Sendo a Alegria divina um Fato onipresente, assim nos recomenda Paulo: “Alegrem-se sempre no Senhor. Novamente direi: Alegrem-se!” (Fil. 4:4). Como isto é praticado? Contemplando Deus como Alegria INFINITA, não “deste mundo”, mas como a própria natureza do Cristo que, em Deus, somos.

Não existe o “mundo fenomênico” que, aparentemente, flutua entre o bem e o mal, e, no caso, entre a alegria e a tristeza! SOMENTE EXISTE DEUS! E DEUS É ALEGRIA! O CRISTO QUE SOMOS É UM COM DEUS E COM A ALEGRIA DIVINA!

Esta Verdade precisa ser aceita sem reservas,  e “contemplada” com “coração de menino”.

Muitas pessoas, identificadas com a “tristeza do mundo”, oram a Deus pedindo-Lhe consolo. O que Deus É, JÁ TEMOS! A Sua totalidade, Sua perfeição e Sua natureza! Desse modo, o que Deus É, JÁ SOMOS! Não abra mão desta Verdade por nada “deste mundo”! Quando o apóstolo Paulo disse “Alegrem-se no Senhor”, imediatamente enfatizou: “Novamente direi: Alegrem-se!”

Deus Se alegra em Se evidenciar como o CRISTO que somos; o CRISTO que somos Se alegra em Se perceber UM COM DEUS E, PORTANTO, UM COM A ALEGRIA DIVINA!

Viver nas altitudes desta PERCEPÇÃO É VIVER PELA GRAÇA!

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“Por Baixo Estão Os Braços Eternos”

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Explicando a um evangélico que Jesus, tendo dito ter vindo para “dar testemunho da Verdade”, sobre o Universo e sobre todos nós, de fato, ele o fez, revelando diretamente que “somos deuses”, “luz do mundo”, “sal da terra”, “um com o Pai, iguais a ele”.

Ouvindo isso, ele me disse: “Você pode divulgar a Verdade; só não pode é incluir dizeres que não constam da Bíblia! Deus é um só, e não existem deuses! E Jesus não disse que somos iguais a ele em unidade com Deus!”

Disse a ele que visse João, 10: 34 e João, 17: 22. Enquanto Jesus nos deu o “testemunho da Verdade”, as religiões dos homens somente enfatizaram a mentira, passando a todos eles a crença em pecados e pecadores, além de cobrarem, e do “homem natural”, o cumprimento das exigências cristãs.

As Escrituras revelam Deus sendo o Homem real ou Cristo, Ser perfeito e uno com Deus, que nada tem a ver com o que a suposta “mente carnal” nos mostra e julga que somos!

A Bíblia diz: “Por baixo estão os braços eternos” (Deut. 33: 27). Fazendo uma analogia, seria entendermos, em dia de nevoeiro, que “por baixo dele está a cidade incólume”! Assim como o nevoeiro atrapalha a visão da cidade, mas sem mudá-la em nada, as “aparências” atrapalham a visão da TOTALIDADE E UNICIDADE DE DEUS, sem, contudo, alterarem a Verdade.

Diante de quaisquer “aparências”, desloque delas sua atenção, voltando-a aos “Braços Eternos”, que estão “por baixo delas”. Faça disso um hábito, ou seja, acostume-se a reinterpretar os cenários supostamente visíveis em termos da “permanência do Bem absoluto”, sem esmorecer, sem voltar atrás, sempre reconhecendo que a Verdade está nos “Braços Eternos”, subjacente às “aparências”. Decorrente desta Verdade, a Metafísica diz: “Toda aparência insinua a Presença da Realidade perfeita e subjacente a ela”.

Esquive-se, portanto, dos “quadros hipnóticos” da suposta visibilidade, e “contemple”, serenamente, a Realidade perfeita, permanente, subjacente a eles.

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Você Vive Porque Deus Vive!

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Aos Colossenses, o apóstolo Paulo explicou abertamente que “o Cristo é a Vida que vivemos”. Assim ele disse: “Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então também vós vos manifestareis com ele em glória” (Col. 3: 4).

