CURA: UMA ANULAÇÃO DA ILUSÃO

CURA: UMA ANULAÇÃO DA ILUSÃO
DÁRCIO

Quando uma “ilusão de doença” se mostra como realidade, a pessoa diz necessitar de cura. Ela acredita mesmo estar tendo alguma”alteração para pior” em sua saúde, e tenta fazer o possível para “recobrar a condição saudável”. Este anseio é o seu problema! Por que? Porque não foi a saúde que se ausentou, mas sim uma ILUSÃO que se instalou como fato verdadeiro! Quanto antes ela perceber isso, mais rapidamente “retornará” a sua imagem visível de corpo saudável.  Assim como a nuvem não altera o brilho do sol, a ILUSÃO não altera a luminosidade eterna do nosso Corpo real, que é Deus na forma “Corpo”.

Descarte a ilusão! Pare de lutar para recuperar o que jamais perdeu! A chamada “cura” é uma anulação da ILUSÃO! Contemple Deus sendo o Corpo! Contemple “rios de água viva” fluindo de “cada suposta celula” de seu Corpo! As chamadas células corporais não são o que parecem ser! São o “Verbo feito carne”, isto é, são Deus sendo visto como “células” pela mente humana! Contemple calmamente esta ação de Deus em SER DEUS como cada suposta célula; contemple esta ação como sendo a “saúde permanente” de cada uma delas! Atenha-se ao “sol” e não às “nuvens” que parecem tolher seu brilho! Contemple a ONIAÇÃO sendo “saúde onipresente”; sua saúde eterna é a espontânea oniação divina em SER O TEMPLO DE DEUS. Este Templo é o que constitui o “seu” CORPO.

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A ONISCIÊNCIA

A ONISCIÊNCIA
DÁRCIO

Deus é Onisciente. Se o TODO é a própria Onisciência, o Universo inteiro é, em Si, Sabedoria suprema. Assim, “Eu Sou Onisciente”. Qualquer intenção de passar informação ou dar aprendizado à nossa INDIVIDUALIDADE, que é o Cristo, somente pode ser vista como ilusória. Na verdade, o que aparenta ser um aprendizado, para a suposta mente humana, é simples constatação de que a SABEDORIA É!. Deus é TODO O SABER. Sendo assim, a Consciência crística, agora manifesta COMO cada um de nós, JÁ É dotada de todo o conhecimento universal. Falando mais precisamente, a nossa Consciência individual não apenas é dotada de Onisciência: ELA É A ONISCIÊNCIA EM SI! (O mesmo se aplica à Onipresença e à Onipotência).

O Cristo, o Eu espiritual perfeito, JÁ É onisciente. Por esse motivo, em todas as nossas meditações, partimos dessa Verdade. Nada iremos informar a Deus; nada iremos pedir a Deus: na quietude da contemplação, perceberemos “a descida do Espírito Santo”, ou seja, a espontânea Autorrevelação: EU SOU O QUE SOU. Com o hábito, perceberemos, após meditarmos, que certos “impulsos interiores” nos dão as diretrizes para a vida cotidiana. Que são eles? A Onisciência aparecendo como conceito humano de sabedoria. Tais impulsos, quando percebidos e seguidos, promovem o que chamamos de “solução espiritual dos problemas humanos”. Estaremos manifestando visivelmente a HARMONIA ETERNAMENTE MANIFESTA DA REALIDADE DIVINA TRANSCENDENTAL.

Certas pessoas dizem não perceber estes “impulsos” com nitidez. Mesmo assim, se elas se dedicarem corretamente à contemplação da Natureza do Todo, vendo-se INCLUSA nesse Todo, assim como um ponto se vê incluso na reta que ajuda a formar, certamente os fatos e seu dia a dia se desenrolarão em harmonia, com as coisas tomando naturalmente o rumo certo.

Dissemos não haver “aprendizado”, e sim “constatação” de que a Onisciência é onipresente. O estudo da Verdade não pode ser encarado como os chamados “estudos humanos”. A mente humana almeja ampliar seus limitados conhecimentos; a Mente onisciente já é Todo-sapiente: nada lhe resta a “aprender”. Se discernirmos o real sentido do chamado “estudo da Verdade”, passaremos a viver a vida pela Graça, propagada pela mensagem de O Sermão Da Montanha: “NÃO ANDEIS CUIDADOSOS QUANTO À VOSSA VIDA (…) DE CERTO VOSSO PAI CELESTIAL SABE QUE NECESSITAIS DE TODAS ESTAS COISAS”.

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POSITIVE SUA IDENTIDADE ÚNICA!

POSITIVE
SUA IDENTIDADE ÚNICA!
Dárcio

 
“Aquieta-te e sabe, eu sou Deus” – diz o Salmo 46. Nossa identificação com a Verdade precisa ser feita integralmente! DEUS É TUDO! Portanto, tudo e todos somos Deus em expressão! Sua identidade precisa ser positivada com a autoridade do Deus que VOCÊ É! Não há sentido em se estudar a Verdade, aceitar a totalidade de Deus, e, em seguida, usar a mente humana para analisar se a Verdade “Eu Sou Deus” está sendo afirmada espiritualmente ou “apenas” mentalmente!

“Por que é preciso POSITIVAR esta identidade que já sou, se ela já é quem sou?” Assim me perguntam! Por que me perguntam? Por não a terem positivado! “Positivar” é SER! A manutenção desta avaliação humana, se a afirmação é legítima ou espiritual, e não feita mentalmente pela mente humana, precisa acabar! Entenda, de uma vez por todas, que VOCÊ É DEUS! Jamais sua vida esteve sendo outra, senão Deus vivendo! Não alimente crenças que deixem esta Verdade encoberta! Não analise se a frase EU SOU DEUS está sendo aceita espiritualmente ou mentalmente! Não questione a Verdade! Este é o DUALISMO que você pode estar nutrindo sem perceber!

