O Ponto de Partida Nas Contemplações

A Verdade eterna é sem começo e sem fim; assim, toda vez que nos dispusermos a contemplá-la, estaremos fazendo-o a partir de sua permanência, isto é, do fato perene de que a Verdade É!

Quando partimos do Fato de que a Verdade É, não teremos algo além de Deus para considerar, uma vez que esta Verdade é DEUS SENDO TUDO! E esta totalidade de Deus inclui, naturalmente, o “Eu” que somos, o que levou João a escrever: “Amados: agora somos filhos de Deus” (I João 3: 2). Se esta Verdade é vista ou não visivelmente, pouco importa! As “aparências” são imagens fugazes, sem substância ou realidade, e jamais servem como parâmetro de avaliação da Verdade que É,  que está além de todas elas, e de forma incólume. Jamais nossas contemplações levam em conta “aparências” deste mundo! Todas elas, boas ou más, são “imagens falsas”, pura ILUSÃO. O que somos AGORA, é o que realmente sempre somos, sem vínculo algum com “imagens” supostamente vistas pela mente humana.

Parta da Verdade, da Mente divina sendo a sua! Parta de sua PERFEIÇÃO mantida pela Consciência infinita! Mary Baker Eddy disse o seguinte: “Nada é real e eterno – nada é Espírito – a não ser Deus e Sua ideia. O mal não tem realidade. Não é pessoa, nem lugar, nem coisa, mas simplesmente uma crença, uma ilusão do sentido material”. Estes princípios devem reger nossas “contemplações da Verdade”, e aceitos sem contestação, com “coração de criança”, de modo que nosso “ponto de partida” seja realmente condizente com o “contemplar a Verdade”, e nunca com qualquer “participação” da ILUSÃO.

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