DESPERTAR NÃO É ILUMINAR-SE

DESPERTAR NÃO É ILUMINAR-SE
DÁRCIO

Se alguém, em dia ensolarado, estiver caminhando sob o sol e sendo por ele iluminado, mas de olhos fechados, não perceberá luz alguma. Mas a luz que o ilumina não terá sido alterada pelo seu fechar de olhos! Quando estudamos a Verdade, partimos de Deus como TUDO! Como “Deus é LUZ”, a LUZ é TUDO! Portanto, somos LUZ e não há como deixarmos de ser nem como nos iluminarmos! A LUZ QUE SOMOS, É! ! Por isso Jesus afirmou categoricamente: “SOIS A LUZ DO MUNDO”.

Não force a mente para “se tornar iluminado”! ABRA O OLHO SIMPLES! “Se teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso”, disse Jesus. Explicava a nossa condição iluminada imutável! Explicava que “despertar não é iluminar-se”, mas sim, VER-SE COMO LUZ!
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“Desperta, tu que dormes, e a luz do Cristo te alumiará.” (Efésios 5:14)
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LIBERTAÇÃO DO FALSO PENSAR

LIBERTAÇÃO DO FALSO PENSAR
Joel S. Goldsmith

Cessa de te condenares a ti mesmo! Cessa de repreender-te por causa dos teus pecados e erros! Nada conseguirás condenando-te a ti ou a teus semelhantes. Acaba com essa autocondenação e compreende que marcarás passo no plano negativo, de ordem mental ou material, na medida em que aceitares e fizeres atuar sobre ti crenças que te foram impingidas pelo mundo.

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Começa a compreender que a natureza do teu ser é Deus, que a essência de tua alma é a essência de Deus, e que a natureza do teu corpo é a do templo de Deus. Sim, o teu corpo é o santuário do Deus vivo: cessa de condená-lo, de odiá-lo ou de temê-lo. Compreende que a tua mente é um instrumento através do qual pode fluir Deus, a Verdade. Não condenes a tua inteligência, dizendo que é imperfeita ou mortal ou má. Tal inteligência não existe no mundo de Deus; existe uma mente só, e essa mente é instrumento de Deus. Se desistires dessa incessante mania condenatória, verás que a tua mente é um espelho límpido para refletir tua alma.
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O "EU SOU" ONIPRESENTE

“EU SOU”
ONIPRESENTE
DÁRCIO
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Como a natureza de Deus é ser Onipresença, pela UNIDADE cada um de nós pode afirmar: “Eu Sou Onipresença”. A suposta mente humana talvez queira reagir, dizendo que estamos limitados ao tempo e ao espaço; mas, a Verdade imutável anula todas estas sugestões de limitações.  “Quem me vê a MIM, vê o Pai”, disse Jesus, para revelar a Verdade absoluta e a necessidade que todos temos de transcender a ilusão em vida e mundo materiais ou temporais. A Verdade estará sendo conhecida quando, conscientemente, nos dedicarmos a fazer o seguinte reconhecimento: “O Ser que EU SOU, é a Vida universal, o TODO INDIVISÍVEL, que ocupa todo o Universo sendo o próprio Universo. A infinitude do TODO é a minha INDIVIDUALIDADE; assim, EU SOU ONIPRESENTE, por ser o TODO aqui onde EU estou”.
Meditamos contemplativamente para reconhecer a veracidade desses princípios. Nosso Ser é transcendental, espiritual, indivisível e onipresente; isto testifica o “nada”, a nulidade que é a ILUSÃO. Com o Despertar espiritual, podemos discernir o Universo de Luz, que é ATEMPORAL.

Este “EU”, que “EU SOU”, é a VIDA IMUTÁVEL. O suposto ser humano, ou “ego”, reconhecido pela mente humana, jamais participa desta Vida eterna. Este conceito de identidade não estava com cada um no princípio, e não estará no fim, e, por conseguinte, não está agora fazendo parte do ser de ninguém. Vale lembrar aqui a fala de Jesus: “Antes que Abraão existisse, EU SOU”. O chamado “homem feito do pó da terra” não integrava a IDEIA DIVINA de Universo, sendo ILUSÃO desde o começo. O que não é eterno, o que não é da natureza de Deus, o que não faz parte do PROJETO ESPIRITUAL PERFEITO, não existe, apesar de parecer existir. Isto significa que “o Adão expulso do paraíso” é uma ILUSÃO; significa que “o retorno do filho pródigo à casa do pai” é igualmente ILUSÃO. A Bíblia faz uso de alegorias e parábolas para nos levar à percepção da Realidade, à percepção da natureza de Deus, à percepção do Cristo, o Filho de Deus, que, como já dissemos, é “um com o Pai”, e é a genuína identidade eterna de todos nós, uma vez que “as obras de Deus”, diz a Bíblia, “são permanentes”.

A suposta mente humana aceita a falsidade chamada “tempo”; sabemos, contudo, que TUDO É AGORA. Quando há o “despertar” para a realidade única do agora, simultaneamente se dá a AUTODESCOBERTA da verdadeira e única identidade de cada um como sendo o CRISTO. Entretanto, enquanto alguém insistir na crença em “tempo”; enquanto se aceitar como “ser humano nascido em mundo material”, estará aceitando também todos os fatos e personagens ilusórios a ele apresentados pela mente humana, e se deixando sugestionar hipnoticamente por eles, o que culminará no aparente encobrimento de sua IDENTIDADE VERDADEIRA. As limitações e imperfeições que o mundo aceita como integrantes de nosso Ser nada têm a ver conosco! Este é o objetivo deste estudo: deixarmos de nos identificar com o “eu humano”, e seu ilusório mundo, para nos identificarmos com a natureza de Deus.


DO SEU ESTADO DE ÂNIMO

DO SEU
ESTADO DE ÂNIMO
Dárcio

Do seu estado de espírito
dependerá seu dia, sua semana, sua vida. Do seu estado de ânimo dependerá a qualidade do que você faz, dos seus relacionamentos, do seu contato com o mundo. Portanto, em vez de sair ao mundo com a mente crítica, que se desgasta em infrutíferos julgamentos de tudo e de todos à sua volta, saia rumo a ele convicto de sua unidade com Deus, de que Deus se faz presente em tudo e em todos, e viva feliz, dando ao próximo a felicidade que este estado de ânimo iluminado é capaz de propiciar.

