Unicamente O Bem Absoluto É Verdade Evidenciada!

Quando se fala de um ensinamento ser  absoluto, transcendental ou espiritual, a maioria acredita ser ele tremendamente difícil de ser aceito e praticado. E então, abraça os ensinamentos relativos, que aceitam “estar o homem na matéria”, e contando com um Deus a protegê-lo continuamente., inclusive quanto a ajudá-lo a realizar  os seus desejos e cumprir suas supostas metas pessoais.

Esta visão distorcida da Verdade não dá certo e nem poderia dar!  O mundo é para ser VENCIDO, para que O REINO DE DEUS possa ser conhecido como O REINO PERFEITO E CONSUMADO em que, DE FATO,  agora vivemos todos!

O chamado “mundo material” é mera sequência de CRENÇAS em forma de “imagens efêmeras”; e assim sendo, enquanto alguém se diz feliz e realizado, vendo “imagens de felicidade”, estará a “mente carnal”  em operação e preparativos para trocar estas imagens por outras desagradáveis ou negativas, por serem todas, ótimas ou péssimas, meras representações  momentâneas da ilusória CRENÇA COLETIVA NO BEM E NO MAL.

O ensinamento absoluto desarma estas arapucas da mente carnal, e revela a PERMANÊNCIA das “imagens verdadeiras”,  mantidas CONSTANTES E PERFEITAS por Deus! ESTE É O PONTO!

Por que o conhecedor da Verdade Absoluta é liberto das CRENÇAS DO MUNDO? POR NÃO TER POR “FOCO” AS “APARÊNCIAS” INCONSTANTES DO MUNDO! Todas elas são ENTENDIDAS COMO “SOMBRAS”, ENQUANTO O “FOCO” É UNICAMENTE A VERDADE DE QUE “TUDO QUE DEUS FAZ É CONSUMADO,  PLENO,  IMUTÁVEL E PERFEITO!

Um ditado popular assim diz: “Não há bem que sempre dure  nem mal que nunca se acabe”. O ensinamento absoluto, entretanto, diz algo bem diferente: UNICAMENTE O BEM ABSOLUTO É REALIDADE ETERNA! 

Shakespeare disse o seguinte: “Não há bem bem nem mal; o pensar o torna assim”. Sinalizava o emprego do endosso mental da Verdade Absoluta, ou seja; se endossarmos a presença do bem, o bem será visto como “aparência”; se endossarmos o mal, teremos a ausência do bem como “aparência”.

Com o ensinamento absoluto, “o machado é posto à raiz da árvore”, isto é, fica desmantelada a ILUSÃO  DUALISTA de que “há o Reino de Deus” e “há o mundo material”.

SOMENTE DEUS É REALIDADE, enquanto o suposto “MUNDO  DE APARÊNCIAS” É INTEGRALMENTE “NADA”!

Não há DOIS UNIVERSOS nem há DUAS IDENTIDADES sendo QUEM SOMOS! Esta é a revelação de Paulo: “EM DEUS VIVEMOS, NOS MOVEMOS E TEMOS O NOSSO SER”! 

Portanto, quando SOMENTE RECONHECERMOS O BEM PERMANENTE, viveremos EM UNIDADE COM DEUS;  e ao lidarmos aparentemente com o “mundo irreal”, viveremos endossando e afirmando este “bem”  e NEGANDO a “ausência dele”, o que seria “ não endossar o mal irreal”,

É desse modo que VENCEMOS O MUNDO: “contemplando o Reino de Deus como SEMPRE estando nele, não como “carnal”, mas como DEUS INDIVIDUALIZADO, e ENDOSSANDO  O “BEM ABSOLUTO”,  COM AFIRMAÇÕES DO BEM E NEGAÇÕES DO MAL.

PARA ISTO, PERMANECEMOS NO “REFERENCIAL DA TOTALIDADE DE DEUS”, SEM NOS ENVOLVERMOS COM AS “SOMBRAS”, PORQUE SÃO ELAS PURAS  “APARÊNCIAS”,  E NÃO SÃO REALIDADES!

*

“EU NÃO SOU AQUELE QUE NÃO SOU!”

  

Tendo a revelação divina, Moisés se viu em “solo santo”, sem a “mente carnal” que o iludia para que se visse no ilusório “Monte Sinai”. Ao ouvir o chamado de Deus, Moisés achou que ele lhe vinha “de fora dele”, e tentou caminhar para “mais se aproximar de Deus”,  no que foi corrigido! DEUS ESTAVA NO EXATO LUGAR EM QUE JÁ SE ENCONTRAVA ELE ! E então, Moisés ouviu a Autorrevelação: “EU SOU AQUELE QUE EU SOU”!

Aparentemente, esta Autorrevelação havia se dado  só para Moisés, e isto por ser empregado o “referencial do mundo”, e não o de Deus. O enfoque absoluto da Verdade desmente esta crença fraudulenta e endossa a Verdade de que “Deus não faz acepção de pessoas”. Esta ILUSÃO não passa de uma “miragem” sugerida pela irreal “mente carnal”.

A ilusão hipnótica sugere o seu “referencial do mundo”, e então projeta ali as suas crenças em “mentes pessoais”. Aquele que se sujeitar a estas mentiras se verá frente a frente com o “mundo do pai da mentira”, assim rotulado por Jesus, por ser meramente um “quadro hipnótico”, sem substância, sem realidade e sem poder. O próprio Jesus passou por esta experiência de ser “visto” pelo “referencial da mentira”; e exemplo disso foi aparentar ter vivido  a experiência similar à de Moisés. Enquanto João Batista o batizava, Jesus também ouvia Deus a lhe revelar: “Tu és o meu filho amado, em quem me comprazo”.

Desse modo, nem a experiência de Moisés nem a de Jesus foram o que aparentaram ser; antes, ambas simbolizavam a VERDADE ABSOLUTA de que. AQUI E AGORA, estamos todos SOB IDÊNTICA AUTORREVELAÇÃO DIVINA!  Por que pareciam ser “experiências pessoais” de Moisés ou de Jesus? Por serem testemunhadas pela ilusória “mente carnal”. O FATO REAL ERA OUTRO! DEUS SENDO O “EU SOU AQUELE QUE SOU” COMO MOISÉS, COMO JESUS E COMO O CRISTO QUE NÓS TODOS AGORA SOMOS!  NA “UNIDADE PERFEITA”!

O  conhecimento da Verdade está nesta aceitação incondicional de que DEUS É TUDO COMO TUDO!  Por isso, se Moisés e Jesus se conheceram sendo Deus, significa  que, de alguma forma, “se negaram a si mesmos como carnais”,  para ficarem  abertos às Autorrevelações!

Você perceberá que O EU QUE VOCÊ É, É O EU SOU AQUELE QUE SOU, O UNO, EVIDENCIADO COMO MOISÉS E JESUS E COMO TODOS OS DEMAIS QUE SE PERCEBERAM ESTANDO ILUMINADOS,

POR  TEREM NEGADO TERMINANTEMENTE  O “REFERENCIAL DO MUNDO”  POR ADOTAREM O “REFERENCIAL DA LUZ”.

Aceite com “coração de menino”:

EU NÃO SOU AQUELE QUE NÃO SOU! PELO CONTRÁRIO, EU SOU AQUELE QUE SOU!  LUZ, VERDADE, INTEGRALIDADE, SABEDORIA, VIDA, AMOR E ETERNIDADE!

Contemple estas Verdades e se veja ILUMINADO, aqui e agora!  DEUS É ÚNICO!  EVIDENCIA-SE COMO REINO ONIPRESENTE E COMO TODOS OS FILHOS  – EM UNIDADE PERFEITA!  PORTANTO, JAMAIS SE VEJA COMO “ESCURIDÃO BUSCANDO LUZ”! VOCÊ É A LUZ QUE DESCONHECE  ESCURIDÃO!

AFIRME E RECONHEÇA A VERDADE:

“EU NÃO SOU AQUELE QUE NÃO SOU” – CARNAL NASCIDO- PORQUE “EU SOU AQUELE QUE SOU” –  DEUS EVIDENCIADO COMO O CRISTO CÓSMICO!

*

Comentários Sobre “Para Obter A Cura”… – 9 (FINAL)

COMENTÁRIOS SOBRE

O ARTIGO

“PARA OBTER A CURA: PONHA SEU PESO NO PRATO CERTO”

Patricia T. Hyatt

Não há oposição a Deus. Lemos em Jó: “Se ele resolveu alguma cousa, quem o pode dissuadir? O que ele deseja, isso fará”. Frente à totalidade, não pode haver lado oposto -nada no prato oposto da balança! Que não existe nada no prato oposto da balança fica provado, em certo grau, cada vez que uma cura acontece por meio da oração na Ciência Cristã.

PARTE  IX

FINAL

-COMENTÁRIOS –

Este artigo se encerra enfatizando que, por DEUS ser TUDO, “não pode haver lado oposto – nada no prato oposto da balança”.

Quando Jesus disse: “Não resistais ao maligno”, estava explicando a mesma coisa! Toda aparente luta ou conflito entre supostos “dois poderes” é um cenário fictício, sem respaldo algum da Verdade absoluta. É por esse motivo que a “Pratica do Silêncio” tem a máxima importância, superando tempos enormes despendidos em leituras e divagações intelectuais sobre as questões lidas! Tudo tem  certo valor relativo; entretanto, é através da “Prática do Silêncio” que poderemos nos dedicar única e exclusivamente a este fim glorioso: o reconhecimento de que DEUS, sendo TUDO, constitui a totalidade de nosso Ser individual.

