Viver a Verdade é viver a Realidade espiritual onipresente, consciente de que “Em Deus vivemos, nos movemos e temos o nosso ser”, como disse o apóstolo Paulo. Esta vivência é nossa permanência eterna na Onipresença, o que exclui toda suposta “existência mortal ou material”, chamada, em vista disso, de ILUSÃO DE MASSA.
Acreditar, porém, que “algo além de Deus” é ILUSÃO DE MASSA é acreditar em “ilusão de massa”, ou seja, se a mente se deixar prender a esta dualidade, sem entender que IRREALIDADE É NADA, as crenças falsas aparentarão estar em vigor e operando sobre cada um, sendo apenas batizadas de “ILUSÃO DE MASSA”. Quando é dito que DEUS É TUDO, e que o nosso “ponto de partida” é estarmos identificados com esta totalidade, o que precisa ser entendido, é que TUDO É REALIDADE INFINITA, ESPIRITUAL PERFEITA, e que todas as supostas “imagens hipnóticas”, que aparentam existir, não existem! São irrealidades! São “nada!”
Partir da TOTALIDADE da Realidade é partir da NULIDADE da irrealidade. As “contemplações da Verdade” são simplesmente cada um ser Deus, cada um se discernir sendo a Verdade absoluta, reconhecendo: “Não há outro ao lado de Mim”. Quando a “mente” que supostamente “vê” ILUSÃO DE MASSA” é descartada, pela admissão livre, suave, espontânea e radical de que “Temos a Mente de Cristo”, a palavra “ilusão” sumirá em sua nulidade. Ocupe-se, portanto, em “ter a mente de Cristo”, e a discernir unicamente o que esta Mente, que é divina, aceita como Fato real.