Da Crença Em Mentes Pessoais À Verdade da Mente Única!

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Se a humanidade tivesse atendido ao chamado à Verdade, feito pelos grandes mestres que por ela passaram, o conhecimento de que existe somente a Mente divina em operação teria evitado a maioria dos conflitos entre pessoas, organizações e nações. Todos os conflitos decorrem da FALSA CRENÇA de que a Mente que rege todos os seres não é única e nem a mesma. Desta ilusão, surgem as “mentes pessoais”, todas ilusórias, com cada ser humano acreditando ter mais razão do que outro,  ser mais sábio do que outro, e, num clima ilusório desta natureza, torna-se impossível haver harmonia e paz. Sartre já dizia: “O inferno são os outros”.

O ensinamento espiritual apresenta uma visão completamente diferente da Existência! Prega a presença da Mente ÚNICA, e, portanto, que “os outros são o mesmo EU que somos”. Entretanto, apesar de verídico, como requer “subida ao espiritual”, esta Verdade não foi buscada como deveria, preferindo a humanidade a aceitar a “pluralidade de mentes”, percebida intelectualmente,  em vez de meditar e se ver  inclusa na Mente única, subjacente a todos os fenômenos.

Este descaso para com a Verdade intensificou a CRENÇA em “mundo fenomênico”, de forma que todos ficaram sendo considerados e aceitos com sua “personalidade pessoal”. As ciências humanas ensinam as pessoas a se ajustarem umas às outras, cedendo, cada parte, em seus pontos de vista radicais, e gerando, desse modo, uma harmonia apenas aparente ou forçada, uma vez que toda concessão deixa rastros de submissão ou perda, algo que, em muitos casos, tira toda a espontaneidade na convivência.

A prática da Metafísica Absoluta, para que possa corrigir todo tipo de ilusório conflito de relacionamentos, requer radicalismo, ou seja, a MENTE DIVINA PRECISA SER DE FATO RECONHECIDA COMO ÚNICA, principalmente no que diz respeito aos nossos relacionamentos imediatos. Quando duas pessoas estão inclusas nesta “visão da Mente única”, serão como “duas mãos de um mesmo corpo”, isto é, terão respeitadas INTEGRALMENTE suas individualidades, sem quaisquer “concessões”, e cada parte se sentirá sendo “uma com a outra”. Esta é a diferença fundamental entre um convívio de “individualidades” e um convívio de “personalidades”. A “individualidade” tem sua raiz em Deus, na Mente única, enquanto a “personalidade” tem sua raiz na “mente carnal”, a CRENÇA em “mentes avulsas e pessoais” operando de si mesmas, sem levar em conta uma visão global.

As inúmeras  abelhas, que em seus voos de preparação dos favos de mel não entram em conflito, umas com as outras, deixam uma nítida demonstração da  visão de unidade que possuem, cada uma fazendo a sua parte como se fosse o todo do enxame em ação.

Somente esta visão absoluta garante a harmonia entre as pessoas e entre os povos, e, quando a humanidade estiver disposta e aberta a buscá-la, “dentro de si mesma”, ali achará esta Verdade, sempre a ela disponível.

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Corpo Real e Corpo Aparente

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PERGUNTA:

Se meu aparente corpo mortal  se mostrar doente, e através da visão espiritual, for curado e aparentar ser um corpo mortal saudável, não seria este corpo mortal saudável tão irreal quanto o corpo mortal doente?

RESPOSTA:

Sim! e Não! O aparente corpo mortal  nada mais é, senão o Corpo imortal erroneamente percebido. (Eu realmente não gosto dessa forma de dizer, mas auxilia na explanação). O corpo mortal doente é o Corpo Global imortal equivocadamente percebido. O Corpo imortal – o seu Corpo – consiste da Luz que é a Presença de Deus.

Preste bem atenção: Quando o corpo mortal aparenta ser curado, o que é que fica, e o que é que se vai?

A doença aparente desaparece, mas o Corpo permanece. O Corpo permanece porque ele é real, ele existe. O seu Corpo é Real! A doença, contudo, (percebida como nada), deixa de aparentar existir.

O que terá ocorrido aqui? Quando o  corpo mortal aparenta ser curado, o Corpo imortal (de pura Luz e Substância divina) se expressa um pouco mais claramente. Tivesse a percepção do Corpo imortal sido totalmente completa, ele iria ser visto como um Corpo de Pura Luz – não meramente como “Corpo “curado”.

Nunca negue seu Corpo. Nunca aceite mentiras mortais sobre seu Corpo.

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Conserve-se Na Mente Do Agora!

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O suposto “mundo fenomênico” não existe! Todo o espaço real está preenchido pela Onipresença divina; assim, toda “visão humana” que difere da harmonia absoluta é “nada”! O ensinamento absoluto parte da TOTALIDADE DE DEUS, mesmo diante de “aparências fenomênicas” nos sendo sugeridas, e que aguardam nosso endosso consciente quanto a elas.

Há casos em que as “aparências” se mostram” ”resistentes”, até nos dando a impressão de não estarem sendo reduzidas a nada pela prática da Verdade. Isto, muitas vezes, se deve ao fato de voltarmos à ilusória “mente carnal” para verificar a quantas andam as suas “miragens”. Nossa permanência, portanto, deve ser prioritariamente em “Mim”, na Mente do Agora, a Mente que só reconhece o Universo consumado e perfeito sempre.

Evitar cem por cento este envolvimento com a ilusão é impossível, uma vez que, após as contemplações, aparentemente nos vemos obrigados a assumir atividades mentais humanas. O que deve ser feito, em casos assim, é uma rápida “contemplação absoluta” que reconheça o Universo como Luz, a nossa Identidade como Luz e o nosso Corpo como Luz! Estas contemplações nos deixam centrados na Verdade e menos expostos às sensações aparentemente presentes na ilusão de “corpo fenomênico”.

Em outro momento, podemos reconhecer que DEUS É A CAUSA ÚNICA EM ATIVIDADE, o que nos leva a deduzir que todo EFEITO É PERFEIÇÃO CONSTANTE.
O que deve ser evitado, é uma permanência prolongada de nossa atenção voltada às “aparências” , e, para isso, podemos fazer uso de “lembretes meditativos”, rápidos, que não permitam que elas nos sugestionem. “A Luz Onipresente de Deus Se irradia espontaneamente do Ser que EU SOU, anulando toda sugestão de “energias contrárias!” Estas meditações absolutas, mesmo sendo rápidas, deixam-nos voltados à Mente divina.

Quem já está habituado às “contemplações absolutas” terá grande facilidade em se “desprender das aparências” para, em meditações curtas, recordar a Verdade Absoluta subjacente a elas. E quem ainda está apenas nas leituras, deverá passar às “contemplações”, de modo que, de fato, possa perceber que “não vivemos de nós mesmos”, e que é DEUS QUEM VIVE COMO CADA UM DE NÓS!

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Altitudes Celestiais

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O Espírito é a Substância de todas as coisas viventes, o Espírito é a Vida em Si. É o Espírito que é Mente e pensar divinos; o Espírito é que é Amor divino e amoroso; o Espírito é que compõe, compreende e inclui toda Vida e Existência reais.

Quando a Vida é descoberta como sendo Espírito e, em vista disso, encarada como incorruptível e eterna, assim Ela se torna para nós. Quando o Amor é descoberto como sendo Espírito, e visto como eternamente puro e imutável, assim ele se torna para nós. Quando Mente e pensar são descobertos como sendo Espírito, eles se tornam nossa única Mente e nosso pensar, e somos mantidos num estado ininterrupto de felicidade, harmonia e paz.