A autora completa o parágrafo afirmando: “cada vez que uma  cura acontece, por meio da oração na Ciência Cristã, fica provado que não existe nada no outro prato da balança”. O que precisa ficar bem claro é isto: a chamada “cura” é um efeito e não a meta! Estudar a Verdade é “permanecermos em Mim”, no “Eu Sou Único e infinito – sem opostos. Quando esta Verdade for “trabalhada” dentro de nós, até perdermos de vista as “falsas pretensões”, como já vimos anteriormente, aos olhos do mundo surgirão as chamadas “curas”. Que fizemos para curar? Para curar, nada! Unicamente nos dedicamos a reconhecer radicalmente a Onipresença onipotente de Deus, a qual nos inclui também integralmente, e este reconhecimento revela o desaparecimento da aparência desarmônica, que jamais estivera presente como realidade ou fato.

O Fato real, permanente e perfeito, é sempre DEUS SENDO TUDO! Este é o prato único da balança! O suposto  “outro prato”, que vinha aparentando também ter “peso”, era unicamente um “sonho”, “miragem”, “ficção”, “ilusão”.

F  I  M

Comentários Sobre “Para Obter A Cura”… – 8

COMENTÁRIOS SOBRE

O ARTIGO

“PARA OBTER A CURA: PONHA SEU PESO NO PRATO CERTO”

Patricia T. Hyatt

Referindo-se ao anjo no Apocalipse que “se apresentou com balanças para pesar os pensamentos e ações dos homens”, a Sra. Eddy escreve: “Viestes para serdes pesados; e, no entanto, eu não vos pesarei nem vos farei pesar. Por quê? Porque Deus faz tudo e não há nada no prato oposto da balança. Não há dois pratos—Mente e matéria. Precisamos libertar-nos desse conceito. Da forma como geralmente pensamos, imaginamos que tudo estará bem se lançarmos algo no prato da Mente, mas precisamos compreender que a Mente não é pesada com a matéria; somente então estaremos trabalhando de um só lado e em conformidade com a Ciência”.

PARTE

VIII

O parágrafo anterior foi a preparação para a total transcendência apregoada por este parágrafo, onde, uma vez mais, é colocada uma citação da Sra. Eddy que requer uma visão absoluta dos fatos: “Não há dois pratos na balança!” – Mente e matéria. É a fase do “tratamento espiritual” em que Deus é realmente entendido e aceito como TUDO, enquanto, o suposto “outro prato da balança”, em que ilusoriamente aparentaria  haver “matéria” – e seus problemas ou males – é entendido como INEXISTENTE!

“Precisamos compreender que a Mente não é pesada com a matéria; somente então estaremos trabalhando de um só lado e em conformidade com a Ciência”, explica a Sra. Eddy.

Este artigo realmente merece ser lido, relido várias vezes,  e contemplado incessantemente, pois, além de conter a Verdade absoluta que desfaz a ilusão, deixa claro os pontos a serem observados durante a prática da cura espiritual, principalmente quando os chamados “problemas” se mostram “resistentes” à Verdade. Não são! O que se requer, de fato, é a prática com determinação destes princípios, sem esmorecer jamais, lembrando sempre que, de fato, Deus é TUDO, e que a perfeição absoluta e permanente é a única Realidade disponível para aceitarmos, considerarmos, reconhecermos, e contemplarmos.

Continua…>

Comentários Sobre “Para Obter A Cura”… – 7

 

COMENTÁRIOS SOBRE O ARTIGO

“PARA OBTER A CURA: PONHA SEU PESO NO PRATO CERTO”

Patrícia Tupper Hyatt

Resumindo, podemos relembrar o que foi dito anteriormente: que precisamos não só ver o erro como uma falsa pretensão, mas também, persistir até perceber que, em realidade, não existe tal pretensão. A Sra. Eddy declara: “Dizer que há uma falsa pretensão chamada doença é admitir tudo o que a doença é; pois esta não passa de uma falsa pretensão. Para sermos curados, precisamos perder de vista uma falsa pretensão”.

PARTE VII

Nas poucas linhas deste parágrafo, encontra-se  toda a base de motivação para nossas “contemplações da Verdade”, quando, então, saberemos o que  esperar destas contemplações.

Além de ver o erro como “falsa pretensão”, iremos persistir até que haja uma clara percepção de que “não existe tal pretensão”. Nesse ponto, a autora cita uma frase de Mary Baker Eddy: “Dizer que há uma falsa pretensão chamada doença é admitir tudo o que a doença é; pois esta não passa de uma falsa pretensão. Para sermos curados, precisamos perder de vista uma falsa pretensão”.

Aqui é explicado que admitir que há uma falsa pretensão, chamada doença, é admitir tudo o que se mostra como sendo uma doença, uma vez que esta não passa, realmente, de falsa pretensão. O texto explica e salienta muito bem este ponto importantíssimo, e, nesta parte final da citação da Sra. Eddy, “para sermos curados, precisamos perder de vista uma falsa pretensão”, encontra-se o ponto chave da questão.

As “contemplações da Verdade” são interiorizações pelas quais nos identificamos com a Realidade interior, que é Perfeição absoluta, enquanto simultaneamente percebemos se esvair, de nossa aceitação, a “falsa pretensão” chamada doença.

Nas obras de Joel S. Godsmith, são exaustivamente expostos dois principíos para a cura espiritual: 1) impersonalizar o erro; 2) nadificar o erro. Estas práticas objetivam o que está aqui sendo colocado como “perder de vista uma falsa pretensão”. Todo chamado “mal” é erro! Mera “falsa pretensão”. ” Perdê-la de vista” significa estarmos conscientes da totalidade e unicidade de Deus, e, a aplicação destes dois princípios de O Caminho Infinito poderá  ser de grande valia ou utilidade nos momentos iniciais destas “contemplações”: o “erro” é separado da pessoa em questão (impersonalização), para em seguida ser reconhecido como “nada”. Assim, perdemos de vista a “falsa pretensão”, enquanto ficamos inteiramente identificados com o Eu Sou único – Deus!

Continua..>

Comentários Sobre “Expulsai Os Demônios”-10

“EXPULSAI OS DEMÔNIOS”

Alguém preso a uma mente pessoal ou intelectual humana se desgasta com suor e lágrimas; ele caminha em trevas, dorme em trevas e produz em trevas. Esta é a “terra distante” em que, em crença, ele atua afastado de sua Mente real e de seu verdadeiro estado de Ser, até que, finalmente, lhe chegue a compreensão de que uma mente pessoal, ou mentalidade individual, não é para ser transformada ou treinada de nenhuma maneira: ela é para ser abandonada por meio de uma renúncia completa.

Lillian De Waters

10

O entendimento do que expõe a autora neste parágrafo nos conduz ao “renascimento”, citado por Cristo Jesus, quando disse que para entrarmos no reino dos céus, deveremos “nascer de novo”. O ponto a merecer total atenção é único: a Mente é universal, única e impessoal! “Alguém preso a uma mente pessoal ou intelectual humana se desgasta em suor e lágrimas”. Sim, se nos decidirmos por renunciar à crença falsa de que temos mente pessoal ou humana, de imediato nos veremos livres para discernir o Fato verdadeiro de que o Universo infinito Se mantém ativo pela atividade da Mente divina, IMPESSOAL e todo abrangente! Praticamos uma Ciência Divina! Ela tem suas regras ou princípios! Se a Mente única é impessoal, mas infinita, não existe nada que possa ser chamado de “pessoal” e que possa estar sendo vivido como “experiência pessoal” de alguém, seja ela taxada de experiência boa ou má! As duas “aparências” são ilusórias!

Outro ponto, importantíssimo, e que é aqui salientado pela autora, é o de que a suposta “mente humana”, ou “mente pessoal”, não é uma realidade a ser melhorada ou transformada! Aqui, a crença em “evolução” é detonada! Esta suposta “mente pessoal” é ilusória! Apenas aparenta ser a “nossa” mente enquanto deixarmos de assumir, com conhecimento e autoridade crísticos, a Verdade de que a Mente real é IMPESSOAL e ÚNICA!

A Verdade está revelada! Mary Baker Eddy, fundadora da Ciência Cristã, já nos havia dito esta Verdade com a seguinte frase: “Tudo é Mente infinita e Suas infinitas manifestações”. Que nos resta? Perceber este Fato! Vivê-lo!

 Exatamente aqui e agora!

Não existem mentes pessoais! Não existem problemas pessoais! Tudo é Mente infinita (IMPESSOAL) em infinitas manifestações!

Deixe de lado a suposta mente humana, seus problemas, e suas errôneas teorias de evolução! Renuncie à suposta “sabedoria dos homens”, que sustenta tais teorias e também os ensinamentos que as apoiam! Com “coração de criança”, fique em silêncio contemplativo, consciente de que a Mente real, ÚNICA E IMPESSOAL, que é Deus, está Se revelando plenamente, aqui e agora, como a SUA Mente individual! Desse modo, estará sendo “perfeito em unidade”. E vivendo pela Graça!

Continua no próximo domingo..>

Comentários Sobre “Para Obter A Cura”… – 6

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O ARTIGO

“PARA OBTER A CURA: PONHA SEU PESO NO PRATO CERTO”

Patrícia Tupper Hyatt

 A pretensão mesmérica de que a morte é inevitável e que é remédio a ser buscado, parece especialmente atraente nos casos de idade avançada. Mas o Cientista Cristão esclarecido está alerta e nunca lança seu peso na direção da morte, quer para si quer para outrem. Não temos por meta preservar a vida na matéria, e, sim, compreender a existência espiritual ininterrupta do homem—ver claramente que o homem nunca nasceu na matéria e, portanto, nunca pode morrer na matéria, que ele coexiste com Deus, expressando a eterna vida espiritual. A experiência humana reflete nossa aceitação atual da realidade divina e por isso a situação humana corresponderá de maneira apropriada à nossa compreensão no presente. “Como” não é da nossa preocupação. A nossa responsabilidade é apenas a de lançar todo nosso pensamento no lado da Vida.

