"O MEU REINO NÃO É DESTE MUNDO" – 6 – Final

“O MEU REINO
NÃO É DESTE MUNDO”
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Joel S. Goldsmith
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PARTE 6 – FINAL
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Esta prática nos faz abandonar a busca pelo bem material. Não estamos pensando em termos de melhor corpo físico; antes, estamos “ausentes do corpo, e…presentes com o Senhor”, e toda a nossa atenção se volta em direção à harmonia espiritual, não para um melhor relacionamento humano, não para melhor saúde, não para mais dinheiro, mas para a paz e a harmonia do Meu reino:

“Meu reino impera
aqui – não um bem humano e não um mal humano – mas Meu reino, o reino de Deus.

Se existe algum mal humano aqui, algum pecado, ódio, inveja, ciúme ou malícia, o que é dele? Ele não é pessoa nem poder. Ele não pode ser manifesto; e, portanto, tem que morrer pela sua própria nulidade. Ele é temporal e impessoal; jamais possui uma pessoa em quem ou através de quem possa se manifestar. Ele é o “braço de carne”, ou o nada.

O amor divino, não o amor humano, é o único poder operando neste lugar em que Eu estou. A sabedoria divina,  não a inteligência humana, é o único poder operando em minha vida.

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Assim, mais e mais a nossa atenção vai sendo centralizada no reino de Deus e Sua graça,  em vez de na forma e efeito; e então, assim que estivermos ausentes do corpo da forma e do efeito, aquele corpo, a forma e o efeito aparecerão harmoniosamente.

F I M

COTIDIANO SEM BEM NEM MAL


COTIDIANO
SEM BEM NEM MAL
Dárcio

O enfoque absoluto é o referencial do sol, dos dias sempre ensolarados, e não o da terra, em que há dias nublados e outros  não. Desse modo, contemplamos a Verdade permanente como sendo a nossa Consciência infinita e como sendo Perfeição única, absoluta e constante. “Nossa união consciente com Deus nos unifica com todo ser e ideia espirituais”, diz Joel S. Goldsmith. Isto porque tudo é UM e este UM, que é Deus, é a nossa Consciência infinita contemplada.Aos olhos do mundo, as coisas parecem ser independentes entre si! Se durante o dia nos defrontamos com esse ou aquele tipo de situação, as pessoas julgam ser tudo por acaso. Não é! Se somos todos um na Essência, a “aparência” é um cenário finito também uno, e cada acontecimento visível deve ser encarado como “sombra una ilusória”, ou seja, um quadro sem o “bem” e sem o “mal”. Como isso pode ser feito na prática? Primeiramente, praticaremos a “contemplação da Unidade”; depois, no dia-a-dia, deveremos entender cada suposto acontecimento visível como “sombra ilusória” da Perfeição permanente. Não deveremos julgar tais acontecimentos como bons ou maus, mas como “a vontade do Pai” se desdobrando em nosso cotidiano. Nada é por acaso, e, além disso, esse quadro em que “nada é por acaso”, deve ainda ser entendido como ILUSÃO!

Sem acharmos ser boa ou má cada aparência, os acontecimento serão vistos como “desdobramento mental” da Essência consumada, onde nos manteremos na percepção de Jesus: “O Pai em mim faz as obras”. Esta aparente “troca de referencial” é, na verdade, uma tática para nos mantermos no referencial absoluto, uma vez que este ser da aparência, que “interage” no suposto mundo visível, é ILUSÃO. Como somos a Essência una e perfeita, se assim agirmos em nosso dia-a-dia, viveremos conscientes de que a nossa atuação visível “simplesmente É”, sem ficarmos julgando as coisas como boas e más.

Se estudamos a Verdade, o verdadeiro, para nós, é unicamente a Perfeição do Reino da Verdade; o que estou expondo é como não perder esta visão durante o dia a dia. Para isso, vou dar um exemplo. Se pretendermos fazer um passeio de carro e, logo que iniciarmos este passeio, o veículo apresentar algum defeito, a pessoa sem este estudo irá pensar: “Que azar! Dar esse defeito exatamente agora!” Entretanto, se ela entender que “tudo é um” e que a Perfeição é permanente, esse tipo de julgamento ficará mudado para outro tipo de pensamento: “Quebrou o carro! Nada acontece por acaso! Algo espiritual está se desdobrando e envolvendo pessoas que, na essência, estão sempre unas comigo!” Essa é a forma correta de entendermos os acontecimentos! Não serão bons nem maus em função do que a mente humana pensa! Todos serão instrumentos de desdobramento da Harmonia eterna!

Devemos sempre ter conosco alguns artigos sobre a Verdade, e também o endereço do site já pronto em papéis, para passarmos àqueles que, por algum motivo, se envolvem conosco em nosso cotidiano. Os encontros, como foi dito, não são por acaso. E as situações não são nem boas nem más – elas simplesmente são! Desse modo, estaremos entendendo espiritualmente os fatos, e nessa compreensão, a Verdade vai sendo transmitida através de nós. Além disso, nesta visão elevada, deixaremos de acreditar que aborrecimentos são realidades, evitando, assim, que a frequência mental se torne negativa.

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"O MEU REINO NÃO É DESTE MUNDO" – 5

“O MEU REINO NÃO É DESTE MUNDO”
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Joel S. Goldsmith
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Parte 5

Ao sermos capazes de compreender a natureza do universo espiritual, as formas deste mundo começarão a desaparecer: formas de doença, pecado, falsos desejos, falta e limitação. Todas elas irão sumir, dando lugar às condições e relacionamentos harmoniosos, que serão manifestados de nosso estado de consciência mais elevado.

