“EU NÃO SOU AQUELE QUE NÃO SOU!”
Tendo a revelação divina, Moisés se viu em “solo santo”, sem a “mente carnal” que o iludia para que se visse no ilusório “Monte Sinai”. Ao ouvir o chamado de Deus, Moisés achou que ele lhe vinha “de fora dele”, e tentou caminhar para “mais se aproximar de Deus”, no que foi corrigido! DEUS ESTAVA NO EXATO LUGAR EM QUE JÁ SE ENCONTRAVA ELE ! E então, Moisés ouviu a Autorrevelação: “EU SOU AQUELE QUE EU SOU”!
Aparentemente, esta Autorrevelação havia se dado só para Moisés, e isto por ser empregado o “referencial do mundo”, e não o de Deus. O enfoque absoluto da Verdade desmente esta crença fraudulenta e endossa a Verdade de que “Deus não faz acepção de pessoas”. Esta ILUSÃO não passa de uma “miragem” sugerida pela irreal “mente carnal”.
A ilusão hipnótica sugere o seu “referencial do mundo”, e então projeta ali as suas crenças em “mentes pessoais”. Aquele que se sujeitar a estas mentiras se verá frente a frente com o “mundo do pai da mentira”, assim rotulado por Jesus, por ser meramente um “quadro hipnótico”, sem substância, sem realidade e sem poder. O próprio Jesus passou por esta experiência de ser “visto” pelo “referencial da mentira”; e exemplo disso foi aparentar ter vivido a experiência similar à de Moisés. Enquanto João Batista o batizava, Jesus também ouvia Deus a lhe revelar: “Tu és o meu filho amado, em quem me comprazo”.
Desse modo, nem a experiência de Moisés nem a de Jesus foram o que aparentaram ser; antes, ambas simbolizavam a VERDADE ABSOLUTA de que. AQUI E AGORA, estamos todos SOB IDÊNTICA AUTORREVELAÇÃO DIVINA! Por que pareciam ser “experiências pessoais” de Moisés ou de Jesus? Por serem testemunhadas pela ilusória “mente carnal”. O FATO REAL ERA OUTRO! DEUS SENDO O “EU SOU AQUELE QUE SOU” COMO MOISÉS, COMO JESUS E COMO O CRISTO QUE NÓS TODOS AGORA SOMOS! NA “UNIDADE PERFEITA”!
O conhecimento da Verdade está nesta aceitação incondicional de que DEUS É TUDO COMO TUDO! Por isso, se Moisés e Jesus se conheceram sendo Deus, significa que, de alguma forma, “se negaram a si mesmos como carnais”, para ficarem abertos às Autorrevelações!
Você perceberá que O EU QUE VOCÊ É, É O EU SOU AQUELE QUE SOU, O UNO, EVIDENCIADO COMO MOISÉS E JESUS E COMO TODOS OS DEMAIS QUE SE PERCEBERAM ESTANDO ILUMINADOS,
POR TEREM NEGADO TERMINANTEMENTE O “REFERENCIAL DO MUNDO” POR ADOTAREM O “REFERENCIAL DA LUZ”.
Aceite com “coração de menino”:
EU NÃO SOU AQUELE QUE NÃO SOU! PELO CONTRÁRIO, EU SOU AQUELE QUE SOU! LUZ, VERDADE, INTEGRALIDADE, SABEDORIA, VIDA, AMOR E ETERNIDADE!
Contemple estas Verdades e se veja ILUMINADO, aqui e agora! DEUS É ÚNICO! EVIDENCIA-SE COMO REINO ONIPRESENTE E COMO TODOS OS FILHOS – EM UNIDADE PERFEITA! PORTANTO, JAMAIS SE VEJA COMO “ESCURIDÃO BUSCANDO LUZ”! VOCÊ É A LUZ QUE DESCONHECE ESCURIDÃO!
AFIRME E RECONHEÇA A VERDADE:
“EU NÃO SOU AQUELE QUE NÃO SOU” – CARNAL NASCIDO- PORQUE “EU SOU AQUELE QUE SOU” – DEUS EVIDENCIADO COMO O CRISTO CÓSMICO!