PARTE

VI

-COMENTÁRIOS-

 Este parágrafo tem em seu início o que já foi comentado, a aceitação absurda de que “a morte é inevitável e que é remédio a ser buscado, (…) especialmente atraente nos casos de idade avançada”. Não existe idade! Nem para que possa ser avaliada ou não  como avançada! Não existe “nascimento”, pois o Cristo é a Vida de Deus que somos!  Trabalhar com  mentiras significaria lidar com “imagens hipnóticas” como se fossem fatos reais e manifestados! O Cristo é a Vida eterna manifesta como todos nós, e “todas as coisas” esta Vida faz ficarem “sujeitas debaixo de nossos pés”. Cada um estar firmado nesta Verdade absoluta traduz o que expõe aqui  a autora: “O Cientista Cristão esclarecido está alerta e nunca lança seu peso na direção da morte, quer para si quer para outrem”.

Esta atitude convicta não se restringe ao suposto “tempo de oração por alguém”, mas, sim, é uma atitude permanente de lidarmos com as “aparências”, ou seja: UMA EXCLUSÃO TOTAL  DA POSSIBILIDADE DE EXISTIR MORTE OU MORTOS!

Podem os sentidos humanos jurar ou testemunhar que “a morte existe”, ou que “alguém tenha morrido”; mesmo assim, jamais esta crença encontraria respaldo na Verdade e jamais teria “equivalente” como fato verdadeiro!

Sempre vale recordar que “as obras de Deus são permanentes”; desse modo, a crença em mudanças é vista de imediato como fraudulenta, e é quando nos posicionamos radicalmente  no “Referencial da Luz”, sem darmos crédito algum ao que é nada.

A Verdade é que “corpo material não existe”. O Corpo único é espiritual, eterno, chamado na Biblia de “Templo de Deus”. Por esse motivo, na sequência do texto, encontramos: “Não temos por meta preservar a vida na matéria, e, sim, compreender a existência espiritual ininterrupta do homem – ver claramente que o homem nunca nasceu na matéria e, portanto, nunca pode morrer na matéria, que ele coexiste com Deus, expressando a eterna vida espiritual”.

O parágrafo é encerrado pela explicação das “mudanças nas aparências”, quando delas tiramos a atenção, pois elas nada mais são  que aceitação de crenças; assim, como o tratamento metafísico alinha a crença com a Verdade, os efeitos disso, aos olhos dos sentidos humanos, serão “a situação humana correspondendo de maneira apropriada à nossa compreensão no presente”. De que forma isso ocorrerá, diz a autora, não nos cabe indagar ou saber: “A nossa responsabilidade é apenas a de lançar TODO NOSSO PENSAMENTO DO LADO DA VIDA”.

Continua..>

Comentários Sobre “Para Obter A Cura”… – 5

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“PARA OBTER A CURA: PONHA SEU PESO NO PRATO CERTO”

Patrícia Tupper Hyatt

A falsa teologia—outro fator importante em impedir a cura – também apoiaria essa pretensão de que a morte é uma amiga que liberta as pessoas do sofrimento e das condições materiais. Mas este ensinamento está em conflito direto com a missão de Cristo Jesus, que superou toda materialidade, inclusive a morte. Se a morte fosse realmente uma amiga, isto contradiria a inspirada declaração de Paulo: “O último inimigo a ser destruído é a morte. Porque todas as coisas (Cristo) sujeitou debaixo dos seus pés”.

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-COMENTÁRIOS-

Quem lê  trechos assim, bem como diversos outros artigos absolutos, que negam enfaticamente a existência tanto da morte como de qualquer suposta vantagem que ela possa proporcionar, se não o fizer estando conscientemente posicionado no “Referencial da Luz”, não captará nada do sentido real de todos eles. E então, partindo do falso  “referencial da mente humana”, dirá frases do tipo: “E então, como é que este ou aquele mestre morreu? Eu soube que o mestre tal morreu da seguinte maneira! E aquele outro, soube que morreu de doença! ” São frases desse tipo que ouvimos de muitos que se dizem “estudantes da Verdade”. Com o “julgamento pelas aparências” dominando e prevalecendo em seu modo de entender, acabam também entendendo erroneamente o significado dos textos absolutos!  “Aquela pessoa morreu, mesmo depois de ter recebido tratamento de renomado praticista!” – eis outra colocação da mente mortal! E há mais esta outra: “Mas não seria materialismo ou apego, ficarmos meditando para curar uma pessoa já no fim da vida?

Bem, são inúmeras as frases ilusórias que são ditas e ligadas a este assunto! Por isso, enquanto você não entender o que significa “curar pondo o peso no lado certo da balança”, irá somente permanecer no referencial do NADA, sem noção alguma de que esta “cura” está, de fato, em você aceitar, compreender e discernir que DEUS É TUDO! A palavra TUDO significa realmente  TOTALIDADE!

“A falsa teologia—outro fator importante em impedir a cura – também apoiaria essa pretensão de que a morte é uma amiga que liberta as pessoas do sofrimento e das condições materiais. Mas este ensinamento está em conflito direto com a missão de Cristo Jesus, que superou toda materialidade, inclusive a morte. Se a morte fosse realmente uma amiga, isto contradiria a inspirada declaração de Paulo: “O último inimigo a ser destruído é a morte. Porque todas as coisas (Cristo) sujeitou debaixo dos seus pés”.

A autora, aqui, fala em “falsa teologia”, aquela que enxerga o homem na matéria, nascido de pais humanos e fadado a desencarnar! É a “teologia da ilusão”, fundamentada na admissão errônea de que aquilo que os supostos “sentidos mortais” captam, seja realidade!  “Superar a morte” não é um ser visto pela mente ilusória como um “Lázaro carnal” ressurgindo na crença outra vez!  “Superar a morte é um ser estar consciente de que não existe mente ilusória, não existem as crenças aceitas por ela, não existem seres com vida na matéria e não existe matéria! Em outras palavras, estar consciente de que SOMENTE EXISTE DEUS!

Quem está acompanhando o estudo deste texto, e lendo o que estou agora expondo, já havia lido, em seu primeiro parágrafo, que “compreender que um problema é apenas uma falsa pretensão, não  nos basta. É preciso continuar o raciocínio em oração, até compreendermos que não existe tal pretensão”.

As crenças falsas são hipnóticas e coletivas! Se o que a autora disse, neste primeiro parágrafo, tivesse sido praticado em seu entendimento absoluto, o que estou agora dizendo já estaria automaticamente incluso naquela percepção! Ocorre, porém, que se a “falsa pretensão” for somente tratada superficialmente, cada um terminará a oração retendo as mesmas mentiras de sempre, e será quando ouviremos  colocações ilusórias procedentes não da Verdade, mas da ILUSÃO!

A Verdade Absoluta, quando fala em “cura”, não está falando em “mundo material”. Compreenda isto, exatamente agora, e, contemple esta compreensão: DEUS É TUDO!  Deus é a VIDA ONIPRESENTE! Não há ser com vida pessoal recebendo oração para ser curado, ou para que esta sua suposta vida seja preservada! A chamada “cura” é a  percepção iluminada de que “todos somos Deus em forma de ser individual”. Portanto, que a atenção esteja integralmente focalizada naquilo que é total e unicamente manifestado: DEUS!

Enquanto lhe sobrarem resquícios de “falsa pretensão”, releia os artigos e contemple as profundezas dasVerdades absolutas ali expostas! E aqui, por “resquícios”, eu me refiro às questões aqui comentadas: a pessoa estudar a Verdade e passar a vida inteira mantendo os mesmos pensamentos, as mesmas crenças, a mesma aceitação de vida terrena, seus nascimentos, suas mortes e suas orações para “curar” alguém!

Continua..>

Comentários Sobre “Para Obter A Cura”… – 4

COMENTÁRIOS SOBRE

O ARTIGO

“PARA OBTER A CURA: PONHA SEU PESO NO PRATO CERTO”

Patrícia Tupper Hyatt

A atração hipnótica e magnética da falsa crença na morte está entre os métodos da mente carnal que nos induzem a lançar peso no prato errado da balança. Dificilmente alguém aceitaria a ridícula sugestão de que lhe seria melhor estar aleijado ou de que mais fácil seria para ele e para todos se ficasse cego; mas talvez se deixaria levar pela crença mesmérica de que para ele a morte seria uma bênção ou facilitaria as coisas para a sua família. Este tipo de raciocínio predomina na sociedade. Nos hospitais, os pacientes com diagnóstico de doenças terminais, por exemplo, seguidamente acompanham sessões de aconselhamento visando a ajudá-los a aceitar a morte como parte natural da vida. Não obstante, desde o ponto de vista da Ciência Cristã, a morte não pode ser parte da vida. As duas são exatamente opostas. A realidade é a Vida divina e sua expressão; a morte não tem existência—é uma contradição.

PARTE

IV

-COMENTÁRIOS-

A compreensão de que não existe morte decorre naturalmente da admissão incondicional das Verdades reveladas, e a principal dentre elas  é a  de que não há nascimentos. “As obras de Deus são permanentes”, e tem sido repetida esta base do estudo do Absoluto seguidamente,  nas postagens deste site.