Afirme, positive, assuma e viva a Verdade: EU SOU DEUS! Não há OUTRO ao lado de MIM! Não permita nada, agindo ou pensando em VOCÊ, que possa ser discordante desta Verdade Absoluta! POSITIVE SUA IDENTIDADE ÚNICA! E mais: estenda esta percepção de modo a abranger o INFINITO! Desse modo, estará sendo PERFEITO EM UNIDADE, como orava Jesus para cada um ser!

 
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A ONIPOTÊNCIA

A ONIPOTÊNCIA
Dárcio

Deus é Onipotente. Quando a pessoa se deixa confundir pelo conceito de sua identidade inventado pela mente humana, acaba acreditando ser um simples mortal nascido neste mundo. Assim, influenciada pelas sugestões mesméricas ou crenças coletivas, vê o “mal” como realidade e vive temerosa, julgando-se capaz de se tornar vítima de sofrimentos,  infelicidades ou desgraças. Porém, entendendo o que significa a ONIPOTÊNCIA DIVINA, pelo estudo da Verdade Absoluta, o que aparentava ser um “poder maligno” é desmascarado diante da percepção de que DEUS, O UNO, É O ÚNICO PODER. O que é válido para o UNO, é válido para o INDIVÍDUO. Assim, cada um de nós pode afirmar: DEUS É ONIPOTENTE; DEUS É UNO COMIGO, EU SOU ONIPOTENTE. O chamado “mal”, que parecia vir do exterior para atuar sobre o “ego humano” passa, a partir dessa percepção interna e silenciosa, a ser encarado como simples “aparência”, simples “miragem” completamente destituída de poder real. Melhor dizendo, nunca há um “ego humano” à mercê de crenças malignas ilusórias: as crenças ilusórias é que incluem, em suas falsidades, o conceito de que somos humanos e não divinos. Eis por que estudamos a Verdade: para invertermos esta aceitação, e darmos “testemunho da Verdade”.

Crença alguma pode afetar o “Eu”; fogo não O pode queimar, água não O pode afogar. “Maior é AQUELE que está em MIM do que “aquele” que está no mundo”. Por que é assim? Porque o “Eu”, em todos nós, é DEUS. “EU SOU” Onipotente. Esta é a Verdade que no divino silêncio nos é revelada. O sonho mortal tenta nos fazer crer em personalidades de vida temporal, sujeitas a nascimento, mudança, morte, reencarnação, etc. Todas estas crendices falsas se anulam pela percepção direta da Realidade divina, em que o EU UNIVERSAL é permanentemente a nossa ÚNICA identidade. O chamado “tempo” não existe! Há somente o AGORA. Percebamos a Verdade: jamais fomos algum “outro eu”, senão o Eu Sou Divino que AGORA somos! Coloquemos nesta Verdade Absoluta o nosso REFERENCIAL DE SER; assim, ficará realmente simples discernirmos que “Eu Sou Onipresente”, e que, igualmente, “Eu Sou Onipotente”.

Enquanto alguém insistir em se aceitar como “ser humano”, dificilmente conseguirá se ver livre dos “pares de opostos”, os conceitos de bem e de mal e seus consequentes sentimentos de culpa, ressentimento, pecado, inferioridade e superioridade. CONTEMPLEMOS UNICAMENTE A VERDADE! Esta é a forma que nos permitirá “vencer o mundo”. Para que um pesadelo desapareça, basta que ocorra o DESPERTAR! Mantenha-se em quietude e silêncio, até discernir com clareza “este” AGORA, o AGORA em que resplandece o Cristo, o Verbo, a identidade espiritual eterna, que sempre esteve sendo o “seu” verdadeiro, imutável e único Ser.

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"LEITE" E "MANJAR SÓLIDO"

“LEITE”
E “MANJAR SÓLIDO”
DÁRCIO

E EU, IRMÃOS, NÃO VOS PUDE FALAR COMO A ESPIRITUAIS, MAS COMO A CARNAIS, COMO A MENINOS EM CRISTO. COM LEITE VOS CRIEI, E NÃO COM MANJAR, PORQUE AINDA NÃO PODÍEIS. TAMPOUCO AINDA AGORA PODEIS, PORQUE AINDA SOIS CARNAIS. POIS, HAVENDO ENTRE VÓS INVEJA, CONTENDAS E DISSENSÕES, NÃO SOIS, PORVENTURA, CARNAIS E NÃO ANDAIS SEGUNDO OS HOMENS?”
I Coríntios 3: 1-3.

Paulo, para justificar sua pregação em vários níveis, usou a comparação do “leite e o manjar sólido”. O leite era o ensinamento menos duro, em termos de profundidade: segundo ele, as “criancinhas em Cristo” seriam capazes de ingeri-lo. Já o manjar, alimento sólido, exigiria uma postura espiritual mais amadurecida.

Em tudo que é relativo, surgem os prós e os contras! No caso, os “prós”, quando a Verdade é passada como “leite”, e sendo adaptada à suposta capacidade momentânea de assimilação de alguém, são as facilidades  criadas objetivando uma abertura de compreensão em quem se vê ainda totalmente preso às crenças na matéria. Os “contras” ocorrem quando estas “adaptações”, por gerarem ensinamentos  diversos, criam também bloqueios à Verdade Absoluta, permitindo uma infinidade de religiões diferentes, cada uma com adeptos se julgando os únicos “donos” da Verdade, e presos a conceitos relativos!  Em outras palavras, é quando as pessoas se habituam a ficar “bebendo leite” de diferentes “marcas”, esquecendo-se de que “o manjar sólido” já o deveria estar substituindo.

Quando o “manjar” é oferecido e recebido como alimento definitivo, acabam as diferenças todas! DEUS É TUDO! Não existe mais nada! Mas, como aqui escreve Paulo, como dizer a “carnais” que Deus já está sendo a real identidade deles?