Nosso mundo é a exteriorização de nosso estado de consciência; o que semearmos, colheremos. Se semearmos na carne, colheremos corrupção: pecado, doença, morte, falta e limitação. Se semearmos no Espírito, colheremos a vida eterna. A palavra “semear” pode ser interpretada como “ser consciente de”. Se estivermos conscientes de que o reino espiritual é o real, enquanto aquele testemunhado pelos cinco sentidos é sem poder, temporal, o “braço de carne”, estaremos semeando no Espírito e colheremos harmonia no corpo, na mente, no bolso e nos relacionamentos humanos. Se continuarmos a temer o ”homem em cujas narinas há um sopro”, se continuarmos a temer infecção, contágio e epidemias, estamos semeando na carne; por sua vez, se percebermos que todo o poder está no invisível, estaremos semeando no Espírito, e colheremos a harmonia divina.

O Meu reino, o Cristo-reino, é o real, e ele é poder. Tudo que nós vemos, ouvimos, provamos, tocamos e cheiramos, o reino temporal, é a ilusão, e não é poder.

O caminho espiritual é o solo de treinamento onde nós adquirimos a convicção de que o mundo temporal está apresentando meramente um quadro de poder temporal, e poder temporal não é poder. O Invisível, somente, é poder; o Invisível que constitui o Eu que realmente somos.

Vamos considerar aquela ideia em relação ao nosso corpo. Porque nosso corpo é visível, não existe poder nele; ele não pode ser saudável ou doente; o poder está no Eu que nós somos. Se acreditarmos que este corpo tem poder, estaremos dando poder ao universo temporal. Olhando para o mundo finito e para o corpo finito, poderemos mudar inteiramente a nossa experiência pela conscientização:

Como você é efeito, o poder não está em você; o poder não está nesse corpo, e meu corpo não pode responder-me. Eu falo a ele, e lhe asseguro que Eu sou sua vida, Eu sou sua inteligência, Eu sou sua substância, Eu sou sua lei – aquele Eu que Eu Sou – e então, o corpo tem que obedecer.
Continua…>

A CIÊNCIA CRISTÃ EM ESTUDOS…-2-

A CIÊNCIA CRISTÃ
EM ESTUDOS DE PERCEPÇÃO
Dárcio
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-2-
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O “alto significado de Onipotência” é perdido pela nossa permanência na dualidade! Deixando de nos ater a este Fato fundamental, buscamos seguidamente em “doutrinas várias e estranhas”, como disse o apóstolo Paulo, “novas verdades”, “novos mestres”, “verdades mais profundas”, etc. E o básico? Já foi assimilado?Percebamos com clareza o sentido de “Onipotência”: Deus deve estar sendo reconhecido como única Presença e único Poder ativo deste Universo infinito. Esta percepção faz com que a dualidade se torne noção descabida, e a suposta “mente humana”, com suas crenças em bem e mal, seja vista como mera treva “já consumida” pela Luz da Onipotência discernida. O “mal” é qualquer sensação de imperfeição supostamente notada pela mente humana. Se nos desvincularmos desta mente falsa e suas sensações, pela identificação imediata e radical com nossa Mente verdadeira, a “mente de Cristo”, já estaremos conservando “o alto significado de onipotência”. Este trabalho interno nos permite trocar as falsas sensações da mente falsa pelas divinas sensações da Mente verdadeira. É assim que as falsidades  se dissipam e a Verdade é “conhecida”.
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PERDEMOS O ALTO SIGNIFICADO DE ONIPOTÊNCIA, QUANDO, DEPOIS DE ADMITIRMOS QUE DEUS, OU O BEM, É ONIPRESENTE E TEM TODO O PODER, AINDA CREMOS QUE HAJA OUTRO PODER, CHAMADO O MAL.
Mary Baker Eddy
(Ciência & Saúde – p. 469)
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"O MEU REINO NÃO É DESTE MUNDO" – 4

“O MEU REINO
NÃO É DESTE MUNDO”
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Joel S. Goldsmith
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PARTE 4
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Tão logo reconheçamos o mal como um poder temporal, podemos sorrir internamente e perceber o seu significado como não-poder, pois aquilo que não é de Deus não é poder. Deus nos deu o domínio sobre tudo que existe e, portanto, isto que aparece como poder é temporal. Todo poder é invisível. Este perigo que é tão aparente e visível não pode ser poder e não pode ser de Deus.

E ao sentarmo-nos ao lado de uma pessoa doente, conscientizando: “Eu não dou poder a essa doença, a esse pecado ou falso desejo. Isto é poder temporal, ou seja, não é poder, e eu não acreditarei nele”, iremos notar a sua melhora, e saberemos ter comprovado, mesmo em pequena escala, que o poder temporal não é poder sob qualquer forma.

A vida espiritual não nos leva a vencer o mal, mas ao reconhecimento da natureza do mal: o mal não tem nenhuma direção de Deus; o mal não tem nenhuma lei de Deus para mantê-lo; o mal não tem nenhuma Deus-existência, Deus-objetivo, Deus-vida, Deus-substância ou Deus-lei: ele é temporal, o “braço se carne”, ou o nada.

Enquanto orarmos para que um poder divino vença o mal, estaremos resistindo a ele, mas se estivermos ancorados na verdade, repousamos na realização de que essa coisa que nos encara é uma miragem, não um poder, e que não precisamos temer o que o homem mortal nos possa fazer ou o que ele possa pensar ou ser. Todo o temor do poder mortal é dissolvido – poder temporal, poder material, leis de infecção ou contágio, calendários ou idade – porque sabemos que nada do reino dos efeitos é poder. Todo poder é invisível, e o que está aparecendo a nós como poder é uma imagem mental no pensamento, um quadro, um conceito errado de poder.

O conhecimento dessa verdade nos torna livres; mas, enquanto a estivermos conhecendo, nossos pensamentos e ações devem estar de acordo com a verdade que estamos conhecendo. Não podemos negar o poder do efeito e logo no minuto seguinte cedermos a ele, ou falando claramente, não podemos negar o poder do efeito e depois odiar ou temer alguém, já que ele é parte daquele efeito.