“A atração hipnótica e magnética da falsa crença na morte está entre os métodos da mente carnal que nos induzem a lançar peso no prato errado da balança. Dificilmente alguém aceitaria a ridícula sugestão de que lhe seria melhor estar aleijado ou de que mais fácil seria para ele e para todos se ficasse cego; mas talvez se deixaria levar pela crença mesmérica de que para ele a morte seria uma bênção ou facilitaria as coisas para a sua família”.

Diante de supostos casos desse tipo, quando há esta crença de que “a morte” seria a melhor solução, devemos nos desapegar das ideias de nascimento, de morte ou de curas, voltando-nos à contemplação da “permanência do Universo de Deus” e da permanência da própria Vida, que é unicamente Deus em todos os seres. A autora nos alerta para não endossarmos a tendência mesmérica coletiva que, atraindo nossa atenção para as aparências, faz com que nos resignemos com a chamada “morte” a ponto de até mesmo  considerá-la um “bem” ou, como ela diz, como “parte natural da vida”.

“Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida” – disse Jesus. Revelava a Verdade universalmente válida, aqui e agora, para todos os seres, que são a realidade absoluta: a Vida divina e Sua expressão. Partindo deste “Referencial da Luz”, e jamais do ilusório “referencial da mente humana”, facilmente discerniremos (na Prática do Silêncio), como diz o texto, que “a morte não tem existência – é uma contradição”.

Continua…>

Comentários Sobre “Para Obter A Cura”… – 3

COMENTÁRIOS SOBRE

O ARTIGO

“PARA OBTER A CURA: PONHA SEU PESO NO PRATO CERTO”

Patrícia Tupper Hyatt

 

Atualmente, o maior impedimento para a cura, no movimento da Ciência Cristã, talvez esteja na tentativa de misturar o tratamento pela Ciência Cristã com remédios materiais. Tal procedimento simplesmente não funciona! O tratamento pela Ciência Cristã afirma que o homem é espiritual. Quando alguém inverte seu curso e procura ao mesmo tempo remédios materiais ou busca diagnóstico médico, está realmente declarando: “Sou material”.Um método anula os efeitos do outro na balança da confiança mental, e a cura fica bloqueada até que a frivolidade de misturar os métodos seja compreendida e abandonada. Alguém pode até atrasar sua cura sem que, de fato, chegue a consultar um médico ou tomar remédios. Se, enquanto alguém recebe tratamento pela Ciência Cristã, mantiver no fundo da consciência a ideia de que, não sendo curado espiritualmente, ainda poderá recorrer à medicina, isto já é suficiente para impedir a cura. Enquanto sua confiança e esperança estiverem divididas entre Deus e a matéria, tal divisão impedirá a pessoa de ter confiança radical no Espírito suficiente para fazer pender a balança para o lado certo. Assim, a fim de efetuar a cura espiritual num caso desses, é preciso negar diretamente a pretensão de que o homem possa ser doutrinado com crenças materiais. Falando cientificamente, a falsa educação que um paciente parece manter em pensamento faz tão pouca parte dele como a doença; e somente necessita ser corajosamente enfrentada e curada.

Parte III

COMENTÁRIOS

O que está neste trecho já não corresponde ao que eu próprio  pude constatar,  em minha experiência. Vi muita gente ser curada espiritualmente, mesmo sendo tratada juntamente pela medicina. Como já vi também o contrário: a cura não acontecer, mesmo estando a pessoa sem empregar remédios materiais. A Seicho-no-ie já publicou diversos relatos de cura nesse sentido, provando que a cura espiritual não é barrada por nada deste mundo. Jesus Cristo não teria perguntado a quem o procurasse se estaria ou não usando remédios materiais! Respeito quem prefere adotar este radicalismo, mas não é a minha forma de  ver este estudo, vendo-o como um concorrente da medicina. Quem enxerga um paciente material é que está em erro, esteja ele fazendo uso ou não da medicina. Quando praticamos os princípios espirituais, deixamos de considerar a “aparência humana” para contemplar unicamente a presença de Deus como aquele indivíduo! Portanto, afirmar que o paciente “mistura tratamento pela Ciência Cristã com remédios materiais” é erro: significa vê-lo com a “trave em nossos olhos”: isto nunca poderia ser verdadeiro aos olhos de Deus! Portanto, volto a dizer: enxergar este paciente humanamente, pelas aparências, seria o erro,  a não prática da Verdade. Se fôssemos avaliar assim, também  não se poderia ingerir alimentos materiais! Seria igualmente dizer que isso tiraria sua confiança na metafísica! Não, não tem nada a ver! E é desta forma que eu vejo o assunto.

Há ainda um outro aspecto, ligado à questão: se a pessoa diz sentir-se aliviada, recebendo tratamentos da medicina, muito mais tranquila ficará para  internamente receber a ação da Verdade curativa. Fazer uso dos remédios não significa, jamais, como expõe aqui a autora, afirmar “Sou material”. Significa, sim,  usar a crença a favor da cura; significa usar o que há de disponível e certo, dentro da própria crença, para anular seus   efeitos negativos. E assim, ao mesmo tempo,  contemplaríamos Deus sendo a Verdade única concernente ao suposto “paciente”.

O que há de correto, neste trecho, no meu entender, é que não pode haver desconfiança quanto à cura; entretanto, é evidente que a pessoa que se sente tratada de toda forma disponível irá demonstrar maior confiança em ficar  restabelecida, mais do que alguma outra que, por ler este artigo, ficasse cegamente confiando apenas no tratamento metafísico, por ter sido coagida a agir dessa maneira. Como já disse, não adianta alguém me dizer que” um método anula o outro”, porque em décadas nesta área, seguidamente  vi dar certo a mistura, assim como também vi dar certo dispensar a medicina por parte daqueles que se sentiram por si mesmos inspirados, encorajados e confiantes o bastante fazê-lo

A questão não se restringe a somente estes pontos, pois o assunto é bem amplo; eu gostaria de estar perto da autora e a visse, diante de alguém sendo atropelado na rua,  se ela se veria  preparada, naquele momento imprevisto, para dispensar a vinda de socorro humano. Lembro-me de ter lido, certa vez, a própria Mary Baker Eddy dizer que, sendo encontrada pelas ruas, lhe pediam  que fizesse as curas; e então, ela respondeu que não era daquela forma”! Há a necessidade de uma interiorização, preparo e disposição exemplares! Portanto, deixo aqui os comentários neste sentido: não há bloqueio algum à cura espiritual, apenas por alguém misturar o tratamento metafísico com a medicina.

 

CONTINUA’..>

 

 

Comentários Sobre “Para Obter A Cura”… – 2

COMENTÁRIOS SOBRE

“PARA OBTER A CURA: PONHA SEU PESO NO PRATO CERTO”

    Patricia T,  Hyatt      

PARTE 

II

Raciocinar desse modo em oração e compreender que o indivíduo passa a ser a maioria quando seu pensamento se coaduna com a lei divina, faz a luz do Cristo incidir sobre a situação humana específica e lança nosso peso no prato da cura. Mas os estados de pensamento anteriormente mencionados—o medo, o sentido pessoal, a comiseração, a falsa responsabilidade, a participação mesmérica no erro e a falsa educação nas crenças e leis materiais—lançariam nosso peso em sentido contrário à cura.

-COMENTÁRIOS-

 

O que está aqui sendo dito, é que a “troca de referencial” nos faz parar de endossar as crenças da mente humana para ficarmos em unidade com o ponto de vista de Deus. “Raciocinar desse modo em oração e compreender que o indivíduo passa a ser maioria quando seu pensamento se coaduna com a lei divina, faz a luz do Cristo incidir sobre a situação humana específica e lança nosso peso no prato da cura”.  Este “raciocinar” é conscientemente cada um desacreditar das aparências e endossar a Essência. A Ciência Cristã chama a isto de “espiritualizar o pensamento mortal”, ou seja, não deixa de nos ensinar a também alterarmos a suposta situação desarmônica específica mediante esta “coadunação” do pensamento com a Lei divina.  Este “raciocínio”, não meramente intelectual, mas sim fundamentado na Verdade absoluta, “faz lançar nosso peso no prato da cura”.

Entendida esta parte, a autora volta a enumerar os errôneos estados de pensamento que,  opostamente, fazem lançar nosso peso em sentido contrário à cura, a saber: medo, sentido pessoal, comiseração, falsa responsabilidade, participação mesmérica no erro e falsa educação nas crenças e leis materiais.

.Não estão enumerados apenas para serem lidos ou aceitos sem profundo e sério trabalho de erradicação deste estados durante a “Prática do Silêncio”; antes, são estados errôneos de pensamento que são relacionados para merecerem uma atenção plena no sentido de serem desmascarados e  erradicados de nossa aceitação! 

Muitos deixam de manter o “peso no prato certo” por negligenciarem esta parte, deixando livres os estados mentais negativos e ilusórios que teriam de ser contestados! Creem que apenas meditando que “Deus é Tudo”, seja  o suficiente para dar fim à crença errada. Em geral, não é!

Precisamos realmente lidar com estes estados errôneos e deixar os pensamentos sintonizados com a Verdade absoluta e de forma que permaneçam endossando esta Verdade também após o término de nossas contemplações.

Este “raciocínio”, aqui exposto, é a “Ciência Mental” sendo  associada às contemplações requeridas no estudo do Absoluto.