Hoje em dia a coisa está diferente.  Por já existirem tantos  “ensinamentos-leite”, torna-se possível alguém se dedicar exclusivamente a oferecer o “ensinamento-manjar”.   Assim, o site do Facho de Luz se destina a oferecer prioritariamente “alimento sólido”. Para ingeri-lo, VOCÊ deverá estar desejoso de se livrar da “crença na matéria”, assumir a revelação de que “possui a mente de Cristo”, e, IDENTIFICADO com esta Mente , reconhecer o óbvio:

DEUS, SENDO TUDO, ESTÁ SENDO VOCÊ!

Pai, sei que Tu és Espírito Onipresente! Tendo aceito a Tua Revelação de que “tenho a mente de Cristo”, abro-me à percepção interna de que, em  virtude da Onipresença, a “minha” presença é a Tua Presença, o “meu” Espírito é o Teu Espírito,  o “meu” corpo é o Teu Corpo. Não somos dois: somos UM.

(permanecer quieto e receptivo por alguns segundos)

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DESPERTAR NÃO É ILUMINAR-SE

DESPERTAR NÃO É ILUMINAR-SE
DÁRCIO

Se alguém, em dia ensolarado, estiver caminhando sob o sol e sendo por ele iluminado, mas de olhos fechados, não perceberá luz alguma. Mas a luz que o ilumina não terá sido alterada pelo seu fechar de olhos! Quando estudamos a Verdade, partimos de Deus como TUDO! Como “Deus é LUZ”, a LUZ é TUDO! Portanto, somos LUZ e não há como deixarmos de ser nem como nos iluminarmos! A LUZ QUE SOMOS, É! ! Por isso Jesus afirmou categoricamente: “SOIS A LUZ DO MUNDO”.

Não force a mente para “se tornar iluminado”! ABRA O OLHO SIMPLES! “Se teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso”, disse Jesus. Explicava a nossa condição iluminada imutável! Explicava que “despertar não é iluminar-se”, mas sim, VER-SE COMO LUZ!
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“Desperta, tu que dormes, e a luz do Cristo te alumiará.” (Efésios 5:14)
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LIBERTAÇÃO DO FALSO PENSAR

LIBERTAÇÃO DO FALSO PENSAR
Joel S. Goldsmith

Cessa de te condenares a ti mesmo! Cessa de repreender-te por causa dos teus pecados e erros! Nada conseguirás condenando-te a ti ou a teus semelhantes. Acaba com essa autocondenação e compreende que marcarás passo no plano negativo, de ordem mental ou material, na medida em que aceitares e fizeres atuar sobre ti crenças que te foram impingidas pelo mundo.

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Começa a compreender que a natureza do teu ser é Deus, que a essência de tua alma é a essência de Deus, e que a natureza do teu corpo é a do templo de Deus. Sim, o teu corpo é o santuário do Deus vivo: cessa de condená-lo, de odiá-lo ou de temê-lo. Compreende que a tua mente é um instrumento através do qual pode fluir Deus, a Verdade. Não condenes a tua inteligência, dizendo que é imperfeita ou mortal ou má. Tal inteligência não existe no mundo de Deus; existe uma mente só, e essa mente é instrumento de Deus. Se desistires dessa incessante mania condenatória, verás que a tua mente é um espelho límpido para refletir tua alma.
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O "EU SOU" ONIPRESENTE

“EU SOU”
ONIPRESENTE
DÁRCIO
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Como a natureza de Deus é ser Onipresença, pela UNIDADE cada um de nós pode afirmar: “Eu Sou Onipresença”. A suposta mente humana talvez queira reagir, dizendo que estamos limitados ao tempo e ao espaço; mas, a Verdade imutável anula todas estas sugestões de limitações.  “Quem me vê a MIM, vê o Pai”, disse Jesus, para revelar a Verdade absoluta e a necessidade que todos temos de transcender a ilusão em vida e mundo materiais ou temporais. A Verdade estará sendo conhecida quando, conscientemente, nos dedicarmos a fazer o seguinte reconhecimento: “O Ser que EU SOU, é a Vida universal, o TODO INDIVISÍVEL, que ocupa todo o Universo sendo o próprio Universo. A infinitude do TODO é a minha INDIVIDUALIDADE; assim, EU SOU ONIPRESENTE, por ser o TODO aqui onde EU estou”.
Meditamos contemplativamente para reconhecer a veracidade desses princípios. Nosso Ser é transcendental, espiritual, indivisível e onipresente; isto testifica o “nada”, a nulidade que é a ILUSÃO. Com o Despertar espiritual, podemos discernir o Universo de Luz, que é ATEMPORAL.

Este “EU”, que “EU SOU”, é a VIDA IMUTÁVEL. O suposto ser humano, ou “ego”, reconhecido pela mente humana, jamais participa desta Vida eterna. Este conceito de identidade não estava com cada um no princípio, e não estará no fim, e, por conseguinte, não está agora fazendo parte do ser de ninguém. Vale lembrar aqui a fala de Jesus: “Antes que Abraão existisse, EU SOU”. O chamado “homem feito do pó da terra” não integrava a IDEIA DIVINA de Universo, sendo ILUSÃO desde o começo. O que não é eterno, o que não é da natureza de Deus, o que não faz parte do PROJETO ESPIRITUAL PERFEITO, não existe, apesar de parecer existir. Isto significa que “o Adão expulso do paraíso” é uma ILUSÃO; significa que “o retorno do filho pródigo à casa do pai” é igualmente ILUSÃO. A Bíblia faz uso de alegorias e parábolas para nos levar à percepção da Realidade, à percepção da natureza de Deus, à percepção do Cristo, o Filho de Deus, que, como já dissemos, é “um com o Pai”, e é a genuína identidade eterna de todos nós, uma vez que “as obras de Deus”, diz a Bíblia, “são permanentes”.