A palavra “humano” pertence a um tipo de ser ou existência além de Deus; ela designa o impuro, imperfeito e incompleto. Nem melhoria, nem desenvolvimento e nem progresso humanos são requeridos para que experienciemos a perfeição; pelo contrário, a grande necessidade está num despertar para o Espírito, para que possamos deixar de lutar com a concepção equivocada de uma existência separada do Um, e aprendamos que tudo que há, é o “EU SOU” Autoexistente.

A ideia de tornar puro o impuro, de trazer o espiritual para o material pode, a princípio, parecer a alguém ser um degrau capaz de conduzi-lo a coisas e condições melhores; porém, se ele se estagnar nessa aceitação, ela lhe será uma verdadeira armadilha, um lugar em que terá que se esforçar e trabalhar incessantemente.

Nossa Vida, Mente, Corpo e Existência são eternamente estabelecidos nO Espírito – perfeito, completo, presente. A necessidade única reside num despertar para este fato sublime, para que alguém possa se identificar somente com o Espírito, o divino. Assim fazendo, ele tomará posse da plenitude de todo bem e coisa perfeita.

Como nossa natureza é Espírito, e não matéria, é impossível que alguém se livre da imperfeição e limitação antes que este fato supremo lhe seja revelado. Tampouco esta Revelação divina será por ele recebida, caso não esteja desejoso de deixar o imperfeito pelo Perfeito, o intelecto pelo Coração e os meios e formas do eu pessoal pela identificação com aquele “EU” que é o Eu perfeito todo-abrangente.

A Revelação de que somos Espírito cumpre a totalidade de nossos desejos. Ela vem àqueles que estão espiritualmente preparados para recebê-la, àqueles de pensamentos simples cujos corações são receptivos ao conhecimento mais pleno do Real. A Revelação é compreensão e liberdade imediatas.

É imperativo que nos voltemos dos remédios paliativos para percebermos aquilo que é supremo, não por ser mais elevado, mas por ser o Todo, a Única natureza da Vida e existência. Quando suficiente Verdade for revelada a alguém, ele deixará de tentar purificar sua mente e pensamentos; saberá que quantidade alguma de trabalho mental poderá trazer-lhe o Conhecimento de que a Mente única não tem oposto.

A regeneração pessoal deixará de ser praticada, quando alguém aceitar o Espírito como sendo agora o seu “Eu perfeito” . O “sétimo dia” está presente quando deixamos de pensar que somos seres humanos ou humanidade, destinados a dominar o mal e demonstrar o bem numa existência humana. “Quem crê em Mim, ainda que esteja morto, viverá” (João 11: 25). Quem é este “Mim”? Não é um Deus externo, ou uma Mente divina externa. Conforme registros, Jesus disse aquelas palavras; contudo, ele não as estava pronunciando como um homem, como um ser humano, como um mestre ou curador: ele as proferiu como o “EU ÚNICO EM SI”.

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Crenças Sem Sustentação, Desabam!

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Enquanto alguém aparentemente vive “materialmente”, acreditando em vida humana e a endossando com naturalidade, sua suposta vida terrena contará com certa estabilidade, dentro dos padrões das CRENÇAS COLETIVAS que o levam a vivenciar ora o bem, ora o mal aceitos por elas. Entretanto, quando os princípios da Verdade são estudados, aceitos e contemplados, aquelas CRENÇAS perdem o endosso antes recebido, por estar a pessoa se identificando com a Verdade e não mais com elas.

Se esta dedicação for pequena, pequena será a “agitação nas crenças”; entretanto, se for uma dedicação radical, contínua e absoluta, haverá uma “agitação nas crenças” correspondente, uma vez que elas estariam sendo descartadas pelo endosso transferido à Verdade.

As CRENÇAS COLETIVAS se utilizam da “mente carnal” para projetar sua ILUSÕES! É o que Paulo chama de “visão pelo espelho em enigma”: imagens imperfeitas geradas pela inaptidão daquele “espelho” em  refletir o que é HARMONIOSO E PERFEITO SEMPRE!

O cuidado a ser tomado, é quanto a “permanecermos em MIM” e não mais nas “imagens do espelho em enigma”. Aquele “eu”, mostrado por ele, é a ILUSÃO, enquanto todos nós somos O CRISTO, integrantes das “Obras permanentes de Deus”.

A pessoa saberá quando estiver fazendo esta identificação correta quando não mais se identificar com o “espelho em suas mutações”, dizendo, por exemplo: “Isto pelo qual estou passando, deve ser desintegração da ilusão!”  A ILUSÃO ESTARIA PASSANDO, E NUNCA ELA, QUE JAMAIS DEIXOU DE ESTAR NA ONIPRESENÇA PERFEITA!

Se alguém reconhece que DEUS É TUDO, e que está em UNIDADE COM DEUS, não poderá, depois, negar toda a Verdade por se identificar com o “EU ILUSÓRIO EM DESINTEGRAÇÃO”!

DEUS É NOSSO ÚNICO EU! Portanto, sejam quais forem os “cenários visíveis”, faça total abstração deles, deixando DEUS SER O EU QUE SOMOS, sem acrescentar opiniões vindas das ”aparências”, que são TODAS ilusórias!

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A Ciência Mental E O Poder Da Palavra-13

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A Lei da mente assim diz: “Aquilo que for reconhecido, aparecerá”. A Seicho-no-ie apresentou o seguinte relato, que me ficou-me bem marcado: uma senhora, indo buscar seu filho na escola, observou que todas as crianças andavam com boa postura, menos o filho dela, que andava encurvado como idoso. Chamou-o e mostrou a ele como os outros procediam, para que ele se corrigisse; entretanto, de nada adiantava. E então, ela foi pedir orientação, e escutou da pessoa que a atendeu: “Você fica querendo corrigir um filho de Deus perfeito! Pare com isso! Veja seu filho como Deus o vê!”

No outro dia, indo a escola novamente, buscar a criança, viu o menino encurvado como antes, mas disse a ele: “Hoje eu gostei de ver! Você está andando como Filho de Deus!” E foi o fim da questão! Para corresponder à visão das mãe, e de Deus, ele passou a andar corretamente! Este é um caso típico do “poder da palavra” endossando o Absoluto, sem ter olhos para o “mundo de aparências”.

Um outro caso, e que também me ficou marcado, foi o de um idoso que, indo à palestra da Seicho-no-ie, estava todo curvo, e o preletor disse a ele: “Você é Filho de Deus! Por que anda dessa forma?” E ele respondeu: “Você não sabe pelo que eu passei! Fui combatente numa revolução; um tiro de fuzil atingiu a minha coluna e eu fiquei desse jeito!” E o preletor disse a ele: “A sua coluna atual nunca levou tiro! A que levou já foi substituída várias vezes, pois, de sete em sete anos, as células do corpo são todas renovadas!” E ouvindo e aceitando a “explicação científica”, a ILUSÃO o deixou!

Toda argumentação que endosse a Verdade de que “o homem é perfeito”, se for por ele aceita, mostrará resultado. Isto porque o “mundo fenomênico” não existe! Somente existe Deus! E há pessoas que não alcançam aceitar diretamente a Verdade, quando, então, são curadas pela Ciência Mental e com o”Poder da palavra”.

A “Fórmula Mágica”, uma mentalização que preparei há anos para este fim, isto é, para “trocarmos a visão humana pela divina”, mostrou-se eficaz sendo usada por pessoas que, inclusive, nada conheciam dos estudos metafísicos! Assim, transcrevo-a abaixo:

A FÓRMULA MÁGICA

…………………….(mentalizar o nome da suposta pessoa com problema), perdoe-me por tê-lo(a) visto como pessoa problemática (doente, desajustada, com vícios, etc.)! Percebo, agora, que a falha estava em minha maneira de vê-lo(a). Você é um ser espiritual perfeito! Você é a própria Vida de Deus, vivendo a meu lado para dar-me felicidade! Desejo-lhe, agora, toda a felicidade do mundo! Agradeço-lhe por ter-me servido de treinamento , abrindo-me os olhos espirituais para a Existência verdadeira, que é divina, espiritual e perfeita!