Esta tremenda revelação absoluta, se não for percebida acima do intelecto,  muito pouco ou de nada nos valerá! Isto porque o intelecto trabalha com a “crença no tempo”, enquanto o Coração trabalha com o Agora Eterno! Isto quer dizer que todo “quando”, presente em revelações absolutas, é entendido como “AGORA”; a Verdade estará sendo entendida como atemporal e eterna, sem se importar se o suposto “intelecto” a irá acatar hoje, amanhã, ou em algum futuro milênio de sua aceitação! O TEMPO NÃO EXISTE!

DEPENDER DO TEMPO, PARA A ACEITAÇÃO DE ALGUMA VERDADE QUE É SEMPRE PERMANENTE, É PURA ILUSÃO!

Ao anunciar que “o Cristo é a nossa Vida”, Paulo usou o tempo presente: É A NOSSA VIDA! Portanto, como estamos VIVOS AGORA, com “coração de criança” devemos reconhecer que “O CRISTO É A NOSSA VIDA”!

Que é o Cristo? É a doação que Deus faz de Si mesmo, e em Si mesmo, de Sua própria Vida ou Existência. Quem perceber esta Verdade sentirá, no mesmo momento, a alegria indizível da Alma, que é a alegria do próprio Deus em SE EXPRESSAR COMO O FILHO QUE SOMOS!

“Este é o meu Filho amado em quem me comprazo” – assim revela a Bíblia a revelação divina sobre o Cristo, recebida ou percebida por Jesus. Não há a Vida de Jesus e a nossa vida! A VIDA ÚNICA É DEUS, EVIDENCIADA COMO O FILHO QUE JESUS E TODOS NÓS SOMOS, AQUI E AGORA!

Esta Realidade é a Verdade Eterna da Existência, em nada se relacionando com o suposto “mundo fenomênico” com suas ilusórias crenças em “vidas pessoais”.

Entre em “contemplação”, observe com atenção que há uma VIDA SENDO VOCÊ! Ela é Deus vivendo como você! Fique acima do suposto “intelecto”, perceba a ALEGRIA DA VIDA sendo a VIDA QUE VOCÊ É! SUA VIDA É DEUS SENDO O CRISTO QUE VOCÊ JÁ É!

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O Que “Acelera” A Percepção Da Verdade-2

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5. Há pessoas que costumam argumentar da seguinte maneira: “Não dei a menor importância às queixas de doença de um conhecido meu, mas, mesmo assim, esse meu ‘tratamento’ não o curou”. Há enorme diferença entre conscientizarmos internamente que a ilusão é NADA e, simplesmente, ficarmos numa atitude de indiferença diante dos quadros ilusórios. A indiferença não constitui “tratamento espiritual”, pois, nela não se inclui o reconhecimento interno e consciente da ONIPRESENÇA DIVINA.

Esta conscientização é o “julgamento justo”, recomendado por Jesus. Não devemos “julgar segundo as aparências”, mas precisamos “julgar consoante julgamento justo”.

6. Outro aspecto a ser considerado é o seguinte: a conscientização da Verdade não elimina os “males” do conceito material de mundo, isto é, não corrige este mundo retratado pela mente humana. A conscientização da Verdade elimina o próprio conceito material de mundo, capacitando-nos a discernir o universo espiritual verdadeiro, único realmente existente. Portanto, não devemos buscar resultados no “mundo visível”, mas sentir (perceber) a Atividade do Cristo em nossa consciência.

Os resultados visíveis serão “os bens vindos de acréscimo”, quando não os buscarmos diretamente, mas sim, em primeiro lugar, buscarmos dentro de nós “o reino de Deus e a Sua justiça”.

7. Quando nos sentamos para meditar, normalmente ficamos com os “olhos carnais” cerrados, aguardando uma “abertura dos olhos espirituais”. Se procurarmos viver também o nosso dia a dia dedicando-nos à conscientização da Verdade em nosso meio ambiente, estaremos realmente vivendo os princípios espirituais na prática. Este modo de viver é o do “orai, e vigiai sem cessar”, segundo o qual nos mantemos permanentemente conscientes daquilo que é REALIDADE e daquilo que é ILUSÃO.