A suposta mente humana aceita a falsidade chamada “tempo”; sabemos, contudo, que TUDO É AGORA. Quando há o “despertar” para a realidade única do agora, simultaneamente se dá a AUTODESCOBERTA da verdadeira e única identidade de cada um como sendo o CRISTO. Entretanto, enquanto alguém insistir na crença em “tempo”; enquanto se aceitar como “ser humano nascido em mundo material”, estará aceitando também todos os fatos e personagens ilusórios a ele apresentados pela mente humana, e se deixando sugestionar hipnoticamente por eles, o que culminará no aparente encobrimento de sua IDENTIDADE VERDADEIRA. As limitações e imperfeições que o mundo aceita como integrantes de nosso Ser nada têm a ver conosco! Este é o objetivo deste estudo: deixarmos de nos identificar com o “eu humano”, e seu ilusório mundo, para nos identificarmos com a natureza de Deus.


DO SEU ESTADO DE ÂNIMO

DO SEU
ESTADO DE ÂNIMO
Dárcio

Do seu estado de espírito
dependerá seu dia, sua semana, sua vida. Do seu estado de ânimo dependerá a qualidade do que você faz, dos seus relacionamentos, do seu contato com o mundo. Portanto, em vez de sair ao mundo com a mente crítica, que se desgasta em infrutíferos julgamentos de tudo e de todos à sua volta, saia rumo a ele convicto de sua unidade com Deus, de que Deus se faz presente em tudo e em todos, e viva feliz, dando ao próximo a felicidade que este estado de ânimo iluminado é capaz de propiciar.

Tudo depende de você!
De sua reação diante da vida!

Do seu estado de ânimo!

DEUS É ONIPRESENTE

DEUS É ONIPRESENTE

DÁRCIO

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Deus é indefinível. Somente através de uma experiência transcendental a natureza de Deus pode ser conhecida. Este é o motivo pelo qual se diz: DEUS É. Quando Moisés perguntou a Deus: “Qual é o Seu nome?”, obteve por resposta: “Eu sou o que sou” (Êxodo 3: 12-14). Quando Jesus falou claramente, “Eu e o Pai somos um”, revelou que a natureza de Deus é a natureza do homem real. Esta “unidade” é a base de todo ensinamento espiritual legítimo.Por que Moisés, Jesus e vários outros profetas ou místicos tinham tanta informação espiritual? Porque para eles, Deus não era mero “tema de estudo teórico”, e muito menos simples vocábulo de Escrituras. Moisés e Jesus nos servem de exemplos sobre como deve ser encarado o procimento correto: encaravam Deus como realidade viva, presente em unidade com eles, dotado de SABEDORIA INFINITA! Em outras palavras, conheceram a NATUREZA DE DEUS numa compreensão que vai além do intelecto.

Esta abertura à Realidade espiritual, com a mente humana receptiva a um CONHECIMENTO SUPREMO, faz com que a Natureza de Deus nos seja revelada. Assim, pela “unidade”, temos revelada a nossa real natureza . Em outras palavras, a nossa NATUREZA É DIVINA. Qualquer aspecto de Deus, que tivermos conhecido, é também um aspecto individual de todos nós. Este é o sentido da frase “Eu e o Pai somos um”. Repeti-la com a suposta mente humana, sem o discernimento absoluto do que ela representa, significa tirar-lhe todo o brilho. Precisamos conhecer a natureza de Deus, para, com frases como a citada, sermos capazes de praticar as “meditações contemplativas” corretamente, ou seja, com o propósito único de discernir que SOMENTE O QUE É VERDADEIRO SOBRE DEUS PODE SER VERDADEIRO SOBRE CADA UM DE NÓS.

Deus é onipresente. A Bíblia diz que “Nada há de oculto que não venha a ser revelado”. O que a mente humana aparenta “ocultar” é a ONIPRESENÇA DIVINA. Sempre que ela nos tenta iludir no sentido de que creiamos em imperfeições e problemas, esta mente falsa está, na verdade, julgando-se capaz de encobrir a Realidade aqui presente. Diante da pergunta: “Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?”, respondeu Jesus: “Nem ele pecou nem seus pais; mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus” (João 9: 2-3). Esta resposta traz a visão correta: não há causas reais para a ILUSÃO. Basta-nos “contemplar as obras permanentes de Deus”, e a Perfeição onipresente, que a mente humana parecia ocultar ou fazer  ausente, Se manifestará também aos olhos do mundo. A Onipresença divina garante que o Universo transcendental é HARMONIA ABSOLUTA, AQUI E AGORA. A “troca de referencial” é fundamental, ou seja, o abandono da visão humana em substituição pelo “Olho Simples”, a visão crística: “Uma coisa sei, e é que, havendo eu sido cego (visão humana), AGORA VEJO (visão crística).

Quando discernimos nossa “visão crística” já aberta, “manifestam-se em nós as obras de Deus”. Isso não quer dizer, porém, que a totalidade das obras de Deus ainda não estejam manifestadas! A ONIPRESENÇA É! Nesse caso, o sentido da palavra “manifestado” é simplesmente este: QUANDO PERCEBEMOS QUE AS OBRAS DE DEUS ESTÃO MANIFESTADAS, A MENTE HUMANA, EM SINTONIA COM ESTA VERDADE, FORMA UM CONCEITO FINITO HARMÔNICO, CONDIZENTE COM A REALIDADE INFINITA HARMÔNICA. Em outras palavras, a HARMONIA INVISÍVEL surge visivelmente, em termos de percepção humana. Este processo não é o que se dá mediante a prática de “pensamentos positivos”. Aqui, há o CONTEMPLAR DIRETO DA REALIDADE ÚNICA, e esta VISÃO VERDADEIRA ANULA A ILUSÃO. Contudo, esta suposta “manifestação visível” somente pode ser entendida “temporariamente”, como fruto ilusório da também ilusória “mente humana”. Quando houver um “despertar em massa”, unicamente a REALIDADE ABSOLUTA estará sendo discernida, sem que “sinais” na aparência sequer continuem a ser registrados.