Se formos incapazes de fazer isso em cem por cento, ou se ocasionalmente falharmos, não devemos ficar desencorajados. É quase impossível alguém mudar da noite para o dia de um estado de consciência material para um estado de consciência espiritual, ou tornar-se integralmente ou totalmente espiritual após somente um ou dois anos de meditação.

Sejamos agradecidos ao fato de que, após termos posto os pés no caminho espiritual, passamos a viver dessa maneira, atingindo em alguma medida aquela “mente que estava também em Cristo Jesus”, e, nessa mesma medida, embora pequena, demonstrando externamente seus frutos. Não estamos na expectativa de atingir a Cristicidade de um único salto, mas de ir atingindo aquela Mente Crística pela dedicação diária a esse tipo de prece e meditação. Ao visualizarmos o universo temporal, deveremos conscientizar:

“Este mundo não é para ser temido,
odiado ou amado: isto é a ilusão; e, exatamente onde está a ilusão,
é o reino de Deus, o Meu reino.

Meu reino é a realidade. Isto que meus olhos veem
e meus ouvidos ouvem é uma contrafação superposta, não existente como um mundo, mas como um conceito,
um conceito de poder temporal.

O Meu reino está intacto;
o Meu reino é o reino de Deus;
o Meu reino é o reino dos filhos de Deus;
e o Meu reino está
aqui e agora.

Tudo que existe
como um universo temporal é sem poder.
Não preciso odiá-lo, temê-lo ou
condená-lo; preciso somente
compreendê-lo.

Continua…>

AS MUDANÇAS SÃO SOMBRAS DA IMUTABILIDADE

AS MUDANÇAS SÃO
SOMBRAS DA IMUTABILIDADE
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Dárcio

Há pessoas que se desnorteiam ou se abalam, quando mudanças  surgem repentinamente na suposta vida humana; porém, isto se deve unicamente à aparente falta de visão espiritual. As mudanças não são realidades, mas “sombras” da Imutabilidade que é real. Quem estuda a Verdade Absoluta tem por referencial, a Imutabilidade da Perfeição permanente, e não as “aparências” em constante mutação. Por mais que tenhamos um calendário apresentando 12 meses em cada ano, ninguém será capaz de viver qualquer outro momento, senão “este” AGORA. O AGORA é a IMUTABILIDADE; o suposto “TEMPO EM MUTAÇÃO” é a ILUSÃO.

Quem souber se isolar das “aparências”, assim como um caminhante  se move livre,  sem se envolver com as mudanças em sua sombra projetada no chão, estará praticando a Verdade.  Com a mente voltada a SI MESMO, e não mais às crenças  no tempo e em mudanças, estará sendo a Mente que é Deus, e reconhecendo unicamente o que é realidade aos olhos de Deus.

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"O MEU REINO NÃO É DESTE MUNDO"

“O MEU REINO NÃO É DESTE MUNDO
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Joel S. Goldsmith
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Parte 3

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Como temos apontado, um dos princípios básicos da vida espiritual é que, para a consciência transcendental, o poder temporal não é poder, tanto  de natureza mental como física. Somente a Graça de Deus é poder, somente a consciência realizada da Unidade, do poder uno e do não-poder de tudo mais além de Deus. As preces falham porque tem sido uma tentativa de vencer um poder temporário que na realidade não é poder. Tais preces são o mesmo que tentar vencer uma miragem no deserto ou tentar vencer um fato em que duas vezes dois sejam cinco. Como seria possível usar um poder sobre uma não-existência?O mundo humano está repleto de poderes temporais: doença, dinheiro, política, guerra e preparativos para a guerra. Persistir na velha prece de “Ó, Deus, vença nossos inimigos!” será perda de precioso tempo e energia, pois, tais preces jamais tiveram nem terão sucesso algum.

O esforço físico e mental, e finalmente a intenção de usar Deus para dominar os males deste mundo, deve falhar, porque eles não são poder e não precisam ser vencidos. Unicamente a nossa aceitação da crença universal de que o mal é poder é que pode provocar nossa permanência prolongada nas condições malignas. No instante em que aceitamos a Deus como Onipotência, nosso problema começa a desaparecer.

Quando percebermos que o Cristo-reino não é deste mundo e ainda que aquele Reino é o único poder no mundo, então, quando formos apresentados a uma aparência do mal, não importando o que ou quem possa ser ela, nós pararemos e nos perguntaremos: “Isto é poder espiritual? Esse mal é poder de Deus? Pode haver um poder do mal vindo de Deus? Tal pretensão de poder não é, portanto, apenas poder temporal?”

O ensinamento integral do Mestre foi a revelação do não-poder do que aparecia como poder. Ao homem cego, ele disse: “Abre teus olhos”; sabia que não havia poder para mantê-los fechados. Ao homem de mão mirrada, ele foi capaz de dizer: “Estende tua mão”; sabia que não existia um poder que tolhesse a mão dele. O ministério inteiro de Jesus foi a revelação de que o chamado “este mundo”, enquanto existir, – e lhe foi dada a missão de dissolvê-lo – não existe como poder, existindo tão somente como uma aparência. Esta realização nos possibilita ficarmos sentados em quietude e em secreto, discernindo:

Deus, somente, é poder. Isso que me tem confundido, e com que venho lutando, é uma aparência que retenho em meu pensamento como uma imagem mental; não é realmente uma coisa. Eu não posso vencer uma batalha contra o nada, mas posso relaxar-me em quietude e em secreto, e perceber que esse quadro com que estou me deparando nada mais é que um quadro – não uma pessoa ou uma condição, mesmo que ele possa aparecer como pessoa ou como condição.
Continua…>
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A DESAFINADA QUE PRECEDE A AFINAÇÃO

A DESAFINADA
QUE PRECEDE A AFINAÇÃO
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Dárcio
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Quando um músico afina um instrumento, ouve-se uma série de sons desarmônicos até que a afinação desejada se concretize. De uma afinação aparente, defeituosa, a afinação verdadeira é criada, enquanto nesta transição os sons se mostram desafinados. O músico não se entretém com eles mais do que o necessário, ou seja,  vê-los como “transição” e não como “meta”. A meta é a afinação perfeita do seu instrumento.

