Você Jamais Se Integra Ao “Medo Coletivo”!

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 A adoção do “Referencial da Verdade”, que é partirmos de DEUS COMO TUDO, exclui qualquer endosso, de nossa parte, da ILUSÃO de que possamos estar participando do “medo coletivo” impingido pela CRENÇA que nos tenta vincular às “miragens” sugeridas pela “mente carnal”.

Sempre que a “sugestão de medo” lhe aparecer, mantenha-se DISTANTE dela, reconhecendo, de imediato, que “sugestões mesméricas” não têm poder! Além disso, reconheça que, “tendo a Mente de Cristo”, tais sugestões jamais partiriam de você, para que, de algum modo, você dissesse: “Não sei explicar o medo que senti!”.  VOCÊ NÃO SABE PORQUE NÃO SENTIU! QUEM, APARENTEMENTE, “SENTE MEDO” SE CHAMA “MENTE CARNAL” – QUE NÃO É A SUA MENTE!

Quantos não estão vivendo mal por se amoldarem a uma INFLUÊNCIA HIPNÓTICA DE MEDO, em vez de darem boas risadas diante do surgimento dessa ILUSÃO! Quando VOCÊ percebe QUEM VOCÊ ÉDEUS EM AUTOEXPRESSÃO – AS SUGESTÕES ILUSÓRIAS DE MEDO, PÂNICO, INSEGURANÇA, ETC.. CHEGARÃO ATÉ SUA PERCEPÇÃO APENAS COMO CRENÇAS A  SEREM DISSOLVIDAS E CONDUZIDAS AO SEU NADA ORIGINÁRIO! 

O medo não tem poder algum! Esse tipo de “sugestão hipnótica”, quando lhe chega, CONTA COM O SEU PODER, VINDO DO SEU ENDOSSO, PARA SUBSISTIR! SEM O SEU AVAL, É CRENÇA MORTA!

A Bíblia diz: “o Perfeito Amor lança fora o medo”. Sabemos que este “Perfeito Amor” é DEUS! E sabemos que DEUS É TUDO! Logo, o PERFEITO AMOR É ONIPRESENTE! E, SENDO ONIPRESENTE, O PERFEITO AMOR É A SUA  DIVINA PRESENÇA!

Parta destas Verdades Absolutas, e, naturalmente, VOCÊ entenderá que “O AMOR PERFEITO LANÇAR FORA O MEDO, nada mais é, que a sua percepção de que a totalidade do universo é Amor Perfeito! Assim, em vez de “tremer de medo”, em vez de apelar para barbitúricos, HONRE A DEUS COMO SEU PAI  AMOROSO E ONIPRESENTE!

No exato “local do Universo” que VOCÊ agora ocupa, O AMOR PERFEITO É A SUA PRÓPRIA PRESENÇA! PERMANEÇA NESTA VERDADE! E LEMBRE-SE: JAMAIS VOCÊ SE INTEGRA AO MEDO COLETIVO! SUA INTEGRAÇÃO É COM DEUS, INTEGRAÇÃO DE UNIDADE ETERNA: DEUS E VOCÊ SÃO UM… E O MESMO!

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“Pelo Teu Espírito”!

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“Não por força, nem por violência, mas pelo Teu Espírito”

Zacarias, 4: 6

A humanidade veio se acomodando à visão dualista, que admite “Deus e um ser humano” em coexistência. Entender a Unidade da Vida requereria interiorização, dedicação e contemplação. Como os ensinamentos vieram tratando o assunto muito levemente, disponibilizando uma frase da Verdade Absoluta em meio a centenas de frases “deste mundo”, prevaleceu o que foi enfatizado. Desse modo, o conhecimento da Verdade se restringiu a adesão terrena a alguma religião ou denominação, enquanto a vivência da Verdade, em sua íntegra, até hoje, não se tornou foco nem objetivo da maioria.

“Não por força, nem por violência, mas pelo Teu Espírito” (Zacarias, 4: 6). O entendimento absoluto de revelações como esta, leva a pessoa a viver na glória da Verdade eterna; porém, se a revelação for lida e entendida como relacionada com “outro Espírito”, e não diretamente com “o TEU ESPÍRITO”, de nada ela lhe servirá!

Jesus glorificava a Deus em seu próprio ser! Jamais afirmava ser separado do Pai! Antes, afirmava que “eu e o Pai somos um”. Mas a humanidade, mesmo recebendo revelações e mais revelações, apenas as identificou com “um Deus separado”, ou seja, se vendo “separada de Deus”.

Esta crença errônea e coletiva, que ainda perdura até hoje, é a ILUSÃO a ser desmantelada pela Verdade libertadora! E o processo está na palavra IDENTIFICAÇÃO. Se VOCÊ se identificava com um “mortal nascido de mortais”, terá de fazer a IDENTIFICAÇÃO com DEUS! Tal identificação terá de ser imediata, total, sem reservas e sem intelecto! NÃO HÁ VERDADE ABSOLUTA QUE O INTELECTO – mente carnal – POSSA CAPTAR! Por isso, vá DIRETO à IDENTIFICAÇÃO DE UNIDADE COM DEUS, sem querer entender o “porquê”! Troque os “porquês” da ilusória mente carnal pela PRESENÇA DO ESPÍRITO DIVINO SENDO O SEU!

Esta é a revelação de Zacarias! “PELO TEU ESPÍRITO”!  Se o profeta Zacarias fez esta revelação, para ele, este “Teu Espírito” era entendido como “sendo o DELE”! Por qual motivo teria deixado de colocar a frase na primeira pessoa? POR SABER QUE A VERDADE É ONIPRESENTE, UNIVERSAL, IMPESSOAL, REFERENTE AO ESPÍRITO DIVINO SENDO O ESPÍRITO DE TODOS!

O apóstolo Paulo, conhecedor desta Verdade, também fez pregações confirmando-a como válida para todos os que o ouviam: “Glorificai a Deus no VOSSO Espírito, que pertence a DEUS”! (I Cor. 6: 20).

Tanto o Novo como o Antigo Testamento revelam esta mesma Verdade: DEUS É O SER ESPIRITUAL QUE SOMOS! DEUS É O NOSSO ESPÍRITO! Faça, portanto, total IDENTIFICAÇÃO com esta Verdade, sem jamais voltar a se identificar com as ILUSÕES apresentadas pela suposta “mente carnal”. O ESPÍRITO DE DEUS É O SEU ESPÍRITO!  ESTA É A VERDADE ABSOLUTA… AQUI E AGORA!

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A Vontade Consumada De Deus É A Sua Vontade!

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Ideias que nunca foram reveladas como Verdades, mas que são aceitas cegamente pela humanidade, precisam ser detectadas e descartadas, para que a Vontade de Deus não seja entendida segundo critérios enganosos da suposta mente humana.

Várias postagens já foram aqui apresentadas sobre a falácia da crença em livre-arbítrio. É dela que surge a crença dualista de opções, isto é, a crença de que o homem pode ou não se integrar à Vontade de Deus. Não existe absurdo maior; entretanto, esta crença é predominante, no entendimento da “sabedoria da serpente” usada pela humanidade para justificar que é possível, a alguém, seguir ou deixar de seguir a Vontade de Deus!

Esta crença falsa desvia a atenção da pessoa do Reino Consumado, que não é “parte oculta” da Existência, mas sim a TOTALIDADE ONIPRESENTE. O suposto “mundo material” não passa de uma mentira deslavada, uma ILUSÃO DE MASSA!

Só na concepção da cegueira humana esta ideia de livre-arbítrio poderia ser admitida! Por quê? Porque o Universo é o UNO EM MANIFESTAÇÃO ABSOLUTA! Por isso, quando Jesus percebia estar sendo influenciado por esta “crença coletiva”, orava e pedia: “Pai, que se faça a Tua Vontade e não a minha”! Estava anulando seu livre-arbítrio? Não! Estava evitando de endossar esta “sugestão hipnótica” da suposta mente carnal!

Estas passagens bíblicas, longe de serem meras experiências de Jesus, são, de fato, atitudes que TODOS DEVEMOS TOMAR, para não nos permitirmos enredar em crenças falsas e em suas “sugestões hipnóticas”, igualmente ilusórias. Qual é o argumento da ILUSÃO para nos enredar em suas crenças? É o seguinte: “Deus não nos criou como autômatos, mas, sim, dotados da liberdade de escolhermos e gerarmos livremente o nosso destino! Para isso deu-nos o livre-arbítrio!”

Já ouvi esta argumentação repetidas vezes; só que, quando pedi às pessoas que me indicassem a referência bíblica endossando tal argumento, até hoje estou esperando que me respondam! NÃO EXISTE LIVRE-ARBÍTRIO! E ISTO PORQUE O SUPOSTO SER HUMANO, COMO HUMANO, NÃO EXISTE! O HOMEM ÚNICO EM EXPRESSÃO É DEUS! DESSE MODO, A VONTADE DE DEUS É A VONTADE DO HOMEM!

Alguém dizer que “estuda a Verdade”, que aceita sua “unidade com Deus”, e sai pelo mundo defendendo a ideia de “livre-arbítrio”, é alguém não só incoerente, mas inexistente! E, no caso, somente quando este “ser ilusório” negar-se a si mesmo, poderá se perceber “em Deus” e SENDO DEUS! Em outras palavras, SOMENTE RENASCENDO! “MUDANDO DE REFERENCIAL”! RECONHECENDO: “EU E O PAI SOMOS UM, A VONTADE DO PAI É A MINHA PRÓPRIA VONTADE!”