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“PARA OBTER A CURA: PONHA SEU PESO NO PRATO CERTO”
Patricia T. Hyatt
Não há oposição a Deus. Lemos em Jó: “Se ele resolveu alguma cousa, quem o pode dissuadir? O que ele deseja, isso fará”. Frente à totalidade, não pode haver lado oposto -nada no prato oposto da balança! Que não existe nada no prato oposto da balança fica provado, em certo grau, cada vez que uma cura acontece por meio da oração na Ciência Cristã.
PARTE IX
FINAL
-COMENTÁRIOS –
Este artigo se encerra enfatizando que, por DEUS ser TUDO, “não pode haver lado oposto – nada no prato oposto da balança”.
Quando Jesus disse: “Não resistais ao maligno”, estava explicando a mesma coisa! Toda aparente luta ou conflito entre supostos “dois poderes” é um cenário fictício, sem respaldo algum da Verdade absoluta. É por esse motivo que a “Pratica do Silêncio” tem a máxima importância, superando tempos enormes despendidos em leituras e divagações intelectuais sobre as questões lidas! Tudo tem certo valor relativo; entretanto, é através da “Prática do Silêncio” que poderemos nos dedicar única e exclusivamente a este fim glorioso: o reconhecimento de que DEUS, sendo TUDO, constitui a totalidade de nosso Ser individual.
A autora completa o parágrafo afirmando: “cada vez que uma cura acontece, por meio da oração na Ciência Cristã, fica provado que não existe nada no outro prato da balança”. O que precisa ficar bem claro é isto: a chamada “cura” é um efeito e não a meta! Estudar a Verdade é “permanecermos em Mim”, no “Eu Sou Único e infinito – sem opostos. Quando esta Verdade for “trabalhada” dentro de nós, até perdermos de vista as “falsas pretensões”, como já vimos anteriormente, aos olhos do mundo surgirão as chamadas “curas”. Que fizemos para curar? Para curar, nada! Unicamente nos dedicamos a reconhecer radicalmente a Onipresença onipotente de Deus, a qual nos inclui também integralmente, e este reconhecimento revela o desaparecimento da aparência desarmônica, que jamais estivera presente como realidade ou fato.
O Fato real, permanente e perfeito, é sempre DEUS SENDO TUDO! Este é o prato único da balança! O suposto “outro prato”, que vinha aparentando também ter “peso”, era unicamente um “sonho”, “miragem”, “ficção”, “ilusão”.
F I M
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O ARTIGO
“PARA OBTER A CURA: PONHA SEU PESO NO PRATO CERTO”
Patricia T. Hyatt
Referindo-se ao anjo no Apocalipse que “se apresentou com balanças para pesar os pensamentos e ações dos homens”, a Sra. Eddy escreve: “Viestes para serdes pesados; e, no entanto, eu não vos pesarei nem vos farei pesar. Por quê? Porque Deus faz tudo e não há nada no prato oposto da balança. Não há dois pratos—Mente e matéria. Precisamos libertar-nos desse conceito. Da forma como geralmente pensamos, imaginamos que tudo estará bem se lançarmos algo no prato da Mente, mas precisamos compreender que a Mente não é pesada com a matéria; somente então estaremos trabalhando de um só lado e em conformidade com a Ciência”.
PARTE
VIII
O parágrafo anterior foi a preparação para a total transcendência apregoada por este parágrafo, onde, uma vez mais, é colocada uma citação da Sra. Eddy que requer uma visão absoluta dos fatos: “Não há dois pratos na balança!” – Mente e matéria. É a fase do “tratamento espiritual” em que Deus é realmente entendido e aceito como TUDO, enquanto, o suposto “outro prato da balança”, em que ilusoriamente aparentaria haver “matéria” – e seus problemas ou males – é entendido como INEXISTENTE!
“Precisamos compreender que a Mente não é pesada com a matéria; somente então estaremos trabalhando de um só lado e em conformidade com a Ciência”, explica a Sra. Eddy.