O mesmo se dá na suposta vida humana, quando a pessoa contempla a Verdade. A sua vida humana de até então, que aparentava ter sua afinação, ou certa estabilidade, se vê tumultuada transitoriamente. O padrão de harmonia, até então vigente, começa a se desmoronar para dar lugar à harmonia mais condizente com a Realidade divina estudada e contemplada. Se a pessoa entender este processo, não irá pensar que “as coisas pioraram, em vez de melhorarem”, após ela ter iniciado sua dedicação à prática dos princípios espirituais. Como foi dito, a atuação da Verdade em suas crenças anteriormente aceitas fará “desafinar” temporariamente sua vida na aparência, para que a afinação desejada apareça em seguida, em forma de um padrão de vida mais elevado, se comparado com o de até então.

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A CIÊNCIA CRISTÃ EM ESTUDOS DE PERCEPÇÃO -1

A CIÊNCIA CRISTÃ
EM ESTUDOS DE PERCEPÇÃO
Dárcio
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-1-
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Enquanto a real Substância de tudo é imutável, e é Espírito, “mudam” continuamente as aparências visíveis em proporção direta às mudanças das crenças ilusórias. Ao nos prendermos à Substância eterna, perfeita e imutável aqui presente, estaremos “praticando a Verdade”, pois, em Deus nunca há mudanças.

Acredita-se que a matéria é real! E, acredita-se que o homem é um ser material sujeito às sugestões do bem e do mal com que é bombardeado o tempo todo pelas crenças coletivas dualistas, e que contam com o seu endosso interno.

“A matéria não existe!” Aqui está revelado o axioma-básico de demonstração da Ciência Cristã. Não é uma revelação para ser somente  lida! Estamos ainda acreditando em matéria? Nesse caso, se quisermos pôr em prática estes estudos, teremos de reavaliar esta aceitação, expulsando em definitivo esta ideia errônea.

“O Espírito é infinito; logo, o Espírito é tudo!” Esta asserção nos obriga a aceitar que “não existe matéria”. Ocupemo-nos em reconhecer e perceber estas Verdades! Estaremos, desse modo, “trabalhando pela comida que não perece”, “ajuntando tesouros” que estarão protegidos de “traças e de ladrões”, e estaremos, de fato,   “estudando a Verdade”.

Façamo-nos  perguntas do seguinte tipo: Estou acreditando que “matéria existe”? Estou reconhecendo que, sendo o Espírito infinito, e, portanto Tudo, inexistem “problemas físicos” a serem sanados? Estas indagações, em períodos de silêncio e quietude, nos conduzem naturalmente à percepção do que é Verdade e do que é ilusão!

Gravemos bem: “a inexistência da matéria”, reconhecida, é o axioma-base da Ciência Cristã demonstrada.

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O ESPÍRITO É INFINITO; PORTANTO, O ESPÍRITO É TUDO. “A MATÉRIA NÃO EXISTE ” NÃO APENAS É O AXIOMA DA VERDADEIRA CIÊNCIA CRISTÃ, MAS TAMBÉM A BASE ÚNICA SOBRE A QUAL ESTA CIÊNCIA PODE SER DEMONSTRADA.
Mary Baker Eddy
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(The First Church of Christ, Scientist and Miscellany – p. 357)

"O MEU REINO NÃO É DESTE MUNDO" -2

“O MEU REINO
NÃO É DESTE MUNDO”
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Joel S. Goldsmith
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Parte 2
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Os antigos gregos diziam: “Homem, conhece-te a ti mesmo”. Esse “Ti” não é outro senão o filho de Deus em nós. Há uma parte de nosso ser, uma área de nossa consciência, que é o filho de Deus; e quantos de nós possui qualquer conhecimento dessa parte do ser, ou possui qualquer familiaridade com este nosso Ego mais íntimo? Como poderemos conhecer aquele filho de Deus em nós? Somente nos volvendo para nosso interior, onde o reino de Deus está, reservando um tempo para ficarmos a sós e buscando o reino de Deus dentro de nós. Se formos pedir algo a Deus, então peçamos a Deus que Se revele, que mostre o filho de Deus em nós, que revele a natureza de Sua graça e do reino espiritual e a natureza das riquezas celestiais das quais somos herdeiros.

Ao nos dedicarmos à busca desse reino espiritual, descobriremos nosso mundo exterior se ajustando em seu lugar por si mesmo; as coisas começam a acontecer; e, de repente, despertamos para a descoberta de que a graça de Deus nos tem trazido algo de natureza incomum na forma de cura, suprimento, companhia, ou de um instrutor para abrir os nossos olhos. Mas estes não vêm enquanto estivermos orando por eles. Surgem, não devido aos nossos pensamentos ou orações, mas pela retirada deles de nossos pensamentos, deixando Deus cuidar de nossas necessidades à Sua maneira, enquanto centralizamos nossa atenção naquilo que o reino realizado de Deus é. Todas as coisas duradouras do reino material nos são acrescentadas quando não oramos por elas, quando buscamos somente o Reino, quando nosso pensamento não está mais nas coisas “deste mundo”, mas está centralizado no reino espiritual.