Tudo depende de você!
De sua reação diante da vida!

Do seu estado de ânimo!

DEUS É ONIPRESENTE

DEUS É ONIPRESENTE

DÁRCIO

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Deus é indefinível. Somente através de uma experiência transcendental a natureza de Deus pode ser conhecida. Este é o motivo pelo qual se diz: DEUS É. Quando Moisés perguntou a Deus: “Qual é o Seu nome?”, obteve por resposta: “Eu sou o que sou” (Êxodo 3: 12-14). Quando Jesus falou claramente, “Eu e o Pai somos um”, revelou que a natureza de Deus é a natureza do homem real. Esta “unidade” é a base de todo ensinamento espiritual legítimo.Por que Moisés, Jesus e vários outros profetas ou místicos tinham tanta informação espiritual? Porque para eles, Deus não era mero “tema de estudo teórico”, e muito menos simples vocábulo de Escrituras. Moisés e Jesus nos servem de exemplos sobre como deve ser encarado o procimento correto: encaravam Deus como realidade viva, presente em unidade com eles, dotado de SABEDORIA INFINITA! Em outras palavras, conheceram a NATUREZA DE DEUS numa compreensão que vai além do intelecto.

Esta abertura à Realidade espiritual, com a mente humana receptiva a um CONHECIMENTO SUPREMO, faz com que a Natureza de Deus nos seja revelada. Assim, pela “unidade”, temos revelada a nossa real natureza . Em outras palavras, a nossa NATUREZA É DIVINA. Qualquer aspecto de Deus, que tivermos conhecido, é também um aspecto individual de todos nós. Este é o sentido da frase “Eu e o Pai somos um”. Repeti-la com a suposta mente humana, sem o discernimento absoluto do que ela representa, significa tirar-lhe todo o brilho. Precisamos conhecer a natureza de Deus, para, com frases como a citada, sermos capazes de praticar as “meditações contemplativas” corretamente, ou seja, com o propósito único de discernir que SOMENTE O QUE É VERDADEIRO SOBRE DEUS PODE SER VERDADEIRO SOBRE CADA UM DE NÓS.

Deus é onipresente. A Bíblia diz que “Nada há de oculto que não venha a ser revelado”. O que a mente humana aparenta “ocultar” é a ONIPRESENÇA DIVINA. Sempre que ela nos tenta iludir no sentido de que creiamos em imperfeições e problemas, esta mente falsa está, na verdade, julgando-se capaz de encobrir a Realidade aqui presente. Diante da pergunta: “Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?”, respondeu Jesus: “Nem ele pecou nem seus pais; mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus” (João 9: 2-3). Esta resposta traz a visão correta: não há causas reais para a ILUSÃO. Basta-nos “contemplar as obras permanentes de Deus”, e a Perfeição onipresente, que a mente humana parecia ocultar ou fazer  ausente, Se manifestará também aos olhos do mundo. A Onipresença divina garante que o Universo transcendental é HARMONIA ABSOLUTA, AQUI E AGORA. A “troca de referencial” é fundamental, ou seja, o abandono da visão humana em substituição pelo “Olho Simples”, a visão crística: “Uma coisa sei, e é que, havendo eu sido cego (visão humana), AGORA VEJO (visão crística).

Quando discernimos nossa “visão crística” já aberta, “manifestam-se em nós as obras de Deus”. Isso não quer dizer, porém, que a totalidade das obras de Deus ainda não estejam manifestadas! A ONIPRESENÇA É! Nesse caso, o sentido da palavra “manifestado” é simplesmente este: QUANDO PERCEBEMOS QUE AS OBRAS DE DEUS ESTÃO MANIFESTADAS, A MENTE HUMANA, EM SINTONIA COM ESTA VERDADE, FORMA UM CONCEITO FINITO HARMÔNICO, CONDIZENTE COM A REALIDADE INFINITA HARMÔNICA. Em outras palavras, a HARMONIA INVISÍVEL surge visivelmente, em termos de percepção humana. Este processo não é o que se dá mediante a prática de “pensamentos positivos”. Aqui, há o CONTEMPLAR DIRETO DA REALIDADE ÚNICA, e esta VISÃO VERDADEIRA ANULA A ILUSÃO. Contudo, esta suposta “manifestação visível” somente pode ser entendida “temporariamente”, como fruto ilusório da também ilusória “mente humana”. Quando houver um “despertar em massa”, unicamente a REALIDADE ABSOLUTA estará sendo discernida, sem que “sinais” na aparência sequer continuem a ser registrados.

DEUS É ONIPRESENTE! Assim, o que é válido para o TODO está plenamente manifesto em cada INDIVIDUALIDADE nele inclusa. Isso quer dizer que, necessária e obrigatoriamente,  é agora válido,  para o SER  INDIVIDUAL REAL, tudo aquilo que for válido para DEUS. Esta Verdade, conhecida por Jesus, e revelada em sua frase “EU E O PAI SOMOS UM”, já é, portanto igualmente VÁLIDA PARA TODOS NÓS.

A vantagem de considerarmos, primeiramente, uma qualidade, atributo ou aspecto do TODO, para, em seguida, em vista da UNIDADE, considerá-lo válido para nós,  como INDIVÍDUOS, é prática: isso facilita sobremaneira a aceitação por parte da suposta mente humana, ao darmos início às “contemplações”. Se partirmos do INDIVÍDUO, e declararmos que ELE JÁ É A TOTALIDADE DE DEUS, mesmo sendo verdadeira a colocação, a “mente  humana condicionada” logo reagirá no sentido de negar esta Verdade, oferecendo-lhe as conhecidas oposições ou resistências baseadas em aparências, buscando “retardar” o nosso discernimento pleno de que unicamente DEUS É NOSSO EU INDIVIDUAL. Por outro lado, se partirmos da Verdade de que DEUS É TUDO, de que o TODO necessariamente INCLUI cada INDIVÍDUO, não haverá como se negar o FATO de que TODA VERDADE VÁLIDA, PARA O TODO, É AQUI E AGORA VÁLIDA PARA “MIM”, o “EU” que todos somos.

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ADENTRO O REINO DE DEUS PELOS PORTAIS SAGRADOS…

ADENTRO O REINO DE DEUS
PELOS PORTAIS SAGRADOS DA PRECE
UNIDADE

Em meus períodos de contemplação e meditação volto-me para o meu interior, entrando pelos portais sagrados da prece em um santuário onde posso relaxar e receber um conforto que só Deus pode dar.