DEUS É ONIPRESENTE! Assim, o que é válido para o TODO está plenamente manifesto em cada INDIVIDUALIDADE nele inclusa. Isso quer dizer que, necessária e obrigatoriamente,  é agora válido,  para o SER  INDIVIDUAL REAL, tudo aquilo que for válido para DEUS. Esta Verdade, conhecida por Jesus, e revelada em sua frase “EU E O PAI SOMOS UM”, já é, portanto igualmente VÁLIDA PARA TODOS NÓS.

A vantagem de considerarmos, primeiramente, uma qualidade, atributo ou aspecto do TODO, para, em seguida, em vista da UNIDADE, considerá-lo válido para nós,  como INDIVÍDUOS, é prática: isso facilita sobremaneira a aceitação por parte da suposta mente humana, ao darmos início às “contemplações”. Se partirmos do INDIVÍDUO, e declararmos que ELE JÁ É A TOTALIDADE DE DEUS, mesmo sendo verdadeira a colocação, a “mente  humana condicionada” logo reagirá no sentido de negar esta Verdade, oferecendo-lhe as conhecidas oposições ou resistências baseadas em aparências, buscando “retardar” o nosso discernimento pleno de que unicamente DEUS É NOSSO EU INDIVIDUAL. Por outro lado, se partirmos da Verdade de que DEUS É TUDO, de que o TODO necessariamente INCLUI cada INDIVÍDUO, não haverá como se negar o FATO de que TODA VERDADE VÁLIDA, PARA O TODO, É AQUI E AGORA VÁLIDA PARA “MIM”, o “EU” que todos somos.

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CONTEMPLAR É CONSIDERAR

CONTEMPLAR É CONSIDERAR
Dárcio
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Quando levamos algo em consideração, lidamos com algo presente que recebe uma atenção toda especial.  “Você levou em consideração aquilo que lhe disse?”, alguém pode perguntar. Se o assunto foi considerado, ele foi visto, levado em conta, analisado, porém, não criado com qualquer esforço! Assim “contemplamos a Verdade”. Imagine que Deus lhe tenha dito: “Você existe em mim e é mantido perfeito em mim: está levando em consideração o que lhe revelo?” Se for responder após árduos esforços mentais, tremenda fé, etc, estará fora da “consideração”. Considerar é contemplar sem esforço! É levar em conta o fato revelado como Verdade consumada, absoluta, eterna, já presente!

“O Pai em mim faz as obras”, disse Jesus. Não estava se colocando como “outro” em relação ao Pai! “Eu e o Pai somos um”, disse também, para não dar margem alguma a possíveis interpretações de dualismo! Por que “o Pai em mim”, e não “eu mesmo faço as obras”? Trata-se de uma percepção mais ampla que, além de calar a suposta mente humana inoperante, faz com que cada ser possa “contemplar” DEUS sendo ELE PRÓPRIO sem quaisquer esforços! Fazendo uma analogia, é como se alguém pensasse: “O estômago, em mim, faz a minha digestão”. Seu estômago não seria “outro” agente, fora dele mesmo, a lhe fazer a digestão! Nesse caso, a frase: “O estômago, em mim, faz a digestão”, revela a UNIDADE e não dualidade! Esta “entrega” da digestão ao “estômago” tira da mente a preocupação com ela! O mesmo se dá ao contemplarmos que “o Pai, em mim, faz as obras”: toda ação fica a cargo da Consciência divina, enquanto a mente apenas contempla, confiante e sem esforço.

O Espírito de todos é Deus!Assim, ao contemplarmos: “O PAI, EM MIM, FAZ AS OBRAS”, estaremos simplesmente levando em consideração que DEUS É TUDO O QUE SOMOS! E, nesta aceitação, estaremos levando em consideração a Verdade que somos, e, portanto, contemplando esta Verdade correta e eficazmente! Nenhuma crença faz parte do processo! Nenhuma “ilusão” é considerada! DEUS É TUDO! E, contemplamos unicamente esta Verdade!
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MUNDO "SALVO" PELA MENTE DO FILHO

MUNDO “SALVO” PELA
MENTE DO FILHO
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DÁRCIO
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“Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele”.João 3:17

O que constitui a verdadeira salvação do mundo, por parecer enorme disparate, sempre veio sendo deixado de lado. A questão se resume numa só palavra: ILUMINAÇÃO! A mente iluminada é a Mente divina aparecendo como a nossa mente de Filho de Deus. Quando o mundo deixar de ser visto pela mente humana, para ser reconhecido tal como é, pela Mente do Filho, o mundo estará salvo.
A mente humana sempre está “condenando o mundo”, vendo nele problemas e imperfeições de toda espécie. Que faz o Filho? Contempla, exatamente onde a mente humana vê tais imperfeições, o REINO ILUMINADO! Somente a Mente iluminada vê o Universo iluminado! Por outro lado, somente a mente em treva (mente humana) enxerga escuridão!
O que expusemos não é teoria a ser testada, mas a eterna Verdade sempre revelada pelos iluminados! Só para exemplificar, dando uma citação da Bíblia, em Sofonias 3:15, encontramos: “… o Rei de Israel, o Senhor, está no meio de ti; tu já não verás mal algum”. Se compararmos esta citação com a da abertura, veremos que “o Rei de Israel” é o “Filho”, ou seja, a Presença de Deus em nós, a Mente de CRISTO sendo a nossa! Somente através do abandono da mente humana e seus julgamentos pelas aparências, juntamente com o acatar da revelação de que em nós JÁ está a “Mente iluminada do Filho de Deus”, poderemos NÃO VER MAL ALGUM! E, neste PROCESSO ILUMINADOR, teremos SALVO O MUNDO!
Em suma, “salvar o mundo” significa retirar a ilusão da ignorância, pelo radical endossar das palavras de Deus:
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“E VIU DEUS TUDO QUANTO FIZERA, E EIS QUE ACHOU MUITO BOM”.
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A MENTE PURA E AS SUGESTOES IMPURAS