Quando tivermos progredido o suficiente neste Caminho, seremos também tentados, como foi o Mestre, a usar o poder espiritual, e é quando precisaremos resistir à tentação de realizar milagres e sermos guiados pela sabedoria espiritual do Mestre, de não glorificar ou nutrir o ego. Se pudéssemos transformar pedra em pão, não precisaríamos de Deus, e nós, que trilhamos este caminho espiritual, preferimos ficar famintos a procurar nossos próprios recursos sem recorrermos a Deus. Seria trágico chegar ao ponto de acreditar termos atingido uma elevação tal em que Deus deixasse de ter mais lugar em nossa vida. Então, melhor que tentar realizar um milagre, que seria uma mostra de nosso poder, será deixarmos a tentação de orar mentalmente por pessoas, condições ou circunstâncias, e fazer de nossa vida uma prece de busca espiritual e graça espiritual e uma prece para compreensão da natureza das riquezas espirituais e preenchimento espiritual.

Que significa este preenchimento? Que significa “em tua presença está a alegria plena”? Como pode aquela plenitude ser interpretada e expressa? Que é a totalidade de Deus? Quando buscamos a compreensão desta sabedoria espiritual, todas as coisas nos são acrescentadas,  aparecendo em seu devido tempo, sem os nossos pensamentos; precisamos apenas realizar tudo o que nos é dado fazer a cada hora de cada dia, e realizá-lo dando o máximo de nossa habilidade, mantendo a nossa mente centralizada em Deus, nas coisas de Deus e no reino de Deus.

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FORÇA INFINITA

FORÇA INFINITA
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Dárcio
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As sugestões de cansaço, depressão, falta de força ou de energia, que vêm da mente carnal, não alteram em nada a FORÇA INFINITA que é Deus sendo o nosso ser. Se a pessoa se amoldar à sugestão ilusória, estará, ela própria, tolhendo a si mesma como é visto na experiência em que se desenha um traço de giz à frente do bico de uma galinha, prendendo-a no chão durante alguns segundos com as mãos; mesmo soltando as mãos, ela ficará deitada e “presa” pelo que julga ser um barbante a amarrá-la. As sugestões são os traços de giz que nada podem fazer conosco, mas que podem nos tolher, se para nós  representarem limitações verdadeiras.Identifique-se com a FORÇA INFINITA que é DEUS SENDO SEU SER! Encare as sugestões como “traços de giz”, sem poder algum para tolher sua força e seu entusiasmo! Ponha isso em prática para valer! Desafie as sugestões falsas e prove a falsidade delas! Não existe Verdade que irá ser válida em algum “depois”. A Verdade é AGORA!

“Levanta-te, toma o teu leito, e anda!”

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"O MEU REINO NÃO É DESTE MUNDO" – 1

“O MEU REINO NÃO É DESTE MUNDO”
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Joel S. Goldsmith
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PARTE 1


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Viver no Meu reino significa viver no círculo da eternidade. “Este mundo” é o mundo da humanidade, mas o Meu reino é de natureza completamente diferente. O Meu reino não é o reino da saúde física. O Meu reino não é o reino das riquezas materiais. Todos sabemos o que constitui a saúde física, mas o que vem a ser a saúde do Meu reino? Que vem a ser a saúde do Reino espiritual? Que é o estado de saúde de Deus e o estado de saúde do filho de Deus?

Nós sabemos do que são constituídos o suprimento e a saúde materiais, mas que são as riquezas celestiais? Quais são as riquezas celestiais de que somos herdeiros e ainda não estamos compartilhando no cenário humano? Elas nada podem ter a ver com coisas tais como dinheiro, investimentos ou propriedades, porque “o Meu reino não é deste mundo”.

No caminho espiritual, portanto, não há sentido irmos ao “Meu reino” para obter algo para este mundo. Devemos, primeiramente, buscar o reino de Deus; devemos aprender a orar de forma que orando a Deus do Espírito, estaremos orando apenas por riquezas celestiais, saúde espiritual e companhia espiritual.

Enquanto estivermos tentando obter riquezas materiais, saúde física ou companhia humana, estas coisas poderão ser conquistadas, e serão às vezes bem e às vezes mal, pois, toda materialidade é feita da crença em dois poderes – o bem e o mal. Porém, se mantivermos nossa consciência afinada com a Realidade espiritual e conservarmos nossos desejos no plano do ser e da forma espirituais, iremos experienciar a alegria e a paz da unidade espiritual.

Procurar conhecer a natureza das riquezas celestiais, da saúde espiritual e da companhia espiritual, não significa buscar algo de natureza humana ou material; antes, significa repousar na Graça do Reino espiritual. A palavra “Graça” não pode ser traduzida por coisas como dinheiro, lar ou família. Precisamos manter o sentido da palavra “Graça” em seu devido lugar, e se este significado não estiver sendo entendido por nós, podemos sempre orar para que Deus revele Sua Graça para nós.

A libertação de problemas antes que tenhamos atingido a sabedoria espiritual meramente abre caminho para outro problema, ou sete problemas, até que sejamos compelidos a orar corretamente. Por exemplo, se uma dor de cabeça ou outro mal qualquer puder ser removido, sem nos exigir um avanço em compreensão espiritual, o que teremos ganho, senão apenas um período sem uma dor de cabeça? Mais cedo ou mais tarde, uma outra surgirá, e eventualmente, seremos forçados a parar e perceber que este problema permanecerá conosco sempre, a menos que seja encarado com a sabedoria necessária. Da mesma forma como Jacó discutiu a noite toda com o anjo, rogando que não o deixasse sem que ele antes recebesse sua iluminação ou a verdade espiritual necessária para vencer, assim também nós devemos permanecer em oração.

Somente os nossos problemas nos compelem a buscar o bem espiritual. Em sua maioria, os seres humanos estão satisfeitos com boa saúde, uma provisão suficiente e uma moderada felicidade na vida familiar, e quando tais necessidades são atendidas, muitos sentem que resta muito pouca coisa a ser desejada na vida. Mas, aqueles a quem foram confiados problemas , não por Deus, mas pela ignorância de Deus, e se veem forçados a passar por várias experiências, sabem que sem elas nunca teriam se erguido acima do nível de bons seres humanos.