Ao passar pelos portais da prece, faço, por um momento, uma pausa, embalando-me pela irradiação do puro amor e sustentação incondicional do meu Cristo. Sinto a presença amorosa de Deus envolver-me tão prontamente que, reconhecidamente, dou graças, entregando-me de todo o meu coração.

Nestes momentos, uma  nova luz e compreensão despontam em meu ser. Sinto que Deus é a minha alegria.

No meu reino interno, somente Deus me aguarda. Nada se requer de mim a não ser que eu me silencie e me entregue a Ele. Sou um com Deus. E esse reconhecimento me preenche de um amor e uma alegria que transcendem qualquer necessidade verbal, pois meras palavras não podem exprimir a grandiosidade dessa comunhão.

“Entrai pelas portas Dele, com gratidão, e em Seus átrios com louvor, louvai-O e bendizei o Seu nome.”
SALMO 100:4

A VERDADE ABSOLUTA E O AMOR PURO SÃO ESSENCIAIS À CURA-3 (Final)

A VERDADE ABSOLUTA
E O AMOR PURO
SÃO ESSENCIAIS À CURA

William E. Moody
PARTE 3 – FINAL

Há, contudo, mais um elemento essencial ao trabalho de cura: o amor. Este sempre se evidenciou claramente no ministério de Jesus, pois a Bíblia faz muitas alusões à misericórdia, ternura e compaixão do Salvador. E isso remete à segunda das duas observações de Ciência e Saúde mencionadas anteriormente, que apontam para o modo de demonstrar a cura cristã. A afirmação aparece no capítulo dedicado especificamente à “Prática da Ciência Cristã”. Escreve a sra. Eddy: “Se o Cientista alcançar seu paciente pelo Amor divino, a obra da cura se realizará numa só visita, e a moléstia se desvanecerá, voltando ao seu nada inicial, como orvalho sob o sol da manhã”.Acaso não foi isso que Jesus provou com tanto êxito por intermédio de suas atitudes, vendo a verdade absoluta a respeito de cada indivíduo e amando incondicionalmente toda a criação de Deus? Ele curou – numa só visita – o homem cego de nascença, a mulher encurvada havia dezoito anos, o menino epilético, e até a menina que havia morrido devido à doença e muitos outros. A verdade absoluta, sem que seja expresso o calor do amor de Deus, não existe nem pode existir. Uma pretensa verdade sem amor real seria como um rio sem água, ou uma floresta sem árvores, ou um dia sem a luz do sol. Seria vazia, despida de significado e escura. Mas a verdade absoluta, a realidade sem adulterações a respeito de Deus e do homem, nunca está sem significado e propósito infinitos. Nunca é abstrata ou fria. Sempre é terna, prática, tangível, vital, vivificante.

À medida que humildemente seguirmos Jesus, uma avaliação honesta de nossa experiência individual revelará certamente em que pontos ainda precisamos progredir para poder dar testemunho mais pleno da natureza do homem como reflexo do Amor e da Verdade divinos. Num artigo intitulado “O Caminho”, a Sra. Eddy escreve: “O caminho é a Ciência divina absoluta: andai por ele; mas lembrai-vos de que a Ciência é demonstrada gradualmente, e que nossa demonstração só se eleva à medida que nós nos elevamos na escala do ser”.

Uma vez aceito o chamado de Jesus para continuarmos em seus ensinamentos, torna-se natural expressarmos o amor de Deus. Assim agindo, iremos demonstravelmente “conhecer a verdade”. Estaremos realmente provando o poder atual da realidade divina, que se revela em nossa vida diária. Por meio do amor puro, estaremos nos elevando na “escala do ser”; e por meio da compreensão da verdade absoluta, nossa demonstração também terá de elevar-se. Andaremos no caminho da cura-pelo-Cristo.

(Extraído de O ARAUTO DA CIÊNCIA CRISTÃ – Abril 1995)
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CONTEMPLAR É CONSIDERAR

CONTEMPLAR É CONSIDERAR
Dárcio
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Quando levamos algo em consideração, lidamos com algo presente que recebe uma atenção toda especial.  “Você levou em consideração aquilo que lhe disse?”, alguém pode perguntar. Se o assunto foi considerado, ele foi visto, levado em conta, analisado, porém, não criado com qualquer esforço! Assim “contemplamos a Verdade”. Imagine que Deus lhe tenha dito: “Você existe em mim e é mantido perfeito em mim: está levando em consideração o que lhe revelo?” Se for responder após árduos esforços mentais, tremenda fé, etc, estará fora da “consideração”. Considerar é contemplar sem esforço! É levar em conta o fato revelado como Verdade consumada, absoluta, eterna, já presente!

“O Pai em mim faz as obras”, disse Jesus. Não estava se colocando como “outro” em relação ao Pai! “Eu e o Pai somos um”, disse também, para não dar margem alguma a possíveis interpretações de dualismo! Por que “o Pai em mim”, e não “eu mesmo faço as obras”? Trata-se de uma percepção mais ampla que, além de calar a suposta mente humana inoperante, faz com que cada ser possa “contemplar” DEUS sendo ELE PRÓPRIO sem quaisquer esforços! Fazendo uma analogia, é como se alguém pensasse: “O estômago, em mim, faz a minha digestão”. Seu estômago não seria “outro” agente, fora dele mesmo, a lhe fazer a digestão! Nesse caso, a frase: “O estômago, em mim, faz a digestão”, revela a UNIDADE e não dualidade! Esta “entrega” da digestão ao “estômago” tira da mente a preocupação com ela! O mesmo se dá ao contemplarmos que “o Pai, em mim, faz as obras”: toda ação fica a cargo da Consciência divina, enquanto a mente apenas contempla, confiante e sem esforço.