Este artigo realmente merece ser lido, relido várias vezes, e contemplado incessantemente, pois, além de conter a Verdade absoluta que desfaz a ilusão, deixa claro os pontos a serem observados durante a prática da cura espiritual, principalmente quando os chamados “problemas” se mostram “resistentes” à Verdade. Não são! O que se requer, de fato, é a prática com determinação destes princípios, sem esmorecer jamais, lembrando sempre que, de fato, Deus é TUDO, e que a perfeição absoluta e permanente é a única Realidade disponível para aceitarmos, considerarmos, reconhecermos, e contemplarmos.
Continua…>
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“PARA OBTER A CURA: PONHA SEU PESO NO PRATO CERTO”
Patrícia Tupper Hyatt
Resumindo, podemos relembrar o que foi dito anteriormente: que precisamos não só ver o erro como uma falsa pretensão, mas também, persistir até perceber que, em realidade, não existe tal pretensão. A Sra. Eddy declara: “Dizer que há uma falsa pretensão chamada doença é admitir tudo o que a doença é; pois esta não passa de uma falsa pretensão. Para sermos curados, precisamos perder de vista uma falsa pretensão”.
PARTE VII
Nas poucas linhas deste parágrafo, encontra-se toda a base de motivação para nossas “contemplações da Verdade”, quando, então, saberemos o que esperar destas contemplações.
Além de ver o erro como “falsa pretensão”, iremos persistir até que haja uma clara percepção de que “não existe tal pretensão”. Nesse ponto, a autora cita uma frase de Mary Baker Eddy: “Dizer que há uma falsa pretensão chamada doença é admitir tudo o que a doença é; pois esta não passa de uma falsa pretensão. Para sermos curados, precisamos perder de vista uma falsa pretensão”.
Aqui é explicado que admitir que há uma falsa pretensão, chamada doença, é admitir tudo o que se mostra como sendo uma doença, uma vez que esta não passa, realmente, de falsa pretensão. O texto explica e salienta muito bem este ponto importantíssimo, e, nesta parte final da citação da Sra. Eddy, “para sermos curados, precisamos perder de vista uma falsa pretensão”, encontra-se o ponto chave da questão.
As “contemplações da Verdade” são interiorizações pelas quais nos identificamos com a Realidade interior, que é Perfeição absoluta, enquanto simultaneamente percebemos se esvair, de nossa aceitação, a “falsa pretensão” chamada doença.
Nas obras de Joel S. Godsmith, são exaustivamente expostos dois principíos para a cura espiritual: 1) impersonalizar o erro; 2) nadificar o erro. Estas práticas objetivam o que está aqui sendo colocado como “perder de vista uma falsa pretensão”. Todo chamado “mal” é erro! Mera “falsa pretensão”. ” Perdê-la de vista” significa estarmos conscientes da totalidade e unicidade de Deus, e, a aplicação destes dois princípios de O Caminho Infinito poderá ser de grande valia ou utilidade nos momentos iniciais destas “contemplações”: o “erro” é separado da pessoa em questão (impersonalização), para em seguida ser reconhecido como “nada”. Assim, perdemos de vista a “falsa pretensão”, enquanto ficamos inteiramente identificados com o Eu Sou único – Deus!
Continua..>
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“PARA OBTER A CURA: PONHA SEU PESO NO PRATO CERTO”
Patrícia Tupper Hyatt
A pretensão mesmérica de que a morte é inevitável e que é remédio a ser buscado, parece especialmente atraente nos casos de idade avançada. Mas o Cientista Cristão esclarecido está alerta e nunca lança seu peso na direção da morte, quer para si quer para outrem. Não temos por meta preservar a vida na matéria, e, sim, compreender a existência espiritual ininterrupta do homem—ver claramente que o homem nunca nasceu na matéria e, portanto, nunca pode morrer na matéria, que ele coexiste com Deus, expressando a eterna vida espiritual. A experiência humana reflete nossa aceitação atual da realidade divina e por isso a situação humana corresponderá de maneira apropriada à nossa compreensão no presente. “Como” não é da nossa preocupação. A nossa responsabilidade é apenas a de lançar todo nosso pensamento no lado da Vida.