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“Venha A Mim”…

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A errônea identificação com pensamentos, emoções e sensações da suposta “mente carnal” é o que leva alguém a acreditar estar em permanentes mudanças , em vez de se conhecer como a Paz Eterna que, em sua Eu Sou Identidade, é bem-aventurança permanente.

Mesmo após milênios de revelações absolutas, que anunciam a divindade do ser humano e sua imutabilidade espiritual, decorrente da Verdade de que “Deus não muda”, as “sugestões hipnóticas”, apenas alterando meios e formas, continuam imperando na aceitação da maioria, que com elas se identifica, endossando e confirmando que “passam, realmente, por aquelas condições”.

O homem não é “ser em evolução”; o homem não é “ser em mutação”; assim, o homem nunca está sujeito a supostas “aberturas de portais de energia”, ou “abertura de chacras”; portanto,  o homem nunca é quem “diz perceber em si” tais fenômenos!  Quem assim diz, é unicamente a “mente carnal”! O HOMEM É DEUS, E DEUS NÃO MUDA!

Enquanto VOCÊ não fizer sua imediata e radical IDENTIFICAÇÃO COM DEUS, só ficará trocando o nome das “sugestões hipnóticas”! Se elas, antes, eram chamadas, por exemplo, de “resfriado”, pode ser que agora elas estejam sendo chamadas de “abertura de chacras”! E se VOCÊ não assumir a Verdade de que VOCÊ É O AMOR DE DEUS EM EXPRESSÃO, que VOCÊ É A PAZ DE CRISTO EM EXPRESSÃO E, O PRINCIPAL, QUE UNICAMENTE HÁ DEUS EM EXPRESSÃO, o que estará fazendo, é meramente TROCAR NOMES DA ILUSÃO, através da arcaica identificação errônea com a “mente carnal”!

Pare de acreditar que haja “MUDANÇAS EM SEU SER”! Pare de continuar endossando falsidades!

DEUS É TUDO E, NESTA TOTALIDADE IMUTÁVEL, A MENTE DE CRISTO –  A SUA MENTE – O RECONHECE,  AGORA, COMO O SER IMUTÁVEL E PERFEITO!

Se VOCÊ ainda duvida, dizendo estar “sentindo” que o Universo está “passando por transformações”, indo para “nova era”, ou coisas do gênero, comprove, por VOCÊ MESMO, a Verdade absoluta:

“VENHA A MIM…E EU VOS ALIVIAREI”! “VENHA A MIM” – AO SEU EU PERFEITO, AMOROSO E PACÍFICO, QUE, IMUTAVELMENTE, ESTÁ SENDO AGORA QUEM VOCÊ  SEMPRE É!

E, caso queira, fique distante  a “observar a suposta mente carnal”, vendo o que faz ela com as ilusórias “sugestões hipnóticas” que ela afirma existir!  Faça isso! Veja-se, primeiramente, como VERDADEIRAMENTE VOCÊ JÁ É! Em seguida, sem se envolver com a “mente carnal”, confira como ela se comporta,  se arranjando sozinha,  SEM SUA IDENTIFICAÇÃO COM ELA!

A MENTE CARNAL É UMA ILUSÃO! AS “SUGESTÕES HIPNÓTICAS”, QUE NELA ATUAM, SÃO ILUSÕES! E VOCÊ? VOCÊ É DEUS, O IMUTÁVEL “EU SOU”, EM PERMANENTE PERFEIÇÃO, EM IMUTÁVEL SITUAÇÃO, IMUNE AO FESTIVAL DE CRENDICES PREGADAS PELO MUNDO E PELOS SEUS FALSOS PROFETAS, QUE CONTINUAM ACREDITANDO EM “APARÊNCIAS” COMO SE FOSSEM REALIDADES!

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Reconheça a Oniação Nos “Desdobramentos Visíveis”!

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Se são importantíssimas as “contemplações” da Verdade Absoluta que somos, ou seja, o reconhecimento e identificação com a Verdade de que “somos o que Deus É”, é igualmente importante, após a “Prática do Silêncio”, que nos identifiquemos com a Oniação e não com as chamadas “obrigações cotidianas”. Em que sentido? No sentido de não corrermos com a nossa atenção rumo a elas, achando-as serem “problemas soltos” a serem resolvidos, em vez de as reconhecermos como “sombras” da Oniação – já resolvida.

Em outras palavras, não existem “obrigações diárias”! O que há, é Deus sendo Deus como quem somos! Desse modo, a Oniação e a Onivisão divinas são o que estão diante de nós, e não “aparências requerendo soluções”.

Isto significa que a “troca de referencial” deve ser mantida também fora dos momentos de “contemplações”. “O filho faz o que vê o Pai fazer”, disse Jesus. Estava se vendo em unidade com Deus inclusive diante das “aparências materiais”! É dessa forma que fica entendido e praticado que “existe somente um Eu”, e não um que “é uno com Deus” durante as meditações contemplativas, e “outro”,  que “aparece” em seguida, se vendo como “peça solta” e cheio de “obrigações”.

O suposto “mundo fenomênico” não é existência real! Unicamente a Realidade divina está Se manifestando, e é plena e perfeita sempre! Assim, quando nossa atenção, em nosso dia a dia, estiver voltada à Oniação – que nos inclui – iremos testemunhar a “sombra” da Oniatividade perfeita se projetando como cada suposta “hora do dia”. Desse modo, em vez de nos preocuparmos com as “sombras”, iremos nos ocupar com a Verdade, enquanto, aos olhos do mundo, a suposta “vida cotidiana” irá se mostrando como imagens harmoniosas. O mundo as considera “vida humana”, enquanto nós a chamamos de “ILUSÃO”, por sabermos que a Vida real e onipresente é Deus, e que é “n’Ele que vivemos, nos movimentamos e temos o nosso ser”.

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“Oração Atendida” É Fato Permanente No Absoluto!

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“Tudo o que pedirdes em oração, crendo, o recebereis.”

Mateus 21: 22

Quando dizemos que o “Referencial da Verdade” é tomarmos como “ponto de partida” a TOTALIDADE DE DEUS,  que nos direciona RADICALMENTE  às “contemplações silenciosas”, isto deve ser feito sem nenhum tipo de avaliação humana no que diz respeito a “estar ou não estar funcionando”! Estas avaliações de “contemplações” devem ser descartadas como “mesméricas”, ou seja, fazem parte da ILUSÃO!

Se alguém estiver desejoso de se bronzear, e for à praia ou ao clube para se expor ao sol, este bronzeado lhe aparecerá “de dentro para fora”, naturalmente, sem que ninguém precise ficar olhando a pele para constatar a todo instante se há resultados. O bronzeado será uma reação química que, primeiramente, ocorrerá no interior da pele, e só aparecerá visivelmente quando a atual pele externa for sendo substituída pela nova, que vem aflorando, já bronzeada, a partir das camadas mais profundas.

Assim são nossas “contemplações”: partimos da Verdade de que DEUS É QUEM SOMOS, na certeza absoluta de que os EFEITOS destas “contemplações” também aparecerão visivelmente, vindos de nós mesmos, e vindos infalivelmente!

O mesmo raciocínio se aplica quanto à expectativa das chamadas “curas”! É comum alguém, diante de algum ilusório sintoma sugerido pela “mente carnal”, dizer que “meditou” mas que a “aparência” não se alterou! Seria, tal avaliação, procedente da Verdade de que DEUS É TUDO? Evidente que não! E, “dividindo a casa” dessa maneira, a pessoa acaba voltando sua atenção à ILUSÃO, impedindo a livre e natural manifestação da harmonia eterna em seu “desdobramento” visível e temporal, perceptível à suposta visão humana.

A Bíblia diz: “Aquele que perseverar até o fim, será salvo”! Que significa “perseverar até o fim”? Significa não desgrudar da Verdade! Significa não “dividir a casa”, acreditando no bem e no mal, como se Deus fosse  poder que reconhecesse e enfrentasse problemas, ou aparência de males!

Nossas “contemplações” partem de DEUS COMO ÚNICA PRESENÇA E ÚNICO PODER! E contam com nossa aceitação serena de que UNICAMENTE DEUS ESTÁ SE MANIFESTANDO COMO O SER PERFEITO QUE CADA UM JÁ É!

Esta confiança nos princípios absolutos é o que nos faz afirmar que O PROBLEMA ESTÁ RESOLVIDO”, mesmo que o mundo inteiro, ILUDIDO por míseras APARÊNCIAS FRAUDULENTAS, continue insistindo na ideia de que “nada melhorou”.

Jesus disse; “Em verdade vos digo que, se tiverdes fé e não duvidardes, até se a este monte disserdes: ergue-te, e precipita-te no mar, assim será feito; e tudo o que pedirdes em oração, crendo, o recebereis.” Mt 21:21-22, Quando isto se mostrará verdadeiro? Quando você orar para “um elefante sair voando”? Não. Toda oração é respondida quando o desejado JÁ ESTIVER FEITO NO ABSOLUTO! Portanto, a fala de Jesus se cumpre quando você medita e confia, por exemplo, que A PERFEIÇÃO JÁ EXISTE COMO FATO CONSTANTE NO ABSOLUTO! Desse modo, a APARÊNCIA DE IMPERFEIÇÃO poderá e deverá ser esquecida! Decretada como EXTINTA!  Não tinha respaldo absoluto! Era pura MIRAGEM!

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O Homem É Deus!

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Pouco adianta alguém “estudar a Verdade” para permanecer nas mentiras! Quem assim se comporta, identificando-se com “aparências ilusórias”, com uma suposta identidade imperfeita, apresentada pelas ilusória “mente carnal”, em vez de acreditar realmente que a Verdade está em Deus ser Tudo, estará somente “achando”  estar  se conhecendo “aos poucos”!