O Espírito de todos é Deus!Assim, ao contemplarmos: “O PAI, EM MIM, FAZ AS OBRAS”, estaremos simplesmente levando em consideração que DEUS É TUDO O QUE SOMOS! E, nesta aceitação, estaremos levando em consideração a Verdade que somos, e, portanto, contemplando esta Verdade correta e eficazmente! Nenhuma crença faz parte do processo! Nenhuma “ilusão” é considerada! DEUS É TUDO! E, contemplamos unicamente esta Verdade!
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A VERDADE ABSOLUTA E O AMOR PURO SÃO ESSENCIAIS À CURA-2

A VERDADE ABSOLUTA
E O AMOR PURO SÃO ESSENCIAIS À CURA
WILLIAM E. MOODY

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PARTE 2

Entre as muitas afirmações, em Ciência e Saúde, que explicam como a cura espiritual se realiza, as observações seguintes apontam dois elementos essenciais para seguir o exemplo de Jesus: a verdade absoluta e o amor puro e imparcial. Primeiro,como parte da resposta à pergunta “O que é o homem?”, no livro-texto, lemos: “Jesus via na Ciência o homem perfeito, que lhe aparecia ali mesmo onde o homem mortal e pecador aparece aos mortais. Nesse homem perfeito o Salvador via a própria semelhança de Deus, e esse modo correto de ver o homem curava os doentes. Assim, Jesus ensinou que o reino de Deus está intacto e é universal, e que o homem é puro e santo”.

Compreender, perceber e reivindicar a verdade absoluta sobre o homem como semelhança espiritual de Deus – como santo reflexo da Alma divina, pura manifestação da Vida infinita – é o âmago da cura metafísica. A natureza perfeita do homem real, como expressão de um Deus totalmente perfeito, precisa ser apreendida em todas as suas implicações espirituais e exigências na vida humana. Essa maneira de ver, essa compreensão divinamente impelida a respeito do homem e de seu ser perfeito em Deus, tem uma poderosa influência transformadora e sanadora no pensamento e, consequentemente, no corpo. À medida que o pensamento é elevado pelo Cristo, a Verdade, acima das crenças doentias e pecaminosas acerca de nossa identidade, não só nossas condições morais melhoram, mas também o corpo físico é alimentado e restabelecido pelo mesmo ímpeto divino presente na consciência. A transformação do pensamento por meio da percepção inspirada da verdade absoluta sempre tem um efeito curativo nas convicções corpóreas que, em essência, são a objetivação do próprio pensamento. A verdade eterna e incontaminada sobre Deus e o homem traz cura.

Continua…>

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A VERDADE ABSOLUTA E O AMOR PURO SÃO ESSENCIAIS À CURA

A VERDADE ABSOLUTA
E O AMOR PURO SÃO ESSENCIAIS À CURA
WILLIAM E. MOODY
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PARTE 1

Cristo Jesus acabara de proferir a radical declaração de que Deus o enviara para ser “a luz do mundo”. Entre seus ouvintes, alguns estavam prontos a aceitar a missão de Jesus e este asseverou-lhes que, se continuassem a seguir seus ensinamentos, iriam, como verdadeiros discípulos, “conhecer a verdade”. E essa verdade, proclamou o Mestre, por sua própria natureza os libertaria.

Havia outros, no entanto, que claramente não queriam ouvir o verdadeiro significado da mensagem de Jesus. Pouco antes, por meio de sua persuasão moral e autoridade espiritual, Jesus havia convencido os escribas a não executarem uma mulher apanhada numa falha normalmente punida com o apedrejamento. Contudo, agora o povo se preparava para apedrejar o próprio Jesus, por ele falar abertamente de sua eterna relação com Deus. Jesus, porém, como registra a Bíblia, “se ocultou e saiu do templo”.

Aconteceu depois outro notável incidente, pois que, caminhando, Jesus viu um homem cego de nascença. O fato de o homem ter vindo ao mundo nessa condição fez os discípulos de Jesus questionarem o motivo da cegueira. A princípio tentaram relacioná-la a algum pecado anterior, do homem ou de seus pais. Jesus, entretanto, recusou-se a aceitar qualquer uma dessas causas e apontou aos discípulos a oportunidade que se lhes apresentava: “P ara que se manifestem nele as obras de Deus”.

Jesus então falou novamente de sua missão como “a luz do mundo”. Ordenou ao homem que fosse se lavar num tanque próximo, e ele voltou vendo”. Havia sido curado. Novo testemunho havia sido dado das obras de Deus, e o homem louvou a Deus diante dos fariseus.

O que ocorreu? O que efetuou essa cura e tantas outras realizadas por Jesus e por seus discípulos? O que é que dá validade à cura cristã como é hoje praticada na Ciência Cristã? A resposta encontra-se em Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, de autoria de Mary Baker Eddy. Esse livro, o livro-texto da Ciência Cristã, desvenda o significado espiritual da Bíblia Sagrada e revela as verdades fundamentais de Deus e de nossa relação com Ele, como filhos e filhas sempre amados. Ciência e Saúde  também explica o Princípio divino e as regras da cura cristã, o que possibilitou a milhares de pessoas entenderem as leis de Deus, que eram a base do ministério curativo de Jesus, e começarem a cumprir a ordem que o Mestre deu a seus seguidores, para levarem o evangelho ao mundo todo e curar os doentes.

Continua…>

MUNDO "SALVO" PELA MENTE DO FILHO

MUNDO “SALVO” PELA
MENTE DO FILHO
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DÁRCIO
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“Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele”.João 3:17

O que constitui a verdadeira salvação do mundo, por parecer enorme disparate, sempre veio sendo deixado de lado. A questão se resume numa só palavra: ILUMINAÇÃO! A mente iluminada é a Mente divina aparecendo como a nossa mente de Filho de Deus. Quando o mundo deixar de ser visto pela mente humana, para ser reconhecido tal como é, pela Mente do Filho, o mundo estará salvo.
A mente humana sempre está “condenando o mundo”, vendo nele problemas e imperfeições de toda espécie. Que faz o Filho? Contempla, exatamente onde a mente humana vê tais imperfeições, o REINO ILUMINADO! Somente a Mente iluminada vê o Universo iluminado! Por outro lado, somente a mente em treva (mente humana) enxerga escuridão!
O que expusemos não é teoria a ser testada, mas a eterna Verdade sempre revelada pelos iluminados! Só para exemplificar, dando uma citação da Bíblia, em Sofonias 3:15, encontramos: “… o Rei de Israel, o Senhor, está no meio de ti; tu já não verás mal algum”. Se compararmos esta citação com a da abertura, veremos que “o Rei de Israel” é o “Filho”, ou seja, a Presença de Deus em nós, a Mente de CRISTO sendo a nossa! Somente através do abandono da mente humana e seus julgamentos pelas aparências, juntamente com o acatar da revelação de que em nós JÁ está a “Mente iluminada do Filho de Deus”, poderemos NÃO VER MAL ALGUM! E, neste PROCESSO ILUMINADOR, teremos SALVO O MUNDO!
Em suma, “salvar o mundo” significa retirar a ilusão da ignorância, pelo radical endossar das palavras de Deus:
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“E VIU DEUS TUDO QUANTO FIZERA, E EIS QUE ACHOU MUITO BOM”.
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LIBERTO DA CULPA- 2 (Final)