PARTE
VI
-COMENTÁRIOS-
Este parágrafo tem em seu início o que já foi comentado, a aceitação absurda de que “a morte é inevitável e que é remédio a ser buscado, (…) especialmente atraente nos casos de idade avançada”. Não existe idade! Nem para que possa ser avaliada ou não como avançada! Não existe “nascimento”, pois o Cristo é a Vida de Deus que somos! Trabalhar com mentiras significaria lidar com “imagens hipnóticas” como se fossem fatos reais e manifestados! O Cristo é a Vida eterna manifesta como todos nós, e “todas as coisas” esta Vida faz ficarem “sujeitas debaixo de nossos pés”. Cada um estar firmado nesta Verdade absoluta traduz o que expõe aqui a autora: “O Cientista Cristão esclarecido está alerta e nunca lança seu peso na direção da morte, quer para si quer para outrem”.
Esta atitude convicta não se restringe ao suposto “tempo de oração por alguém”, mas, sim, é uma atitude permanente de lidarmos com as “aparências”, ou seja: UMA EXCLUSÃO TOTAL DA POSSIBILIDADE DE EXISTIR MORTE OU MORTOS!
Podem os sentidos humanos jurar ou testemunhar que “a morte existe”, ou que “alguém tenha morrido”; mesmo assim, jamais esta crença encontraria respaldo na Verdade e jamais teria “equivalente” como fato verdadeiro!
Sempre vale recordar que “as obras de Deus são permanentes”; desse modo, a crença em mudanças é vista de imediato como fraudulenta, e é quando nos posicionamos radicalmente no “Referencial da Luz”, sem darmos crédito algum ao que é nada.
A Verdade é que “corpo material não existe”. O Corpo único é espiritual, eterno, chamado na Biblia de “Templo de Deus”. Por esse motivo, na sequência do texto, encontramos: “Não temos por meta preservar a vida na matéria, e, sim, compreender a existência espiritual ininterrupta do homem – ver claramente que o homem nunca nasceu na matéria e, portanto, nunca pode morrer na matéria, que ele coexiste com Deus, expressando a eterna vida espiritual”.
O parágrafo é encerrado pela explicação das “mudanças nas aparências”, quando delas tiramos a atenção, pois elas nada mais são que aceitação de crenças; assim, como o tratamento metafísico alinha a crença com a Verdade, os efeitos disso, aos olhos dos sentidos humanos, serão “a situação humana correspondendo de maneira apropriada à nossa compreensão no presente”. De que forma isso ocorrerá, diz a autora, não nos cabe indagar ou saber: “A nossa responsabilidade é apenas a de lançar TODO NOSSO PENSAMENTO DO LADO DA VIDA”.
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“PARA OBTER A CURA: PONHA SEU PESO NO PRATO CERTO”
Patrícia Tupper Hyatt
A falsa teologia—outro fator importante em impedir a cura – também apoiaria essa pretensão de que a morte é uma amiga que liberta as pessoas do sofrimento e das condições materiais. Mas este ensinamento está em conflito direto com a missão de Cristo Jesus, que superou toda materialidade, inclusive a morte. Se a morte fosse realmente uma amiga, isto contradiria a inspirada declaração de Paulo: “O último inimigo a ser destruído é a morte. Porque todas as coisas (Cristo) sujeitou debaixo dos seus pés”.
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-COMENTÁRIOS-
Quem lê trechos assim, bem como diversos outros artigos absolutos, que negam enfaticamente a existência tanto da morte como de qualquer suposta vantagem que ela possa proporcionar, se não o fizer estando conscientemente posicionado no “Referencial da Luz”, não captará nada do sentido real de todos eles. E então, partindo do falso “referencial da mente humana”, dirá frases do tipo: “E então, como é que este ou aquele mestre morreu? Eu soube que o mestre tal morreu da seguinte maneira! E aquele outro, soube que morreu de doença! ” São frases desse tipo que ouvimos de muitos que se dizem “estudantes da Verdade”. Com o “julgamento pelas aparências” dominando e prevalecendo em seu modo de entender, acabam também entendendo erroneamente o significado dos textos absolutos! “Aquela pessoa morreu, mesmo depois de ter recebido tratamento de renomado praticista!” – eis outra colocação da mente mortal! E há mais esta outra: “Mas não seria materialismo ou apego, ficarmos meditando para curar uma pessoa já no fim da vida?