OBS: Fazer este reconhecimento em silêncio, duas vezes ao dia, durante 10-15min. No início, talvez a situação pareça estar piorando; é normal, pois, para surgir a imagem visível harmônica ocorre, antes, um rearranjo subconsciente. Permanecer na Fórmula Mágica; a solução estará a caminho.

Continua..>

 

“Mesmo Sentimento Que Houve Em Cristo Jesus”

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A Realidade é ESPIRITUAL, e é a única Existência reconhecida por Deus, pois é onipresente; quando “percebemos existência terrena”, igualmente percebemos ser ela uma “mentira”, o que se traduz pelas declarações de Jesus: “O meu reino não é deste mundo”; “o príncipe deste mundo é o Satanás, o pai da mentira e mentiroso desde o princípio”.

Em Filipenses 2: 5-7, Paulo assim diz: “De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, que sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens”.

Quando os ensinamentos absolutistas afirmam que “DEUS É TUDO, INCLUSIVE QUEM SOMOS”, o que mais encontramos, é a errônea interpretação de que estamos afirmando que o suposto “eu”, que a mente humana vê e traduz como “quem somos”, seja Deus! Paulo está explicando que “o que a MENTIRA diz que somos” nunca pode ser confundida com a “VERDADE que somos”, ou seja, JESUS SABIA SER DEUS E SABIA QUE SUA IMAGEM, NO MUNDO DO PAI DA MENTIRA, ERA TAMBÉM MENTIROSA, ISTO É, SUA REAL E ÚNICA IMAGEM DIVINA NÃO SERIA, JAMAIS, A IMAGEM VISÍVEL GERADA TEMPORARIAMENTE PELA MENTE HUMANA.

Dizer, portanto, que “ele aniquilou-se a si mesmo” não significa ter ele aniquilado a Verdade de SER DEUS, o que lhe seria IMPOSSÍVEL, mas sim, ter “aniquilado a si mesmo como o humano”, visto COMO SE FOSSE ELE, pela ilusória mente humana.

Em outras palavras, Jesus tinha total consciência de que, sendo visto pelos “olhos da VERDADE”, seria visto como DEUS; e tinha, ao mesmo tempo, total consciência de que, sendo visto pelos “olhos da MENTIRA”, seria visto como SERVO. É este MESMO SENTIMENTO que Paulo diz que nós todos devemos ter, COM RELAÇÃO AO SER QUE SOMOS!

Afirme e contemple: 

“EU SOU DEUS”, assumo ter o MESMO SENTIMENTO QUE HOUVE EM CRISTO JESUS, ou seja, sei que VISTO pelo Sentido Espiritual, eu integro a Onipresença divina como “obra permanente de Deus”, e, ao mesmo tempo, sei que “VISTO” pelos supostos “sentidos humanos”, eu integro a “ilusão” de “existência humana! SOMENTE EXISTE A REALIDADE ESPIRITUAL; QUALQUER QUE POSSA SER UMA “IMAGEM MINHA”, NO “MUNDO DO PAI DA MENTIRA’, ELA É “NADA”: O “MEU REINO” NÃO É “DESTE MUNDO”!

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Pedir Ou Não Pedir; Eis A Questão!

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No estudo absolutista, “pedir é ter”, e nunca “não ter”. Há pessoas que ficam sem entender Jesus, quando encontram na Bíblia, ora que devemos pedir algo a Deus, ora que nada precisamos pedir, por Deus, de antemão, saber de todas as nossas necessidades: “Por isso vos digo que tudo o que pedirdes, orando, crede que o recebereis, e tê-lo-eis” (Mc. 11: 24); “Vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes (Mt. 6: 8).

Quem se “julgar pela carne”, se verá no ilusório “mundo fenomênico”, sempre crendo precisar de algo! Quem se” julgar pelo juízo justo”, se verá “um com Deus”, sem sentir outra coisa, senão a percepção de estar Autossuprido como a própria Consciência divina onipresente.

O fato a ser observado é um só: esteja alguém precisando de algo, por estar empregando a suposta “mente carnal”, ou esteja ele se percebendo “um com Deus”, já Autossuprido na Onipresença, SUA REALIDADE É SEMPRE A MESMA! Que significa isto? SIGNIFICA QUE A MENTE QUE VÊ CARÊNCIA, A SUPOSTA MENTE HUMANA, ALÉM DE NÃO SER A SUA MENTE VERDADEIRA, NÃO ALTERA EM NADA A VERDADE ABSOLUTA DE JÁ ESTAR ELE JÁ SUPRIDO DE TUDO, EM SUA “FORMAÇÃO DA A ONIPRESENÇA” OU “UNIDADE PERFEITA”.

Se um bilionário for hipnotizado para acreditar ser um “morador de rua”, esta “sugestão hipnótica” em nada alteraria o montante de sua fortuna. Do mesmo modo, alguém hipnotizado pelas CRENÇAS COLETIVAS, pela “sugestão hipnótica” de “ESTAR SEPARADO DA FORTUNA ABSOLUTA DE DEUS”, em momento algum, aquilo poderia estar sendo “fato verdadeiro”: DEUS É TUDO! SUA ONIPRESENÇA É AUTOSSUPRIDA ININTERRUPTAMENTE! DELA “FAZEMOS PARTE”.

A questão do “suprimento”, portanto, está ligada à AUTOCONTEMPLAÇÃO, e não à PETIÇÃO. Quem entender isto, entenderá Jesus, pois, em vez de se ver identificado com um ilusório “eu fenomênico”, carente e pedindo algo a Deus, se verá identificado com a ONIPRESENÇA DE DEUS AUTOSSUPRIDA, de forma a não poder estar necessitado de nada!

A Consciência única é Deus; assim, quando nos identificamos com a “totalidade de Deus”, ou com Sua Oniação, estamos conscientes como esta Consciência única, que Deus é. E então, não precisaremos nem poderemos “usar mente que pede” – a ilusória “mente carnal” – seja por saúde, ar para respirar, pessoa para colaborar, dinheiro, ou outra coisa qualquer! Estaremos operando não no mundo, mas na Oniação, e estando conscientes disso. Em outras palavras, estaremos nos vendo como o Filho “que se honra como honra o Pai”, que é o “juízo justo”, na percepção inequívoca e absoluta de que “tudo que é meu é do Pai, tudo que é do Pai é meu”.

Marie S. Watts disse o seguinte:

O Suprimento, no aspecto de Si mesmo como dinheiro, está sempre presente, por consistir de sua Consciência, a qual está sempre presente. Sempre que  houver uma aparente necessidade de dinheiro, isto só indica que sua atenção está focalizada nesse aspecto da Consciência que você é, e que se torna importante para algum cumprimento de objetivo. Jamais negue a Presença de algo que seja necessário à sua inteireza, sua alegria, paz, ou ao seu cumprimento de objetivo. Por isso, é bom que perceba a Verdade absoluta de que o Suprimento—inclusive o dinheiro – está sempre presente em e como a Consciência que você é. Assim, ao surgir alguma aparente necessidade, não focalize sobre ela a sua atenção; antes, faça com que sua atenção permaneça no Suprimento sempre presente, que consiste de sua própria Consciência divina.

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Sendo o “Eu” Que Não Sonha Nem Vê Sonhador!