Continua..>

 

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Comentários Sobre “Para Obter A Cura”… – 1

COMENTÁRIOS SOBRE

“PARA OBTER A CURA: PONHA SEU PESO NO PRATO CERTO”

Patricia T,  Hyatt

NOTA: Este texto da Ciência Cristã é um dos meus prediletos, dentre todos os demais. Claro, prático e profundo, explica com precisão os princípios divinos e sua aplicação em nossa vida diária. Se apenas for lido, sem maior envolvimento, não cumprirá sua finalidade! Os textos mais profundos requerem nosso total envolvimento! Todos os demais objetivos do mundo deverão ficar em segundo lugar, durante os estudos, para que a Verdade realmente seja lida, entendida, estudada, assimilada e, em seguida, contemplada. A suposta mente humana desejará atrapalhar este objetivo espiritual, lembrando-o de obrigações, ocupações e hábitos de vida; entretanto, se você partir da admissão radical de “ter a Mente de Cristo”, o mesmerismo será vencido e seu estudo poderá ser feito como deve: com o seu total envolvimento com seus princípios.

Boas leituras e boas contemplações…

Dárcio

PARTE 

I

Compreender que um problema é apenas uma falsa pretensão, não basta. Saber que é uma falsa pretensão nos conforta e nos prepara para orar ainda mais, mas não basta para efetuar a cura. É preciso continuar o raciocínio em oração, até compreendermos que não existe tal pretensão!

Deus é Tudo—é a única consciência. Como Deus é a Mente divina, Deus expressa Sua sabedoria no homem. Uma vez que a ação criativa da Mente é “saber”, nada se cria—não existe—a não ser que Deus o conheça. O homem, como uma imagem na Mente divina, sabe apenas o que a Mente lhe faz saber pela lei do reflexo. Deus é onipresente, onipotente, onisciente—é Tudo-em-Tudo. Portanto, nada há para proclamar uma pretensão contrária! Como Cristo Jesus o disse, o erro, o mal, é “mentiroso e pai da mentira”. A crença em qualquer forma de materialidade é uma falsidade em si própria, não tem origem nem lugar para existir, não tem ninguém para conhecê-la nem tem nenhum efeito. Ciência e Saúde deixa claro o nada do erro, nas seguintes palavras: “A ilusão, o pecado, a doença e a morte resultam do falso testemunho do sentido material, o qual, de um ponto de vista hipotético fora da distância focal do Espírito infinito, apresenta uma imagem invertida da Mente e da Substância, onde tudo se apresenta de cabeça para baixo”. Imagine-se o falso testemunho apresentando uma imagem invertida baseada num suposto ponto de vista fora da distância focal do Espírito infinito! Está claro que não pode haver aranhas nem crente mesmerizado! Não pode haver nenhum ataque cardíaco nem a pretensão de que haja algum! A mente mortal é “mentirosa” e é o “pai da mentira!”.

 

-COMENTÁRIOS-

O que a autora aqui explica, é que “o problema é ilusão”, e que meramente  trocar o seu nome não é a prática da Verdade. Sendo “ilusão”, o problema não está presente, mas ausente! O nada sendo visto pela mente que é nada. Entenda este ponto: o “problema”, que a mente diz estar presente, está ausente! Como miragem, apenas aparenta existir, mas não existe! Além disso, ele aparenta existir para a mente que também não existe! Por isso, na sequência, a autora passa a revelar a Mente de Deus como sendo a Mente verdadeira daquele que aparentemente usava mente humana para ver ausência como presença.

“Deus é TUDO – a única consciência” – assim, o artigo explica a Verdade de que a Mente do homem conhece unicamente o que Deus conhece, e, como a Mente divina não pode conhecer “outra coisa”, senão a perfeição, o homem não pode estar frente a uma pretensão contrária à Verdade. Nesse ponto, você deve se envolver a fundo nestas revelações! Desacredite do problema, desacredite da mente que vê problema, e admita que sua Mente é a Mente que reconhece unicamente o que Deus vê, sua perfeição e permanência absolutas. “A crença em materialidade é uma falsidade em si própria, não tem origem nem lugar para existir, não tem ninguém para conhecê-la nem tem nenhum efeito”. Que é esta parte do texto? O AUTOTRATAMENTO! É quando o lido passa a ser vivido, de fato, em termos de aceitação e percepção!

A seguir, a autora coloca a seguinte citação de Mary Baker Eddy:

“A ilusão, o pecado, a doença e a morte resultam do falso testemunho do sentido material, o qual, de um ponto de vista hipotético fora da distância focal do Espírito infinito, apresenta uma imagem invertida da Mente e da Substância, onde tudo se apresenta de cabeça para baixo”.

Analise esta citação, que revela o nada do erro,  e a faça tomar parte das suas  “contemplações”. Para isso, leia-a seguidamente, até assimilar a fundo o seu conteúdo! De nada adianta prosseguir na leitura, sem primeiro captar em profundidade o que já foi exposto e lido em termos de princípios.

Continua..>

Comentários Sobre “Expulsai Os Demônios”-9

“EXPULSAI OS DEMÔNIOS”

Disse Jeremias: “Todo ourives é envergonhado pela imagem que ele esculpiu; pois as suas imagens são mentira, e nelas não há fôlego.” (Jer. 10:14). Ezequiel teve uma visão similar, quando escreveu: “Lançai de vós todas as vossas transgressões com que transgredistes, e criai em vós coração novo e espírito novo; pois, por que morreríeis, ó casa de Israel? … Eles criaram as imagens de suas abominações, e de suas coisas detestáveis.”

Uma praga ou pestilência retrata avareza. destruição, guerra, luta, mesquinharia: tudo baseado no erro primário de que a Mente possa ser múltipla; de que a Vida possa estar separada e, seres humanos sejam capazes de entrar em guerra, uns com os outros.

Lillian DeWaters9

A compreensão destas revelações é capaz de nos colocar conscientemente no Reino divino, exatamente agora! Os textos objetivam atrair alguém a esta compreensão libertadora! Este assim chamado “mundo material” vem sendo contestado há milênios pelas revelações espirituais. Buda chamou-o de “Maya”, isto é, ILUSÃO!  Cristo Jesus rotulou-o como fruto do “pai da mentira”.

Que continua ocorrendo? A maioria ainda “vive” esta farsa! Acredita piamente nestes quadros fantasiosos e desconhecidos de Deus! Sem qualquer intenção e determinação férrea de desmantelá-los pela Verdade! Antes de Cristo, também já nos alertava o profeta Isaías: “O que anda em justiça, e fala o que é reto; o que com um gesto de mãos recusa aceitar suborno; o que tapa os ouvidos para não ouvir falar de homicídios, e fecha os olhos para não ver o mal, este habitará nas alturas; as fortalezas das rochas serão o seu alto refúgio, o seu pão lhe será dado, as suas águas serão certas” (Isaías 33; 15,16).

A autora cita, com o mesmo sentido, os testemunhos de Jeremias e de Ezequiel. Quando será que todos acordarão?

Precisamos parar  conscientemente de ingenuamente crer nestas imagens já descritas como inteiramente falsas e hipnóticas! Precisamos começar a endossar a Perfeição Onipresente de Deus!

A Perfeição é Substância eterna evidenciada; as “aparências” não têm substância nem lei a ampará-las. Identificando-nos com a Substância, deixamos de alimentar mais ILUSÃO e, consequentemente, deixamos de nos sentir como parte integrante dela!

“Uma praga ou pestilência retrata avareza, destruição, guerra, luta, mesquinharia: tudo baseado no erro primário de que a Mente possa ser múltipla; de que a Vida possa estar separada e, seres humanos sejam capazes de entrar em guerra, uns com os outros”.

Nossa libertação definitiva está em seguirmos à risca as revelações! Através delas, deixamos de aceitar as “aparências” de dualidade, de “mentes pessoais múltiplas”, para nos dedicarmos à percepção do Fato espiritual, que é real e permanente:

DEUS, A MENTE PERFEITA, É A ÚNICA MENTE ATIVA OU OPERANTE, AQUI E AGORA, COMO A MENTE DE TODOS NÓS.

Ou decididamente nos abrimos radicalmente à aceitação desta Verdade Divina, ou continuamos a “ver o mal”, a endossar qualquer tipo de “aparência hipnótica”, e a deixar de lado todas as revelações absolutas que, sendo verídicas, se compreendidas e aceitas, teriam poder para nos fazer “nascer de novo”.

Continua no próximo domingo…>

PARA OBTER A CURA: PONHA SEU PESO NO PRATO CERTO

Quando eu era jovem, meu pai foi transferido para uma pequena cidade num estado distante. Primeiro, a família toda fez a viagem e depois meu pai voltou para completar a mudança. Enquanto ele estava fora, adoeci grave e repentinamente. Logo a seguir, tive febre muito alta e fiquei incapacitada de mover as pernas normalmente.

Embora naquela época minha mãe já estivesse interessada na Ciência Cristã, não lhe ocorreu apoiar-se na Ciência para cura, nessa situação em particular. Assim, lá estava ela—num lugar estranho, sem conhecer ninguém, sem telefone, sem condução e com uma filha desesperadamente doente.

Em pânico, ela correu para uma casa próxima, procurando alguma ajuda. Ficou sabendo que o único médico da comunidade se encontrava a serviço numa cidade vizinha. Foi-lhe assegurado que ele viria logo que possível! A casa na qual ela usou o telefone era uma pensão, e duas senhoras que lá moravam acompanharam-na bondosamente de volta ao lar, para dar apoio à sua nova e assustada vizinha.

Quando elas entraram em meu quarto, encontraram-me delirando em febre, num balbuciar incoerente. Uma das senhoras pôs a mão na minha testa e, cheia de medo, exclamou: “Essa criança está ardendo em febre!” Justamente quando o medo de minha mãe aumentava ainda mais, a outra senhora adiantou-se e calmamente declarou com grande autoridade: “Mas essa criança está perfeitamente bem.”Minha mãe conta-me que cada vez que aquela senhora falava, mamãe sentia o medo diminuindo. A senhora continuou a conversar comigo como se nada houvesse de errado—perguntou-me se eu já vira seu cachorrinho. Bem depressa, conversei coerentemente com ela e logo depois, tranquilamente, adormeci.