“ Bem, são inúmeras as frases ilusórias que são ditas e ligadas a este assunto! Por isso, enquanto você não entender o que significa “curar pondo o peso no lado certo da balança”, irá somente permanecer no referencial do NADA, sem noção alguma de que esta “cura” está, de fato, em você aceitar, compreender e discernir que DEUS É TUDO! A palavra TUDO significa realmente TOTALIDADE!
“A falsa teologia—outro fator importante em impedir a cura – também apoiaria essa pretensão de que a morte é uma amiga que liberta as pessoas do sofrimento e das condições materiais. Mas este ensinamento está em conflito direto com a missão de Cristo Jesus, que superou toda materialidade, inclusive a morte. Se a morte fosse realmente uma amiga, isto contradiria a inspirada declaração de Paulo: “O último inimigo a ser destruído é a morte. Porque todas as coisas (Cristo) sujeitou debaixo dos seus pés”.
A autora, aqui, fala em “falsa teologia”, aquela que enxerga o homem na matéria, nascido de pais humanos e fadado a desencarnar! É a “teologia da ilusão”, fundamentada na admissão errônea de que aquilo que os supostos “sentidos mortais” captam, seja realidade! “Superar a morte” não é um ser visto pela mente ilusória como um “Lázaro carnal” ressurgindo na crença outra vez! “Superar a morte é um ser estar consciente de que não existe mente ilusória, não existem as crenças aceitas por ela, não existem seres com vida na matéria e não existe matéria! Em outras palavras, estar consciente de que SOMENTE EXISTE DEUS!
Quem está acompanhando o estudo deste texto, e lendo o que estou agora expondo, já havia lido, em seu primeiro parágrafo, que “compreender que um problema é apenas uma falsa pretensão, não nos basta. É preciso continuar o raciocínio em oração, até compreendermos que não existe tal pretensão”.
As crenças falsas são hipnóticas e coletivas! Se o que a autora disse, neste primeiro parágrafo, tivesse sido praticado em seu entendimento absoluto, o que estou agora dizendo já estaria automaticamente incluso naquela percepção! Ocorre, porém, que se a “falsa pretensão” for somente tratada superficialmente, cada um terminará a oração retendo as mesmas mentiras de sempre, e será quando ouviremos colocações ilusórias procedentes não da Verdade, mas da ILUSÃO!
A Verdade Absoluta, quando fala em “cura”, não está falando em “mundo material”. Compreenda isto, exatamente agora, e, contemple esta compreensão: DEUS É TUDO! Deus é a VIDA ONIPRESENTE! Não há ser com vida pessoal recebendo oração para ser curado, ou para que esta sua suposta vida seja preservada! A chamada “cura” é a percepção iluminada de que “todos somos Deus em forma de ser individual”. Portanto, que a atenção esteja integralmente focalizada naquilo que é total e unicamente manifestado: DEUS!
Enquanto lhe sobrarem resquícios de “falsa pretensão”, releia os artigos e contemple as profundezas dasVerdades absolutas ali expostas! E aqui, por “resquícios”, eu me refiro às questões aqui comentadas: a pessoa estudar a Verdade e passar a vida inteira mantendo os mesmos pensamentos, as mesmas crenças, a mesma aceitação de vida terrena, seus nascimentos, suas mortes e suas orações para “curar” alguém!
Continua..>
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“PARA OBTER A CURA: PONHA SEU PESO NO PRATO CERTO”
Patrícia Tupper Hyatt
A atração hipnótica e magnética da falsa crença na morte está entre os métodos da mente carnal que nos induzem a lançar peso no prato errado da balança. Dificilmente alguém aceitaria a ridícula sugestão de que lhe seria melhor estar aleijado ou de que mais fácil seria para ele e para todos se ficasse cego; mas talvez se deixaria levar pela crença mesmérica de que para ele a morte seria uma bênção ou facilitaria as coisas para a sua família. Este tipo de raciocínio predomina na sociedade. Nos hospitais, os pacientes com diagnóstico de doenças terminais, por exemplo, seguidamente acompanham sessões de aconselhamento visando a ajudá-los a aceitar a morte como parte natural da vida. Não obstante, desde o ponto de vista da Ciência Cristã, a morte não pode ser parte da vida. As duas são exatamente opostas. A realidade é a Vida divina e sua expressão; a morte não tem existência—é uma contradição.