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Se víssemos alguém dormindo, suando e se debatendo desesperadamente, de imediato perceberíamos estar ele vivenciando um pesadelo. Ele estaria se vendo no cenário do pesadelo? Aparentemente, apenas, pois, ele, que estaria sendo visto por nós dormindo, para ele mesmo, não estaria sendo percebido. Por quê? Por estar se identificando com “outro eu” que, ilusoriamente, no pesadelo, estaria atraindo toda a sua atenção.

Se em seu pesadelo  nós também  lhe aparecermos, ele nos verá onde nós jamais estivemos, ou seja, participando de seu sonho, Mas, para ele, ao lado dele estaríamos, não em seu quarto, vendo-o sofrer, mas sim, também padecendo em função daquelas imagens com as quais ele aparentemente se mostraria envolvido.

Quando estudamos a Verdade, aprendemos que “não existe mundo fenomênico”! É explicado que já estamos no Mundo Perfeito, na Realidade única e iluminada mantida por Deus. Que é esta “imagem fenomênica” aparentemente “vista”, em que aparece “outro eu”, sem ser DEUS, “enxergando alguém dormindo, suando e se debatendo desesperadamente”? Esta “imagem”, em que você diz estar, e diz “perceber alguém num pesadelo”, é que é a ILUSÃO! É VOCÊ QUE, SEM ESTAR VOLTADO AO SEU “EU”, SE MOSTRA IDENTIFICADO COM “OUTRO EU”, E QUE, ALÉM DISSO, VÊ EM SEU SONHO A PRESENÇA DE UM TERCEIRO “SONHANDO” E SENDO NÃO ELE PRÓPRIO, MAS UM “OUTRO EU” EM PESADELO!

QUE É ILUSÃO? A CRENÇA DE QUE O FENÔMENO EXISTE, E QUE, ESTANDO NELE, VEMOS “ALGUÉM” SONHANDO E TENDO PESADELO! QUE É O CHAMADO “DESPERTAR ESPIRITUAL”? É VOCÊ DESCONHECER “OUTRO EU”, QUE NÃO DEUS SENDO VOCÊ, CAPAZ DE “ESTAR NASCIDO EM MUNDO MATERIAL, E COM CAPACIDADE DE NELE VER “ALGUÉM EM PESADELO”. EM OUTRAS PALAVRAS, O “EU”, QUE VÊ UM “OUTRO SONHANDO” SE IDENTIFICANDO COM O “EU” DE SEU PESADELO”, É QUE É A ILUSÃO “VENDO” ILUSÃO! ESTE É “O NADA” VENDO “COISA NENHUMA”, REVELADO PELOS ENSINAMENTOS ABSOLUTOS.

Não existe nenhum “eu” vendo alguém “em pesadelo”; assim, quem “desperta” não é o “sonhador visto”, mas “aquele que vê o sonhador”. É este “eu” que NÃO EXISTE, QUE NÃO TEM VIDA, QUE NÃO TEM SUBSTÂNCIA, INTELIGÊNCIA NEM REALIDADE! É este “eu” – do ilusório “mundo fenomênico” – que somos convidados a  nos despojar, para ficarmos “em MIM”, não identificados com um “sonho coletivo”, mas simplesmente sendo QUEM SOMOS: DEUS EVIDENCIADO COMO NOSSO PRÓPRIO “EU”.

Enquanto parecer haver “alguém” identificando-se com “eu fenomênico”, ele estará identificado com A ILUSÃO, e não com quem REALMENTE É; e então, todos os demais, aparentemente vistos por “ele”, serão A ILUSÃO APARECENDO COMO PESSOA; A ILUSÃO APARECENDO COMO MUNDO; A ILUSÃO APARECENDO COMO SE FOSSE “ELE PRÓPRIO”.

Analise e entenda o exposto, e, desse modo, poderá livremente CONTEMPLAR DEUS SENDO DEUS COMO VOCÊ!

 

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“Sempre Tem Vinho!”

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Na passagem bíblica conhecida como “Bodas de Caná”, Jesus era um dos convidados para a festa, regada a vinho, quando Maria veio trazer-lhe a notícia de que “o vinho havia se acabado”. Disse ela a Jesus: “Não tem vinho!”. Como resposta, ela dele ouviu: “Mulher, que tenho eu a ver contigo? Ainda não é chegada a minha hora” (João, 2: 4). Em seguida, mandou que enchessem de água as talhas, e levassem ao mestre-sala. Provando a água feita vinho, sem saber a sua origem, disse ao esposo: “Todo homem põe primeiro o vinho bom, mas tu guardaste até agora o bom vinho!”.

Vemos, neste episódio, o contraste entre a “visão humana” e a “visão crística”. A festa seguia completa, até que a “visão humana”, de Maria, deu informação de haver “carência” à “visão crística”, de Jesus, que lhe disse “nada ter a ver com ela”. A “visão crística” nada “tem a ver” com “aparências”de carência! Unicamente reconhece o Universo CONSUMADO da Realidade Espiritual , que é substancial – preenchida da Substância divina onipresente e permanente, sem que jamais haja sequer a possibilidade de “faltar algo”.

Diante da “visão absoluta”, que enxerga a Substância incólume subjacente às “aparências” testemunhadas pela “mente carnal”, que são todas ilusórias, as “imagens de carência” são “transformadas” em “imagens já supridas”, ou seja, é feito “na terra” como é “no céu”.

Caso alguém esteja sentindo “falta de vinho” em algum setor de sua vida, isto é, falta de saúde, falta de paz, falta de dinheiro, falta de companhia, etc., deve fazer o quê? Deve dizer à sua Maria (mente carnal): “Nada tenho a ver contigo”! Em seguida, exatamente onde os sentidos humanos viam “carência”, deve reconhecer ser “chegada a sua hora”, isto é, a “hora de se ver “dotado da Mente de Cristo”, do Sentido espiritual apto a ver o Agora infinitamente Autossuprido. Assim, o que aparentava ser “imagem com algo faltante” (água em lugar de vinho), se “transforma” em “imagem suprida” (tendo vinho), pela atividade da Mente crística (Oniação), que impõe ali a supremacia da Verdade sobre a ilusão.

Desse modo, a “imagem hipnótica”, antes vinda livremente e sem controle das “crenças coletivas”, a partir do “domínio” da Verdade, aparentemente se refaz em forma de “imagem suprida”, como “reflexo” do Bem permanente reconhecido pela Mente de Cristo, que todos nós temos.

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Sabedoria Na Boca, Entendimento No Coração

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O hábito coletivo de se fazer a identificação com a suposta “mente carnal” gera o “condicionamento” ou a “sujeição” às ilusórias “formas materiais”. Se as Escrituras nos revelam que “somos o Templo de Deus”, por exemplo, é mais do que provável que alguém entenda que o Templo de Deus seja um “corpo físico”. Por quê? Porque a humanidade acredita “ter nascido em mundo material”, e esta “crença na matéria” a leva, erroneamente, a tudo interpretar como  sendo algo de natureza material.

O Universo real é Espírito, e não matéria. Deus é Espírito, e o que n’Ele somos, é puramente Espírito. Portanto, diante das revelações absolutas, devemos sempre associá-las com Formas Espirituais, em vez de fazê-lo com “formas materiais”, com “Obras permanentes”, em vez de “obras temporárias”, e com “o que era desde o princípio”, em vez de com “algo que teve começo”.

“A minha boca falará da sabedoria, e a meditação do meu coração será de entendimento” (Salmo 49: 3). Esta citação traduz como devemos agir, diante das revelações e  de nosso estudo da Verdade. Que é “a boca falar da sabedoria”? É mantermos nosso discurso afinado com as revelações e não com as “crenças materiais”. Que é “meditar do coração tendo entendimento”? É aceitarmos as Verdades com “coração de criança”, desconsiderando objeções e opiniões do intelecto, de forma que nosso “discurso da sabedoria” seja espontaneamente endossado e percebido pelo entendimento sempre presente em nossa Consciência iluminada. Por isso associamos a Ciência Mental ao estudo absoluto da Verdade, ou seja, usamos as “afirmações da Verdade” e o “poder da palavra”, para que “a boca fale da sabedoria”; em seguida, passamos diretamente à “meditação de entendimento do nosso coração”.