Você jamais “se conhece aos poucos”! Por quê? Por que DEUS É TUDO! Não há graduações de conhecimento em Deus! VOCÊ SE CONHECE POR COMPLETO, E DO MODO COMO JESUS REVELOU A VERDADE SOBRE VOCÊ, QUANDO SE IDENTIFICA COMO A LUZ QUE DEUS É, COM A LUZ INFINITA E ONIPRESENTE, QUE OCUPA O ESPAÇO REAL DO ABSOLUTO, SEM MAIS SE IDENTIFICAR COM “MENTE EM ILUSÃO”!

O Homem é Deus! No Blog Absolutista foi postada  a série “O que era desde o princípio”, em que João revela ter VISTO A VERDADE DA UNIDADE QUE SOMOS, E COM SEUS PRÓPRIOS OLHOS.

Quando esta Verdade pode ser vista? SOMENTE AGORA! Não existe “tempo” e, portanto não existem as “imagens fenomênicas” geradas pela ilusória “mente temporal”.

O chamado “estudo da Verdade” jamais pode ser constituído por “alunos que querem se tornar iluminados” nem por “instrutores que os enxerguem como  humanos aspirantes à iluminação”. Esta crença fraudulenta, que admite “mestres e estudantes”, com todos vendo e acreditando em “matéria”, deve ser expulsa por completo! Expulsa como? PELA CONTEMPLAÇÃO DE QUE SOMENTE DEUS – ESPÍRITO – É REALIDADE, E QUE, PORTANTO, CADA UM DE NÓS, AQUI E AGORA, É DEUS!

Como pode alguém conhecer a Verdade de que DEUS É TUDO, mas se vendo não como DEUS?  IMPOSSÍVEL! Mas esta percepção, que é óbvia, fica  aparentemente nublada pela “humilde” identificação que cada ser faz com “aparências hipnóticas”! Assim, um “hipnotizado” teme admitir ser DEUS frente aos demais “hipnotizados”! Este “temor” é fruto da “mente em ilusão”! Assim, quem aceita a revelação de que “temos a Mente de Cristo”, deve com ela iniciar suas “contemplações”, e reconhecer a totalidade de Deus sendo a SUA identidade, e, também, reconhecer a totalidade de Deus sendo a identidade de todos! Foi o que João fez! Viu-se em “comunhão com o Pai e com Jesus Cristo”, e nos revelou ser esta Verdade já válida e manifesta eternamente como todos nós.

Jamais creia que DEUS NÃO SEJA VOCÊ! Além disse, jamais creia que DEUS NÃO SEJA TODOS! Quando VOCÊ reconhecer desta forma a TOTALIDADE DE DEUS, em suas “contemplações silenciosas”, o que aparentemente “se desdobrar” como “aparências visíveis”, será entendido como “sombras” se ajustando, e não realidades acontecendo! O QUE É ACONTECIMENTO REAL JÁ ESTÁ FEITO! NO ABSOLUTO! E O ABSOLUTO É TUDO!

Mary Baker Eddy disse o seguinte: “A mente humana não aumenta em sabedoria;  a sabedoria é que diminui a mente humana”. Revela, desse modo, que a “Mente de Cristo” é nossa Sabedoria divina permanente, que, reconhecida sem esmorecimentos, diante da suposta “mente em ilusão”, faz com que ela vá diminuindo, até não mais receber nossa errônea identificação com ela! Assim, em vez disto ser entendido falsamente como “mente em evolução”, deverá ser entendido corretamente, isto é,  como “mente ilusória” em extinção!

O HOMEM É DEUS! A MENTE DO HOMEM É A MENTE DE DEUS! AFIRME, ACREDITE E SE FIRME NA IDENTIFICAÇÃO TOTAL COM A VERDADE! DEUS É O HOMEM! VOCÊ É O VERBO DIVINO EM AUTOEXPRESSÃO! AQUI E AGORA! 

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O Absoluto, A Mística E A Ciência Mental-16 (Final)

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– 16 –

Tanto a Mística quanto a Ciência Mental são meios de condução à percepção do que JÁ É! São instrumentos empregados como auxiliares no aparente  desmantelamento da ILUSÃO de que DEUS NÃO SEJA TUDO. E esta totalidade de Deus é Fato consumado! Portanto, sejam as “mentalizações”, sejam os “momentos no silêncio”, estas práticas devem ser utilizadas com nossa atenção toda voltada ao Absoluto! Por quê? Porque o Ser Absoluto é o Ser que somos, AQUI E AGORA, o Ser que “jamais mentaliza”, o Ser que “jamais entra no silêncio”, o Ser que é DEUS sendo o Eu iluminado, infinito e eterno que somos.

O foco do estudo da Verdade não é nenhum “instrumento” ou “expediente” de percepção: o FOCO É O QUE JÁ SOMOS! Alguém dizer que “aplica a Ciência Mental”, ou que “pratica o silêncio”, ou que “medita e faz contemplações”, não diz o que deveria dizer, e com todas as letras, ou seja: “EU SOU”!

Para dizer “EU SOU”, os expedientes utilizados como “condutores ao Absoluto” devem estar calados. As mentalizações ficarão quietas, enquanto o silêncio, sendo encontrado internamente, será também radicalmente descartado e – COM “CORAÇÃO DE CRIANÇA” – SUBSTITUÍDO PELA LUZ DO CRISTO QUE SOMOS. ESTA É A RADICAL “TROCA DE REFERENCIAL”! A “percepção” total e direta do Pai testemunhando o CRISTO como o Ser ÚNICO que somos: O “EU” ABSOLUTO!  A VERDADE QUE AGORA SOMOS! E A CONCOMITANTE PERCEPÇÃO DE QUE EXISTE UNICAMENTE O AGORA QUE SOMOS!

Este “Agora glorioso” é a “Casa do Pai”, assim definida por Jesus! É a nossa “Presença consciente” como O CRISTO EMANADO DO PAI! É A VERDADE ABSOLUTA!

Esta é a Experiência de Deus, a vivência no Reino de Deus, em que não há nenhum “Nicodemos” presente! Nenhuma palavra ou pensamento! Há unicamente Deus! HÁ UNICAMENTE O QUE É!

Esta “Experiência” é de DEUS e nunca de “estudantes ou mestres da Verdade”! E, após aparentemente retornarmos às atividades cotidianas, esta “Experiência de Deus” estará “continuando” a ser a “nossa experiência”, sendo apenas  aparentemente mal vista, ou mal interpretada pela suposta “mente carnal”. A Luz INFINITA, percebida na “contemplação”, aos olhos do mundo parecerá estar dividida em “luz e trevas”, em “harmonias e desarmonias”, em “bem e mal”.

Que fará VOCÊ? Fará esta “mente em dualidade” se render à “Mente que sabe que a Unidade É”! E é quando as “aparências” não mais o iludirão! Se elas lhe mostrarem “alguns pães e peixes”, SEUS OLHOS ESTARÃO VOLTADOS AO ABSOLUTO! E VOCÊ AFIRMARÁ, COMO AFIRMOU JESUS: “PAI, TUDO QUE É TEU É MEU, TUDO QUE É MEU É TEU – NISTO SOU GLORIFICADO!”. Frente aos “quadros hipnóticos” de problemas e limitações, VOCÊ AFIRMARÁ: “AFASTA-TE, SATANÁS!” Desse modo, evitará que se formem “imagens hipnóticas” destoantes das IMAGENS VERDADEIRAS, ILUMINADAS, PERFEITAS E PERMANENTES DO ABSOLUTO!

Este é o “estudo da Verdade”! Este é o seu DOMÍNIO sobre “todas as coisas do céu e da terra”. Um domínio ininterrupto, que exclui a “CRENÇA EM APARÊNCIAS”; um domínio que o faz se ver apoiado por todo o Universo, apoiado pelo PAI INFINITO, COM O QUAL VOCÊ É UM; um domínio que O FAZ SE VER LIVRE!

 

F  I  M

 

O Absoluto, A Mística E A Ciência Mental-15

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– 15 –

Aceitar que o Universo é perfeito e que esta perfeição é invisível à mente humana é a dualidade que a Ciência Mental reduz a “nada”, quando mentalmente endossamos o que Deus é em termos de conceitos mentais “deste mundo”. A Realidade é percebida pelas “contemplações”, quando, em vez de nos vermos presos às “imagens hipnóticas”, chamadas “mundo terreno”, ficamos em silêncio, receptivos e em estado de alerta, reconhecendo e testemunhando a natureza espiritual da Realidade onipresente que constitui a Verdade do que somos e de onde estamos.

O que se revela nas “contemplações” não pode ser traduzido em palavras ou pensamentos “deste mundo”. Por isso, a Ciência Mental nos dá meios de endossarmos o indizível através do que é dizível, ou seja, como Deus é TUDO, mesmo que a suposta “mente humana” não consiga “definir esta totalidade”, por ser inapta para registrar o que Deus É, ela pode negar o que aparenta ser “mal” e pode afirmar o que aparenta ser “bem”. Desse modo, sem ficar sem rumo, conseguimos somar às “contemplações” a noção de “bem” que o mundo reconhece, o que, de fato, nos deixa somente ativos com a Mente única!