LIBERTO DA CULPA
Nathan A. Talbot
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PARTE 2 – FINAL
Quando as pessoas pensam em Deus como sendo bom, acontece muitas vezes que visualizam um Deus distante, separado do homem, que o espicaça a proceder direito. Mas a Ciência Cristã ajuda-nos a compreender que Deus é substância. Este fato revela que o bem é a verdadeira essência do ser do homem. Deus e o homem não estavam originalmente ligados por um liame precário que se romperia em certo ponto de desobediência. Essa unidade só pode ser compreendida como a Mente e sua idéia, o Amor e sua expressão. O homem nunca se separa de Deus, ele jamais cai em pecado.Esses fatos, se aceitos, podem ser tomados de dois modos. Podem ser considerados declarações teóricas interessantes, ou podem ser tomados como verdades profundas. Se os abordamos a partir desse último ponto de vista, então somos tocados por ele, transformados por eles, e podemos destronar a culpa de maneira eficaz.

Será que com isso se nos fornece uma desculpa para pecar e depois sacudir os ombros o pecado, alegando que ele é simplesmente a evidência irreal da falsa crença de que o homem está separado de Deus? Essa atitude não é inocência; é ingenuidade perigosa. A Sra. Eddy diz-nos: “A inocência e a Verdade vencem o crime e o erro.” A inocência não fica estabelecida em nós só por nos dizermos inocentes. Ela advém de uma convicção profundamente arraigada e do amor pela verdade de que o homem é puro, sem pecado, a expressão da Alma divina.

Não basta só sentir-se mal por ter cometido um ato mau. E até nem é suficiente parar de agir mal, porque nos sentimos mal. Merecemos mais do que isso. Merecemos que sejam arrancadas de nossa vida as raízes que definem o homem como mortal falível e pecador. Essa extirpação não virá somente por afirmarmos a falta de poder ou a irrealidade de certo ato, mas por discernirmos a inocência e pureza originais do homem.

Os sentidos materiais não podem conhecer essa pureza. Nunca a viram. Somente o sentido espiritual conhece e preserva nossa virtude original. Em vez de permitir que pontos de vista teológicos errados nos condenem, podemos, pelo sentido espiritual, perceber que Deus preserva nossa perfeição. S. João escreve: “Se o nosso coração nos acusar, exatamente Deus é maior do que o nosso coração e conhece todas as coisas. Amados, se o coração não nos acusar, temos confiança diante de Deus” (I João 3; 20-21).

A verdade imutável está em que o homem se mantém na eterna impecabilidade da Alma. Essa verdade não é uma teoria vazia. Impulsionada pelo Cristo, ela pressiona a consciência, e desperta-nos para que nos conscientizemos de que nosso eu original nunca pecou, nunca foi condenado e nunca se sente culpado.

Quando discernimos esses fatos com suficiente integridade espiritual, não só somos libertados do desejo de cometer ações más, ou da incapacidade de impedi-las, bem como da tristeza que se segue a tais ações – mas também somos libertados da culpa latente que acusa o homem de ter abandonado a presença de Deus. Então é que verdadeiramente nos sentimos bem com nós mesmos.

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(Transcrito de O ARAUTO DA CIÊNCIA CRISTÃ – Abril- 1982)


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LIBERTO DA CULPA -1

LIBERTO DA CULPA

Nathan A. Talbot
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PARTE 1


O homem é nascido de Deus. Pertence a Deus. É preservado por Deus. Em virtude desses fatos irreversíveis, o homem real é isento de pecado. E em virtude de ter discernido esse fato, S. João pôde escrever: “Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado, pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus”.Quando percebemos o relacionamento inalterável entre o homem e Deus, isto é, a verdade de que nosso ser é puro e inocente, somos alçados para fora da crença de que o homem é um pecador – ou seja, abandonamos atos pecaminosos, somos purificados dos traços de caráter que os produzem, e ficamos libertos da culpa e da punição que acarretam. É o Cristo que revela a perfeição do homem espiritual. E é o Cristo que inicia a regeneração espiritual que nos dá a capacidade de superar esse falso conceito de que o homem seja um ente mau, um malfeitor.

Num nível muito prático, porém, como lidamos com os efeitos do pecado – a culpa, por exemplo – depois de abandonarmos as ações más e nos empenharmos na demonstração da impecabilidade do homem?

Se uma pessoa peca, o sentimento de culpa vem finalmente à superfície. Ou será que isso de dá na ordem inversa? Será que um indivíduo peca porque sentimentos de culpa estão vindo à superfície?

Há algo que pode ser abonado no rumo de qualquer dessas alternativas. Se somos sensíveis às qualidades espirituais de pureza, integridade, fidelidade, sentimo-nos desassossegados quando violamos esses preceitos. Se, por exemplo, praticamos sonegação no nosso imposto de renda, não devemos ficar surpresos  se sobrevierem incertezas ou pesados encargos financeiros. Enquanto os sentimentos de culpa servem como uma espécie de alarme mental, dizendo-nos que já é chegado o momento de despertar para ações motivadas mais pelo Princípio, a melhor solução é, antes de tudo, não incorrer em nada que nos cause remorso.

Há ocasiões em que pessoas fazem esforços sinceros para mudar sua maneira de ser, e, não obstante, não conseguem libertar-se de uma sensação de culpa pelo que, em certa ocasião, fizeram, ou, mesmo, pensaram. A libertação de tais sentimentos só sobrevirá ao nos aprofundarmos na questão de saber se há vergonha por ter-se agido erradamente porque ainda não aprendemos a aniquilar os sentimentos latentes de culpa.

Adão e Eva são considerados pela teologia popular autores do pecado original. E, a partir desse ponto, surge a suposição de que a humanidade sofre por causa dos atos deles. Raciocinando de acordo com esse argumento, o ponto de vista religioso define o homem como pecador: nascido em pecado, sujeito ao pecado por toda a vida. Sob tal condenação, quem é que não sentiria certa tendência para culpar-se? Quando esse conceito errôneo não é desafiado, as pessoas supõem-se mortais culpáveis; se lhes torna virtualmente natural pecar! Assim sendo, aquilo com que temos de lidar é a culpa mais elementar, a presunção original da falsa teologia, de que o homem seja um pecador. É só parcialmente que se leva a efeito a regeneração se apenas lidamos com um ato particular mau; como as origens da ação má não foram de todo extirpadas – talvez nos encontremos a pecar outra vez.

