{"id":25731,"date":"2020-01-15T12:54:18","date_gmt":"2020-01-15T15:54:18","guid":{"rendered":"http:\/\/fachodeluz.blog.br\/wp\/?p=25731"},"modified":"2020-01-15T13:15:46","modified_gmt":"2020-01-15T16:15:46","slug":"a-grandeza-do-amor-divino-1-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.fachodeluz.blog.br\/wp\/2020\/01\/15\/a-grandeza-do-amor-divino-1-2\/","title":{"rendered":"A GRANDEZA DO AMOR DIVINO -1"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/fachodeluz.blog.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/amor-divino1A.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-25734\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/fachodeluz.blog.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/amor-divino1A.jpg?resize=555%2C557\" alt=\"\" width=\"555\" height=\"557\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.fachodeluz.blog.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/amor-divino1A.jpg?w=555&amp;ssl=1 555w, https:\/\/i0.wp.com\/www.fachodeluz.blog.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/amor-divino1A.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/www.fachodeluz.blog.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/amor-divino1A.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 555px) 100vw, 555px\" \/><\/a><span style=\"color: #662323;\">I<\/span><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #662323;\">Numa de suas ep\u00edstolas, Jo\u00e3o diz-nos: <em>\u201cVede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus; e, de fato, somos filhos de Deus. Por esta raz\u00e3o o mundo n\u00e3o nos conhece, porquanto n\u00e3o o conheceu a ele mesmo\u201d. <\/em>As implica\u00e7\u00f5es dessas palavras levam-nos a compreender a natureza espiritual de Deus e do homem. O amor a\u00ed impl\u00edcito \u00e9 infinito e divino, e eleva nossa defini\u00e7\u00e3o de homem bem acima \u201cdo mundo\u201d, ou da mortalidade. Esse amor revela o homem como intocado, at\u00e9 mesmo desconhecido, pela mat\u00e9ria ou pelo modo de pensar mortal. No \u00e2mago da <em>Ci\u00eancia Crist\u00e3<\/em> est\u00e1 essa compreens\u00e3o de que Deus \u00e9 Amor divino.<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #662323;\">\u00a0<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #662323;\">Quando jovem, frequentei mais de uma Escola Dominical protestante, \u00e0s vezes na companhia de meus pais e, \u00e0s vezes, com uma vizinha. Fiquei com a impress\u00e3o de que Deus era um juiz inexor\u00e1vel que observava cada um de meus atos. Fui ensinada a me sentir indigna de Seu amor, ainda que Deus me amasse apesar de meus pecados. Esfor\u00e7ava-me por ser boa pessoa, mas, apesar de meus esfor\u00e7os, todos os domingos eu tinha de repetir em voz alta, com as demais pessoas, que eu era uma pecadora miser\u00e1vel. Sentia-me confusa. Por certo Deus n\u00e3o amava o pecado. Como poderia amar a mim, uma pecadora?<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #662323;\">\u00a0<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #662323;\">Quando estava com onze anos de idade, tive um acidente no mato. Enquanto me debru\u00e7ava para colher avencas nativas, a ponta de um galho entrou num de meus ouvidos, perfurando o t\u00edmpano. Minha av\u00f3, que ouvira contar algo a respeito da <em>Ci\u00eancia Crist\u00e3,<\/em> sugeriu que a experiment\u00e1ssemos. Foi a primeira vez que fiquei sabendo de um Deus de amor que, de fato, n\u00e3o tem conhecimento do mal. Deus me amava, n\u00e3o apesar de meus pecados, mas porque apenas via a minha identidade espiritual, real, que Ele havia criado. Essa identidade \u00e9 impec\u00e1vel e Deus a mant\u00e9m assim.<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #662323;\">\u00a0<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #662323;\">Essa era uma dimens\u00e3o inteiramente nova. Eu podia compreender como Deus era capaz de amar um ser espiritual, perfeito. Isso tamb\u00e9m esclareceu algumas d\u00favidas que eu tinha com respeito \u00e0 capacidade de Deus, de criar um produto bom. Indagara-me por que Deus haveria de criar um homem suficientemente fraco para ser tentado, se apenas o viria a punir por ser vulner\u00e1vel.