Voltando ao exemplo do corpo, que é revelado como “Templo de Deus”, como saber que “a boca fala da sabedoria”? Quando afirmamos que ele é ESPIRITUAL, OBRA PERMANENTE, E EXISTENTE ”DESDE O PRINCÍPIO”. Desse modo, anulamos as aceitações ilusórias das “crenças coletivas”. Em seguida, nossas “palavras da sabedoria” ficarão à disposição de nosso “Coração”, isto é, de nossa iluminada Consciência crística, com a qual nos manteremos afinados e receptivos ao “entendimento absoluto”,   intrínseco a ela “desde o princípio”.

Esta é a Prática da Verdade, que exclui esforço mental por não levar em conta quaisquer objeções intelectuais. Somente confirmamos as revelações ou princípios, para “ir a Mim”, à nossa Consciência iluminada, onde reside o “entendimento eterno” de toda a Verdade referente ao Ser que somos, que é Deus.

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Voando Acima Das Nuvens!

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Certa vez, numa manhã chuvosa e, portanto, de tempo fechado, tomei um avião e ele, alçando voo, cruzou a camada de espessas nuvens, posicionando-se  acima de todas elas para seguir viagem. O que pude observar pela janela do avião foi o seguinte: acima, estava o céu completamente azul, com o Sol em seu radiante brilho, e, abaixo, um “tapete” de nuvens espessas. Acima delas, o avião não tinha a resistência encontrada pouco antes, ao ter de cruzá-las para seguir sob o céu azul e ensolarado!

As “aparências” do suposto “mundo fenomênico” atuam como “nuvens”, ou seja, tentam nos iludir, mostrando “tempo fechado” em dia ensolarado, e tentam se mostrar “resistentes” em nossa “subida ao Pai”, quando “contemplamos a Verdade” de que DEUS É TUDO. Como devemos agir? Como agiu o piloto do avião! Com a convicção plena de que, ao decolar,  estaria com o PODER de “ver céu sem nuvens”, tanto ao cruzá-las na subida como ao seguir viagem livre delas!

As “aparências” são “miragens”; sua atuação hipnótica jamais é “poder” capaz de barrar a livre “expressão do Cristo” que somos. Por quê? Porque DEUS É ONIPOTÊNCIA ONIPRESENTE, sempre contando com o NOSSO PODER E COM  A NOSSA PRESENÇA para ser TUDO! Nossa “subida ao Pai”, portanto, é meramente “cruzarmos nuvens hipnóticas”, contemplarmos o “céu azul” da Realidade Absoluta, sem que, em momento algum, estivéssemos aceitando “resistência à Onipotência”.

É nesta compreensão que a recomendação de Jesus se fundamenta: “Não resistais ao maligno!”. A ONIPOTÊNCIA ONIPRESENTE É CÉU AZUL PERMANENTE! E “NELE VIVEMOS, NOS MOVEMOS E EXISTIMOS”.

DEUS É TUDO! A TOTALIDADE DA EXISTÊNCIA! Este é o “ponto de partida”  do ensinamento absoluto, que nos impede de reconhecer  “tempo fechado” e a suposta “resistência” por ele oferecida, quanto à nossa “subida ao Pai”. São “aparências”! São “nuvens hipnóticas”! São “miragens”! Eis porque eu sempre digo que “SUBIMOS AO PAI DE CIMA PARA BAIXO”!

As “nuvens hipnóticas” não são realidades! Não têm substância, presença nem poder! São a própria ILUSÃO! Enquanto alguém “resistir a elas”,  APARENTARÃO existir! MAS, QUANDO VOCÊ FIZER COMO O AVIÃO, INDO RUMO A ELAS CONVICTO DE QUE NÃO SÃO PRESENÇA NEM PODER, O “CÉU AZUL” DA REALIDADE ESPIRITUAL SERÁ VISTO E VIVENCIADO POR VOCÊ! SEMPRE ESTIVERA SENDO A ÚNICA REALIDADE, UNIVERSALMENTE PRESENTE E EVIDENCIADA!

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A Ciência Mental E O Poder Da Palavra-13

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A Ciência Mental, como o próprio nome diz, é ciência, e trabalha cientificamente em nossas vidas como endosso radical da Verdade que somos. Quem for analisá-la intelectualmente, dirá ser absurda, pois, seus fundamentos estão na fé no absoluto e nunca nas ilusórias “aparências visíveis”.

Em vista disso, devemos entender a Ciência Mental como endosso e confirmação das “loucuras de Deus”, sem nos deixarmos perturbar pela opinião do mundo de que sua prática seja ilógica. Quando estudamos a Verdade de que DEUS É TUDO, “ilógico” seria afirmarmos carências, limitações e envolvimentos com as “aparências fraudulentas”, apresentadas pela suposta mente humana. “As coisas dos homens são tolices para Deus”, disse Paulo.

Diante das “aparências de adversidades”, cada um de nós vive incólume e autossuprido como Deus, uma vez que nossa identidade é o próprio Deus Se evidenciando como Ser individual. Se a “aparência” destoar do que SOMOS, iremos NEGAR A IMPERFEIÇÃO e AFIRMAR A PERFEIÇÃO, e de uma maneira convicta que, praticamente, nos leve a “VER” mentalmente a Realidade consumada subjacente àquela “aparência ilusória”. Visualizar a cena como “prece já atendida” será também útil, uma vez que a mente trabalha com imagens e não com palavras. Desse modo, a Ciência Mental nos ensina a “visualizar” a suposta situação plenamente “resolvida”, e, ao mesmo tempo,  a “darmos graças a Deus” por isto! Estas táticas podem ser encontradas sendo empregadas por Jesus em várias passagens registradas na Bíblia, quando o vemos “reconhecer” estar atendido, abençoar e dar graças ao Pai em vista disso, e sem ter olhos que “endossem” imperfeições ou carências.

Como aqui vem sendo repetido, a Ciência Mental endossa as Verdades absolutas, deixando a mente em paz, em frequência elevada de “caso resolvido” e não de “caso preocupante”, deixando-nos afinados com a Verdade Absoluta de que é sempre AGORA, e que, neste AGORA, não existem problemas, não existem sofrimentos, não existem doenças, pecados, nascimentos nem mortes: existe unicamente DEUS sendo o EU que EU SOU!

Uma pessoa comum, que não estude a Verdade, se acordar sentindo forte dor na perna, logo a estará confirmando mentalmente: “Puxa, que dor na perna!” Com isso, terá aberto a tela de exibição do “filme ilusório”! Acreditará ter “perna material” que sente dor, quando, sabemos, toda suposta ”dor” jamais se encontra na ilusória “matéria”, e sim, na “mente ilusória coletiva”, que sustenta as crenças no bem e no mal. Assim, sem conhecer a Visão Absoluta e sem conhecer a Ciência Mental, a pessoa estará acreditando e endossando a ILUSÃO, sem noção alguma da Verdade já presente e sendo quem realmente ela é.