PARTE
IV
-COMENTÁRIOS-
A compreensão de que não existe morte decorre naturalmente da admissão incondicional das Verdades reveladas, e a principal dentre elas é a de que não há nascimentos. “As obras de Deus são permanentes”, e tem sido repetida esta base do estudo do Absoluto seguidamente, nas postagens deste site.
“A atração hipnótica e magnética da falsa crença na morte está entre os métodos da mente carnal que nos induzem a lançar peso no prato errado da balança. Dificilmente alguém aceitaria a ridícula sugestão de que lhe seria melhor estar aleijado ou de que mais fácil seria para ele e para todos se ficasse cego; mas talvez se deixaria levar pela crença mesmérica de que para ele a morte seria uma bênção ou facilitaria as coisas para a sua família”.
Diante de supostos casos desse tipo, quando há esta crença de que “a morte” seria a melhor solução, devemos nos desapegar das ideias de nascimento, de morte ou de curas, voltando-nos à contemplação da “permanência do Universo de Deus” e da permanência da própria Vida, que é unicamente Deus em todos os seres. A autora nos alerta para não endossarmos a tendência mesmérica coletiva que, atraindo nossa atenção para as aparências, faz com que nos resignemos com a chamada “morte” a ponto de até mesmo considerá-la um “bem” ou, como ela diz, como “parte natural da vida”.
“Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida” – disse Jesus. Revelava a Verdade universalmente válida, aqui e agora, para todos os seres, que são a realidade absoluta: a Vida divina e Sua expressão. Partindo deste “Referencial da Luz”, e jamais do ilusório “referencial da mente humana”, facilmente discerniremos (na Prática do Silêncio), como diz o texto, que “a morte não tem existência – é uma contradição”.
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“PARA OBTER A CURA: PONHA SEU PESO NO PRATO CERTO”
Patrícia Tupper Hyatt
Atualmente, o maior impedimento para a cura, no movimento da Ciência Cristã, talvez esteja na tentativa de misturar o tratamento pela Ciência Cristã com remédios materiais. Tal procedimento simplesmente não funciona! O tratamento pela Ciência Cristã afirma que o homem é espiritual. Quando alguém inverte seu curso e procura ao mesmo tempo remédios materiais ou busca diagnóstico médico, está realmente declarando: “Sou material”.Um método anula os efeitos do outro na balança da confiança mental, e a cura fica bloqueada até que a frivolidade de misturar os métodos seja compreendida e abandonada. Alguém pode até atrasar sua cura sem que, de fato, chegue a consultar um médico ou tomar remédios. Se, enquanto alguém recebe tratamento pela Ciência Cristã, mantiver no fundo da consciência a ideia de que, não sendo curado espiritualmente, ainda poderá recorrer à medicina, isto já é suficiente para impedir a cura. Enquanto sua confiança e esperança estiverem divididas entre Deus e a matéria, tal divisão impedirá a pessoa de ter confiança radical no Espírito suficiente para fazer pender a balança para o lado certo. Assim, a fim de efetuar a cura espiritual num caso desses, é preciso negar diretamente a pretensão de que o homem possa ser doutrinado com crenças materiais. Falando cientificamente, a falsa educação que um paciente parece manter em pensamento faz tão pouca parte dele como a doença; e somente necessita ser corajosamente enfrentada e curada.