Que é a suposta “mente carnal”? Uma mente ilusória que, como autossugestão coletiva, ilude a humanidade com a crença falsa em dois poderes: o bem e o mal. Quando a Ciência Mental nos ensina a “afirmar o bem” e a “negar o mal”, já ouvi pessoas me dizerem que este “mentalismo” é pura autossugestão, algo, portanto, sem valor, quando o foco deveria ser unicamente “espiritual”, o que está acima dos pares de opostos! Esta é também a visão de O Caminho Infinito! Entretanto, quando usamos tal “autossugestão”, no sentido de endossar o “poder único”, ficamos sem a “autossugestão” de que “existem dois poderes”, em nossa vida prática! E é isto que nos interessa! VIVERMOS NA PRÁTICA O PODER ÚNICO QUE SABEMOS, PELA MÍSTICA E PELO ESTUDO ABSOLUTO, QUE É A VERDADE: SOMENTE DEUS, O BEM ABSOLUTO, É PODER!

Quando Paulo disse; “Não sou mais eu, o Cristo vive em mim” (Gálatas 2: 20), ele NEGOU o suposto ego e AFIRMOU ser o Cristo! E esta prática, na vida cotidiana, fará a diferença, uma vez que ninguém ficará meditando e contemplando o Absoluto o tempo todo! É no dia a dia que estas afirmações e negações da Verdade nos imunizam da “crença em dois poderes”, deixando-nos conscientes de que SOMOS O CRISTO, ESTEJAMOS NUMA PROFUNDA MEDITAÇÃO, OU ESTEJAMOS NUMA FILA DE BANCO.

Há tempos, eu imprimi um cartão com os dizeres abaixo, tirados de uma publicação da Seicho-no-ie que, por sua vez, os havia copiado da Unidade. Sugiro que os copiem e decorem, pois serão extremamente úteis a quem estuda a Verdade. Devem ser lidos, de preferência, pouco antes de dormir e logo ao acordar pela manhã, uma vez que, nestes períodos, o consciente humano se mostra menos ativo e permite rápida passagem para o subconsciente:

EU SOU FILHO DE DEUS!

Sou uno com a infinita força criadora do Universo!
Deus está querendo manifestar através de mim a Sua infinita
força criadora!
A força que eu manifesto é infinita!
A sabedoria, a capacidade e o capital de Deus
fluem infinitamente para o meu interior
e concretizam-se através de mim!

 

Continua..>

 

 

O Absoluto, A Mística E A Ciência Mental-14

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– 14 –

“Faça de TI MESMO teu próprio suporte, teu próprio refúgio”, disse Buda sabiamente. Evidentemente, falava do “Eu Absoluto” que somos, e não do paupérrimo e ilusório “ego” das crenças mortais! A mesma coisa disse Jesus: “Nem vos chameis mestres, porque um só é o vosso Mestre, que é o Cristo” (Mt. 23: 10). . Quantas não foram as pessoas que, em minhas palestras, me disseram: “Isto que você expôs, é o que eu sempre acreditava, mas, por acreditar sozinho, achava que estava errado!” Que quer isto dizer? Que o Mestre único – a Consciência divina em tais pessoas – havia se revelado,  e sendo, as Autorrevelações, negadas por serem comparadas com as ilusórias “crenças religiosas” do mundo!

Não há absurdo maior nem mais grave, do que o fanatismo de supostos “interessados pela Verdade” que se anulam em sua divindade para virarem “papagaios” de supostos mestres humanos! Este fanatismo é o maior anticristo que poderia haver! Krishna, Buda, Jesus, Paulo, e tantos outros, todos direcionaram o homem A SI MESMO! AO MESTRE ÚNICO! AO DEUS SENDO A IDENTIDADE DE TODOS! Mas, em vez de RENASCER AO PRÓPRIO CRISTO, iludidos por “crenças em mestres e discípulos”, ficam, muitas pessoas, a vida toda NEGANDO SUA PRESENÇA NA ONIPRESENÇA, por se avaliarem pelas APARÊNCIAS”, e, NELAS, passarem a vida endeusando “seres humanos” que, para elas,  são MAIS DEUS DO QUE ELAS PRÓPRIAS!

Assim, vemos caravanas para o mundo todo, com pessoas indo buscar e adorar “mestres iluminados” em toda parte, MENOS DENTRO DE SI MESMAS! Sai Baba foi um, que se via rodeado de “adoradores” que, em vez de fazerem o que ele ensinava, ou seja, saber que “são Deus”, diante dele se ajoelhavam para seus pés beijarem!

Não existe nenhuma “pessoa iluminada” vivendo SEPARADA do EU ILUMINADO QUE SOMOS! Por isso há as falas de Buda e de Jesus, colocadas na abertura deste texto! Todo ensinamento disponível, se for real e verdadeiro, saiu e sai da Consciência que SOMOS! Não há “revelador pessoal” nenhum! Acreditar em “revelador pessoal” significa acreditar que uma “torneira” seja a Fonte de um reservatório de água. Não é! A Fonte “escoa” através dela, e de quantas “torneiras” houver! Além disso, se for da mesma Fonte, a “água precisa ser a mesma!”

Há muitos anos, quando eu ia ao núcleo da Seicho-no-ie comprar revistas para distribuir, a pessoa que sempre me atendia me disse: “Você conhece bem o ensinamento! Não quer ser “dendoin”? Se quiser, no próximo domingo virá uma pessoa credenciada da Seicho-no-ie a este núcleo, e eu poderei dizer a ela que você pode ser aceito sem ter de fazer cursos!” Um “dendoin” era um divulgador afiliado ao movimento. Como eu já fazia a divulgação das revistas, disse a ele que sim. Desse modo, no domingo, lá compareci para me apresentar à pessoa que faria a minha inclusão oficial como “divulgador”. E então, ela me disse: “Você conhece as regras, não é? Tudo o que você disser, terá de estar embasado nas palavras do nosso Mestre, o Dr. Masaharu Taniguchi”. Ouvindo isto, eu disse a ela: “Então não quero! A Verdade que eu divulgo é a Verdade que emana do Deus que EU SOU! Assim, não viverei amoldando-a a ideias de ninguém!” E, desse modo, me despedi e fui embora!

Quem vive defendendo “mestres humanos” é quem duvida que DEUS  JÁ É SUA REAL IDENTIDADE! E quem alimenta esta dúvida se chama “ego”, justamente o ilusório ser que só precisa desocupar “o primeiro acento”, como diz a Parábola de Jesus, para que O CRISTO, ALI PRESENTE, POSSA SER HONRADO E VIVENCIADO! ESTE CRISTO, EM VOCÊ, É O MESTRE! E É VOCÊ! O RESTO, É PALHA! PORTANTO, OU VOCÊ “RENASCE AGORA”, OU SOMENTE SERÁ UM ILUDIDO A MAIS, A SE INTITULAR “ESTUDANTE DA VERDADE”, MAS APENAS “VIVENCIANDO”, APARENTEMENTE, UMA ILUSÃO COLETIVA!

 

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O Absoluto, A Mística E A Ciência Mental-11

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– 11 –

Quem estudou a Ciência Mental conhece a importância de não afirmarmos algo negativo, depreciativo ou limitado ligado à palavra “Eu”, ou à identidade que somos, como, por exemplo, “Eu não consigo”, ou “Eu sou nervoso”, etc.. Este linguajar nocivo é o “discurso do mundo”; e, deixando de o empregar, por endossarmos as Verdades Absolutas, estaremos com um “Eu ÚNICO”, com um “pensar único”, sem a ilusória e costumeira dualidade que diz: “No Absoluto eu sou perfeito; mas, nas “aparências”, tenho muito a melhorar!” Ocorre o seguinte: “Somos o Absoluto Perfeito, e não somos “aparências”!

A ilustração do lápis perfeito, posto no copo com água e, visto de fora como quebrado, deixa claro que a dualidade é uma farsa! Se o lápis dissesse: “Sou perfeito, mas só na aparência eu sou quebrado”, alguém poderia achar correta a afirmação de imperfeição? Evidente que não! Este “eu sou”, vinculado à “aparência ilusória”, não seria jamais o “Eu sou o lápis perfeito!”

Por esse motivo, toda “aparente humildade do ego”, que nega nossa Perfeição Absoluta, deve ser expulsa! Não é humildade, e sim dualidade: pura ILUSÃO! A verdadeira e real humildade está em nos reconhecermos  “sendo o Absoluto”, destronando o suposto “ego”, e  vendo-o reduzir-se a nada, pela   admissão total e radical de nossa real identidade crística.

Num dos primeiros textos absolutos que escrevi, deixei, logo na abertura, um quadrinho com os seguintes dizeres:

“Eu Sou Aquilo que Deus É,

somente o que Deus É,

tudo o que Deus É!”

Esta é a Verdade absoluta que devemos manter vinculada ao “Eu” que somos! O mundo concordará com ela? Não! Julga-nos pelas “aparências”,  por somente ter olhos para ver “o lápis quebrado”! Entretanto, quem estuda a Verdade não pode acompanhar a cegueira do mundo! “Tendes olhos, mas não vedes”, diz a Bíblia! Mas, como diz que “somos deuses”, é a Verdade que devemos endossar! Assim como Jesus endossava a Verdade sobre sua identidade divina, sem se importar com a opinião do mundo, também cada um de nós deve fazer igual! Primeiramente, para nós mesmos, para nos conservarmos convictos de que a Verdade “DEUS É TUDO” revela DEUS sendo quem já somos!

Não precisamos convencer o mundo de que “somos deuses”!  Basta-nos “colocarmos nossa Luz no alto”. O mundo não está nada interessado em saber como é que nós próprios nos consideramos! A Bíblia relata que o mundo “soltou Barrabás”, que era salteador, em lugar de libertar Jesus! Isto significa que o mundo deseja “o ego livre e solto”. Mas quem deseja a Verdade deve “libertar o Cristo”, sua real identidade divina, e, com o Cristo, discernir sua unidade com o Pai.