Como reagiria um estudante da Verdade, diante da mesma “aparência” ? Imediatamente faria a “Autocontemplação”, reconhecendo seu Corpo como ESPIRITUAL e sendo O TEMPLO PERFEITO DE DEUS. E caso ele fosse obrigado a interromper a meditação, para cumprir compromissos de seu dia a dia, iria NEGAR: “NÃO EXISTE DOR! NÃO EXISTE MATÉRIA! NÃO EXISTE MENTE QUE ACREDITE EM DOR, EM MATÉRIA, EM PERNA DOLORIDA!” Em seguida, iria AFIRMAR: “SOU UM COM DEUS! MEU CORPO EXPRESSA A PERFEIÇÃO DE DEUS! DOU GRAÇAS AO PAI PELA MINHA SAÚDE INTEGRAL E PERFEITA”!

Continua..>

Unicamente A Sabedoria Da Mente Divina É Sabedoria Real!

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Quando os ensinamentos afirmam que DEUS É TUDO, afirmam também que TUDO É DEUS, deixando bem claro que o suposto “mundo fenomênico”, por não ser Espírito, não faz “parte do TUDO”, e sim, é puríssimo NADA!

Desde que passei a divulgar a “totalidade de Deus”, por ter visto esta Verdade ser-me revelada, continuamente vinha-me alguém trazendo de volta a falsa CRENÇA em “mundo material”. Sempre havia algum tipo de argumentação intelectual, partindo da própria pessoa, ou trazido por ela, em virtude de ter ela lido outros ensinamentos levando em conta a existência de “mundo fenomênico”,  inclusive arranjando para ele “objetivos elevados”. Enfim, A TOTALIDADE DE DEUS era costumeiramente negada! E sempre que estas argumentações recebiam o meu repúdio, muitas pessoas a mim retornavam, mas sempre voltando com os mesmos pontos de vista! E era quando eu as convidava a não mais me procurar!

Eu não consigo conceber a ideia de RETER CRENÇAS FALSAS sobre a Verdade na suposta mente humana de alguém. E quando, aparentemente, chega-me alguém com CRENÇAS FALSAS, eu só vejo sentido em recebê-lo se  for para DAR FIM A ELAS! Quem estiver desejoso de não abrir mão delas, eu não vejo sentido nenhum em que me procurem para, novamente, repetir os mesmos antigos argumentos, já antes  refutados.

DEUS É TUDO; TUDO É DEUS! NADA MAIS É REALIDADE! QUALQUER IDEIA EM CONTRÁRIO É ILUSÃO!

Comentando com um evangélico que Jesus havia dito que a humanidade “erra por não conhecer as Escrituras nem o Poder de Deus”, ele começou a recitar, sem parar, citações e mais citações da Bíblia. Eu disse a ele: “Não é preciso ser “enciclopédia ambulante” de Escrituras; importa, é evidente, conhecer a letra da Verdade, porém, o mais importante, é ter “coração de criança” para se abrir à presença ÚNICA de Deus, que está em nós, e “ter a experiência de Deus” por revelação!” Ele me respondeu: “Já vi que você conhece pouco das Escrituras, porque, nelas, está dito que devemos continuamente nos aprofundar!” Eu disse a ele: “Se alguém buscar a Deus com “coração de criança”, uma única citação bíblica, que o tenha tocado, lhe bastará; Deus não leva em conta “sábios e entendidos”; além disso, esta sua sabedoria humana, mesmo sendo relativa às Escrituras, é “conhecimento da mente carnal”,  e faz, portanto, parte da”sabedoria da serpente”, e não da Mente de Cristo que temos. Por isso Jesus disse que as revelações são para os “pequeninos” e não para “sábios e entendidos”, como os fariseus de sua época. Você age como um deles! Dispara citações e mais citações, achando que isto é ser cristão; porém, isto é ser fanático!” E ele me disse: “Já vi que você não quer ser melhor conhecedor das Escrituras; quer ganhar a “briga” comigo, em vez de analisar o que eu lhe estou ensinando!” E eu perguntei a ele: “Você, que tanto cita a Bíblia, que tanto se aprofunda em seu entendimento, JÁ VIU O REINO DE DEUS?  Se nunca o viu, toda a sua argumentação é em cima de algo que NÃO FUNCIONOU! Se o ladrão, na cruz, fosse depender de você, para estar no Paraíso no MESMO DIA, ele iria ter de SE APROFUNDAR EM MILHARES DE CITAÇÕES ATÉ HOJE! E você, com este vasto estudo profundo das Escrituras, só viu “as coisas de César”!” Irritado, ele me disse: “Você será condenado pela sua pretensão e falta de interesse em se aprofundar nas Escrituras!” E então, encerrando, eu disse a ele: “Eu mesmo me condeno; condeno-me a dizer-lhe ADEUS! ‘Não se deita vinho novo em odres velhos’. E quando resolver deixar o fanatismo em troca do Reino de Deus, já sabe o que terá de fazer: IR A DEUS, EM VOCÊ MESMO, SEM SABEDORIA HUMANA NENHUMA, COM “CORAÇÃO DE CRIANÇA”, E OUVIDOS ABERTOS ÀS SUAS REVELAÇÕES! O RESTO, É PALHA!“.

Estas aparentes “discussões” são muito úteis por deixarem “sementes” naqueles que se envaidecem pela “cultura religiosa” que intelectualmente  obtiveram; entretanto, não devem ser repetidas em quem já as ouviu e não se interessou em acatar! Após lançadas as sementes, elas serão adubadas pelo próprio Deus,  – Autorrevelação – que é TUDO como a pessoa, mesmo que, aparentemente, ela ainda não o reconheça.

SOMENTE EXISTE DEUS! NÃO HÁ SER NENHUM SE APROFUNDANDO EM ESCRITURAS! O SUPOSTO “MUNDO FENOMÊNICO” É UMA ILUSÃO! Como disse Jesus, “VÓS TAMBÉM TESTIFICAREIS, POIS, ESTIVESTES COMIGO DESDE O PRINCÍPIO”!

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A Autopercepção Da Perfeição Absoluta

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Quando as Escrituras revelam que “Temos a Mente de Cristo”, e não “mente humana”, estão nos separando da ILUSÃO e de seus quadros hipnóticos, que tentam nos convencer da dualidade e das supostas “sensações” nas “aparências”. E é por isso que partimos de um “Referencial divino”, real e perfeito, isto é, partimos de DEUS SENDO QUEM SOMOS EM AUTOPERCEPÇÃO DA  SUA PERFEIÇÃO ABSOLUTA.

DEUS É TUDO! Em vista disso, não levamos em conta, durante as “contemplações da Verdade”, quaisquer ilusórias imperfeições e muito menos “outro eu”, imperfeito, coexistindo com o “Eu Onipresente” em AUTOPERCEPÇÃO, OU EM PERCEPÇÃO DE SUA PRÓPRIA PERFEIÇÃO,  de uma forma que abranja o INFINITO!

Não existe “outra mente” ao lado da Mente de Deus, e nem poderia haver! DEUS É DEUS! A ONIPRESENÇA IMUTÁVEL QUE CONSTITUI A TOTALIDADE DO UNIVERSO, E A TOTALIDADE, PORTANTO, DO SER INDIVIDUAL QUE SOMOS: O CRISTO!

Por ser esta a Verdade Absoluta, assim disse o apóstolo Paulo: “CRISTO É TUDO EM TODOS” (Col. 3: 11), o que equivale a dizer que a Mente de DEUS é a nossa Mente individual e que Deus, como ser específico, ou individual, está evidenciado como DEUS NA FORMA DO CRISTO, O FILHO QUE SOMOS, EM NOSSA TOTALIDADE!

Entre na Prática do Silêncio reconhecendo que O UNIVERSO REAL E ÚNICO É DEUS EM PERCEPÇÃO DE SUA TOTALIDADE COMO PERFEIÇÃO IMUTÁVEL, OU SEJA, EM AUTOPERCEPÇÃO INFINITA QUE EXCLUA “OUTRO” AO LADO DE “MIM”. Contemple o FATO ETERNO de que, AQUI E AGORA, UNICAMENTE EXISTE DEUS SENDO DEUS COMO O SER QUE VOCÊ É! E contemple a Unidade Perfeita revelada por Jesus, “EU E O PAI SOMOS UM”, excluindo, radical e completamente, qualquer outra suposta existência que não seja DEUS!