Parte III
COMENTÁRIOS
O que está neste trecho já não corresponde ao que eu próprio pude constatar, em minha experiência. Vi muita gente ser curada espiritualmente, mesmo sendo tratada juntamente pela medicina. Como já vi também o contrário: a cura não acontecer, mesmo estando a pessoa sem empregar remédios materiais. A Seicho-no-ie já publicou diversos relatos de cura nesse sentido, provando que a cura espiritual não é barrada por nada deste mundo. Jesus Cristo não teria perguntado a quem o procurasse se estaria ou não usando remédios materiais! Respeito quem prefere adotar este radicalismo, mas não é a minha forma de ver este estudo, vendo-o como um concorrente da medicina. Quem enxerga um paciente material é que está em erro, esteja ele fazendo uso ou não da medicina. Quando praticamos os princípios espirituais, deixamos de considerar a “aparência humana” para contemplar unicamente a presença de Deus como aquele indivíduo! Portanto, afirmar que o paciente “mistura tratamento pela Ciência Cristã com remédios materiais” é erro: significa vê-lo com a “trave em nossos olhos”: isto nunca poderia ser verdadeiro aos olhos de Deus! Portanto, volto a dizer: enxergar este paciente humanamente, pelas aparências, seria o erro, a não prática da Verdade. Se fôssemos avaliar assim, também não se poderia ingerir alimentos materiais! Seria igualmente dizer que isso tiraria sua confiança na metafísica! Não, não tem nada a ver! E é desta forma que eu vejo o assunto.
Há ainda um outro aspecto, ligado à questão: se a pessoa diz sentir-se aliviada, recebendo tratamentos da medicina, muito mais tranquila ficará para internamente receber a ação da Verdade curativa. Fazer uso dos remédios não significa, jamais, como expõe aqui a autora, afirmar “Sou material”. Significa, sim, usar a crença a favor da cura; significa usar o que há de disponível e certo, dentro da própria crença, para anular seus efeitos negativos. E assim, ao mesmo tempo, contemplaríamos Deus sendo a Verdade única concernente ao suposto “paciente”.
O que há de correto, neste trecho, no meu entender, é que não pode haver desconfiança quanto à cura; entretanto, é evidente que a pessoa que se sente tratada de toda forma disponível irá demonstrar maior confiança em ficar restabelecida, mais do que alguma outra que, por ler este artigo, ficasse cegamente confiando apenas no tratamento metafísico, por ter sido coagida a agir dessa maneira. Como já disse, não adianta alguém me dizer que” um método anula o outro”, porque em décadas nesta área, seguidamente vi dar certo a mistura, assim como também vi dar certo dispensar a medicina por parte daqueles que se sentiram por si mesmos inspirados, encorajados e confiantes o bastante fazê-lo
A questão não se restringe a somente estes pontos, pois o assunto é bem amplo; eu gostaria de estar perto da autora e a visse, diante de alguém sendo atropelado na rua, se ela se veria preparada, naquele momento imprevisto, para dispensar a vinda de socorro humano. Lembro-me de ter lido, certa vez, a própria Mary Baker Eddy dizer que, sendo encontrada pelas ruas, lhe pediam que fizesse as curas; e então, ela respondeu que não era daquela forma”! Há a necessidade de uma interiorização, preparo e disposição exemplares! Portanto, deixo aqui os comentários neste sentido: não há bloqueio algum à cura espiritual, apenas por alguém misturar o tratamento metafísico com a medicina.
CONTINUA’..>
O que era desde o Princípio – Capítulo 03
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“PARA OBTER A CURA: PONHA SEU PESO NO PRATO CERTO”
Patricia T, Hyatt
PARTE
II
Raciocinar desse modo em oração e compreender que o indivíduo passa a ser a maioria quando seu pensamento se coaduna com a lei divina, faz a luz do Cristo incidir sobre a situação humana específica e lança nosso peso no prato da cura. Mas os estados de pensamento anteriormente mencionados—o medo, o sentido pessoal, a comiseração, a falsa responsabilidade, a participação mesmérica no erro e a falsa educação nas crenças e leis materiais—lançariam nosso peso em sentido contrário à cura.
-COMENTÁRIOS-
O que está aqui sendo dito, é que a “troca de referencial” nos faz parar de endossar as crenças da mente humana para ficarmos em unidade com o ponto de vista de Deus. “Raciocinar desse modo em oração e compreender que o indivíduo passa a ser maioria quando seu pensamento se coaduna com a lei divina, faz a luz do Cristo incidir sobre a situação humana específica e lança nosso peso no prato da cura”. Este “raciocinar” é conscientemente cada um desacreditar das aparências e endossar a Essência. A Ciência Cristã chama a isto de “espiritualizar o pensamento mortal”, ou seja, não deixa de nos ensinar a também alterarmos a suposta situação desarmônica específica mediante esta “coadunação” do pensamento com a Lei divina. Este “raciocínio”, não meramente intelectual, mas sim fundamentado na Verdade absoluta, “faz lançar nosso peso no prato da cura”.