Quanto mais endossarmos a Verdade em nosso discurso cotidiano, deixando de colocar limitações e negatividades associadas com a expressão “Eu sou”, mais facilmente “permaneceremos em Mim”, por não nos deixarmos levar pelas “aparências” e, portanto, por não nos deixarmos iludir pela dualidade, como se, ao meditarmos, fôssemos um “Eu Sou”, e, após as meditações, fôssemos “outro”!

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O Absoluto, A Mística E A Ciência Mental-10

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– 10 –

Partir do “referencial da ilusão” significa partir da CRENÇA NO TEMPO! Por isso, pessoas dedicadas ao estudo da Verdade não saem do “hipnotismo” que as faz dizer que “um dia chegarão lá!”. Meditam, praticam o silêncio, entendem que tudo é “AGORA”, durante estas práticas todas, mas tão logo elas se encerrem, “retornam” ao “julgamento pelas aparências”, à visão temporal humana – abandonando o que haviam acabado de “contemplar”– e assim, o “Referencial da Verdade” é esquecido, “até que venha a próxima meditação”! O que precisa ser percebido, e afirmado pela Ciência Mental, é que este “vai e vem” não existe! DEUS NÃO MUDA, DEUS É TUDO, E DEUS É DEUS COMO QUEM JÁ SOMOS!

A Ciência Mental é, portanto, empregada tendo em vista “o Absoluto”, e não o suposto “mundo de aparências”. Afirmando que “aquele que o visse, estaria vendo o Pai”, Jesus dava exemplo do que estou expondo! Jamais ele disse: “Veja, pessoal, um dia eu serei visto como o Pai, quando eu não mais retiver a ilusão de ter sido carpinteiro!” JAMAIS PARTIA DO IRREAL! JAMAIS NOS VIA NO IRREAL! VIA DEUS COMO REALIDADE ÚNICA, E NOS VIA SENDO A UNIDADE PERFEITA QUE DEUS É!

Nada há além de Deus! Portanto, ninguém é “mais divino” do que qualquer suposto “outro”! Na “Unidade Perfeita” não há outros “ao lado de Mim”! Mas, de que adiantaria a Verdade ser esta, se os supostos “estudantes da Verdade” se identificam com as “aparências”? Ou leem autores ou frequentam cursos de pessoas que, como eles, também “esperam” futura condição de “iluminação espiritual”?  Quem  assim procede, faz “culto à ilusão”!

Várias vezes me perguntaram: “Você não acha que pessoas despreparadas poderão entender suas colocações de forma a endeusarem o “ego”, afirmando “Eu Sou Deus” unicamente intelectualmente?” Claro que não acho! Se achasse, não faria as colocações! E é por muitos assim acharem, que o dualismo impera em seus ensinamentos! E por quê eu não acho? Pelo seguinte motivo: estas colocações não partem da Ciência Mental nem a empregam SEPARADAMENTE da Mística e do Absoluto! PARTEM DA PREMISSA DE QUE “DEUS – ESPÍRITO – É TUDO”!

Já disse aqui antes: “Assim como a chama de uma vela tem, em unidade, cor, luz e calor, o estudo da Verdade, também em unidade, tem o Absoluto, a Mística e a Ciência Mental. São inseparáveis” .Perceber esta UNIDADE é entender a forma de pregação de Jesus sobre quem somos!

Partimos sempre da Verdade Absoluta de que DEUS É TUDO, TUDO É DEUS! Através da “Prática do Silêncio”, fazemos o que didaticamente chamamos de “Mudança de Referencial”, que é, neste silêncio, vermos-nos com a Onivisão, como “formadores da Luz onipresente, como o “Cristo ETERNO” que somos! E, a Ciência Mental é aplicada de forma a endossarmos estas Verdades como consumadas, INTEIRAMENTE válidas neste AGORA, com a autoridade do Cristo que somos!

Assim Jesus agia! Assim agimos nós! Dando “testemunho da Verdade”, sem jamais testemunharmos AS FALSIDADES DO SUPOSTO “MUNDO DO PAI DA MENTIRA”! Por que há pessoas afirmando que “um dia chegarão lá”? Porque não estão AFIRMANDO QUE EXISTE SOMENTE O AGORA! Porque não estão NEGANDO QUE O TEMPO EXISTA! Em outras palavras, mesmo sem o admitirem, estão aparentemente usando a ilusória  “mente coletiva” contra si mesmos, afirmando e confirmando, até sem  perceberem,  o que é puramente ILUSÃO!

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O Absoluto, A Mística E A Ciência Mental-9

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Assim como a chama de uma vela tem, em unidade, cor, luz e calor, o estudo da Verdade, também em unidade, tem o Absoluto, a Mística e a Ciência Mental. São inseparáveis. Quem sempre apresenta argumentações separatistas é a suposta “mente carnal”. DEUS É TUDO! Este é o foco! Somente o que DEUS entende por realidade, é realidade! Desse modo, as “contemplações” absolutistas, os períodos de silêncio da Mística e os endossos enérgicos e taxativos, feitos com a Ciência Mental, devem ser entendidos como “unidade”: expedientes empregados no “reconhecimento” de que DEUS É “O UM” QUE É TUDO!

Quando alguém afirma que “a doença não existe”, é evidente que não espera “curar alguma doença” através de “poder mental”. Caso esperasse, estaria afirmando algo em que não acreditasse! Mas as afirmações da Verdade subentendem o reconhecimento do Absoluto!  São choques verbais que objetivam quebrar um “estado hipnótico”! Assim como a pessoa não “entrará no silêncio” para “curar doenças”, ela não afirmará que “a doença não existe” para “curar doenças”! Por quê? Porque “Deus é TUDO”, e toda suposta “doença” não existe! E é dentro deste espírito da Verdade que tanto a Mística como a Ciência Mental trabalham associadas, e, também em unidade com o Absoluto!

Se nos perdermos em “argumentações intelectuais”, somente estaremos sendo dualistas e abrindo brechas para  que a “ilusão” se faça passar por realidade! O suposto “ego” quer se dizer “mais avançado”, quando repele a Ciência Mental ou a Prática do Silêncio; é quando ele assim diz: “Eu não preciso de mentalizar nada”, ou “eu não preciso permanecer no silêncio”, pois “eu já sei que Deus é Tudo!”. Se este “Eu” for a presença de Deus, de fato, nenhum artifício de “conhecimento da Verdade” se fará presente ou necessário! Mas, se for somente a ilusória manifestação de um “eu” inexistente, deverá ser expulsa com o uso da Ciência Mental, com a “Prática do Silêncio” e, principalmente, pela radical e completa identificação com o “Eu que existe”, ou seja, o Cristo.

Há autores absolutistas que falam em “mentalismo” como prática “do passado”, algo superado, por alguém que estuda a Verdade de que DEUS É TUDO. Porém, o emprego da Ciência Mental nada tem a ver com o tempo, e sim com o “agora”! Se, neste AGORA, a pessoa se sente influenciada pelas “aparências do mal”, que são a ILUSÃO, ela poderá ou não achar viável e necessário fazer uso das afirmações do bem e das negações do mal, mesmo que, “tempos atrás”, ela possa se ter visto em condições de dispensá-las! O mesmo é válido quanto aos princípios de O Caminho Infinito, que “impersonalizam,” e “nadificam” a ilusão. Se alguém, ao fazer as “contemplações” da Verdade absoluta, sentir que deve usar estes princípios, até se perceber no silêncio contemplativo ideal, poderá usá-los como meio de se alcançar o objetivo das “contemplações”. Isto depende, portanto,de como se mostra, a cada momento, o  suposto envolvimento de alguém com as “aparências”. Em outras palavras, ele poderá, hoje, ir diretamente à Verdade Absoluta, admitir “ter a Mente divina” e se discernir “estar sendo Deus”, como, também, num suposto “amanhã”, se sentir necessitado de voltar a contar, em alguns instantes, com o auxílio dos “princípios místicos” ou da Ciência Mental.

“Trocar de Referencial” é o fundamental; assim, o deixar “as coisas de César pelas coisas de Deus” requer nossa total identificação com a Mente de Cristo, como nos revelou o apóstolo Paulo, e que é, na prática, o nosso “nascer de novo”, o nosso “despir do velho homem e seus feitos”, para estarmos identificados com a Verdade que somos; O CRISTO! A Mística e a Ciência Mental são as “armas da luz”, para que percebamos a Verdade que JÁ É!

 

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O Absoluto, A Mística E A Ciência Mental-8

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Quando eu fazia palestras explicando a Revelação em termos absolutos, era comum me dizerem que, mesmo sendo a Verdade, que este enfoque seria  impraticável, razão pela qual eu deveria “pregar por etapas”. A questão, entretanto, não estava em minha forma de passar os ensinamentos; estava na viciosa identificação com o ego, que as pessoas faziam, e que não se mostravam muito interessadas em abolir. Mas Jesus foi claro: “sem negar-se a si mesmo, sem crucificar o ego, sem ascender ao Pai como ele”, nada do Reino de Deus será discernido! Passar a vida inteira com ensinamentos que endossem o ego, será perder tempo com a maior enganação possível de existir! Que diferença haveria entre tal “espiritualista” e um ateu? Não estariam ambos acreditando serem carnais?

“Este é o meu filho amado, no qual me comprazo”, diz a Bíblia, na passagem em que “o céu se abriu para Jesus”. Este “céu se abrindo” é o estudo da Verdade Absoluta, e não um endosso de vida material com um ego falso supostamente presente e desejoso de se manter a vida toda na posição de “estudante”! E acreditar que  “ainda não somos deuses”,  só porque a cega “mente carnal” nos satura de imagens hipnóticas sem nenhum respaldo divino, é o maior dos absurdos! Mas é o que a maioria dos ensinamento relativos faz, por se fiarem no “testemunho do mundo” e não unicamente no “testemunho de Deus”. E desse modo, em vez de cada um estar identificado com a Verdade, ciente de “ser o Cristo”, coloca-se  acomodado à CRENÇA de que é “ser humano”, sempre dizendo que “um dia chegará lá”! Alguém conhece quem “chegou”?