Viver a vida espiritual e orar de modo correto significa  pormos de lado o problema e começarmos com a realização de que o reino de Deus não é deste mundo, e assim se tornará inútil orar por algo que seja deste mundo. Vamos, portanto, aprender a orar por aquelas coisas que são do Meu reino, e buscar unicamente a graça daquele reino.

Nossa função, no caminho espiritual, é aprender em que consiste o reino de Deus. Isaías disse: “Cessai, pois, de confiar no homem, em cujas narinas há um sopro, porque somente Deus é que é o Excelso”. O ser humano é aquele homem “em cujas narinas há um sopro”. Por que deveríamos, então, pensar em formas de tornar aquele homem melhor, mais saudável ou mais rico? Por que pensar sobre ele, quando podemos pensar sobre o filho de Deus? Mas antes, precisamos saber o que é o filho de Deus.

Continua…>

UM COM DEUS É DEUS

UM COM DEUS
É DEUS
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Dárcio
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As contemplações que diariamente fazemos da Verdade são aceitações conscientes do fato eterno e inquebrantável de que Deus é o nosso ser. Dizer que “não estou separado de Deus”, ou dizer que “Deus e eu somos um”, significa reconhecer a Unidade de um Infinito que é perfeito! Nada há fora de “MIM”, uma vez que a Mente ÚNICA Se expressa como a Consciência de ser  tudo e de ser todos.

Não force para ser “um com Deus”, o que seria desejar “aquecer o fogo”. A natureza do fogo é arder, a natureza de nosso ser é resplandecer! A Luz que somos é o Infinito Iluminado Se expressando aqui e agora! Contemple o fato consumado! Identifique-se diretamente com ele, sem rodeios e sem análises humanas! Jamais, por um instante sequer, você esteve sendo “outro”, senão Deus! Inexistem “outros” ao lado do Uno. DEUS É TUDO! Por isso, UM COM DEUS É DEUS!

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SEJA SUAS REVELAÇÕES

SEJA
SUAS REVELAÇÕES
Allen White
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Revelações são a Verdade. A Verdade não pode ser aplicada àquilo que não é Verdade. Isto porque algo que não é Verdade é absolutamente nada. A Verdade não é oposta à aparente condição. A Verdade revela que o aparente é absolutamente nada. Ela dispersa a aglutinação  da nulidade chamada matéria e revela o Reino consumado da Verdade. Importante é viver com suas revelações como Verdade, e como a única Verdade. Esqueça sinais e evidências. Enquanto você buscar por sinais para sustentar suas revelações, você estará ainda operando sob a falsa premissa de que existe algo além da Verdade. Sob esta aceitação, sinal algum pode ser dado. Foi-lhe sugerido que você SEJA as suas revelações. Unicamente a Verdade pode experienciar a Verdade. Quando uma revelação aflora, não pare ali, mas deixe a revelação ser você, pois, ela é você. Desencorajamento e frustração são as recompensas aos buscadores de sinais. Satisfaça-se com a Verdade, e unicamente com a Verdade.
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A MENTE PRESA AO SONHO É O SONHO

A MENTE
PRESA AO SONHO É O SONHO
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Dárcio
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Quando a pessoa dorme e sonha, o sonho se interpõe entre sua percepção e o ambiente externo em que ela se encontra; e, desse modo, os acontecimentos reconhecidos por ela deixam de ser os reais e passam, ilusoriamente, a ser os do sonho. Enquanto sua mente estiver entretida com o sonho, ele parecerá ser real para ela. Entretanto, por mais que ela esteja vendo o sonho, o ambiente externo à sua volta não se altera nem tem qualquer relação com o sonho. “As obras de Deus são permanentes”, diz a Bíblia. E são todas perfeitas! Quando entendermos que o suposto “mundo material” não passa de um “sonho” que se interpõe entre o que existe e o que somos, entenderemos que “ver é ser”, isto é, que o ser que realmente somos está sempre contemplando o Universo da perfeição permanente em que estamos.
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Tudo é um, tudo é  Deus, tudo é Mente de Deus em Autopercepção. Não existe nem sonho e nem mente que sonha. A Verdade Absoluta é esta, e deve simplesmente ser aceita e contemplada.
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Orar é Muito Bom!

Mr.lopeslima (nametafisica.blogspot.com)

Quantas vezes nos pegamos tristes e perdidos e quantas vezes não damos ouvidos à nossa consciência e perdemos a oportunidade de orar. Sim! Orar é muito bom e percebemos isso orando.
Não existem regras e formas absolutas, mais corretas e eficazes; Existe sim a vontade pura e simples de dialogar com Deus e desta forma poder estar por uns instantes em paz, ou em silêncio interior, para quem sabe conseguirmos ouvir o que nosso Pai tem a dizer.
Quantas pessoas conhecidas que podemos ajudar com um simples gesto singelo e anônimo, no qual nos abrimos à verdade de quem realmente somos perante nós mesmos e ainda que “cobertos de culpas”, podemos pedir por aqueles que queremos o bem.
Podemos pedir até mesmo por aqueles que por ignorância, achamos que trilham o caminho do mal ou que tenham ressentimentos, recíprocos ou não.
Somos todos UM com o PAI. E por isso podemos exercitar essa irmandade, anonimamente com o testemunho presencial do próprio DEUS. Sem julgamentos ou preconceitos. Apenas orar.
É um momento tão sublime e tão intimo com o PAI, que quem entendeu a UNIDADE, pode sentir o grande alívio e paz que proporciona este simples ato.
Por isso… Oremos!!!