A MENTE PURA E AS SUGESTÕES IMPURAS
Dárcio

No “mar de crenças hipnóticas” estão os chamados pensamentos do bem e do mal. A Bíblia revela que “temos a mente de Cristo” (I Cor. 2-16), e que com ela discernimos as coisas espirituais perfeitas que constituem a Realidade eterna e divina. Pela Mente pura jamais passam pensamentos de impurezas; tais pensamentos são meras “sugestões hipnóticas” que tentam iludir os incautos, para que os recebam e digam: “Como é possível que eu tenha a Mente de Cristo, se ainda passam pela “minha mente” pensamentos errôneos?”  Pronto! É assim que o hipnotismo ilude! A pessoa diz que a sugestão hipnótica é “pensamento da mente dela”! Nunca foi!

Se “temos a Mente de Cristo”, e, de fato a temos, unicamente pensamentos espirituais e perfeitos são os nossos pensamentos. O que diferir deles, é “sugestão hipnótica”: ação mesmérica da “crença coletiva ilusória”. Portanto, jamais se identifique com tais pensamentos; jamais diga que eles estão na SUA MENTE; jamais se veja como autor deles! Expulse-os de sua aceitação! Não são seus! E não são de ninguém! Ilusão é NADA! Não perca tempo com ela nem se associe com algo dela! “Temos a Mente de Cristo”, a pura Mente de Deus, que age permanentemente como nossa Mente real e única! Saber disso põe fim às “sugestões hipnóticas”? Não! São crenças coletivas e não pessoais nossas! Nosso cuidado é quanto a saber lidar com elas, sem jamais as vincularmos com a Mente de Deus que somos! Deus é TUDO! “Mente humana” é NADA!

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PARAÍSO: MERA QUESTÃO DE PERCEPÇÃO

PARAÍSO:
MERA QUESTÃO DE PERCEPÇÃO
Dárcio


Enquanto a maioria luta na matéria, sem saber contar com as leis mais altas que lhe estão disponíveis, há também aqueles que ainda consideram que “viver o Reino de Deus” significa viver uma vida terrena harmoniosa ou trabalhando em prol do próximo. Isso se dá por ser a consequência confundida com a causa. Quem “busca o Reino” se torna apto a perceber que não existe mundo material em parte alguma! Deus é Tudo! A Luz é Tudo! Portanto, o paraíso não é “outro lugar”, mas “este lugar”, apenas sendo espiritualmente discernido, ou seja, é quando assumimos a mente de Cristo e contemplamos as coisas como realmente elas são. A partir disso, a nossa suposta ação visível deixará de ser vista como ação de um ser humano voltado a si mesmo ou ao próximo! Desaparecem as intenções de agirmos para o bem ou para o mal, e a frase “o Pai em MIM faz as obras”, dita por Jesus, fica plenamente entendida!O paraíso, sendo percebido como sendo aqui mesmo, nos deixa a todos  alinhados com a Verdade e sendo esta Verdade! Este discernimento nos leva à chamada “vida pela Graça”, isto é, a vida que flui espontaneamente em tudo e todos é  discernida como sendo ação única de Deus, ou sendo Oniação.A noção de vida humana pessoal é falsa e geradora de conflitos na aparência! Por isso é fundamental mantermos esta visão iluminada dos fatos reais ou verdadeiros, em que nos vemos agindo em unidade com Deus e discernindo o mesmo Deus em todas as ações que estivermos percebendo além da nossa! A visão da unidade é a visão correta; é esta percepção de que o “paraíso” é aqui, não por fazermos algo de bom ou por deixarmos de fazer, mas, por reconhecermos nossa ação e a de todos como unicamente sendo Deus agindo! Isso nos elimina preocupações, inquietações e tensões, por estarmos ocupados unicamente em contemplar o Universo oniativo de Deus.


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O REAL "VÍCIO" A SER ERRADICADO

O REAL “VÍCIO” A SER ERRADICADO
DÁRCIO
 
 
Diante de artigos sobre a Verdade, que falam sobre pessoas que se curaram de vícios das mais variadas espécies, é comum ser aceito que “a cura do vício” é a “graça recebida” a ser comemorada! Isso é  correto? Em termos relativos, até pode ser considerado que sim. Se alguém se vê libertado do vício da bebida, por exemplo, este fato se torna um alívio tanto para ele quanto  entre todos os seus  familiares, como eu mesmo constatei junto àqueles que obtiveram resultados fazendo uso da “Fórmula Mágica”, um exercício de eliminação da crença falsa que, inclusive, já foi postado neste site.

Mas em termos absolutos, o “vício verdadeiro” a ser erradicado é outro! A humanidade está “viciada em julgar pelas aparências”, e se deixa atrair por elas a todo momento,  sempre de prontidão para dar a cada uma  sua avaliação ilusória de “bem” ou de “mal”. E é assim que a pessoa sai às ruas: se vê um alcoolatra, logo pensa: “Um bêbado! Que cena deplorável!”; se dá uma volta e encontra algum drogado, logo pensa: “Este está pior! Dependente químico!”, e por aí vai! Esse comportamento, considerado habitual e normal, para quem estuda a Verdade é um absurdo sem tamanho! Este, sim, é o “vício real”: julgar pelas aparências, mesmo após dizer que “estuda a Verdade”! Se somos praticantes da Verdade, devemos atentar para darmos fim a este vício! Primeiramente quanto a nós mesmos; depois, estendendo a todos os demais! “O que somos é o que vemos”, porquanto Deus é TUDO! Enquanto estivermos acreditando em aparências, não as trocando imediatamente pelos fatos reais e perfeitos que existem realmente no lugar delas, teremos de nos empenhar muito mais na aplicação dos princípios! Lembre-se: se estiver vendo “viciados”, “ladrões”, “malfeitores”, etc, o “vício coletivo” permanece iludindo a VOCÊ! De que modo? Fazendo-o crer que a mente humana é a sua! Fazendo-o ver o que Deus não vê! Fazendo-o crer ser algum OUTRO, que não Deus!