A crença em “progresso espiritual”, que é falsa, porque “somos Deus” e nunca “mente carnal em mutação”, unicamente  leva as pessoas a crer que o ensinamento absoluto é algo que lhes surgiu à frente para ser “somado” ao que até ali vinham aceitando e conhecendo sobre espiritualidade. Desse modo, as pessoas dizem, por exemplo, que eram evangélicas, depois se tornaram espíritas, e que, agora, vão estudar a Verdade absoluta! Não é assim! Este estudo é uma “troca de referencial” e  não um “estudo progressivo” feito pela suposta “mente humana”. Se alguém diz  que era evangélico, depois passou a ser  espírita, esotérico ou qualquer outro rótulo, a “mente humana” nele continuou sendo aceita como sendo a mente dele! Porém, quando desejar estudar a Verdade Absoluta, ele terá de reconhecer que “tem a Mente de Cristo”, a Mente divina, livre de tudo aquilo que a suposta “mente humana” estudou! Esta é a “troca de referencial” que constitui o “renascimento”, e que não tem nada a ver com “progresso espiritual”, com “evolução mental” ou com suposta “elevação de consciência”.

“Se teus olhos forem bons, todo teu corpo terá luz”, disse Jesus. Desse modo, previa nossa “troca de visão”, ou seja, deixarmos de usar “sentidos humanos” para reconhecermos o “Sentido iluminado” que possuímos, chamado por Paulo de “Mente de Cristo”.  Para a “Mente de Cristo”, já em nós e já iluminada, “o céu já nos está aberto”! E, quando afirmamos esta Verdade, apenas estamos “aceitando o testemunho de Deus” e não “dos homens”.

Esta aceitação faz a diferença em nosso dia a dia, uma vez que assim ensina a Ciência Mental: “Não te dou o que me pedes, e sim o que se sintoniza com a tua frequência mental”! Em termos aparentes, é bem diferente alguém sair pelo mundo se vendo como “mente atrasada em evolução”, como “mente em estágio de consciência inferior ao de Deus”, se comparado com um outro que amanhece afirmando “ter a Mente de Cristo”! O mundo responde a cada um segundo a sua crença, como disse Jesus: “Creia, e lhe será feito conforme a sua fé”!

Quem entender este ponto, saberá o motivo pelo qual, nas postagens absolutas deste site, sempre aparece que “estamos no Agora Perfeito”, que “temos a Mente de Cristo”, que “Você já é o Cristo”, que  “Deus é Deus como o Eu que Eu Sou”, etc.. A CIÊNCIA MENTAL É  MACIÇAMENTE EMBUTIDA NAS POSTAGENS, ENQUANTO ELAS ENFATIZAM O VALOR DAS “CONTEMPLAÇÕES”! 

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O Absoluto, A Mística E A Ciência Mental-7

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A “experiência de Deus”, como está explícito, é “experiência de Deus” e nunca de “humano ficando iluminado”! Não existe nenhum “ser humano” sendo quem somos! Por isso, desde o início, estranhava muito, ao conhecer  autores de Metafísica,  vendo que  partiam do “referencial humano” para expor os ensinamentos. As igrejas já faziam isto, infelizmente, e, encontrar autores que vivenciaram a Verdade repetindo este mesmo erro, era de se lastimar!

A “experiência de Deus” inclui Deus tendo a “experiência de ser quem somos”. Assim, nas palestras, em vez de “partir do humano”, eu dizia que “subimos de cima para baixo”, ou seja, que  a “ascensão” é uma percepção imediata e direta do Alto de nossa Consciência iluminada, da Verdade de que “Deus está sendo tudo”, e, decorrente disso,  que a Luz divina já estava sendo o “Eu único”  como o “Eu” de todos. Este é o “Referencial do Absoluto”! Assim, não entendia como a Ciência Cristã, por exemplo, evitava de revelar diretamente esta Verdade, sempre utilizando a palavra “reflexo” para se dirigir ao homem. Em toda literatura aparecia que “Deus é a totalidade da Existência, e que o homem reflete Deus”! E eu me perguntava? “Por quê esta ideia separatista absurda?” Se Deus é TUDO, o homem é Deus! Cheguei a discutir isso com Cientistas Cristãos, mas nenhum se mostrava aberto para contestar Mary Baker Eddy, que, também,  fazia questão de ser reconhecida como “descobridora da Ciência Crist㔓líder” de todos os seus supostos seguidores. Este foi outro ponto com que jamais concordei! Deus é a Fonte, Deus é TUDO, e é  unicamente Quem deve ficar em destaque. Nunca Jesus disse ser líder algum! A Verdade é Deus sendo tudo, e ponto final! Somente anos depois, eu descobri ou soube  que Mary Baker Eddy, sentindo a relutância dos estudantes, quanto a aceitar “serem Deus”, se viu obrigada a “adequar as revelações” através de palavras mais aceitáveis e indiretas. Por isso, muitos “praticistas” preferem usar o  livro “Ciência e Saúde” em sua primeira edição, evitando as edições posteriores por ela revisadas. Mary Baker Eddy, em vista destas alterações, chegou a comentar com uma assistente: “Se eu esconder mais a Verdade, ela sumirá de vez!”

Achava estranho haver tantos ensinamentos pregando que DEUS É TUDO, mas usando um linguajar dualista e com o “referencial” contrário ao de Deus. A Unidade, por exemplo, vivia e ainda vive publicando que “somos um com Deus” e, ao mesmo tempo, falando de um “Cristo interno”! E eu pensava: “Se o homem é um com Deus, não pode ter um Cristo interno! Ele é o Cristo!”  E assim pregava o apóstolo Paulo, dizendo: “Cristo é tudo em todos”. Previa o “renascimento” e não a contínua presença do “velho homem e seus feitos”! Mas, no ensinamento de título “Unidade”, por incrível que pareça, era a “dualidade” que prevalecia, fazendo do Cristo um “servo do ego””. De que modo? Considerando o humano também presente, e sendo constantemente assistido pelo suposto “Cristo dentro dele”! Em outras palavras, a Unidade não pregava o “renascimento” de forma clara e radical! Sempre o Cristo aparecia como “realizador” de saúde, de prosperidade, de felicidade, de algo para o ego! Desse modo, ora se achava um ensinamento dizendo que “o ego é servo de Deus”, ora que “Deus é servo do ego”!

A Seicho-no-ie, por ter Masaharu Taniguchi conhecido a Unidade (Unity), também adotou e disseminou a Ciência Mental. Ensinou que “somos saudáveis”, que somos “prósperos”, etc., por sermos  “Filhos de Deus”, e  por “sermos um com Deus”; mas, de outro lado,  conservou a dualidade e o referencial humano, enfatizando “gratidão aos pais”, “culto a antepassados”, “leis cármicas”, “reencarnação”,  e muitas outras crendices do mundo, que contradizem por completo a Verdade de que Deus é TUDO! A causa de todos estes erros? LEVAR EM CONTA A MENTE HUMANA, MAS NÃO COMO ENDOSSO DO ABSOLUTO!

Se eu afirmo que “sou um com Deus”, aparentemente usando a mente humana,  estou, de fato, confirmando a Verdade Absoluta, COMO AQUI VENHO EXPONDO. Entretanto, se eu afirmo que “tenho um Cristo interno”, ou que “tenho pais humanos”, este emprego da mente passa a ser ENDOSSO DA ILUSÃO! Por isso, a Ciência Mental é útil,  mas quando corretamente empregada. Assim utilizada, não permite a dualidade ilusória, não permite o “dar com uma mão e tirar com a outra”, e não permite os erros e contradições do “referencial da ilusão”. E quando eu acentuo: “Suba de cima para baixo”, este é também o emprego da Ciência Mental, que corta pela raiz a CRENÇA em “etapas de iluminação”, em “evolução”, “reencarnação”, “planos de existência”,  e coisas do tipo! DEUS É TUDO!

 

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O Absoluto, A Mística E A Ciência Mental-6

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Onde a Mística de O Caminho Infinito exerce grande valor? No incentivo à “Prática do Silêncio”, priorizando a atenção em torno da realização espiritual e não em efêmeras realizações mentais e humanas. Nesse sentido, por enfatizar as meditações de receptividade interna, as obras de O Caminho Infnito exercem importante papel. O que não se justifica é abolir a Ciência Mental, como se todos os seus leitores fossem ser “praticistas de cura espiritual” sem mais ter contato direto com o mundo e com suas crenças!

“Se o mundo vos aborrece, aborreceu também a mim”, disse Jesus. Não há como nos livrarmos integralmente “deste mundo”, mesmo que sejamos dedicados meditantes da Verdade! E a Ciência Mental é a “arma da luz” a nós disponibilizada, quando estivermos exercendo nossas atividades cotidianas em contato com as demais pessoas.

Após dizer que “o mundo também o aborreceu”, Jesus concluiu a frase dizendo: “…mas tende bom ânimo: Eu venci o mundo”. Estava revelando o “Eu” infinito e indivisível, sempre presente e sendo quem somos, no lugar do ilusório “ser humano” envolvido em tribulações! Desse modo, se aplicarmos a Ciência Mental corretamente, o “efeito” de nossas contemplações será melhor mantido, por poder ser “lembrado” a todo momento e diante de quaisquer “aparências”. Já citei anteriormente a “Chave de Ouro”, de Emmet Fox. Que diz ela? “Em vez de pensar no problema, pense em Deus estando no lugar do problema”!