<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #662323;\">\u00a0<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #662323;\">Naquela \u00e9poca, esse novo ponto de vista exigiu que eu desse um salto de f\u00e9. Eu tinha de desistir do quadro mortal de homem que me havia sido ensinado (e que parecera t\u00e3o evidente) toda a minha vida. Mas, fazia para mim sentido t\u00e3o maior que um Deus bom\u00a0 haveria de criar um homem bom, que tranquilizei-me com essa confian\u00e7a. Dentro de pouco tempo, eu estava completamente curada e recuperara a audi\u00e7\u00e3o perfeita. Que alegria, quando meus pais me colocaram na <em>Escola Dominical da Ci\u00eancia Crist\u00e3.<\/em><\/span><br \/>\n<span style=\"color: #662323;\">\u00a0<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #662323;\">Nela aprendi que esse Pai-M\u00e3e celeste, o Amor divino, n\u00e3o consente que Sua cria\u00e7\u00e3o totalmente espiritual, o homem, peque ou adoe\u00e7a. Seus filhos s\u00e3o sempre a express\u00e3o d&#8217;Ele mesmo, refletindo as qualidades divinas do bem infinito. Que gratid\u00e3o, que calorosos sentimentos brotam de se saber que esse divino Pai-M\u00e3e nunca \u00e9 negligente em manter-nos, nunca nos deixa afundar em \u00e1guas perturbadas, nunca nos deixa afogar no pecado! Nem sequer por um instante o filho por Ele criado \u00e9 menos do que o produto brilhante, encantador, puro e radiante do ser divino, singular para Deus, precioso e necess\u00e1rio para Deus. Qu\u00e3o grande \u00e9 seu amor por n\u00f3s! Qu\u00e3o satisfeito est\u00e1 Deus com o nosso reflexo inevit\u00e1vel de Sua natureza divina! T\u00e3o perto quanto um pensamento est\u00e1 da Mente que o concebe, estamos n\u00f3s da intelig\u00eancia divina cuja ideia somos.<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #662323;\">\u00a0<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #662323;\">A <em>Ci\u00eancia<\/em> revela a esta \u00e9poca a unidade espiritual entre Deus e o homem, a qual Jesus ensinou. <em>Mary Baker eddy,<\/em> Descobridora e Fundadora da Ci\u00eancia Crist\u00e3, diz-nos em Ci\u00eancia e Sa\u00fade: <em>\u201cEsta \u00e9 a doutrina da Ci\u00eancia Crist\u00e3: que o Amor divino n\u00e3o pode ser privado de Sua manifesta\u00e7\u00e3o, ou objeto, que a alegria n\u00e3o pode ser convertida em tristeza, porque a tristeza n\u00e3o \u00e9 senhora da alegria; que o bem jamais pode produzir o mal; que a mat\u00e9ria jamais pode produzir a mente, nem a vida pode redundar em morte. O homem perfeito \u2013 governado por Deus, seu <\/em><\/span><br \/>\n<span style=\"color: #662323;\"><em>Princ\u00edpio perfeito \u2013 est\u00e1 isento de pecado e \u00e9 eterno\u201d.<\/em><\/span><br \/>\n<span style=\"color: #662323;\"><em>\u00a0<\/em><\/span><br \/>\n<span style=\"color: #662323;\">A sra. Eddy\u00a0 descreve a exist\u00eancia mortal como um estado de sonho da \u201cmente mortal\u201d. Diz: \u201cSe Deus conhecesse o mal, mesmo como pretens\u00e3o falsa, esse conhecimento manifestaria o mal n&#8217;Ele e procederia d&#8217;Ele. A <em>Ci\u00eancia Crist\u00e3<\/em> mostra que a mat\u00e9ria, o mal, o pecado, a doen\u00e7a e a morte n\u00e3o passam de nega\u00e7\u00f5es do Esp\u00edrito da verdade e da Vida, que s\u00e3o positivos e que n\u00e3o podem ser negados. Os estados subjetivos do mal, chamados mente mortal ou mat\u00e9ria, s\u00e3o estados negativos destitu\u00eddos de tempo\u00a0 e espa\u00e7o; pois n\u00e3o h\u00e1 outro fora de Deus, ou Esp\u00edrito, e da ideia do Esp\u00edrito\u201d.<\/span><\/h2>\n<h3 style=\"text-align: right;\"><span style=\"color: #662323;\"><strong><em>Continua..&gt;<\/em><\/strong><\/span><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>I Numa de suas ep\u00edstolas, Jo\u00e3o diz-nos: \u201cVede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus; e, de fato, somos filhos de Deus. Por esta raz\u00e3o o mundo n\u00e3o nos conhece, porquanto n\u00e3o o conheceu a ele mesmo\u201d. 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