"A CÉSAR O QUE É DE CÉSAR"

“A CÉSAR O QUE É DE CÉSAR”
Dárcio
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O estudo da Verdade excede a “justiça deste mundo”. Esta “justiça”, por  se mostrar em grande parte das vezes como “injustiça”, atrai a atenção de todos os que se julgam “justos”, segundo as crenças do suposto mundo material, enquanto a “justiça divina”, perfeita e permanente, fica praticamente esquecida. “Se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus”, disse Jesus. Não que haja algum “anjo à porta” vigiando a entrada, mas sim a arcaica ILUSÃO em mundo material, que puxa a nossa atenção para ser aceita como realidade, desviando-a da Verdade!

A “ilusão” é crença impessoal Mesmo se mostrando a cada segundo como esta ou aquela pessoa, sua natureza de “cenário ilusório impessoal” não se altera! Se formos crer em políticos corruptos, em “dinheiro nosso roubado por eles”, se formos criticar “impostos altos a César”, poderemos nos conceder a medalha de “O Iludido”.

Deus é Tudo! Buscar o REINO DE DEUS e a SUA JUSTIÇA nada mais é que “não cair no trote da ILUSÃO”. O “Eu” que é Deus é o “Eu” que todos somos! E, ao lado deste “Eu”, inexiste OUTRO! Ao lado desta JUSTIÇA DIVINA, inexiste OUTRA! E ao lado desta VERDADE, inexiste OUTRA!

ÁGUAS VIVAS

ÁGUAS VIVAS
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Lillian DeWaters

O PURAMENTE ESPIRITUAL

Está mais que evidente que um avanço definido se iniciou rumo ao puramente espiritual. Hoje, temos aqueles que estão prontos para abandonar trabalho e esforço no sentido de demonstrar saúde, riqueza e felicidade, para aceitar a Verdade de que não somos carne (matéria), mas Espírito (Rom. 8:9).

Estas lições podem revelar Entendimento àqueles que não vieram de estudos de mentalismo, e também aos que estão preparados para uma expansão que os irá ultrapassar. Os que se autodenominam seres humanos são incapazes de encontrar uma solução aos seus problemas humanos.

Nenhuma terapia para as limitações de uma terra achatada poderia ser descoberta por aqueles que viveram como fazendo parte dela. Quando eles descobriram que a terra era redonda, concomitantemente um novo ponto de vista se lhes abriu. E então, as limitações de uma terra achatada sumiram automaticamente de vista. Ocorre exatamente o mesmo com as limitações chamadas  pecado, doença. sofrimento, desejo e guerra. Todas estas, também. desaparecerão sem qualquer esforço, para aquele que reconhecer a si mesmo como Espírito.

Se medo e tribulação pudessem ser curados a cada necessidade que surgisse, jamais saberíamos que nosso Eu e nosso Mundo são completamente perfeitos aqui e agora. As promessas de segurança, proteção, paz e imunidade são vistas como certas e seguras por aqueles que recebem, ou aceitam  a Luz, de que apenas um Ser está presente – o “Eu” infinito. “De seis angústias Ele (Eu) te livrará, e na sétima o mal não te tocará” (Jó 5:19).

Por que continuar a crer em mortais, quando “Eu sou o Todo de Tudo”?  Por que persistir em aceitar dois poderes, dois mundos, quando não há nada ao lado de MIM? Por que prosseguir com conceitos equivocados, quando “Eu” sou a Mente única que existe? Por que lutar e se esforçar para obter ou emergir na Perfeição, quando a Perfeição é o que sozinha está presente?

“Os Vedas” declaram que a realidade não vem através de ginástica mental, mas por amor puro e devoção. Ensinam que a bênção do “Eu” está sempre conosco e que iremos descobri-la, se a buscarmos com sinceridade.Nós eternamente somos o “Eu”, o Absoluto. O objetivo essencial dos Vedas é ensinar a Natureza da Egoidade única, e declarar com autoridade que esta constitui o nosso “Eu”; que nós realizaremos perfeita Paz, Serenidade e Bem-aventurança pela devoção constante ao “Eu” que não tem oposto.

É verdade que, se continuarmos a aceitar somente o “Eu” único, esta percepção espiritual nos trará infinita calma, paz e felicidade; estaremos vendo e conhecendo, amando e existindo, como este próprio “Eu”. E prosseguindo no conhecimento de que apenas um “Eu” e um Mundo estão presentes agora, esta Realidade se tornará natural para nós – nítida e certa. Nossa Realização de Deus como nosso Ser, Mente e Mundo é Consciência Divina.

No Infinito não há nenhuma evolução de outros seres, outras mentes, outras consciências. A igualdade não pode ser encontrada em parte alguma, senão em nossa percepção de que nós somos o Infinito.

Desvincule-se da doutrina ou crença de que este Mundo não é o Mundo de Deus; que já não somos dotados agora da Mente de Deus; e que nós precisamos passar por processo evolutivo rumo à Perfeição e Realidade. A Perfeição do Um jamais foi mudada. Ela está sempre aqui.

“Confia no Senhor (no Eterno) de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e Ele endireitará as tuas veredas…o Senhor será a tua segurança” (Prov. 3: 5,6,26). Na versão de Moffat, encontramos que “se confiarmos no Eterno com todo o nosso coração, sem nos apoiarmos em nossa própria visão, conservando a Mente dele em todos os caminhos, Ele iluminará o nosso percurso…o Eterno será a nossa proteção, e nos preservará de todo perigo”.

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"NASCER DE NOVO"

”NASCER DE NOVO”
Dárcio

“NA VERDADE TE DIGO QUE AQUELE QUE NÃO NASCER DE NOVO, NÃO PODE VER O REINO DE DEUS.”
João 3: 3

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Quando passamos a entender o sentido das revelações de Cristo, tomamos real consciência de que esta suposta existência humana é um tremendo engodo!

“Ver o reino de Deus”: quem está se dedicando a esta meta? Como atingi-la? Segundo Jesus Cristo, somente “aquele que nascer de novo” poderá ver este Reino da Glória! Este é o pré-requisito: “renascimento”.