A Ciência Cristã vai direto ao cerne da cura do pecado ao definir o homem tal como Deus o criou e o sustenta. Jó captou um vislumbre da verdadeira natureza do homem, quando disse: “Estou limpo sem transgressão; puro sou, e não tenho iniqüidade” (Jó: 33.9).

Se começarmos pela premissa de que o homem decaiu da perfeição, nunca eliminaremos a incriminação que pesa sobre ele. Porém se começarmos com a compreensão de que Deus é infinitamente bom e preserva intacto o Seu universo, temos uma base para destruir toda culpa – e os atos que a culpa anima. O bem infinito significa exatamente isso. Significa que não há espaço para o mal. Significa que a identidade do homem não evoluiu do mal nem se submete, em algum ponto, ao mal.

Continua…>

A MENTE PURA E AS SUGESTOES IMPURAS

A MENTE PURA E AS SUGESTÕES IMPURAS
Dárcio

No “mar de crenças hipnóticas” estão os chamados pensamentos do bem e do mal. A Bíblia revela que “temos a mente de Cristo” (I Cor. 2-16), e que com ela discernimos as coisas espirituais perfeitas que constituem a Realidade eterna e divina. Pela Mente pura jamais passam pensamentos de impurezas; tais pensamentos são meras “sugestões hipnóticas” que tentam iludir os incautos, para que os recebam e digam: “Como é possível que eu tenha a Mente de Cristo, se ainda passam pela “minha mente” pensamentos errôneos?”  Pronto! É assim que o hipnotismo ilude! A pessoa diz que a sugestão hipnótica é “pensamento da mente dela”! Nunca foi!

Se “temos a Mente de Cristo”, e, de fato a temos, unicamente pensamentos espirituais e perfeitos são os nossos pensamentos. O que diferir deles, é “sugestão hipnótica”: ação mesmérica da “crença coletiva ilusória”. Portanto, jamais se identifique com tais pensamentos; jamais diga que eles estão na SUA MENTE; jamais se veja como autor deles! Expulse-os de sua aceitação! Não são seus! E não são de ninguém! Ilusão é NADA! Não perca tempo com ela nem se associe com algo dela! “Temos a Mente de Cristo”, a pura Mente de Deus, que age permanentemente como nossa Mente real e única! Saber disso põe fim às “sugestões hipnóticas”? Não! São crenças coletivas e não pessoais nossas! Nosso cuidado é quanto a saber lidar com elas, sem jamais as vincularmos com a Mente de Deus que somos! Deus é TUDO! “Mente humana” é NADA!

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A SABEDORIA EM DOAR

A SABEDORIA EM DOAR
Joseph Murphy
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É preciso ser muito cuidadoso ao fazer doações a parentes ou
aos pobres. Não há mal algum em ajudá-los a vencer dificuldades,
mas tenha cuidado em não privá-los da iniciativa ou do incentivo
de resolver seus próprios problemas de acordo com a sua
capacidade. Quando o auxílio é obtido com muita facilidade e
frequência, a pessoa torna-se dependente e, em última instância,
conformada e lamuriante. A melhor coisa que se tem para dar-lhes
é o conhecimento da “lei do pensamento auspicioso”.
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Assegure-se, ao dar alguma coisa, de que não está
prejudicando ou impedindo os outros de expressarem e
desenvolverem os seus talentos e habilidades ainda não revelados.
Frequentemente, o beneficiário de uma doação pouco inteligente
adota uma atitude de ressentimento contra o suposto benfeitor,
por sentir-se dependente e por perceber a sua piedade ou seus
sentimentos com relação a seu estado de privação. Ele tem
consciência de que devia ser tão próspero e bem sucedido quanto
você e sente-se culpado por ser um parasita; tal sentimento
acarreta-lhe um profundo complexo de culpa e deixa-o ressentido
com o seu benfeitor.
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Transmita-lhe o conhecimento das leis da mente e dos
caminhos do espírito, que não mais aceitará qualquer coisa, seja
uma colher de sopa ou um terno velho, pois assim você lhe terá
revelado a sua própria capacidade de alcançar o seu tesouro
interior, no qual poderá abastecer-se de todas as riquezas que lhe
foram dadas pelo Ser Infinito desde as origens dos tempos.
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A DOAÇÃO PERMANENTE
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Pratique a doação permanente. Deixe extravasar e irradie
para todas as pessoas amor, bondade, amizade, alegria, confiança,
entusiasmo e boa vontade. Não é possível dar-se apenas um
décimo dessas coisas, pois elas não podem ser divididas ou
multiplicadas, por serem eternas e ilimitadas no tempo e no
espaço. Essas qualidades e atributos de Deus existentes em seu
íntimo jamais envelhecem; além disso, não existe carência de
amor, bondade, beleza, paz alegria, suavidade e sinceridade, por
emanarem igualmente de Deus e serem também eternas,
intermináveis e infinitas. Não se pode considerar aquilo que é
autêntico à base de porcentagem, nem mesmo a riqueza. Mas a
riqueza pode fluir para você na medida das suas doações.
Deixe extravasar as riquezas dos céus; dê coragem, fé,
esperança, apreço e gratidão e, na medida que o conceder, Deus o
cumulará com usas benesses, sob forma financeira bastante
tangível.
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“Trazei o dízimo todo à casa do tesouro, para que haja
mantimento em minha casa e provai-me nisto, diz Jeová dos
exércitos, se não vos abrir eu as janelas do céu e não derramar
sobre vós uma bênção até que não haja mais lugar para a
recolherdes”. (Malaquias 3:10).