Quando o médico chegou, examinou-me e não pôde encontrar nada de errado! Achou que havia ocorrido um engano. Na manhã seguinte eu estava de pé, normalmente, como se nada tivesse acontecido.

Quanto mais mamãe ponderava sobre minha inacreditável cura, mais certa eu sentia de que o que ocorrera estava relacionado com aquela amável vizinha que lhe havia acalmado o medo. Após indagar, ficou sabendo que a senhora era Cientista Cristã—e não somente Cientista Cristã, mas praticista da Ciência Cristã! E foi aquela a primeira cura ocorrida em nossa família.

Bem, por certo a praticista não me dera tratamento pela Ciência Cristã sem ter sido solicitada. Mas obviamente havia lançado o peso de seu próprio pensamento no prato da Verdade e da saúde, esperando somente o bem—em vívido contraste com a outra senhora, que, embora também se preocupando e desejando ajudar, sem querer dera impulso negativo no caso, ao temer desorientadamente o pior e provocar ainda maior medo e pavor no ambiente.

Todos desejamos que o nosso cuidado pelos outros tenha efeito sanador em vez de ser inútil ou, mesmo, nocivo. Portanto, se formos nós o paciente, o praticista, o enfermeiro da Ciência Cristã, ou membros ou amigos da família, é extremamente importante atentarmos para que a influência do nosso pensamento pese em favor da cura e não se torne, inadvertidamente, em obstáculo nalguma situação.

A Srta. Eddy escreve em Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras: “Tua influência para o bem depende do peso que lançares no prato certo da balança”.  E “se os pratos da balança estão bem equilibrados, o tirar um peso de qualquer dos pratos dá preponderância ao outro. Qualquer influência que puseres do lado da matéria, estarás tirando da Mente, que, de outro lado, preponderaria a tudo mais”.

Pode-se usar a metáfora de pratos da balança para representar com ela tanto o pensamento individual como, num sentido mais amplo, a assim chamada consciência humana, a consciência humana coletiva e sua noção atual da natureza da realidade. Num dos pratos da balança estaria o peso da crença material e no outro prato teríamos o peso da compreensão espiritual. A cura ocorre em determinado caso quando, pelo efeito da oração, concentra-se maior peso no prato espiritual—quando o pensamento se apoia com maior vigor na realidade espiritual do que na ilusão material.

Suponha estar você na companhia de um amigo e este sofre de uma alucinação mental. Ele imagina estar com o corpo coberto de aranhas, centenas delas. Está totalmente apavorado e, é lógico, você quer ajudá-lo. Fará o quê? Pegará num matador de moscas e tentará eliminar as aranhas? Ou talvez recomendará um bom inseticida? Irá lamentar-se com ele por estar ele nessa aflição horrível?

Certamente que não! Se você o acompanhasse no sonho e se deixasse se envolver pela ilusão, ficaria incapacitado de ajudá-lo. Portanto, você permanece fora do sonho e desperta seu amigo para a realidade, rompendo o mesmerismo. Você convence seu amigo de que não há nele aranha nenhuma—que toda a cena é mero fruto de uma falsa impressão, que ele está totalmente a salvo. Como estudante de Ciência Cristã, você vai mais além. Afirma que Deus é a Mente de seu amigo—a única Mente. Portanto, seu amigo não está sujeito ao falso medo. Não ocorreria a você cuidar das aranhas. Você sabe que aí não há nenhuma! Ao contrário, enfrenta o problema e elimina a crença insana de estar seu amigo coberto de aranhas. Você lida com a situação ao nível do mesmerismo.

Agora, suponha você estar com um paciente, ser o praticista ou o enfermeiro dele; ou, suponha estar com um ente querido e este sofrendo um ataque cardíaco. Aí, tudo já soa mais real do que imaginárias aranhas, não é mesmo? Assim se dá devido a nossa educação errônea nas crenças materiais. Mas, não é isso também uma ilusão? O homem, como reflexo de Deus, como Sua própria imagem e semelhança, é necessariamente tão incapaz de ter um ataque cardíaco como Deus o é!

No livro de João encontramos as palavras de Cristo Jesus: “O Filho nada pode fazer de si mesmo, senão somente aquilo que vir fazer o Pai; (…) assim como o Pai tem vida em si mesmo, também concedeu ao Filho ter vida em si mesmo”.

A Vida e a substância do homem são Deus e nesta Vida e substância inclui-se sua saúde. O homem real é emanação divina. Ele expressa a própria perfeição eterna de Deus. O homem não tem condição mortal, material, nem má condição física.

Tudo quanto, de substância ou de ação espirituais foi falsificado no corpo material, está, de fato, perfeito. O conceito errado de coração ou de qualquer outro aspecto do corpo não é, nem um pouco, a verdadeira expressão da Mente. Nós todos refletimos, em formas individuais, a presença sustentadora de Deus, o grande coração do Amor. Como seria possível ao seu paciente ou ente querido sofrer um ataque cardíaco? Você e ele, ambos refletem a Vida. Ambos pertencem a Deus e por Deus são governados. Para Deus não há oposição.

Portanto, veja você, uma crise dessas é uma cena ilusória, pois é uma impossibilidade! E, na medida em que mantivermos o pensamento acima do quadro do sonho mortal, acima da falsa educação de que algo precisa ser feito fisicamente ao coração(como às aranhas, no exemplo anterior), na medida em que permanecermos acima do sentido pessoal errôneo e da falsa responsabilidade—nessa mesma medida lançaremos, de fato, nosso peso no prato certo da balança.

Compreender que um problema é apenas uma falsa pretensão não basta. Saber que é uma falsa pretensão nos conforta e nos prepara para orar ainda mais, mas não basta para efetuar a cura. É preciso continuar o raciocínio em oração, até compreendermos que não existe tal pretensão!

Deus é Tudo—é a única consciência. Como Deus é a Mente divina, Deus expressa Sua sabedoria no homem. Uma vez que a ação criativa da Mente é “saber”, nada se cria—não existe—a não ser que Deus o conheça. O homem, como uma imagem na Mente divina, sabe apenas o que a Mente lhe faz saber pela lei do reflexo. Deus é onipresente, onipotente, onisciente—é Tudo-em-Tudo. Portanto, nada há para proclamar uma pretensão contrária! Como Cristo Jesus o disse, o erro, o mal, é “mentiroso e pai da mentira”. A crença em qualquer forma de materialidade é uma falsidade em si própria, não tem origem nem lugar para existir, não tem ninguém para conhecê-la nem tem nenhum efeito. Ciência e Saúde deixa claro o nada do erro, nas seguintes palavras: “A ilusão, o pecado, a doença e a morte resultam do falso testemunho do sentido material, o qual, de um ponto de vista hipotético fora da distância focal do Espírito infinito, apresenta uma imagem invertida da Mente e da Substância, onde tudo se apresenta de cabeça para baixo”. ”Imagine-se o falso testemunho apresentando uma imagem invertida baseada num suposto ponto de vista fora da distância focal do Espírito infinito!  Está claro que não pode haver aranhas nem pessoa mesmerizada! Não pode haver nenhum ataque cardíaco nem a pretensão de que haja algum! A mente mortal é “mentirosa” e é o “pai da mentira!”.

Raciocinar desse modo em oração e compreender que o indivíduo passa a ser a maioria quando seu pensamento se coaduna com a lei divina, faz a luz do Cristo incidir sobre a situação humana específica e lança nosso peso no prato da cura. Mas os estados de pensamento anteriormente mencionados—o medo, o sentido pessoal, a comiseração, a falsa responsabilidade, a participação mesmérica no erro e a falsa educação nas crenças e leis materiais—lançariam nosso peso em sentido contrário à cura.

Atualmente, o maior impedimento para a cura, no movimento da Ciência Cristã, talvez esteja na tentativa de misturar o tratamento pela Ciência Cristã com remédios materiais. Tal procedimento simplesmente não funciona! O tratamento pela Ciência Cristã afirma que o homem é espiritual. Quando alguém inverte seu curso e procura ao mesmo tempo remédios materiais ou busca diagnóstico médico, está realmente declarando: “Sou material”. Um método anula os efeitos do outro na balança da confiança mental, e a cura fica bloqueada até que a frivolidade de misturar os métodos seja compreendida e abandonada. Alguém pode até atrasar sua cura sem que, de fato, chegue a consultar um médico ou tomar remédios. Se, enquanto alguém recebe tratamento pela Ciência Cristã, mantiver no fundo da consciência a ideia de que, não sendo curado espiritualmente, ainda poderá recorrer à medicina, isto já é suficiente para impedir a cura. Enquanto sua confiança e esperança estiverem divididas entre Deus e a matéria, tal divisão impedirá a pessoa de ter confiança radical no Espírito suficiente para fazer pender a balança para o lado certo. Assim, a fim de efetuar a cura espiritual num caso desses, é preciso negar diretamente a pretensão de que o homem possa ser doutrinado com crenças materiais. Falando cientificamente, a falsa educação que um paciente parece manter em pensamento faz tão pouca parte dele como a doença; e somente necessita ser corajosamente enfrentada e curada.

