Encontro Consigo Mesmo-4

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ENCONTRO
CONSIGO MESMO
Dárcio
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PARTE IV
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Como o estudo da Verdade é sobre quem somos, e não sobre o ilusório “eu” captado pela mente humana, principalmente nesta fase de “quimicalização”, cada um precisa ficar radicalmente firmado na revelação de sua identidade como sendo “Deus Se expressando como o Eu que Eu Sou”. A princípio, isto não lhe parecerá ser tão fácil quanto o é dizer, pois, a crença de que somos humanos tentará prevalecer. Por isso, o buscador da Verdade terá de ser muito firme! Firme em reconhecer quem  de fato é, e firme em refutar com energia as aparências e sugestões em contrário. A leitura de livros sobre a Verdade absoluta, bem como as meditações contemplativas,  lhe serão de enorme ajuda.

Falando em livros, eles devem ser muito bem escolhidos, para não serem instrumentos de infiltração de mais crenças falsas. Esta “escolha” será bem feita quando as meditações estiverem em dia e ele, inspirado por Deus, souber filtrar ideias e pensamentos dualistas que, porventura, for encontrando nas leituras. Sua base de entendimento é sempre a Verdade: “Eu sou Deus em expressão e jamais um “eu ilusório” em mutação, em evolução, ou em ilusão”. O referencial deve ser sempre o do absoluto, o da “permanência” das obras de Deus, o da “unidade” que somos em Deus. As mudanças aparentes são “crenças em dissolução”, e mesmo que “sinta” ou “pense” que algo esteja acontecendo com ele, não será com ele, mas com o “eu-crença”, que faz parte integrante da “ilusão” que a  Verdade está a dissipar. Portanto, conversas ligadas a este “eu-crença” , como por exemplo as que falam em mediunidade, evolução do ser, reencarnação, etc., nunca devem ser consideradas, uma vez que este estudo é da Verdade e não da “ilusão”.  Venham do mundo, venham de livros, venham de supostos autores renomados, se forem ideias, opiniões  ou sugestões que contenham a CRENÇA EM MUDANÇA, a falsa noção de que algo em VOCÊ sofreu, sofre ou sofrerá “mudanças”, descarte isso tudo imediatamente! Tais ideias ou sugestões não são a Verdade.

Dificilmente encontramos livros sem conter nada de dualidade ou sem resquícios de “ilusão” vindos do próprio autor; por isso, este cuidado, de filtrar o que é Verdade e o que não é, deve sempre ser tomado. “Eu sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente; nada se lhe deve acrescentar e nada se lhe deve tirar. E isto faz Deus para que haja temor diante dEle” (Eclesiastes 3: 14). Esta citação deve lhe servir como parâmetro de avaliação de autores e livros a serem lidos. Somos “obras de Deus”, somos perfeitos, e o que somos, eternamente somos, o que explica o motivo pelo qual nosso referencial de existência precisa ser o do Absoluto, que parte da Verdade imutável e jamais de “aparências mutáveis”. A expressão”para que haja temor”, contida na citação, significa “para que haja respeito”, ou seja, para que haja a percepção de que Deus é TUDO, e que não há, portanto, “nenhum outro”, muito menos “outro” capaz de modificar alguma de Suas obras, todas elas perfeitas e eternas!

Continua..>

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