O modo de atuação da mente humana está em lançar sobre nós, como se fosse verdade, uma avalanche de crenças falsas na forma de “imagens hipnóticas”. Se acreditarmos em tais imagens, elas receberão o endosso e poder que lhe dermos; por outro lado, se desviarmos nossa atenção para Deus, para o Reino de Deus, para a Verdade eterna e perfeita, estas imagens tenderão a se amoldar ao “padrão divino”, onde nem bem nem mal existem, mas, existe unicamente o constante estado de perfeição.
O cuidado deve haver em nossa permanência em Deus, sejam quais forem as supostas imperfeições, supostos conflitos ou problemas. Mesmo que estas imagens se mostrem insistentes, jamais dê poder a elas por reconhecer esta insistência aparente. Contemple Deus como TUDO e, olhando as “imagens hipnóticas” à sua frente, tire delas o poder de serem reais e também insistentes, usando pensamentos do seguinte tipo: “De nada adianta esta imagem tentar forçar-me a crer ser ela real; além de irreal, ela não tem poder algum para insistir em manter sua presença diante de mim como se fosse realidade. Deus é TUDO; portanto, unicamente a PERFEIÇÃO DIVINA está presente em todo o Universo, inclusive onde esta “imagem hipnótica” aparenta estar”.
Esse tipo de Autotratamento é bastante útil, quando associado com as “contemplações absolutas da Verdade”, feitas através da “Prática do Silêncio”. Ajudam-nos a transcender as “aparências” para nos dedicarmos às “contemplações” propriamente ditas.