A atração hipnótica e magnética da falsa crença na morte está entre os métodos da mente carnal que nos induzem a lançar peso no prato errado da balança. Dificilmente alguém aceitaria a ridícula sugestão de que lhe seria melhor estar aleijado ou de que mais fácil seria para ele e para todos se ficasse cego; mas talvez se deixaria levar pela crença mesmérica de que para ele a morte seria uma bênção ou facilitaria as coisas para a sua família. Este tipo de raciocínio predomina na sociedade. Nos hospitais, os pacientes com diagnóstico de doenças terminais, por exemplo, seguidamente acompanham sessões de aconselhamento visando a ajudá-los a aceitar a morte como parte natural da vida. Não obstante, desde o ponto de vista da Ciência Cristã, a morte não pode ser parte da vida. As duas são exatamente opostas. A realidade é a Vida divina e sua expressão; a morte não tem existência—é uma contradição.

A falsa teologia—outro fator importante em impedir a cura – também apoiaria essa pretensão de que a morte é uma amiga que liberta as pessoas do sofrimento e das condições materiais. Mas este ensinamento está em conflito direto com a missão de Cristo Jesus, que superou toda materialidade, inclusive a morte. Se a morte fosse realmente uma amiga, isto contradiria a inspirada declaração de Paulo: “O último inimigo a ser destruído é a morte. Porque todas as cousas (Cristo) sujeitou debaixo dos seus pés”.

A pretensão mesmérica de que a morte é inevitável e que é remédio a ser buscado, parece especialmente atraente nos casos de idade avançada. Mas o Cientista Cristão esclarecido está alerta e nunca lança seu peso na direção da morte, quer para si quer para outrem. Não temos por meta preservar a vida na matéria, e, sim, compreender a existência espiritual ininterrupta do homem—ver claramente que o homem nunca nasceu na matéria e, portanto, nunca pode morrer na matéria, que ele coexiste com Deus, expressando a eterna vida espiritual. A experiência humana reflete nossa aceitação atual da realidade divina e por isso a situação humana corresponderá de maneira apropriada à nossa compreensão no presente. “Como” não é da nossa preocupação. A nossa responsabilidade é apenas a de lançar todo nosso pensamento no lado da Vida.

Resumindo, podemos relembrar o que foi dito anteriormente: que precisamos não só ver o erro como uma falsa pretensão, mas também, persistir até perceber que, em realidade, não existe tal pretensão. A Sra. Eddy declara: “Dizer que há uma falsa pretensão chamada doença é admitir tudo o que a doença é; pois esta não passa de uma falsa pretensão. Para sermos curados, precisamos perder de vista uma falsa pretensão”.

Referindo-se ao anjo no Apocalipse que “se apresentou com balanças para pesar os pensamentos e ações dos homens”, a Sra. Eddy escreve: “Viestes para serdes pesados; e, no entanto, eu não vos pesarei nem vos farei pesar. Por quê? Porque Deus faz tudo e não há nada no prato oposto da balança. Não há dois pratos—Mente e matéria. Precisamos libertar-nos desse conceito. Da forma como geralmente pensamos, imaginamos que tudo estará bem se lançarmos algo no p           rato da Mente, mas precisamos compreender que a Mente não é pesada com a matéria; somente então estaremos trabalhando de um só lado e em conformidade com a Ciência”.

Não há oposição a Deus. Lemos em Jó: “Se ele resolveu alguma cousa, quem o pode dissuadir? O que ele deseja, isso fará”.  Frente à totalidade, não pode haver lado oposto—nada no prato oposto da balança! Que não existe nada no prato oposto da balança fica provado, em certo grau, cada vez que uma cura acontece por meio da oração na Ciência Cristã.

(De O Arauto da Ciência Cristã)

*

“NÃO TOMARÁS O NOME DO SENHOR, TEU DEUS, EM VÃO”

“NÃO TOMARÁS O NOME DO SENHOR, TEU DEUS, EM VÃO”.
(Ex 20,7)

O “Segundo Mandamento” assim diz: “Não tomarás o nome do Senhor, TEU DEUS, em vão”. Só entenderá o sentido real desta instrução, para colocá-la em prática, quem tiver abolido a CRENÇA de que DEUS NÃO É TUDO, Verdade  explicitada no “Primeiro Mandamento”: “Não terás outros deuses ao lado de MIM”.

A não observância dos dois mandamentos na prática se deve ao entendimento errôneo passado à humanidade pelas religiões tradicionais e pelos ensinamentos dualistas! JULGAM-NOS PELAS APARÊNCIAS, PELO ILUSÓRIO “TESTEMUNHO DOS SENTIDOS MORTAIS”! Assim agindo, impedem a PERCEPÇÃO IMEDIATA de que DEUS É TUDO,  E QUE, AO LADO DE “MIM”, – DA UNIDADE PERFEITA –  NADA MAIS HÁ; E QUE “TOMAR O SANTO NOME DO SENHOR, TEU DEUS, EM VÃO”, SIGNIFICA EMPREGÁ-LO PARA SE REFERIR AO “ILUSÓRIO EU NASCIDO NA CARNE”!

Quando alguém diz, por exemplo, “Eu sou medroso”, ou “Eu sou obeso”, ou “Eu sou dependente químico”,  etc., USA EM VÃO O SANTO NOME DE DEUS, QUE É “EU SOU”!

Infelizmente, o fato de DEUS SER TUDO, SER ONIPRESENÇA ONIPOTENTE, jamais foi alardeado nem levado a sério pelo suposto “mundo religioso”! Nada foi entendido do Evangelho nem tampouco da forma com que Jesus agia!

POR QUE JESUS CONFIRMOU AOS JUDEUS: “VÓS SOIS DEUSES”? POR QUE JESUS SUBIU AO MONTE E DECLAROU: “VÓS SOIS A LUZ DO MUNDO”? POR QUE DISSE ELE À SUPOSTA “ADÚLTERA”: “TAMPOUCO EU TE CONDENO?”,  POR QUE DISSE TAXATIVAMENTE QUE “PELA CARNE A NINGUÉM JULGAVA”? POR QUE JAMAIS DISSE QUE “O HOMEM TERIA DE EVOLUIR”? POR QUE AFIRMOU QUE “LÁZARO NÃO RESSUSCITARIA NO FIM DOS TEMPOS, E SIM  NO AGORA”? POR QUE DISSE AO PARALÍTICO: “LEVANTA-TE, E ANDA”? POR QUE JAMAIS ENSINOU “CONFISSÃO DE PECADOS?”  POR QUE RECUSOU O MUNDO TODO, A ELE OFERECIDO PELA “TENTAÇÃO NO DESERTO”, DIZENDO: “ESTÁ ESCRITO: SOMENTE ADORARÁS O SENHOR TEU DEUS?” POR QUE JAMAIS DISSE QUE “UM DIA” IRÍAMOS PARA A ETERNIDADE, OU “PARA O REINO DE DEUS?”

A resposta a todas estas indagações, e a muitas possíveis outras que poderíamos formular, é ÚNICA! JESUS PRATICAVA  OS DOIS MANDAMENTOS, SEM SE RENDER ÀS MENTIRAS DA “MENTE CARNAL”. TRATAVA A SI MESMO E AOS SEUS OUVINTES COMO  TODOS ESTANDO “EM MIM”, SENDO, CADA UM,  O “SENHOR TEU DEUS”, SEM “TOMAR O SANTO NOME DE DEUS EM VÃO”, DIZENDO SER “CARNAL NASCIDO DE MULHER”, OU DIZENDO “TER TIDO, ALGUM DE NÓS, PAI NA TERRA”!

Há ensinamentos que dizem: “O homem é aquilo que pensa ser”; entretanto, esta CRENÇA FALSA oculta a VERDADE QUE SOMOS PERMANENTEMENTE, OU SEJA,  QUE DEUS É O CRISTO ETERNO QUE AGORA SOMOS’! Jamais estivemos em “mundo do pai da mentira”, mas sim na VERDADE DE QUE DEUS É TUDO!

 *

Estar Abraçado Por Deus É Se Perceber Na “Unidade Perfeita”!

No “mundo de aparências”, quando dois seres se abraçam, simbolizam a VERDADE de serem UM! Dois corpos abraçados demonstram serem “um só corpo”, pela afinidade de ideias e de pensamentos. E quando esta afinidade, por qualquer motivo, deixa de existir, os abraços deixam de ocorrer, pela manifestação de “duas mentes pessoais”.

A  Bíblia diz: “Por baixo estão os braços eternos”, ou seja, subjacente ao “mundo de aparências”, permanentemente somos todos a UNIDADE ESPIRITUAL PERFEITA, em que SOMOS TODOS, SEM EXCEÇÃO, ABRAÇADOS POR DEUS, COM A MENTE DE DEUS E IMERSOS NO AMOR DE DEUS!

Não há realidade em “mundo de aparências”; por isso, são “vistos” nele separações, desarmonias e conflitos entre pessoas, inclusive entre  supostos familiares. POR SER ACREDITADA A ILUSÃO DE “HAVER VIDA NA MATÉRIA”, QUANDO AS “APARÊNCIAS” SE MOSTRAM DESARMÔNICAS, AS PESSOAS  ENVOLVIDAS SE SENTEM “SEM CHÃO”, inseguras, receosas e desamparadas, buscando ajuda em drogas e em terapeutas de toda espécie, por desconhecerem A VERDADE de que estão, ininterruptamente, SENDO ABRAÇADAS POR DEUS!

Quando o REFERENCIAL DE DEUS é adotado por alguém,  unicamente a HARMONIA ABSOLUTA E INQUEBRANTÁVEL é reconhecida e focalizada! Quer isto dizer, por exemplo, que um “casal” visto nas “aparências” permanecerá unido para sempre? NÃO! Quer isto dizer que alguém que se visse trabalhando numa profissão, ou numa empresa, ficaria sempre “abraçado” àquela convivência terrena? NÃO! TUDO DEPENDE DE ESTAR, NO MUNDO, MANIFESTADA OU NÃO A HARMONIA DIVINA REFLETIDA!