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PARAÍSO: MERA QUESTÃO DE PERCEPÇÃO

PARAÍSO:
MERA QUESTÃO DE PERCEPÇÃO
Dárcio


Enquanto a maioria luta na matéria, sem saber contar com as leis mais altas que lhe estão disponíveis, há também aqueles que ainda consideram que “viver o Reino de Deus” significa viver uma vida terrena harmoniosa ou trabalhando em prol do próximo. Isso se dá por ser a consequência confundida com a causa. Quem “busca o Reino” se torna apto a perceber que não existe mundo material em parte alguma! Deus é Tudo! A Luz é Tudo! Portanto, o paraíso não é “outro lugar”, mas “este lugar”, apenas sendo espiritualmente discernido, ou seja, é quando assumimos a mente de Cristo e contemplamos as coisas como realmente elas são. A partir disso, a nossa suposta ação visível deixará de ser vista como ação de um ser humano voltado a si mesmo ou ao próximo! Desaparecem as intenções de agirmos para o bem ou para o mal, e a frase “o Pai em MIM faz as obras”, dita por Jesus, fica plenamente entendida!O paraíso, sendo percebido como sendo aqui mesmo, nos deixa a todos  alinhados com a Verdade e sendo esta Verdade! Este discernimento nos leva à chamada “vida pela Graça”, isto é, a vida que flui espontaneamente em tudo e todos é  discernida como sendo ação única de Deus, ou sendo Oniação.A noção de vida humana pessoal é falsa e geradora de conflitos na aparência! Por isso é fundamental mantermos esta visão iluminada dos fatos reais ou verdadeiros, em que nos vemos agindo em unidade com Deus e discernindo o mesmo Deus em todas as ações que estivermos percebendo além da nossa! A visão da unidade é a visão correta; é esta percepção de que o “paraíso” é aqui, não por fazermos algo de bom ou por deixarmos de fazer, mas, por reconhecermos nossa ação e a de todos como unicamente sendo Deus agindo! Isso nos elimina preocupações, inquietações e tensões, por estarmos ocupados unicamente em contemplar o Universo oniativo de Deus.


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O REAL "VÍCIO" A SER ERRADICADO

O REAL “VÍCIO” A SER ERRADICADO
DÁRCIO
 
 
Diante de artigos sobre a Verdade, que falam sobre pessoas que se curaram de vícios das mais variadas espécies, é comum ser aceito que “a cura do vício” é a “graça recebida” a ser comemorada! Isso é  correto? Em termos relativos, até pode ser considerado que sim. Se alguém se vê libertado do vício da bebida, por exemplo, este fato se torna um alívio tanto para ele quanto  entre todos os seus  familiares, como eu mesmo constatei junto àqueles que obtiveram resultados fazendo uso da “Fórmula Mágica”, um exercício de eliminação da crença falsa que, inclusive, já foi postado neste site.

Mas em termos absolutos, o “vício verdadeiro” a ser erradicado é outro! A humanidade está “viciada em julgar pelas aparências”, e se deixa atrair por elas a todo momento,  sempre de prontidão para dar a cada uma  sua avaliação ilusória de “bem” ou de “mal”. E é assim que a pessoa sai às ruas: se vê um alcoolatra, logo pensa: “Um bêbado! Que cena deplorável!”; se dá uma volta e encontra algum drogado, logo pensa: “Este está pior! Dependente químico!”, e por aí vai! Esse comportamento, considerado habitual e normal, para quem estuda a Verdade é um absurdo sem tamanho! Este, sim, é o “vício real”: julgar pelas aparências, mesmo após dizer que “estuda a Verdade”! Se somos praticantes da Verdade, devemos atentar para darmos fim a este vício! Primeiramente quanto a nós mesmos; depois, estendendo a todos os demais! “O que somos é o que vemos”, porquanto Deus é TUDO! Enquanto estivermos acreditando em aparências, não as trocando imediatamente pelos fatos reais e perfeitos que existem realmente no lugar delas, teremos de nos empenhar muito mais na aplicação dos princípios! Lembre-se: se estiver vendo “viciados”, “ladrões”, “malfeitores”, etc, o “vício coletivo” permanece iludindo a VOCÊ! De que modo? Fazendo-o crer que a mente humana é a sua! Fazendo-o ver o que Deus não vê! Fazendo-o crer ser algum OUTRO, que não Deus!

Este artigo, mesmo sendo escrito para todos,  se destina mais ainda àqueles que já leram, leram e releram princípios que não acabam mais! Mas que os separam da chamada “vida prática”. Assim como as “meditações contemplativas” devem se  tornar hábito diário, a erradicação do “vício de julgar pelas aparências” deve receber igual dedicação! Isso não significa sair de casa “ignorando as aparências”, o que seria “empurrar a poeira para debaixo do tapete”; significa REINTERPRETAR AS APARÊNCIAS NA HORA, reconhecendo que, em lugar delas,  a Verdade ali presente é a Realidade mantida perfeita por Deus! O estudo da Verdade exige esta dedicação! Quem não estiver disposto a isso, estará somente acumulando teoria! E isso lhe será completamente sem  propósito!

 
 
“Daqui por diante, a ninguém conhecemos segundo a carne, e, ainda que também
tenhamos conhecido Cristo segundo a carne, contudo, agora, já o não
conhecemos deste modo.”
2 Cor. 5:16
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O APARENTE MAL QUE PRECEDE O APARENTE BEM

O APARENTE MAL
QUE PRECEDE O APARENTE BEM
Dárcio

Quando alguém, acomodado aos antigos padrões de vida, se decide por estudar a Verdade, muitas vezes desconhece que o novo entendimento  irá destronar o antigo em sua mente. E este processo se mostra como situação temporária de  considerável confusão, receios e até de insegurança, pois, seus antigos alicerces terão sido abalados. É preciso saber entender a normalidade dessa situação, para que a pessoa não comece a achar que sua vida se tornou um caos de repente, e sem qualquer motivo aparente! Sim, pois quando ela estuda a Verdade, costumeiramente espera por imediatas  melhorias visíveis, e, quando o contrário passa a ser observado, ela pode se frustrar, achando que algo está errado, e, nessa condição mental,  poderá se sentir em grande desconforto.

Conhecer este processo não quer dizer que cada um deva aguardar problemas decorrentes do estudo. Pelo contrário, este conhecimento deve servir para que a pessoa permaneça firme em sua identidade absoluta, que é Deus, deixando de se envolver com as aparências boas ou más que, a todo instante, se alterarem diante dela. É intuitivo que, para algo se tornar melhor, deve antes sofrer mudanças! Estas mudanças não são feitas na pessoa, mas sim em sua suposta mente humana, que se faz passar como sendo dela! Não existe mente humana! Tudo isso é ilusão! Porém, aparentemente, cada novo entendimento espiritual altera o conteúdo de crenças na mente humana; em consequência,  a mente atrairá novos fatos, pessoas e condições mais condizentes com o novo desdobramento que ocorre nela mesma. Portanto, se houver mudança de emprego, de endereço, de companhia, de profissão, etc, é importante que a pessoa saiba: “Deus é meu ser; se algo se altera na aparência, decorrente desta minha conscientização, o resultado haverá de se mostrar sempre positivo! Sabendo lidar assim com as aparências, em breve ela notará o novo padrão  se manifestando  como harmonia visivel.