Por exemplo, se alguém me dissesse: “Eu tenho notado que minha visão não anda boa!”, eu passava a ela, além da necessidade de meditar, que mentalizasse: “Deus vê o mundo através dos meus olhos”, ou, “Não são olhos carnais que veem, e sim a Mente de Cristo que eu tenho! A Mente divina jamais enxerga mal! Eu tenho a Mente que vê!”. É assim que a Ciência Mental endossa o nosso estudo!  E este é um exemplo de aplicação da “Chave de Ouro”. A VERDADE É ADMITIDA EM LUGAR DA ILUSÃO!

Goldsmith ensina a não contarmos com “afirmações e negações”, dizendo que tais benefícios se comparam ao uso de “aspirina”, por serem humanos! Não é verdade! As afirmações e negações contam com o Poder de Deus para serem empregadas! E funcionam por causa disso! Não são prática separada e meramente humana! São um endosso do Bem absoluto por parte de alguém que “contempla a Onipresença e Onipotência de Deus”, mas que, também, aparentemente atua “neste mundo”. São um reconhecimento da “presença do bem” e da “ausência do mal”!

A Ciência Mental somente pode ser encarada como “humana” se for empregada não como meio, mas como fim! Eu conheci pessoas que me disseram não ter interesse nenhum em meditações ou contemplações da Verdade. Assim me diziam: “Tudo que eu quero, eu consigo! Eu mentalizo e faço acontecer!”. São pessoas que querem “ser do mundo” e não desejosas de “conhecer a Verdade”! Em minhas palestras, quando eu explicava que “as coisas do mundo” que nos fossem necessárias viriam naturalmente às nossas mãos, quando o nosso interesse estivesse voltado ao “reconhecimento de estarmos no Reino de Deus”, estas pessoas se sentiam como criancinha, diante de quem lhes estivesse  puxando a chupeta da boca! As realizações materiais ou humanas eram suas prioridades! Nesse ponto, Goldsmith tem razão!Ele explica que pessoas com este propósito devem procurar outros ensinamentos, por ser o Caminho Infinito voltado à realização espiritual.

Várias vezes me fizeram a seguinte pergunta: “Dentro de sua visão, você acha errado mentalizarmos para realizarmos os nossos desejos?”. O que primeiro deve ser avaliado não é a mentalização, e sim a  natureza dos desejos! De que forma? Eles endossam nossa REALIZAÇÃO ESPIRITUAL? Ou somente A VONTADE AVULSA DO EGO! Este é o ponto!

 

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O Absoluto, A Mística E A Ciência Mental-5

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Quando passei a fazer as palestras sobre a Verdade, que é a “Experiência de Deus” e não teoria, eu não dispunha de literatura fiel às revelações para indicar às pessoas. Tudo que eu lia e aprovava num ensinamento, nele mesmo, em outra parte, era anulado, ao que eu sempre dizia ser “ dar com uma mão e tirar com a outra”. Os textos da Seicho-no-ie, por exemplo, enfatizavam a Verdade: “Eu sou Filho de Deus perfeito!” Porém, logo em seguida, era dito que deveríamos cultuar supostos antepassados, por serem raízes de nossas vidas! Depois,  ali também era dito que “esta vida fenomênica” era ilusão! Como aceitar e divulgar esta confusão? Impossível! E, da mesma maneira com os textos de O Caminho Infinito! Enfatizavam que “a CRENÇA É IMPESSOAL” e, ao mesmo tempo, pregavam ser PESSOAL, rotulando as pessoas em supostos “estágios de consciência”!  Falar que alguém está em “estágio de consciência” é falar que “a CRENÇA É PESSOAL”! Como aceitar tamanha contradição? Impossível! Mas as pessoas sequer percebem!  Prendem-se cegamente a tudo que leem ou seguem!  E, dessa maneira, acabam usando a mente negativamente! Por quê? Porque no mundo, cada um atrai o que se sintoniza com a sua suposta frequência mental! Quem acredita “ter a Mente de Cristo”,  – que é o Absoluto – atrai as bem-aventuranças todas! Quem acredita estar em “estágio de consciência”,  – que é o juízo pela aparência – estará filtrando os “bens acrescentados”, por negar “ser a Mente divina já em expressão”, enganado pela falsa crença de que, se usar a mente sintônica com a Verdade”, isto signifique “dar poder a ela”.

  Se eu selecionasse os textos, de muito pouco adiantava, pois, lendo os que eu passava, as pessoas iam por conta delas procurar os livros, onde leriam todas as contradições e erros dos ensinamentos. E jamais pretendi ser “mentor espiritual” de ninguém! Eu somente divulgo o que acredito ser a Verdade e o que se comprove ser útil na prática desta Verdade.E como eu criticava todos os autores, enquanto indicava os seus textos selecionados, eu também me colocava conscientemente sob a lei do mundo, ou da lei mental, isto é, “aquele que critica, é criticado”. Bastava eu criticar um autor, e me apareciam aqueles a me criticarem! Isto era normal e esperado, pois, no mundo, as leis da mente atuam! E, de minha parte, ser criticado não constituía nem constitui problema nenhum! Raramente eu emito opinião pessoal nos artigos; porém, quando faço isto, como é o caso desta postagem, não irei dizer que estas opiniões sejam “revelações divinas”!  De certa forma, até poderiam ser; mas eu também entendo serem a minha opinião! Tudo que eu entenda ser prejudicial à vivência imediata da Verdade, que é a Verdade deste AGORA, eu  procuro passar como alerta! Sempre fiz isso! As pessoas, diante desta opinião, ficam inteiramente livres e à vontade para a avaliarem e a aceitarem ou não! 

Sou radicalmente contra o endeusamento de autores de ensinamentos espirituais! Somente Deus é Deus! Nem Jesus aceitou ser endeusado! Mas muitos dizem: “Graças ao Goldsmith…”, ou “Graças ao Emmet Fox…”, ou “Graças à Mary Baker Eddy”…. “eu conheci a Verdade”! Quem assim diz, “não conheceu a Verdade”! A Verdade vem por Autorrevelação divina! Quando os autores ficam conhecidos, na “aparência”, são meramente “sombras visíveis” da Verdade invisível revelada pelo Cristo de cada um! Por isso, ninguém deve aceitar “crença errada” por suposto “respeito humano” a autor algum! O respeito deverá ser restrito à VERDADE contida nos ensinamentos! Eu tenho o maior respeito pelos “princípios de O Caminho Infinito”; eu tenho o maior respeito pelas revelações absolutas de Masaharu Taniguchi, quando anunciam que “somos seres perfeitos de natureza divina”; entretanto, não tenho respeito nenhum pelas falsas crenças que eles, ou quaisquer outros, possam ter permitido que se infiltrassem e se misturassem às revelações! Como, igualmente, não desejaria o respeito de ninguém, nem por mim – como aparência – nem por qualquer artigo meu que contivesse inverdades! SÓ A VERDADE MERECE RESPEITO! E esta VERDADE é que DEUS É TUDO, TUDO É DEUS! AQUI E AGORA!

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O Absoluto, A Mística E A Ciência Mental-3

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Enquanto houver a “crença coletiva” e enquanto tivermos de lidar com ela, unicamente nos momentos da “Prática do Silêncio” poderemos reconhecer e vivenciar a Verdade de que “temos a Mente de Cristo” sem levarmos em conta o auxílio da Ciência Mental. Nestes momentos entra a Mística e a nossa identificação plena com os princípios absolutos. Porém, ao nos vermos obrigados a participar das “coisas do mundo”, será inevitável termos de empregar a suposta “mente humana”. Eu sempre digo às pessoas: “Quem, ao assinar um cheque, irá colocar Eu Sou?”

Quando fazemos as concessões ao mundo, por usarmos, aparentemente, a mente do mundo, será nesta hora que o conhecimento da Ciência Mental nos “protegerá” das circunstâncias negativas! Em Deus, tudo é perfeição absoluta! Não há, de fato, nem bem nem mal! Por que a Ciência Cristã chama o Absoluto de “Bem permanente”? Para incluir a Ciência Mental como “bem acrescentado”. Quem passar a vida toda lendo obras de O Caminho Infinito, estará passando ao subconsciente a ideia de que “não há saúde nem doença”, de que “não há pobreza nem riqueza”, ou seja, estará deixando a mente numa “neutralidade” e, portanto, sem direção definida. Goldsmith diz que “afirmar o bem e negar o mal” não vale nada! Seria atribuir “poder à mente humana”, enquanto, na verdade, somente existe o Poder espiritual de Deus. Isto só é verdadeiro no âmbito do Absoluto! Por isso, Jesus usava corretamente as afirmações e negações: “Vós, deste mundo NÃO sois”, “Vós SOIS a Luz do mundo”, etc.. Também, ao lidar com o mundo das aparências, era determinado, objetivo e enérgico! Não disse ao leproso: “Olhe, eu vou resolver seu caso no silêncio!” Sua resposta a ele foi: “Sê limpo!” E à adúltera, ele disse “Nem eu te condeno!” Conhecia o “poder da palavra”, fundamentada na Verdade Absoluta! A própria Bíblia diz que “a palavra jamais nos volta vazia!”  Tem ação “fermentadora”!

