Marie S. Watts
PARTE 3 – FINAL
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É certo que o alimento se torna menos importante para nós. Também verificamos que deixamos de ser atraídos ou de estar interessados em determinados alimentos que anteriormente achávamos deliciosos. Frequentemente, os chamados horários de almoço ou de jantar vêm e vão, sem que deles tomássemos conhecimento. Entretanto, não jejuamos. Tomamos as refeições exatamente do mesmo modo com que nos dedicamos às demais atividades normais. Deus, que é a inteireza do nosso Ser, constantemente sabe o que fazer, quando fazer, e Deus faz o que deve ser feito.
A ilusão de que existe tal coisa como um alimento mental ou material, é a miragem que constitui o maná. Aqueles que parecem estar mesmerizados por esta ilusão deverão, necessariamente, ser temporais e limitados a alguma fração do chamado “tempo de vida””. Isto é verdade, pois tanto a ilusão como o iludido são exatamente a mesma miragem falsa. Miragem alguma dura eternamente. Ela parece que surge, e parece que some. Assim se dá com toda a suposição de que existe um ser mortal, dotado de mente humana, vivendo num corpo material temporário. Este ser não existe; esta mente não existe; e este corpo não existe.
A Consciência iluminada que percebe a Natureza maravilhosa, eterna, perfeita e verdadeira de toda Substância, é o próprio Pão da Vida em Si. A atividade dessa Consciência é aquele Pão vivo que é eternamente a Sua própria manutenção constante, e a Sua própria Novidade eterna e frescor. Verdadeiramente, este Pão vivo não desce do céu. Ele é o próprio céu, exatamente aqui e agora. Ele é o seu céu, caro leitor, por ser a sua própria Identidade divina. Cada Verdade que é conscientizada no interior de sua própria Consciência, como Ela própria, é este Pão Vivo que revela a vida eterna como sendo a sua única Vida.