Quando esta colocação foi feita a Nicodemos, este respondeu a Jesus: “Como pode um homem nascer, sendo velho? porventura pode tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer?”

Por estas palavras de Nicodemos, podemos deduzir que ele estava endossando plenamente a “crença coletiva” de que somos oriundos de seres humanos. Entretanto, o Evangelho desmantela pela raiz esta crença fraudulenta de “nascimento humano”. Quem  leva a sério as frases absolutas de Jesus Cristo descobre, em seu conjunto, a coerência da Verdade libertadora. “E a ninguém na terra chameis vosso pai, porque um só é o vosso Pai, o qual está nos céus.” (Mateus 23:9)

Reflitamos sobre estas revelações, para, receptivos, percebermos o processo do “renascimento” se dando em nós, aqui e agora.

Não existe “tempo” neste estudo! Não existe “tempo de renascimento”. Aquele que “nasce e novo” simplesmente se vê desperto para o fato de ser ESPÍRITO! O conceito de “tempo” é relativo; é algo ligado ao humano, sem qualquer ligação com a Verdade, que é eterna e permanente. Portanto, para aquele que “nasce de novo”, sempre é agora! E, neste agora, ele já é plenamente “renascido” como um ser puramente espiritual.

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“AQUELE QUE NÃO NASCER DA ÁGUA E DO ESPÍRITO, NÃO PODE ENTRAR NO REINO DE DEUS.”
João 3: 5

“Nascer de novo” é a base da Revelação Absoluta! Neste estudo, esta mudança radical de referencial é chamada de “troca essencial”: em vez de nos considerarmos “carne”, à espera de redenção, vemo-nos como Deus nos vê: como Espírito! Como Seu Filho Amado.

O processo está sinalizado! Ninguém o fará para nós! Nem seria preciso! A Verdade válida para Jesus Cristo é igualmente válida para todos! Caso não o fosse, nem sentido teria em Ela nos ser revelada!

Ao pregar o “renascimento”, Cristo confirmou que a ação de autopercepção da Luz depende de nós! Que é o mais importante? “Nascermos da água e do espírito”. Está dito: assim é que entramos no reino de Deus. Portanto, nosso objetivo real é unicamente nos compenetrarmos deste “renascimento”.

Uma análise das Revelações, um entendimento sobre a Realidade divina e sobre nossa posição em relação a Deus e Seu Reino, este “nascimento” no conhecimento da Palavra de Deus é o “nascer da água”. Em seguida, vem o que é de vital importância para todos nós: percebermos nossa natureza legítima como espiritual, divina e perfeita! Esta autodescoberta é o “nascer do espírito”. É quando a dualidade “espírito-e-matéria” é varrida de nossa aceitação.

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“O QUE É NASCIDO DA CARNE É  CARNE, E O QUE É NASCIDO DO ESPÍRITO É ESPÍRITO.”
João 3: 6

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Quando aceitamos a revelação de que “nosso Pai está nos céus”, entendemos que,  “sendo nascidos do Espírito”, somos Espírito. Sem a dualidade, isto é, sem a costumeira colocação de que temos “parte humana”, permanecemos no atemporal AGORA em que a Onipresença do Espírito Se revela como nosso “eu renascido”.

Alguém já experimentou aceitar-se puramente como Espírito, exatamente agora? Descartando a crença na matéria?  Já experimentou? A “Prática do Silêncio” tem esta finalidade: servir de meio para que façamos este suave reconhecimento: SOU ESPÍRITO, NASCIDO DO ESPÍRITO.

Enquanto a suposta mente humana vê “carne nascida de carne”, no que diz respeito ao nosso ser, temos revelado que este “espirito do mundo”, presente no homem, e que vê as coisas do mundo, não nos foi dado por Deus, mas que “temos a Mente de Cristo” . Assim nos revelou o apóstolo Paulo. E ele completou: “Recebemos o Espírito de Deus para discernirmos espiritualmente o que nos foi dado gratuitamente por Deus”.

“SOU ESPÍRITO, NASCIDO DO ESPÍRITO” – a contemplação silenciosa deste Fato espiritual eterno é o RENASCIMENTO a que se referiu Jesus. Nesta quietude interna, neste radical posicionamento em que nos encaramos puramente como Espírito, desvinculados por completo da suposta mente humana e suas invenções fraudulentas, experienciamos, aqui e agora, o Reino de Deus, conforme nos garantiu Jesus Cristo.
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“Prática do Silêncio”
De olhos cerrados, sem forçar a mente, veja-se como um ser espiritual; assuma a revelação de que “tem a mente de Cristo”, e nas mãos de Deus entregue seu espírito. Pela Graça, sua Unidade com Deus será experienciada.
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"VAI-TE, SATANÁS"

“VAI-TE, SATANÁS…”
(Lucas 4:8)

MARIE S. WATTS
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Há um significado tremendo na citação acima, de Jesus. Mas, disse também ele: Tendes olhos, mas não vedes”.

À primeira vista, é dada a impressão de que as duas frases não estão relacionadas, mas, de fato,  estão: “Vai-te, Satanás” realmente significa “Sai de minha visão; eu não posso ser compelido a ver algo que não existe!” “Tendes olhos, mas não vedes”, significa que, por parecer estarmos vendo as coisas como elas de fato não são, ou como elas meramente aparentam ser, aparentemente falhamos em vê-las como realmente  são. Por estarmos tão ocupados em ver uma aparência -não-existência-, deixamos de ver aquilo que realmente existe. Não é de se estranhar que Jesus tenha dito: “Se fosseis cegos, veríeis”. Sim, se fôssemos cegos para a aparência, que parece anular a Existência,  iríamos realmente ver, e conscientemente ser a Existência como genuinamente Ela É.

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