Este modo de viver é também aquele em que “vivemos no mundo sem pertencer-lhe”. Não será preciso cerrarmos os olhos físicos. Mesmo com eles abertos, estaremos meditando, pois  estariam abertos os nossos sentidos internos. Chegaremos, então, à compreensão de que somente existe o Sentido espiritual interno, divino, a Mente do Cristo em nós, que discerne as coisas espiritualmente.

Os Princípios Fundamentais, que, pela sua importância, estão sendo repetidos ao final, devem  ser cuidadosamente analisados, contemplados e postos em prática COM DECISÃO. Se nos decidirmos por colocá-los realmente em prática, passaremos a constatar os frutos da Verdade aparecendo em nossas vidas.

O conhecimento intelectual da Verdade e a meditação isolada têm papéis importantes em nosso estudo; porém, é na vida prática que podemos vir a comprovar realmente o nosso grau de conscientização. A VERDADE É! Assim nos ensinam os princípios metafísicos. A VERDADE É! Assim devemos comprová-los na PRÁTICA.

Todo o universo é infinitamente perfeito agora. Todos os seres já são infinitamente perfeitos agora. Todos os acontecimentos estão se manifestando em harmonia perfeita agora. Só existe o universo espiritual perfeito. Só existe o agora. Nada há para ser corrigido ou melhorado.

F  I  M

O Que “Acelera” A Percepção Da Verdade-1

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Há pessoas que dizem sentir enorme dificuldade para “conscientizar a Verdade”, apesar de já terem conhecido intelectualmente os princípios fundamentais da Metafísica. Procuraremos abordar alguns pontos que poderão ajudá-las a praticar os princípios, acelerando, desse modo, a própria conscientização dos mesmos.

1. Não devemos julgar que o estudo ou as meditações nos tornam mais iluminados, enquanto o grosso da humanidade permanece na ilusão. “Tornamo-nos” iluminados à medida que reconhecermos que “a humanidade toda já é iluminada”. Se, pelo contrário, fôssemos acreditar na existência de seres em ilusão, nós é que a estaríamos endossando, movidos pela crença de que existem seres apartados de Deus.

Assim, devemos estar alerta para o fato de ser a Verdade algo de natureza universal: A VERDADE É, AQUI E AGORA, PARA TODOS OS SERES.

Este item, de certa forma, nos amplia a visão dos Princípios  Fundamentais”, citados abaixo:

TODO O UNIVERSO JÁ É INFINITAMENTE PERFEITO AGORA. TODOS OS SERES JÁ SÃO INFINITAMENTE PERFEITOS AGORA. TODOS OS ACONTECIMENTOS ESTÃO SE MANIFESTANDO EM HARMONIA PERFEITA AGORA. SÓ EXISTE O UNIVERSO ESPIRITUAL PERFEITO; SÓ EXISTE O AGORA. NADA HÁ PARA SER CORRIGIDO OU MELHORADO.

2. Quando se diz “conscientizar a Verdade”, isto não implica nenhum esforço mental. Conscientizar a Verdade significa RECONHECER a Verdade, sem  necessidade alguma de qualquer esforço. Sim, a Verdade É! Não iremos alterá-La sob nenhum aspecto. Cabe a cada um de nós um sereno reconhecimento interno de cada um de seus princípios. A cada Verdade que formos reconhecendo, iremos testemunhando visivelmente a livre manifestação de “O QUE ERA DESDE O PRINCÍPIO”, através da mente humana.

3. Há estudantes da Verdade que se afastam do mundo e das pessoas para unicamente “ficarem conscientizando a Verdade”, isoladamente. Permanecem meses e meses presos a citações bíblicas, etc., e se esquecem de que exatamente “o mundo e as pessoas” são os objetos principais, reais e ideais para nosso “treino de percepção”. Em outras palavras, se aproveitarmos todos os nossos contatos “humanos” para nos conscientizarmos de que “estamos num universo espiritual, em que TODOS os habitantes já são o Cristo”, rapidamente adquiriremos o hábito de “não julgar segundo as aparências”.