DEUS, REALMENTE, É TUDO!

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Contemple-se Ativo Como Oniação Divina!

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A atividade real de cada um de nós é unicamente como Oniação divina, ou seja, é ali que somos um com a Onipresença e nos vemos como eternamente somos ativos. O que a suposta mente humana nos apresenta como “alguém ativo” só poderia ser equiparado a um sonhador que “se visse ativo” em seu sonho! Sonhando, ele estaria convicto de ser a figura do sonho; porém, dele acordando, tal figura se revelaria como sempre estivera sendo: puríssimo “nada”.

É importantíssimo darmos início às “contemplações da Verdade” a partir de Deus, isto é, de nosso EU ILUMINADO E “DESPERTO”. Unicamente Deus é realidade, e, em vista disso, a Vida que somos, é Deus vivendo, e como Oniação onipresente.

A suposta “mente humana” desenha uma “miragem ativa”  em mutação; que devemos reconhecer? Que é “miragem”, sem ficarmos “avaliando” suas ilusórias movimentações, que são meras “sombras mortas” que se “mexem”  como se, de fato, a “miragem” fosse realidade! A percepção de que “miragem é miragem”, ALGO COMPLETAMENTE IRREAL, nos deixa aptos a CONTEMPLAR O REAL,  A NOSSA AÇÃO INDIVIDUAL INCLUSA NA ONIAÇÃO DIVINA, QUE É PERMANENTEMENTE PERFEITA E GLORIOSA!

As “contemplações absolutas” devem ser praticadas em momentos em que dispomos de tempo livre para a elas nos dedicarmos. Os artigos fornecem o “batismo com água”, que são a letra ou os princípios da Verdade. A partir das leituras, cada detalhe deverá ser levado em consideração, ser percebido e “contemplado”, ou seja, temos de nos ver identificados com a Mente de Cristo, a Mente que “enxerga” a nossa presença na Oniação e que, por isso mesmo, reconhece o suposto “mundo fenomênico” como “miragem”, uma irrealidade que traduz uma “ausência”, e nunca uma “coexistência” com a Verdade Absoluta.

Por isso, sempre que os princípios espirituais são apresentados, também é enfatizado que “devem ser contemplados”, o que, às vezes, conseguimos realizar em poucos instantes, porém, em outras, um tempo maior aparentemente nos será requerido. E para anularmos este suposto “tempo”, devemos incluir na “contemplação”  o fato de que SOMENTE EXISTE O AGORA!

“Contemplar”, portanto, não é ficar com a “mente parada”, mas sim ATIVA COMO DEUS, ATIVA COMO A MENTE DE DEUS. É nesta percepção contemplativa que nos vemos IDENTIFICADOS COM A UNIDADE PERFEITA, COM A ONIPRESENÇA ONIPOTENTE, E COM A NOSSA REAL ATIVIDADE,   “INCLUSA” NA ONIAÇÃO  ETERNA E ABSOLUTA!

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Crise De Identidade

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Muita gente confessa achar mais fácil dizer “Eu sou um com Deus”, ou “Eu sou um reflexo de Deus” do que afirmar que “EU SOU DEUS”. Contudo, estas mesmas pessoas declaram que DEUS É TUDO. Como Deus É tudo, então Deus deve ser o EU SOU que você é, e este EU SOU, que você é, pode certamente dizer: “Eu sou Deus”.Para a maioria dos religiosos é uma blasfêmia alguém dizer: “Eu sou Deus”. Entretanto, para um Absolutista (alguém que sabe que Deus é Tudo), é uma blasfêmia dizer e se conhecer como algo que não seja Deus.

Leitor, não estou encorajando-o a elevar uma identidade humana ao patamar divino. Estou encorajando-o a entender a nulidade de sua imaginada identidade humana, e discernir sua Deus-identidade como sendo sua única Identidade.
Conscientizando sua Verdadeira identidade, você com júbilo também saberá:

* Eu sou a Vida que não nasce, que não morre, que é sem idade e atemporal.
* Eu sou TUDO que o AMOR é.
* Eu sou SUBSTÂNCIA imensurável, irrestrita e infinita.
* Eu sou TODO PODER.
* Eu sou TODA PRESENÇA.
* EU SOU aquele que SOU.

Não creia nestas frases apenas porque as escrevi. Vá diretamente à sua própria Deus-Consciência e, com um coração imparcial, pergunte se elas são declarações verdadeiras. Você deverá, se necessário for, aguardar pacientemente pela resposta.

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A Verdade Está No âmago Das Atividades Cotidianas!

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A “mudança de referencial” é a base de nossa “permanência em Mim”, uma vez que nos obriga a excluir toda errônea identificação com o mundo e suas crenças em mortalidade. Jesus passava um tempo enorme em oração, para se perceber “em Oniação”, “em unidade com o Pai”, e completamente “fora da crença em mundo material”. Sabia que as crenças são pegajosas e que, para não se influenciar por elas, teria de se manter em contemplação absoluta. Encerradas as orações contemplativas, só tinha em mente “divulgar a Verdade” ao próximo.

Quando alguém se percebe motivado a realmente “vencer o mundo”, naturalmente lhe surgem condições que lhe possibilitem meditar mais, e, com isto, atrair pessoas e situações ligadas ao mesmo objetivo espiritual que ele. “Os semelhantes se atraem”, diz a lei mental; assim, sejam quais forem os motivos que o levem a precisar de algo, de viajar,  ou de se ocupar, estas atividades, aparentemente “do mundo”, trazem em seu âmago a Oniação, a Autorrevelação divina, um propósito espiritual. Por isso, todos deveriam levar consigo folhetos ou cópias de artigos da Verdade, para, estando em suas atividades cotidianas, terem algo de valor eterno para deixar com as pessoas de seu contato, cientes de que “nada é por acaso”.

Há pessoas que recebem os ensinamentos e logo se preparam para repassá-los ao próximo. Há, porém, aquelas que somente se beneficiam com eles, sem ter em mente um firme propósito de divulgá-los aos demais. Não percebem que este desinteresse igualmente as afetam, pois, unicamente os “assuntos humanos” são levados em conta em seus relacionamentos e, com isso, grandes oportunidades de as Verdades serem relembradas ficam perdidas!

Na década de 80, ao encerrar uma série semanal de palestras na Unidade, que teve a duração de seis meses, as pessoas me perguntaram: “Você irá repetir as aulas no próximo ano”? Eu disse a elas: “Não, os princípios e as formas de meditar já foram mais que repetidos, e cada um, agora, deverá “trabalhar em si mesmo”, reconhecendo a própria divindade e deixando de se identificar com o mundo ilusório e suas crenças. Aqueles que o desejarem, poderão assinar uma lista e, regularmente, enviarei artigos relembrando estes estudos”.

Assim foi feito, ou seja, mensalmente eu redigia um artigo e o enviava a todos da lista. Eu acreditava que, recebendo-os regularmente, iriam se manter no foco do estudo e, além disso, iriam fazer cópias para repassá-los às pessoas conhecidas. Meses depois, sem que ninguém acusasse ter recebido os artigos, cheguei a pensar que não os estavam recebendo; assim, quando me ligavam para falar de algum problema, passei a perguntar a cada um. A resposta é que estavam recebendo, e foi quando pude notar que, além de nunca acusarem os recebimentos, não os estavam divulgando, a não ser com raríssimas exceções.