Este artigo, mesmo sendo escrito para todos,  se destina mais ainda àqueles que já leram, leram e releram princípios que não acabam mais! Mas que os separam da chamada “vida prática”. Assim como as “meditações contemplativas” devem se  tornar hábito diário, a erradicação do “vício de julgar pelas aparências” deve receber igual dedicação! Isso não significa sair de casa “ignorando as aparências”, o que seria “empurrar a poeira para debaixo do tapete”; significa REINTERPRETAR AS APARÊNCIAS NA HORA, reconhecendo que, em lugar delas,  a Verdade ali presente é a Realidade mantida perfeita por Deus! O estudo da Verdade exige esta dedicação! Quem não estiver disposto a isso, estará somente acumulando teoria! E isso lhe será completamente sem  propósito!

 
 
“Daqui por diante, a ninguém conhecemos segundo a carne, e, ainda que também
tenhamos conhecido Cristo segundo a carne, contudo, agora, já o não
conhecemos deste modo.”
2 Cor. 5:16
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O APARENTE MAL QUE PRECEDE O APARENTE BEM

O APARENTE MAL
QUE PRECEDE O APARENTE BEM
Dárcio

Quando alguém, acomodado aos antigos padrões de vida, se decide por estudar a Verdade, muitas vezes desconhece que o novo entendimento  irá destronar o antigo em sua mente. E este processo se mostra como situação temporária de  considerável confusão, receios e até de insegurança, pois, seus antigos alicerces terão sido abalados. É preciso saber entender a normalidade dessa situação, para que a pessoa não comece a achar que sua vida se tornou um caos de repente, e sem qualquer motivo aparente! Sim, pois quando ela estuda a Verdade, costumeiramente espera por imediatas  melhorias visíveis, e, quando o contrário passa a ser observado, ela pode se frustrar, achando que algo está errado, e, nessa condição mental,  poderá se sentir em grande desconforto.

Conhecer este processo não quer dizer que cada um deva aguardar problemas decorrentes do estudo. Pelo contrário, este conhecimento deve servir para que a pessoa permaneça firme em sua identidade absoluta, que é Deus, deixando de se envolver com as aparências boas ou más que, a todo instante, se alterarem diante dela. É intuitivo que, para algo se tornar melhor, deve antes sofrer mudanças! Estas mudanças não são feitas na pessoa, mas sim em sua suposta mente humana, que se faz passar como sendo dela! Não existe mente humana! Tudo isso é ilusão! Porém, aparentemente, cada novo entendimento espiritual altera o conteúdo de crenças na mente humana; em consequência,  a mente atrairá novos fatos, pessoas e condições mais condizentes com o novo desdobramento que ocorre nela mesma. Portanto, se houver mudança de emprego, de endereço, de companhia, de profissão, etc, é importante que a pessoa saiba: “Deus é meu ser; se algo se altera na aparência, decorrente desta minha conscientização, o resultado haverá de se mostrar sempre positivo! Sabendo lidar assim com as aparências, em breve ela notará o novo padrão  se manifestando  como harmonia visivel.

Deus é TUDO! Neste princípio devemos permanecer! Quanto menos dermos atenção às aparências, mais rapidamente elas se mostrarão harmoniosas visivelmente! Por isso é fundamental conhecermos o processo todo; desse modo, seremos como Noé protegido na “arca”, enquanto o dilúvio de falsas crenças “acontece” à nossa volta, até que se dê por encerrado!

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O TEMPLO QUE ETERNAMENTE SOMOS -2

O TEMPLO QUE ETERNAMENTE SOMOS
DÁRCIO

Parte 2 – Final

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O mundo, olhando o suposto “corpo nascido” e acreditando que ele determina o começo de nossa existência, comemora aniversários. Não existe mentira maior! Entretanto, ela é aceita com a maior naturalidade, tendo em vista o desconhecimento geral da natureza do Corpo real como “Templo de Deus”. Estas crenças falsas precisam ser banidas de modo direto, em contemplações específicas, pois, são coletivas e, sem que percebamos, em nosso dia a dia, atuam subliminarmente se acharem em nós a falsa mente humana que vibre em igual frequência falsa.

O Universo inteiro é Deus em ação! Nosso Corpo, como Templo de Deus, tem em cada “ponto” de si mesmo a Luz divina em auto-expressão onisciente! Isso quer dizer que devemos contemplar estes fatos em reconhecimento sereno e sem esforço. JÁ É ASSIM! A totalidade de nosso Corpo real é Espírito, é Luz  dotada de Sabedoria onisciente. Não existe “ação de Deus” para curar ou corrigir imperfeições físicas. Isso por que não existe “corpo nascido” para ser o nosso corpo! Assim como jamais entra em nós a “ilusão” de corpo físico, também não entra em “corpo físico” nenhuma ação divina a fim de repará-lo! É preciso que fique bem claro que não temos dois corpos, um sendo o Templo de Deus, e outro sendo corpo temporal vivendo em mundo material! Não existe matéria! A partir disso, de início as crenças fraudulentas já são reconhecidas como “nada”. Desse modo, as contemplações podem ser realizadas com a maior serenidade, e os fatos reais sobre o nosso Corpo são reconhecidos e vivenciados conscientemente. Assim é a “glorificação de Deus em nosso Corpo”, indicada pelo apóstolo Paulo.