Entendida esta parte, a autora volta a enumerar os errôneos estados de pensamento que, opostamente, fazem lançar nosso peso em sentido contrário à cura, a saber: medo, sentido pessoal, comiseração, falsa responsabilidade, participação mesmérica no erro e falsa educação nas crenças e leis materiais.
.Não estão enumerados apenas para serem lidos ou aceitos sem profundo e sério trabalho de erradicação deste estados durante a “Prática do Silêncio”; antes, são estados errôneos de pensamento que são relacionados para merecerem uma atenção plena no sentido de serem desmascarados e erradicados de nossa aceitação!
Muitos deixam de manter o “peso no prato certo” por negligenciarem esta parte, deixando livres os estados mentais negativos e ilusórios que teriam de ser contestados! Creem que apenas meditando que “Deus é Tudo”, seja o suficiente para dar fim à crença errada. Em geral, não é!
Precisamos realmente lidar com estes estados errôneos e deixar os pensamentos sintonizados com a Verdade absoluta e de forma que permaneçam endossando esta Verdade também após o término de nossas contemplações.
Este “raciocínio”, aqui exposto, é a “Ciência Mental” sendo associada às contemplações requeridas no estudo do Absoluto.
Continua..>
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“PARA OBTER A CURA: PONHA SEU PESO NO PRATO CERTO”
Patricia T, Hyatt
NOTA: Este texto da Ciência Cristã é um dos meus prediletos, dentre todos os demais. Claro, prático e profundo, explica com precisão os princípios divinos e sua aplicação em nossa vida diária. Se apenas for lido, sem maior envolvimento, não cumprirá sua finalidade! Os textos mais profundos requerem nosso total envolvimento! Todos os demais objetivos do mundo deverão ficar em segundo lugar, durante os estudos, para que a Verdade realmente seja lida, entendida, estudada, assimilada e, em seguida, contemplada. A suposta mente humana desejará atrapalhar este objetivo espiritual, lembrando-o de obrigações, ocupações e hábitos de vida; entretanto, se você partir da admissão radical de “ter a Mente de Cristo”, o mesmerismo será vencido e seu estudo poderá ser feito como deve: com o seu total envolvimento com seus princípios.
Boas leituras e boas contemplações…
Dárcio
PARTE
I
Compreender que um problema é apenas uma falsa pretensão, não basta. Saber que é uma falsa pretensão nos conforta e nos prepara para orar ainda mais, mas não basta para efetuar a cura. É preciso continuar o raciocínio em oração, até compreendermos que não existe tal pretensão!
Deus é Tudo—é a única consciência. Como Deus é a Mente divina, Deus expressa Sua sabedoria no homem. Uma vez que a ação criativa da Mente é “saber”, nada se cria—não existe—a não ser que Deus o conheça. O homem, como uma imagem na Mente divina, sabe apenas o que a Mente lhe faz saber pela lei do reflexo. Deus é onipresente, onipotente, onisciente—é Tudo-em-Tudo. Portanto, nada há para proclamar uma pretensão contrária! Como Cristo Jesus o disse, o erro, o mal, é “mentiroso e pai da mentira”. A crença em qualquer forma de materialidade é uma falsidade em si própria, não tem origem nem lugar para existir, não tem ninguém para conhecê-la nem tem nenhum efeito. Ciência e Saúde deixa claro o nada do erro, nas seguintes palavras: “A ilusão, o pecado, a doença e a morte resultam do falso testemunho do sentido material, o qual, de um ponto de vista hipotético fora da distância focal do Espírito infinito, apresenta uma imagem invertida da Mente e da Substância, onde tudo se apresenta de cabeça para baixo”. Imagine-se o falso testemunho apresentando uma imagem invertida baseada num suposto ponto de vista fora da distância focal do Espírito infinito! Está claro que não pode haver aranhas nem crente mesmerizado! Não pode haver nenhum ataque cardíaco nem a pretensão de que haja algum! A mente mortal é “mentirosa” e é o “pai da mentira!”.










