A Inversão do Referencial

Uma pessoa nos chega e diz: “Nós somos todos muito imperfeitos, temos muito a caminhar ainda!” O que devemos analisar é o seguinte:  “quem são” estes “nós”: mente humana? Seríamos mesmo a “mente humana”? Para usarmos os seus critérios, nos firmarmos neles e nos definirmos?

Ao povo, a adúltera merecia ser apedrejada! Jesus, porém, não a condenou! “Vá e não peques mais” – disse a ela! Estaria recomendando que não mais agisse como adúltera? Não! Estava lhe dizendo que não mais se considerasse “mente humana”.

O estudo da Verdade é esta “inversão de referencial”, ou seja, em vez de nos julgarmos “pela carne”, julgamo-nos convictamente pelo “julgamento justo”. Qual é ele? O que nos leva a honrar a nós mesmos como honramos o Pai, uma vez que Deus, sendo TUDO, é a realidade eterna expressa como a Vida individual que temos e que somos.

Jamais se autoavalie segundo os parâmetros falaciosos da suposta “mente humana”, que desconhece a “permanência das Obras de Deus”. Antes, parta de seu Ser como sendo a Mente de Deus Se expressando como “Filho de Deus”; desse modo, assim “invertendo o seu referencial”, suas contemplações da Verdade contarão com o apoio do Universo infinito da Realidade perfeita, onde nada, além de Deus, existe para ser levado em conta.

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