Não será “fugindo das aparências” que iremos conscientizar a Verdade; exatamente no meio delas é que iremos, internamente, reconhecer a Onipresença Divina.

Uma emissora de TV emite sinais invisíveis à mente humana, e que se tornam visíveis na forma de imagens, ao serem sintonizadas por um aparelho de televisão. Se o aparelho usado for do tipo que capta em preto e branco, os sinais invisíveis serão “vistos” em preto e branco; se ele for a cores, os sinais invisíveis serão observados como imagem colorida. Porém, nos dois casos, as imagens não passam de “aparências” das ondas invisíveis De modo análogo, a ONIPRESENÇA DIVINA INVISÍVEL pode Se tornar “visível” em conformidade com os recursos de captação da mente humana.

Para não “julgarmos segundo as aparências”, devemos procurar viver o nosso cotidiano em estado de “julgamento justo”, ou seja, viver conscientes de que as imagens do mundo visível são meramente imagens reflexo das Ondas Divinas. Quando pudermos olhar as imagens “deste mundo” da mesma forma com que olhamos as imagens em preto e branco da televisão, cientes de que “não são existência real”, mas representações visíveis das ondas invisíveis emitidas, então poderemos dizer que estamos CONSCIENTES da Verdade. Não precisaremos “fugir” das imagens em preto e branco, para fazermos o reconhecimento de que elas são mero “conceito eletrônico” e não  existência real. Na mesma hora, já saberemos internamente, sem esforço algum, que a tela de TV nos mostra uma imagem aparente. Este reconhecimento será feito automaticamente. É este o estado de consciência em que deveremos viver. Iremos olhar o mundo e as pessoas de forma que, automaticamente, de imediato, nos chegue à lembrança o “julgamento justo”: estamos num mundo invisível, habitado por seres invisíveis, na perfeição eterna absoluta, na ONIPRESENÇA DIVINA, e, o mundo visível é mera “imagem finita”, captada pela “televisão” da mente carnal.

4. Não devemos cair na armadilha de acreditar que existam muitos males e problemas no mundo, DOS QUAIS poderemos nos livrar através da Verdade. Não existem “males”, no plural, mas UMA ILUSÃO, no singular. Se Deus é ONIPRESENÇA, a imagem ilusória não pode estar existindo realmente.

Assim, não devemos nos preocupar em resolver vários problemas de saúde, de finanças e outros, que pareçam estar existindo ao mesmo tempo. O suposto “problema” é sempre UM SÓ: a falsa crença de que somos seres apartados de Deus. Lembremo-nos de nossa verdadeira identidade:

“Aquieta-te e sabe, EU SOU DEUS”.

Continua..>

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Deus é Onipotente, ou seja, é o ÚNICO Poder atuante como o Universo infinito! Nada há que se contraponha à Sua Onipotência. Aparências ilusórias nos mostram dois poderes, o bem e o mal; entretanto, no lugar destas imagens falsas, existe imutável a imagem verdadeira, a Realidade infinita em que brilha a Luz do Poder único.

Disse Jesus aos discípulos: “Eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do Alto sejais revestidos de poder” (Lucas; 24: 49). Em outras palavras, dizia-lhes que não precisariam sair de onde estivessem, uma vez que a Onipotência estava neles mesmos, meramente à espera de que ali se aquietassem e a discernissem!

A “promessa de Deus” é a Verdade da Onipotência presente em cada Filho! Por mais que a suposta mente humana dê testemunho de dois poderes, como, por exemplo, o poder de alguma doença contra a saúde de alguém, a “promessa de Deus” anula esta pretensão ilusória, não por “combater” a suposta doença, mas, sim, revelando a imagem verdadeira em lugar da falsa! Que significa “do Alto sermos revestidos de poder”? Significa substituirmos o “referencial da mente falsa” pelo “Referencial da Consciência Onipotente”.