Deus é TUDO! Neste princípio devemos permanecer! Quanto menos dermos atenção às aparências, mais rapidamente elas se mostrarão harmoniosas visivelmente! Por isso é fundamental conhecermos o processo todo; desse modo, seremos como Noé protegido na “arca”, enquanto o dilúvio de falsas crenças “acontece” à nossa volta, até que se dê por encerrado!

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O TEMPLO QUE ETERNAMENTE SOMOS -2

O TEMPLO QUE ETERNAMENTE SOMOS
DÁRCIO

Parte 2 – Final

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O mundo, olhando o suposto “corpo nascido” e acreditando que ele determina o começo de nossa existência, comemora aniversários. Não existe mentira maior! Entretanto, ela é aceita com a maior naturalidade, tendo em vista o desconhecimento geral da natureza do Corpo real como “Templo de Deus”. Estas crenças falsas precisam ser banidas de modo direto, em contemplações específicas, pois, são coletivas e, sem que percebamos, em nosso dia a dia, atuam subliminarmente se acharem em nós a falsa mente humana que vibre em igual frequência falsa.

O Universo inteiro é Deus em ação! Nosso Corpo, como Templo de Deus, tem em cada “ponto” de si mesmo a Luz divina em auto-expressão onisciente! Isso quer dizer que devemos contemplar estes fatos em reconhecimento sereno e sem esforço. JÁ É ASSIM! A totalidade de nosso Corpo real é Espírito, é Luz  dotada de Sabedoria onisciente. Não existe “ação de Deus” para curar ou corrigir imperfeições físicas. Isso por que não existe “corpo nascido” para ser o nosso corpo! Assim como jamais entra em nós a “ilusão” de corpo físico, também não entra em “corpo físico” nenhuma ação divina a fim de repará-lo! É preciso que fique bem claro que não temos dois corpos, um sendo o Templo de Deus, e outro sendo corpo temporal vivendo em mundo material! Não existe matéria! A partir disso, de início as crenças fraudulentas já são reconhecidas como “nada”. Desse modo, as contemplações podem ser realizadas com a maior serenidade, e os fatos reais sobre o nosso Corpo são reconhecidos e vivenciados conscientemente. Assim é a “glorificação de Deus em nosso Corpo”, indicada pelo apóstolo Paulo.

Glorificamos a Deus em NOSSO CORPO, por nos determos em sua existência eterna e gloriosa! E também por o discernirmos intuitivamente como Corpo jamais nascido, eterno,  permanentemente iluminado e perfeito! Sabemos que a Sabedoria infinita de Deus está sendo cada “ponto de luz” que tem a forma chamada “Corpo”, e que esta Sabedoria, eternamente presente e ativa, jamais deixa de assumir seu papel divino de ser a perfeição absoluta no Corpo TODO! DEUS É TUDO! O Corpo, obviamente, não poderia estar excluído dessa totalidade! E, de fato, não está mesmo!

“Glorificai a Deus no vosso corpo e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus. ( I Cor. 6;20).

F I M

O TEMPLO QUE ETERNAMENTE SOMOS

O TEMPLO
QUE ETERNAMENTE SOMOS
Dárcio

Apesar de muitos dizerem que a Bíblia é a palavra de Deus, é preciso notar que as Verdades ali se encontram adaptadas ou adequadas a povos e épocas. Por isso, há passagens em que a Verdade absoluta é claramente revelada, enquanto em outras, o dualismo se faz presente. É preciso separar o “leite para beber” do “manjar sólido para comer”; assim Paulo disse ter feito, adequando as revelações ao  nível dos ouvintes.

No estudo da Verdade Absoluta, esta diversidade de entendimento espiritual visto na “aparência” não pode ser aceito nem reconhecido! O Deus único Se expressa aqui e agora como todos os seres ao mesmo tempo! Se sairmos desta visão iluminada, estaremos dando brechas à ilusão, e o estudo deixará de ser absoluto! Por mais convincentes ou lógicas que as aparências demonstrem ser, todas elas são falsas! Por trás das “miragens” resplandece o Templo-Luz que eternamente somos: o Corpo perfeito, inteligente, perene e imortal. “Não sabeis que sois templos do Altíssimo e que o Espírito de Deus habita em vós? O Templo de Deus é santo e esse templo sois vós” (I Cor. 3-16.17).

Contemplar este Templo que somos, sem deixarmos espaço para a crença falsa em “corpos nascidos” atuar em nós, elimina a prática errônea dos princípios espirituais. Concentrando a atenção no Corpo luminoso e perenemente perfeito, não mais intentaremos corrigir, curar ou melhorar supostos “corpos nascidos”, que são todos unicamente efeitos ilusórios reconhecidos pela também ilusória mente humana. Sejam quais forem os chamados “sintomas físicos” indesejáveis, nenhum deles está em nós ou em nosso Corpo! Por que aparentam estar? Por permitirmos que estas “sugestões” criem raízes pelo nosso próprio endosso ou  aceitação! Alguém recebe uma sugestão de “estar passando mal”: se, de imediato,  disser para si mesmo: “Eu estou me sentindo mal”,  que terá acabado de fazer? Terá dado poder à sugestão falsa! Caso sua atitude fosse outra, isto é,  se ficasse posicionado radicalmente na Verdade, no reconhecimento absoluto de que, como Deus é seu Corpo, unicamente a onisciência atua em todo ele para mantê-Lo como perfeição permanente, a ILUSÃO se desfaria! Não eram “sintomas”, e sim “sugestões mentais ilusórias”. O mundo poderá até dar a isso o nome de “cura”; porém, não houve cura alguma! Houve unicamente a permanência consciente na Verdade que ele é, e que eternamente ele é!

Este treinamento consciente é a Prática da Presença de Deus ou vivência no Absoluto: “estarmos no mundo sem pertencer-lhe”. Nesse sentido, disse Jesus: “Trabalhai pela comida que não perece”.



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