Quando veio ao Brasil, o Papa João Paulo II, em suas pregações, falando sobre o casamento, assim disse: “Não separe o homem o que Deus uniu!”. Seria verdadeira a frase? SIM E NÃO, DEPENDENDO  DO “REFERENCIAL DE EXISTÊNCIA” LEVADO EM CONTA! SE O REINO DO ABSOLUTO ESTIVER SENDO O REINO FOCALIZADO, SERÁ “SIM”! MAS SE O “MUNDO DE APARÊNCIAS” ESTIVER SENDO CONSIDERADO, SERÁ “NÃO”! NO ABSOLUTO, TUDO QUE DEUS UNE, ETERNAMENTE FICA UNIDO! PORÉM, NO “MUNDO DE APARÊNCIAS”, REGIDO PELAS CRENÇAS NO BEM E NO MAL, NADA É PERMANENTE! QUERER FORJAR HARMONIA CONJUGAL DIRETAMENTE NO MUNDO, É GERAR RELACIONAMENTOS DE FACHADA, A NÃO SER QUANDO FOREM UNIÕES QUE REFLITAM A HARMONIA DO ABSOLUTO!

“Buscai o REINO DE DEUS em primeiro lugar” – disse Jesus! Infelizmente, não foi obedecido pelo grosso da humanidade! Desse modo, com “mentes pessoais” trabalhando livres e soltas, os diversos relacionamentos humanos não se dão com RESPALDO DO ABSOLUTO!  E então, ou as pessoas viram vítimas do ambiente que humanamente criaram, ou optam por BUSCAR A DEUS E SEU REINO, colocando em prática a Verdade Absoluta. Assim agindo, a Verdade lhes “vem à luz” como “bens acrescentados”, com tudo se amoldando à harmonia, através de “ajustes sequenciais” adequados, que culminam em “vida fenomênica” refletindo a Vontade de Deus.

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A SUPOSTA “MATÉRIA” NÃO É REAL NEM SÓLIDA!

“Sem o Verbo divino, NADA DO QUE FOI FEITO se fez” – esta é a revelação ABSOLUTA de João evangelista, para destacar a nossa REAL E ÚNICA NATUREZA! Quando Masaharu Taniguchi recebeu a revelação divina que originou a Seicho-no-ie, ouviu, de início, o seguinte: “Sofre-se porque se acredita que a matéria é real e sólida”.

Revelações desse tipo, que contradizem a “mente carnal”, por isso mesmo precisam ser levadas a sério com dedicação, radicalismo e perseverança! SÃO “LOUCURAS DE DEUS” QUE CONTRADIZEM A ‘MENTE QUE SE FAZ PASSAR PELA NOSSA”, CHAMADA POR PAULO DE “A INIMIZADE CONTRA DEUS”!

As revelações são PRINCÍPIOS a que devemos nos “apegar”, para anularmos o “hipnotismo de massa” oriundo da “mente falsa”!

Acreditando SER REAL E SÓLIDA a suposta “matéria”, será difícil alguém acreditar que DEUS SEJA TUDO!

Por que a maioria NEGA a Verdade de SER PERFEITA COMO DEUS? POR CRER SER UM “CORPO MATERIAL REAL E SÓLIDO”! Aceitando-se esta CRENÇA FALSA, o “teatro da mente carnal” se encontrará pronto para exibir suas ilusões! E a partir disso, as pessoas se verão envoltas e iludidas pelo contínuo desfile de  “APARÊNCIAS”!

Por acreditar na “matéria”, há pessoas que meditam “dividindo a casa”, preocupadas em permanecer em supostas “posturas corretas”; entretanto, o ensinamento absoluto não reconhece “corpos carnais” nem tampouco suas “posturas”! DEUS É TUDO E DEUS, SENDO O CRISTO, É O SER ESPIRITUAL QUE SEMPRE SOMOS!  Cientes de que A MATÉRIA NÃO É REAL NEM SÓLIDA, a atenção desperdiçada com “posturas adequadas do corpo” pode e deve ser transferida para a Verdade  de que SOMOS A UNIVERSAL UNIDADE PERFEITA, por formarmos a Onipresença com a PRESENÇA DO CRISTO QUE SOMOS!

O “cenário fenomênico” é integralmente expressão ilusória da CRENÇA EM DOIS PODERES! Por isso, há sempre nele um desdobramento  de “aparências do bem” e de “aparências do mal”! AS DUAS APARENTAM SER “REAIS E SÓLIDAS”; CONTUDO, SÃO COMO AS APARENTES IMAGENS “SÓLIDAS” VISTAS EM SONHOS, E QUE SOMEM POR COMPLETO MEDIANTE O DESPERTAR DO SONHADOR!

Não há “nascimentos” nem mortes” – todas as imagens destas mentiras são “expressões ilusórias” da igualmente ilusória “mente carnal”. Por isso, assim disse Buda: “Olhos, ouvidos, nariz, língua, corpo e mente, são o “NADA!” As “imagens” aparentemente “sólidas” dos sonhos, ERAM NADAS INCLUSIVE ANTES QUE HOUVESSE O “DESPERT’AR”.   ANALOGAMENTE, AS “IMAGENS FENOMÊNICAS” SÃO NADAS  INCLUSIVE  ENQUANTO  SÃO ” VISTAS”  PELA “MENTE CARNAL”.

PARA PERCEBERMOS O QUE DEUS É, QUE É PERCEBER O QUE SOMOS, “TEMOS A MENTE DE CRISTO”, DISSE O APÓSTOLO PAULO!

DEUS É TUDO COMO TUDO, É O “MIM”  OU O “EU SOU ÚNICO”, EVIDENCIADO COMO O SER QUE AQUI E AGORA SOMOS!  NÃO SENDO CARNAIS OU MORTAIS, MAS SIM, COMO“DEUSES”!

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VOCÊ É DEUS, E NÃO “CARNE E SANGUE”!

Um dos motivos, pelos quais a maioria reluta em aceitar e se identificar com a revelação de que “somos deuses”, está na convicta, mas errônea CRENÇA de que somos os supostos “carnais nascidos” apresentados pela ilusória “mente humana”.

Mesmo fazendo suas pregações da Verdade, sempre comprovando-as através de “sinais” ou de “obras milagrosas”, Jesus se viu sendo apedrejado pelos judeus, que não admitiam “alguém se fazer Deus”.

Mais de dois milênios são passados, e continua a humanidade se enfronhando no chamado “progresso tecnológico”, fazendo de tudo para enfatizar mais e mais a ILUSÃO de “ser carnal”, permanecendo distante da Verdade declarada por Jesus, respondendo ao judeus: Não diz a Escritura: “SOIS DEUSES”?.

Para o ensinamento absoluto, é normal, simples, óbvio e de aceitação imediata a Verdade de que DEUS É TUDO! POR QUÊ? POR TRÊS RAZÕES PRINCIPAIS:

1-) NÃO EXISTE MATÉRIA NEM CORPO CARNAL;

2-) NÃO EXISTE TEMPO, POR SOMENTE O AGORA TER REALIDADE; E

3-) SOMOS FILHOS ESPIRITUAIS DE DEUS, VIVENDO ETERNAMENTE COMO “DEUSES” EM SEU REINO CONSUMADO, PERMANENTE E PERFEITO!

O “conhecimento da Verdade” gira em torno destes três pontos essenciais, e quando são admitidos sem rodeios, deixam claro o sentido das palavras de Paulo: “E, agora, digo isto, irmãos: que carne e sangue não podem herdar o Reino de Deus, nem a corrupção herda a incorrupção” (1 Cor. 15:50).

Aceitar “ser carne e sangue” significa cada um julgar a si próprio, e aos demais, pela “mente carnal” e seus inaptos e mentirosos sentidos . Jesus já havia dito: “Se fôsseis cegos, não teríeis  pecado” (João 9: 41).

A questão fundamental é esta: trocarmos de referencial! PARARMOS DE JULGAR PELAS “APARÊNCIAS FENOMÊNICAS” PARA NOS VERMOS E AOS DEMAIS SEGUNDO OS PRINCÍPIOS REVELADOS!

Jesus “se fazia Deus” e declarou que “SOMOS DEUSES”! Sua declaração é a Verdade eterna; entretanto, se a lermos identificados com “mortais”, de nada ela nos valerá!  Estaríamos enquadrados naquilo que ele próprio nos alertou, ou seja, “ (…) mas como agora dizeis: “Nós vemos”, permanece o vosso pecado”.

O sentido da palavra “pecado” nada tem a ver com o que veio sendo propagado pelas religiões! “Pecar é errar o alvo” –  enxergar como REAL o mundo da matéria com seus supostos “habitantes carnais”, SEM TER OLHOS QUE REALMENTE VEEM, PARA RECONHECEREM A VERDADE ABSOLUTA DE QUE “DEUS É TUDO”, E QUE, PORTANTO, “SOMOS DEUSES”!

Decida-se por treinar e praticar a “Verdade verdadeira”, que Jesus resumiu, explicando o porquê de sua vinda: “Eu vim para juízo, a fim de que os que veem sejam cegos, e os que não veem vejam!”.

Saia ao mundo com a VISÃO CORRETA, ciente de SER DEUS, VIVENDO EM DEUS, E CONVIVENDO UNICAMENTE COM DEUSES, AQUI E AGORA! PARA ISTO, TERÁ DE EXPULSAR A CRENÇA DE QUE “SOMOS CARNE E SANGUE”, POIS, ENDOSSANDO ESTA CRENÇA FALSA, NÃO PODEREMOS RECONHECER O REINO DE DEUS, EM QUE , DE FATO, REALMENTE TODOS ESTAMOS!

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