Enquanto a suposta “mente carnal” nos sugere a “imagem falsa”, em que uma condição maligna aparenta existir, a Consciência Crística, do Alto, dá testemunho da “imagem verdadeira”, do fato real e permanente de que a Onipotência Se expressa como Harmonia incólume.

Não aceite “imagens doentias” como realidades a serem curadas por meio de oração ou por clamores a Deus! Não as fique rotulando em termos de escala de gravidade! A questão está em se entender que “aparências são sonhos mortais”, e nunca realidades com manifestações dignas de avaliações!

Desperto de um pesadelo, a “gravidade” maior ou menor da ILUSÃO, que ao sonhador atormentava, se mostra nula! A Consciência Crística é o seu estado já desperto! Nela, as “imagens falsas” não mais são reconhecidas! Eram “miragens” apenas vistas pela ilusória “mente humana”. Sem lutar contra “imagens falsas”, sem pretender “ajudar a Deus”, forçando a “mente ilusória” geradora das mesmas, única e simplesmente “permaneça em Jerusalém”, confiante de que a Onipotência é a Verdade onde quer que VOCÊ ESTEJA!

Contemple-se como Consciência Onipotente, como Consciência Onipresente, como Consciência Inteligente e Oniativa! Contemplando-se integralmente “REVESTIDO DO PODER DO ALTO”, unicamente a PERFEIÇÃO DA IMAGEM VERDADEIRA estará sendo discernida, reconhecida, e experienciada!

“Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e levou as nossas doenças.”
Mateus 8: 17
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A Oniação Divina Como Vida Prática

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A percepção da Oniação divina é fundamental em nossa chamada “vida prática”. A Vida pela Graça exclui preocupações, dúvidas, indecisões, lembranças do passado e apreensões pelo futuro. A Vida pela Graça é a nossa “vida prática” do AGORA. A Oniação – Onipresença ativa – garante a harmonia universal, que abrange, por reflexo, a ação de nossos negócios, a ação de nossos relacionamentos e a ação de nossas funções corpóreas.

Este é um Universo espiritual. As chamadas atividades físicas ou orgânicas não são como aparentam ser. A Oniação espiritual divina abrange a TOTALIDADE da atividade universal, o que exclui a possibilidade de qualquer atividade deficiente existir realmente. A mesma ação divina que mantém o Universo, garante a perfeita atividade de tudo o que Ele contém, e isto se estende às nossas  supostas atividades mentais e corpóreas. Melhor dizendo, a Oniação espiritual aparece como  ideias que imediatamente colocamos em execução, sem vacilações, uma vez que conscientes  estamos da existência única do AGORA em que vivemos, no qual nos cabe tomar tal atitude ou tal decisão, condizentes com a Revelação que flui neste exato instante.

Nossa liberdade nos é garantida pela Oniação. As pessoas do mundo, escravas da sociedade e de seus conceitos morais e sociais, não podem desfrutar da liberdade essencial intrínseca à nossa Identidade real. A Verdade liberta o homem das crenças do mundo, e estas incluem os aconselhamentos e as sugestões humanas. Como viver esta liberdade, que já é nossa? Aqui, a contemplação da Oniação é de vital importância. Deus age como o Ser que somos, e esta AÇÃO, no aqui e agora, constitui a nossa própria liberdade.

A percepção da Oniação traz concomitantemente a “inspiração” ou o “impulso” sobre o que fazer em cada instante, ao que chamamos de “agir pelo não agir”. Devemos tomá-los com determinação, certos de que são a própria Oniação cumprindo o propósito divino.

Mesmo que o mundo de  aparências se mostre conturbado, lembremo-nos de sua natureza ilusória, persistindo naturalmente na contemplação da Oniação, aparecendo como a totalidade de nossas decisões e ações individuais. Isso feito, a aparência de desarmonia ou de falsa harmonia (harmonia forjada ou aparente) desaparecerá, mostrando a sua irrealidade.

Ação e liberdade são UM. Aquele que apenas permanece na teoria, afirmando que Deus lhe trará a harmonia “algum dia”, estará negando a sua participação ativa nesta Oniação, que é a percepção de que DEUS AGE COMO CADA UM DE NÓS, AQUI E AGORA. E é esta a percepção que nos garante a HARMONIA deste momento.

