Dárcio
Como aparentemente vivemos em dois mundos, mas sabendo que unicamente o REINO DE DEUS é realidade, os artigos sobre a Verdade versam basicamente sobre a “Contemplação”, feita durante a “Prática do Silêncio”, e a chamada vivência na vida prática, fora dos períodos contemplativos.
Artigos como “LUZ”, de Lillian DeWaters, aqui postados, são úteis para as “contemplações absolutas”, quando decididamente reconhecemos a totalidade de Deus de forma que nossa identidade seja claramente aceita, vista e reconhecida da seguinte forma: DEUS É O EU QUE EU SOU. As “miragens”, aceitas como “mundo terreno”, são puríssimo NADA! Jamais Deus coexistiria com um “mundo de bem e mal”. Esta farsa deve ser desmantelada pelas “contemplações” que partem da Totalidade e da Onipresença de Deus, que nos incluem plenamente na Graça. E quando estivermos em nossas atividades cotidianas, sempre que SUGESTÕES de natureza ruim, maligna ou negativa chegarem a nós pela ilusória “mente humana”, IMEDIATAMENTE devemos rechaçá-las através dos princípios estudados. O erro não merece atenção nenhuma; e, além disso, deve ser SUBSTITUÍDO pela Verdade. Jamais o erro é sugestão vinda de Deus a nós! Por isso, a Verdade que somos não pode ceder a eles, pelo nosso endosso automático! Enquanto as coisas caminharem harmoniosamente, em nosso dia-a-dia, devemos reconhecer que esta “sombra” é um conceito da Perfeição absoluta aparecendo aos olhos do mundo; porém, tão logo algo discordante surja para nos atormentar, devemos tirar-lhe, na mesma hora, todo poder, toda substância e toda realidade, reconhecendo que a Onipotência e a Onipresença Se expressam harmoniosa e permanentemente, como Universo perfeito, e onde quer que estejamos! Esta prática traduz o que nos ensina a Bíblia: “estar no mundo sem pertencer-lhe”.