Glorificamos a Deus em NOSSO CORPO, por nos determos em sua existência eterna e gloriosa! E também por o discernirmos intuitivamente como Corpo jamais nascido, eterno,  permanentemente iluminado e perfeito! Sabemos que a Sabedoria infinita de Deus está sendo cada “ponto de luz” que tem a forma chamada “Corpo”, e que esta Sabedoria, eternamente presente e ativa, jamais deixa de assumir seu papel divino de ser a perfeição absoluta no Corpo TODO! DEUS É TUDO! O Corpo, obviamente, não poderia estar excluído dessa totalidade! E, de fato, não está mesmo!

“Glorificai a Deus no vosso corpo e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus. ( I Cor. 6;20).

F I M

O TEMPLO QUE ETERNAMENTE SOMOS

O TEMPLO
QUE ETERNAMENTE SOMOS
Dárcio

Apesar de muitos dizerem que a Bíblia é a palavra de Deus, é preciso notar que as Verdades ali se encontram adaptadas ou adequadas a povos e épocas. Por isso, há passagens em que a Verdade absoluta é claramente revelada, enquanto em outras, o dualismo se faz presente. É preciso separar o “leite para beber” do “manjar sólido para comer”; assim Paulo disse ter feito, adequando as revelações ao  nível dos ouvintes.

No estudo da Verdade Absoluta, esta diversidade de entendimento espiritual visto na “aparência” não pode ser aceito nem reconhecido! O Deus único Se expressa aqui e agora como todos os seres ao mesmo tempo! Se sairmos desta visão iluminada, estaremos dando brechas à ilusão, e o estudo deixará de ser absoluto! Por mais convincentes ou lógicas que as aparências demonstrem ser, todas elas são falsas! Por trás das “miragens” resplandece o Templo-Luz que eternamente somos: o Corpo perfeito, inteligente, perene e imortal. “Não sabeis que sois templos do Altíssimo e que o Espírito de Deus habita em vós? O Templo de Deus é santo e esse templo sois vós” (I Cor. 3-16.17).

Contemplar este Templo que somos, sem deixarmos espaço para a crença falsa em “corpos nascidos” atuar em nós, elimina a prática errônea dos princípios espirituais. Concentrando a atenção no Corpo luminoso e perenemente perfeito, não mais intentaremos corrigir, curar ou melhorar supostos “corpos nascidos”, que são todos unicamente efeitos ilusórios reconhecidos pela também ilusória mente humana. Sejam quais forem os chamados “sintomas físicos” indesejáveis, nenhum deles está em nós ou em nosso Corpo! Por que aparentam estar? Por permitirmos que estas “sugestões” criem raízes pelo nosso próprio endosso ou  aceitação! Alguém recebe uma sugestão de “estar passando mal”: se, de imediato,  disser para si mesmo: “Eu estou me sentindo mal”,  que terá acabado de fazer? Terá dado poder à sugestão falsa! Caso sua atitude fosse outra, isto é,  se ficasse posicionado radicalmente na Verdade, no reconhecimento absoluto de que, como Deus é seu Corpo, unicamente a onisciência atua em todo ele para mantê-Lo como perfeição permanente, a ILUSÃO se desfaria! Não eram “sintomas”, e sim “sugestões mentais ilusórias”. O mundo poderá até dar a isso o nome de “cura”; porém, não houve cura alguma! Houve unicamente a permanência consciente na Verdade que ele é, e que eternamente ele é!

Este treinamento consciente é a Prática da Presença de Deus ou vivência no Absoluto: “estarmos no mundo sem pertencer-lhe”. Nesse sentido, disse Jesus: “Trabalhai pela comida que não perece”.



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POR MAIS IMPORTANTE QUE SEJA…

POR MAIS IMPORTANTE QUE SEJA…
Dárcio
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Por mais importante que seja sua ocupação ou responsabilidade atual diante do mundo, sua percepção de QUEM VOCÊ É deve permanecer em primeiro lugar! Se a vida se mostra corrida e o tempo lhe parece escasso, mesmo assim, sua prioridade é achar momentos de se lembrar de QUEM VOCÊ É. Nada “deste mundo” tem importância absoluta! DEUS É TUDO e DEUS É VOCÊ! Se não se permitir ser arrastado “pelas coisas importantes do mundo”, deixando Deus em segundo plano, elas se desdobrarão harmoniosamente! São sombras, puras miragens! Por outro lado, se acabar caindo na sugestão coletiva de “estar muito ocupado” para contemplar Deus sendo VOCÊ, logo perceberá que a rédea da vida lhe fugiu das mãos; foi-lhe tirada pela ILUSÃO.
Em primeiro lugar “o Reino de Deus e a sua justiça”, disse Jesus; todas as “demais coisas” serão bens vindos de acréscimo! Por mais importante que seja algo, alguém ou alguma situação da “aparência”, VOCÊ é mais importante do que todas elas! Isso por que DEUS É SUA VIDA, MENTE E CORPO! Permaneça nesta Verdade! Desse modo, todas as “ocupações” visíveis se cumprirão em divina ordem!
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NÃO RECEBER, MAS DAR

NÃO
RECEBER, MAS DAR…
Joel S. Goldsmith

Um dos motivos pelos quais há tanta paz em qualquer santuário é este: as pessoas  vão ali, não com a intenção de obter alguma coisa de alguém. Vão somente pensando em dedicar aquele horário para comungar com o Espírito de Deus e compartilhar da Graça espiritual. Não existe paz onde as pessoas vão com a intenção de receber algo. A paz se aprofunda se estivermos conscientes de que, se estamos em dado lugar, é para podermos dar e compartilhar esta Graça espiritual,  para  contribuirmos, uns com os outros, propagando a paz e o conforto espirituais que Deus nos tem propiciado em nossos períodos de meditação. Desse modo, quando formos meditar, conscientizemos:

Assim como o ramo é um com a videira, assim como a onda é uma com o oceano, eu sou um com Deus. A totalidade de Deus está jorrando em expressão como meu ser individual, como minha consciência individual, como minha vida individual. Portanto, tendo recebido a totalidade de Deus, que mais poderia querer, senão compartilhá-la com o mundo?