A Harmonia já É! A Oniação já É! O mundo visível não reconhece nada disso, pois a aparência é vista pela “mente” que não existe! Ao percebermos que a Consciência divina é a Luz que constitui a nossa Consciência individual, indubitavelmente discerniremos o que devemos fazer na “vida prática”, e a harmonia visível será a consequência natural desta percepção correta.

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Ascensão: Sua Subida Acima Da Ilusão

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Quem conhece o “relógio de sol”, se ficar próximo a um deles, verá as horas serem marcadas a cada minuto. Entretanto, o “corpo do relógio”, em si, o tempo todo não terá sofrido nenhuma alteração! Muitos acharão que ele, para apontar as horas certas o dia todo, estivesse continuamente se alterando; porém, unicamente APARENTOU  ter-se modificado, em função das alterações nas posições do sol, da terra e das sombras.

A Bíblia revela que nosso Corpo é o “Templo de Deus”. Por que o mundo acredita que seja um “corpo nascido”, sujeito a mudanças e que tenha tido começo? Por não estar vendo o “Corpo perene”, mas sim “efeitos hipnóticos” em lugar dele.

Quem passar à noite pelo “relógio de sol”, irá vê-lo “tal como ele é”, sem as alterações que aparenta apresentar, quando exposto aos efeitos do sol. Analogamente, quem “contemplar” o Corpo, não como aparenta ser, exposto às “sugestões de mudanças” geradas ilusoriamente pelas CRENÇAS COLETIVAS, poderá “dar verdadeiro testemunho” sobre ele, como  fez Jesus, descartando os “efeitos hipnóticos falsos”, que, à maioria, pareciam ser “leprosos”, simplesmente vendo o eternamente presente Corpo imutável, o Templo de Deus, intocável por completo por quaisquer CRENÇAS deste mundo.

Entender e contemplar o  Corpo Real,  é fazer a “ascensão”, isto é, uma “subida acima da ilusão”! Descarte, portanto, todas as suas aparentes mudanças, reconhecendo-o como “Obra permanente de Deus”, um CORPO DE LUZ!

O apóstolo Paulo assim disse: “Glorificai a Deus no vosso corpo e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus” (I Cor. 6: 20). Perceba a analogia com o “relógio de sol”, que,  seja dia ou seja noite, em nada se altera em si mesmo, mas que unicamente aparenta se alterar; desse modo, com facilidade, você “glorificará a Deus em seu Corpo”, tal como ele AGORA É, discernido pela “visão correta” que o vê como Deus o vê! Assim, você o isolará das CRENÇAS EM MUDANÇAS para vê-lo pelos OLHOS DO CRISTO: UM CORPO PERFEITO, ILUMINADO, O TEMPLO ETERNO DO DEUS VIVO QUE VOCÊ É!

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“Ninguém Conhece O Filho, Senão O Pai”

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Muito se fala atualmente em “autoconhecimento”, como se estudos humanos pudessem revelar o Ser que somos, e que não é conhecido jamais, se for considerado como sendo a sua ilusória personalidade humana.

Autoconhecimento é Autorrevelação divina, e nada mais! Enquanto alguém estiver se identificando com “ser nascido na terra”, poderá fazer o estudo que for sobre si mesmo, poderá fazer análise com psicólogo, poderá até mesmo fazer  rigorosa autoanálise,  que, de fato, somente estará vasculhando uma ILUSÃO!

DEUS É TUDO, E O FILHO QUE SOMOS SÓ É CONHECIDO PELA MENTE DIVINA!

Assim disse Jesus: “Tudo por meu Pai me foi entregue, e ninguém conhece quem é o Filho, senão o Pai, nem quem é o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar” (Lucas 10: 22).

