Sim, precisamos defender nosso pensamento das imposições mesméricas do magnetismo animal, sempre, porém, com a arma da certeza da totalidade do bem divino. Seguimos adiante com confiança, não com medo. É importante manter em pensamento o fato de que não há mal real, não há verdadeiro magnetismo animal, há apenas uma crença nele, a ser destruída.
Em contato com o mundo, é comum a percepção da totalidade de Deusaparentar nos fugir, enquanto muitas vezes voltamos a julgar segundo os conceitos da suposta mente humana. Nestes momentos é que devemos ficar atentos frente às “sugestões hipnóticas” do erro.
A autora diz: “Sim, precisamos defender nosso pensamento das imposições mesméricas do magnetismo animal, sempre, porém, com a arma da certeza da totalidade do bem divino”.A Realidade é Deus! Nada há ao lado da Onipresença, e nem poderia haver, ou não seria Onipresença! Onipresença significa Deus sendo a Presença única e a Presença que é a manifestação do Infinito e tudo o que Ele contém.
Em vista disso, enquanto lidamos com o mundo, podemos reconhecer que “o Pai em Mim” faz a defesa, a cura e a proteção. Desse modo, não tentaremos “nos defender” a partir do “mundo da crença em dois poderes”, e sim deixando que a Verdade do Poder ÚNICO Se manifeste. A Verdade é a espontânea manifestação de Deus Onipotente como o Cristo que somos!
Quando destemidamente deixamos de dar atenção às alegações do ilusório mal, reconhecendo Deus agindo e impondo a Sua Onipresença como a presença de tudo o que nos diz respeito, estaremos seguindo o que este parágrafo nos ensina: “É importante manter em pensamento o fato de que não há mal real, não há verdadeiro magnetismo animal, há apenas uma crença nele, a ser destruída”.
Suponhamos que alguém diga: “Estou com dor de cabeça!” Estaria agindo metafisicamente? Não! Ao primeiro sinal da “sugestão mesmérica”, deveria reconhecer não ser aquilo um “mal real”, e, imediatamente, se abrir à “Mente de Cristo” para erradicar a ILUSÃO! O aparente “sintoma” seria apenas uma “crença” tentando atuar hipnoticamente, e “a arma”, como diz a autora, é a “certeza da totalidade do bem divino”.