Se o Caminho Infinito ensina a agirmos diferente de Jesus, não pode ser considerado cem por cento cristão! E o preço, de não conhecermos e não usarmos a “mente em sintonia com a Verdade”, é preço alto! As pessoas ficam com a mente sem rumo e sem definição! Qua faz a Ciência Mental? Endossa o “Bem permanente”; endossa, NA CRENÇA, o que é Verdade absoluta! Desse modo, mesmo estando fazendo aparentemente as concessões inevitáveis, neste “mundo de aparências”, ficaremos abertos unicamente ao “bem” e não ao “bem e mal”. A mente estará sendo seletiva!

A Ciência Cristã, a Unidade, e a Seicho-no-ie, que aprendeu com a Unidade, empregam a Ciência Mental com este propósito: não permitir a manifestação da CRENÇA pelo seu lado negativo ou maligno! Estaria dando “poder à mente”? O Caminho Infinito entendeu que sim! E privou todos seus seguidores de agirem associando as Verdades do “Bem absoluto” com a “confirmação mental” de todas elas. Se a Bíblia diz que “somos coerdeiros com Cristo de todas as riquezas celestiais”, a Unidade, por exemplo, ensina-nos a afirmar: “Tenho Pai rico!” E, caso houver um seguidor de O Caminho Infinito por perto, ele estará mentalmente NEGANDO A VERDADE,  por ter-se programado na neutralidade: “A mente humana não é poder; eu não sou rico nem pobre”! Mas, afirmar, e com todas as letras: “Eu tenho Pai rico!”, além de fazer com que a CRENÇA ceda e fique em sintonia com a Verdade absoluta, impede que alguém se abra ao pensamento coletivo, que aceita os “pares de opostos”.  E isto nada tem a ver com “atribuir poder à mente humana”, como Goldsmith entendeu! Pelo contrário, quando afirmamos o “bem” e negamos o “mal”, é que ANULAMOS o suposto “poder temporal da mente humana”, quando aparentemente agimos “neste mundo”!

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O Absoluto, A Mística E A Ciência Mental-2

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Durante as palestras, e mesmo em conversas com interessados pela Verdade, sempre que eu citava alguma tática da Ciência Mental, como, por exemplo, “A Chave de Ouro”, de Emmet Fox, que aqui comentei em várias postagens, inclusive numa série,  alguém me perguntava: “Mas isto não é mentalismo?” E a palavra “mentalismo” se tornou um termo pejorativo, de tanto que as pessoas se saturaram de “rejeição” à Ciência Mental”. E não gostavam, quando eu lhes dizia que “impersonalizar” e “nadificar” o erro, ensinados pelo Caminho Infinito, eram também atividades mentais. Eu sempre  precisava reforçar, dizendo que não existe Deus nenhum “impersonalizando” ou “nadificando” a ilusão!

Estes princípios tiveram origem na Ciência Cristã, e o valor de Goldsmith está em apresentá-los com uma didática de tremenda praticidade! Os capítulos sobre a “natureza do erro” são os mais eficazes e recomendáveis de seus ensinamentos. Por quê? Por não permitirem “fuga do Absoluto” nem “opiniões humanas” sobre eles! Mas, no geral, Goldsmith reconhecia seus ensinamentos como não sendo absolutos, e sim a sua forma de viver a Verdade.

Todo autor não absolutista corre o risco de ter de rever e mudar seus conceitos, quando publicados em livros. Em sua obra “O Trovejar do Silêncio”, Joel explica a “Lei do Karma” e o caminho rumo a à Graça. O livro estava impresso e pronto para ser lançado, quando, num aeroporto, ele teve a revelação de que “Lei do Karma” não existe. Mas o livro foi lançado normalmente! Se ele tivesse se conservado nas revelações e experiências em Deus, jamais publicaria algo nesse sentido! Que deve ter acontecido aos seus leitores? Devem ter lido e aceito que esta crença falsa fosse parte do verdadeiro “conhecimento espiritual”! Mas é puramente ILUSÃO!

À época das palestras na Unidade, eu explicava que as “contemplações da Verdade” não poderiam ser dualistas, como se houvesse um “ser humano presente”, sempre recebendo Deus ou recebendo revelações de Deus! Nada disso existe! Deus é experienciado quando “deixamos o humano” para nos entendermos já em unidade com Ele. A “Prática do Silêncio”, em total receptividade, deve ser feita mediante esta total identificação com Deus! Mas, isto ia de encontro com a forma de O Caminho Infinito ensinar, e as pessoas não se mostravam dispostas a encarar a mudança. Anos depois, em 1997, foi lançado no Brasil “O Suprimento Invisível”, livro de Joel publicado a partir de suas palestras, não mais editado por Lorraine Sinkler. Lendo o livro, à página 56 eu encontrei: “”Ouvimos, falamos e escrevemos muito a respeito da busca de Deus, do ato de nos tornarmos um com Deus, dos esforços para entrarmos em contato com Ele. Pois tudo isso está errado! Eu gostaria de reescrever cada passagem, nos textos sobre o Caminho Infinito, referente à busca de Deus ou da tentativa de entrar em contato com Deus. Nos meus primeiros livros, usei a linguagem da Escritura e do mundo religioso em vez de registrar o que conhecia de coração”.

Quando eu li isto, entrei em contato com a Unidade para informar-lhes sobre este “arrependimento” de Joel, para que parassem de passar de forma errada os ensinamentos. Que ouvi de resposta? “Olhe, este livro saiu depois que Joel não estava mais conosco! Quem vai nos garantir que isto seja verdadeiro?”

Lidar com o fanatismo da “mente carnal” é dose para mamute!

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O Absoluto, A Mística E A Ciência Mental-1

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Se não houver um claro entendimento do que é um ensinamento místico e de qual é o papel da Ciência Mental, na vida de um estudioso da Verdade, a pessoa poderá se ver “desprotegida”, quando fora de seus horários de contemplações, se acreditar que por empregar o suposto “poder da mente”, estará negando que Deus seja o único Poder!

Esta forma errônea de encarar o estudo da Verdade é o que mais tem atrapalhado a vida de quem estuda ensinamentos como O Caminho Infinito, de Joel S. Goldsmith. Voltado em demasia ao lado da Mística, objetivando a “cura espiritual”, deixa seus seguidores em total desamparo e despreparo, para a vida cotidiana. Criticando os princípios da Ciência Mental, dizendo que de nada adianta alguém afirmar  “ser saudável”, “ser rico”, etc.., uma vez que Deus é que é o Poder único, e não a “mente que afirma a Verdade e que nega o erro”, o Caminho Infinito aboliu a forma de endossarmos a Verdade frente a “crença em dois poderes”. Goldsmith entendeu ainda  que a Ciência Cristã é um ensinamento mental,  e abandonou-a, criando o seu ensinamento, “O Caminho Infinito”, dizendo ser ele um ensinamento que não poderia ser “misturado” com outros enfoques da Verdade.

Onde e quando este ensinamento é importante e válido? Na “Prática do Silêncio”! Os princípios de “O Caminho Infinito”, quando conhecidos e aplicados à “cura espiritual”, têm enorme valor, razão pela qual, em diversas ocasiões, eu postei artigos sobre a “cura” neste site. Entretanto, foram artigos escolhidos! Escolhidos como? De forma a não serem “neutralizadores” da ação correta do emprego da suposta “mente humana” na vida cotidiana de alguém. Por ignorar, criticar e não incluir a Ciência Mental em seus ensinamentos, o “Caminho Infinito”, ao lado da valiosa contribuição de sua Mística, trouxe também uma vivência, na “aparência”, que, como foi dito, deixou seus seguidores desprotegidos! Toda vez que algum leitor de O Caminho Infinito vinha falar comigo sobre alguma situação negativa, eu percebia que ele nada entendia e nada aplicava da Ciência Mental.

Na década de 80, a UNIDADE convidou-me a fazer uma série de palestras sobre “A Cura Espiritual”  em sua sede em São Paulo. Estas palestras, semanais, tiveram a duração de seis meses, onde os “princípios da cura espiritual”, ensinados por Goldsmith,  foram detalhados, explicados e enfaticamente repetidos, para serem aplicados durante a “Prática do Silêncio”. Os textos que escrevi, enviados aos frequentadores na época, foram depois compilados e lançados em livro, ao qual dei o título de “A Cura Espiritual em seus princípios básicos”.

Durante a exposição geral, logo ficou ali percebido que eu não estava preso aos ensinamentos de Goldsmith referentes à vivência na vida prática, e, que minha forma de apresentar os ensinamento era absoluta. As traduções que eu fazia, de O Caminho Infinito, também eram feitas em trechos, e não em seus capítulos integrais. Eu não passava às pessoas as partes do ensinamento que destoavam da Ciência Mental ou que pudessem levar alguém às crenças erradas aceitas por Goldsmith. E então, diziam-me que “eu estava mutilando” a obra de Goldsmith, enquanto eu respondia que eu estava passando a Verdade de Deus e não de seres humanos! E quando soube que, em outros dias da semana, a UNIDADE passava aos mesmos assistentes os ensinos contrários aos que eu estava passando, interrompi as palestras, para que não ficassem ouvindo ideias diferentes e criando confusão mental.

Vemos, na Bíblia, Jesus o tempo todo empregando a Ciência Mental com o Poder da palavra! Não o encontramos apenas “praticando o silêncio”. Mas, como disse, percebi que seguidores de O Caminho Infinito endeusavam o seu autor, e não se mostravam abertos para serem contrariados. Criticar Joel, para eles, era como criticar Deus! No entanto, eu não tinha intenção nenhuma de “criticar Joel” ou criticar quem quer que seja! Minha intenção única era a de explanar sobre a Verdade Absoluta, passar  os importantes  “princípios de o Caminho Infinito”, aplicáveis à “cura espiritual”, e, também, o modo de nos conduzirmos neste “mundo de aparências”, conhecendo e endossando a Verdade através da Ciência Mental.

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