Quem somente lê os artigos por alto, sem se envolver com o máximo que eles propiciam, em termos de serem realmente estudados, contemplados e repassados, não perceberá o objetivo real de ter entrado em contato com eles! Desse modo, não se verá motivado a viver em função da Verdade, fazendo dela, como muitos fazem,  apenas um componente a mais de seu dia a dia.

Hoje, na  “era da informática”, a divulgação dos ensinamentos foi tremendamente facilitada; mesmo assim, há pessoas que sequer repassam os endereços dos Blogs contendo os artigos. Desconhecem o fato de que esta negligência para com o próximo se reflete na própria vida delas, que, nesta forma de agir, anulam os reais objetivos espirituais que lhes surgem, camuflados de meras “obrigações terrenas”.

É também “mudança de referencial” estarmos em nossas atividades cotidianas corriqueiras, porém, mantendo-nos ligados aos “propósitos espirituais” subjacentes, entendendo-os como muito mais importantes do que aqueles que se mostram  superficialmente como “propósitos do mundo”.

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“E Onde Estão Os Nove?”

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Este suposto mundo visível desconhece a Realidade. Um erro comum, cometido por sinceros estudantes da Verdade, costuma ser o seguinte: querer alterar o mundo das aparências através do conhecimento da Verdade. Eis por que é de importância capital a percepção da existência única da Realidade. Assim como “este mundo” desconhece a Realidade, esta, por sua vez, não reconhece nenhuma existência denominada “mundo material”. Vivemos num Universo espiritual, e não há nenhum outro mundo além deste.

O Evangelho de Lucas registra a passagem da cura de dez leprosos. “E um deles, vendo que estava são, voltou glorificando a Deus em alta voz, e caiu aos seus pés, com o rosto em terra, dando-lhe graças; e este era samaritano. E, respondendo Jesus, disse: Não foram dez os limpos? E onde estão os nove? Não houve quem voltasse para dar glória a Deus senão este estrangeiro? E disse-lhe: Levanta-te, e vai; a tua fé te salvou.” (Lc. 17: 15-19).

Em Hebreus, 11:1, encontramos: “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não veem.” A Consciência divina, por somente contemplar a Realidade, dispensa todo tipo de fé. Os dez leprosos foram curados. Se apenas um foi salvo pela fé, e os outros nove? Como se curaram? A fé é dualista: admite a Realidade e a aparência. A fé produz mudança de aparência, e pode não revelar a Realidade divina subjacente à crença. O samaritano voltou para dar glória a Deus. Isto significa que ele, apesar de curado, se via como um ser apartado de Deus. Sua gratidão era por ter visto a aparência de doença ceder lugar à aparência de corpo limpo! Teria ele discernido o próprio Corpo divino e imutável, que jamais esteve doente e que, em vista disso, jamais poderia ser curado? “E onde estão os nove?”

Quando aparentemente nos solicitam ajuda, não devemos aceitar a existência de um ser humano necessitado. Todos os supostos solicitantes de ajuda estão em nossa Consciência iluminada. Não é preciso que eles retornem para glorificar a Deus, já que todos são a própria individuação de Deus. Apenas uma aparência do Ser divino (estrangeiro) poderia aceitar a ilusão de ter sido doente e, posteriormente, curado. Para a mente do Cristo, “os nove” somente poderiam estar em Sua própria Consciência iluminada, integrando perenemente a Onipresença e a Perfeição divinas.

Se percebermos que nossa Consciência única é iluminada, e que Ela abrange o Infinito, jamais aguardaremos informação sobre “resultados” de nossas supostas meditações de ajuda. Deus é Tudo; não existe o mundo das aparências com seus problemáticos “habitantes”. Onde estão, na verdade, estes seres? Em nossa Consciência crística, na Perfeição Absoluta, aqui e agora!

Esta passagem mostra que não devemos criticar aqueles que se sentem agradecidos pela ocorrência do que, para eles, seria um milagre. “Levanta-te, e vai; a tua fé te salvou.” Esta frase, como dissemos, revela que a pessoa somente pôde observar a mudança de aparência, pela fé, sem que houvesse a percepção de sua verdadeira Identidade (Deus). Obviamente, aos olhos do mundo, a gratidão sempre é incomparavelmente mais apreciada e aceita do que ingratidão ou indiferença, diante dos “milagres” ou “graças recebidas”. Entretanto, o mundo visível (com suas supostas mudanças de aparências) é NADA! Esta é a percepção que exclui a gratidão; esta é a percepção que, em si, já é a GLÓRIA DE DEUS; E, ESTA É A PERCEPÇÃO DE “ONDE ESTÃO OS NOVE”

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A Ciência Mental E O Poder Da Palavra-12

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A suposta mente humana, como aqui temos visto, se divide em consciente (5 por cento) e subconsciente (95 por cento). O consciente é seletivo, enquanto o subconsciente é “cego”, o que é explicado pela Ciência Mental através da seguinte analogia: se considerarmos uma embarcação em que, ao seu fundo, remadores escravos exerçam a função contínua de remar, não caberá a eles escolher a direção a ser seguida; esta seria determinada pelo capitão, que tem em mãos o timão da embarcação. O capitão, que direciona o barco consciente de controlá-lo no rumo certo, representa o “consciente mental humano”, enquanto os escravos, sem visão nenhuma, apenas cegamente remando, e promovendo a sua movimentação, representam a atividade do “subconsciente humano”.

Com isto entendido, a prática da Ciência Mental fica fácil de ser compreendida e praticada. Quando o “consciente” afirma: “Eu sou Filho de Deus; manifesto agora a saúde infinita de Deus!”,  afirmações desse tipo, pronunciadas quatro ou cinco vezes, pausadamente, três vezes ao dia, são passadas ao “subconsciente”, e ele, com sua função de “remar”, leva a pessoa ao “destino desejado”. Se antes o subconsciente trabalhava sem qualquer direção, segundo as “crenças coletivas”, aceitando saúde e doença, por exemplo, esta reprogramação inativará o lado negativo, seguindo a determinação de se conduzir “rumo à saúde infinita”.

Esta reprogramação mostrará seu resultado favorável quando feita com disciplina, dedicação e constância; pela prática, se comprova que, em média, este período tem a duração de cerca de três meses. Evidentemente, há fatores pessoais que podem abreviar ou prolongar este tempo, além, é claro, das “contemplações absolutas”, que feitas regularmente, também destroem as “crenças coletivas” arraigadas no subconsciente.

Este conhecimento faz com que não paremos de fazer as “mentalizações”, por acharmos que de nada adiantaram; antes, é uma prática científica e comprovada de que, com o consciente alimentando o subconsciente na direção desejada, teremos, após aquele período de tempo, a mente toda – consciente e subconsciente – operando automaticamente numa só direção.

Há pessoas que dizem: “Ah, eu sou uma pessoa positiva! Nunca penso em doenças, mas, mesmo assim, sempre convivo com elas!” Esse tipo de conversa, tão comum, mostra o seguinte: em seu consciente, está a sua “positividade aparente”: “Nunca penso em doenças!”; por outro lado, quando diz: “mas, mesmo assim, sempre convivo com elas”, acaba de reprogramar o subconsciente em total “negatividade”. A maioria comete esse tipo de erro e, aparentemente, sem que chegue a perceber!

A Ciência Mental deve ser praticada endossando as Verdades Absolutas! Sempre é “AGORA”! Em vista disso, seja em questão de saúde, de suprimento, ou em qualquer outra, as afirmações de reprogramação do subconsciente são enfaticamente declaradas como válidas “AGORA”! E a condição de “prece atendida” se dará quando o subconsciente se mostrar saturado com a nova ideia nele implantada através do consciente.

 

Continua..>