A suposta “vida humana” é fundamentada em “seres nascidos de mortais”; nela, cada um julga “conhecer” as pessoas vendo-as segundo o que os ilusórios “sentidos humanos” conseguem captar. Não há verdade nenhuma em tal “conhecimento”, e é devido a tais “julgamentos pelas aparências”, todos falsos e insubstanciais, que a humanidade convive com uma ILUSÃO se mostrando como cada um de seus habitantes. Que isto significa? Significa que o “Filho” deixa de ser realmente visto, enquanto a ILUSÃO se faz passar por ele, em todos os níveis de relacionamentos.

Esta CRENÇA FALSA está tão arraigada, que mesmo sérios estudantes da Verdade, que aceitam que DEUS É TUDO, sentem dificuldade em reconhecer a DEUS em seus contatos cotidianos, inclusive nos familiares.

“Quem me vê a MIM, vê o Pai”, disse Jesus, separando a “visão ilusória”, que o via sendo “filho de Maria”, da Visão CRÍSTICA, capaz de vê-lo como “Filho de Deus”. Sabia que, se estivesse sendo visto como “nascido no mundo”, não estaria sendo visto! A ILUSÃO estaria sendo vista em seu lugar!

O suposto ser humano não faz ideia do que REALMENTE ELE É! Dizer que é Filho de Deus é uma coisa; porém, SE PERCEBER SENDO FILHO DE DEUS, é outra. A suposta “mente humana” poderá ler sem parar a revelação que diz: “Sois deuses”, mas, tais leituras não lhe dirão absolutamente nada! E é por isso que os textos sobre a Verdade Absoluta tanto enfatizam a necessidade das Autocontemplações! Unicamente através delas VOCÊ SABERÁ, DE FATO, QUEM VOCÊ É:

DEUS SE EVIDENCIANDO COMO FILHO!

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“Socorro Bem Presente!”

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Seja qual for a “surpresa desagradável” se mostrando como “aparência visível”, ou como “sugestão mental agressiva”, desvie-se dela imediatamente, volvendo-se à TOTALIDADE DE DEUS, sem medo e sem esforço mental algum! Puxe à lembrança a frase do Salmo 46: 1, que diz: “Deus é socorro bem presente nas horas da tribulação”. O sentido absoluto é a certeza da Presença ÚNICA da UNIDADE PERFEITA, do BEM PERMANENTE, sejam quais forem as alegações das “aparências ilusórias”.

Se, de um lado, sempre é recomendável que estudemos e nos dediquemos à Verdade e ao conhecimento de seus princípios absolutos quando as “aparências” não se mostrem desarmônicas, para que não nos sintamos “querendo aprender a nadar em hora de afogamento”, como DEUS É TUDO, mesmo que nos deparemos com imprevistos indesejáveis, podemos e devemos nos entregar convictamente à TOTALIDADE DE DEUS.

Uma coisa é estarmos estudando as Verdades reveladas para, cada vez mais, nos identificarmos com o Cristo que somos, que é “um com o Pai”; outra coisa é estarmos diante de “aparências inesperadas”, que contêm “sementes malignas” que aguardam o nosso endosso! Não é o nosso estudo ou o nosso conhecimento de princípios espirituais que farão DEUS SER TUDO! Portanto, desvie-se das “sugestões negativas” e, também, da CRENÇA de que “você é estudante ou buscador das Verdade”!

IDENTIFIQUE-SE COM A VERDADE EM SI! IDENTIFIQUE-SE COM DEUS EM SI!

Acreditar ser “menos do que a própria Verdade” é preparar cenário para a ILUSÃO esparramar seus “quadros ilusórios”; assim, eu sempre digo o seguinte: “Não dê este gostinho a ela!” Dê a ela o recado da Onipresença: “LOTADO! NÃO HÁ LUGAR PARA VOCÊ!”

A Onipresença Onipotente lota todo o espaço da Existência real, perfeita e absoluta! Vendo-se UM COM ELA, a ILUSÃO “baterá com o nariz na Porta”!

A Bíblia diz: “EU SOU A PORTA!”.  Revela o CRISTO sendo a Porta, tanto de “saída da Luz divina” como “fechada à entrada da ILUSÃO”.

Parta sempre desta Verdade!

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