A Ciência Mental E O Poder Da Palavra-8

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A Ciência Mental e o Poder da Palavra trabalham em unidade com o estudo absoluto da Verdade. Isto significa não haver sentido algum em se considerar separadamente seus benefícios ou efeitos positivos em nossas vidas. Ficar avaliando, por exemplo, se uma ilusória “dor de cabeça” desapareceu devido a uma cura espiritual ou se foi devido a uma cura mental , no meu entender, é totalmente inútil! Importa que a ILUSÃO de mal tenha sumido!

Por isso, encaro o reconhecimento absoluto da Verdade como inseparável da Ciência Mental e do Poder da Palavra. Na Seicho-no-ie, por exemplo, o Poder da Palavra, associado com a sua afirmação mental, assim diz:

EU SOU A SUPREMA AUTOMANIFESTAÇÃO DE DEUS! 

Que interesse poderia haver, em se ficar dividindo esta Verdade em “Absoluto”, em “Mística”, em “Ciência Mental” ou em “Poder da Palavra”? O QUE INTERESSA É QUE A FRASE É A VERDADE ABSOLUTA SOBRE O NOSSO SER! Além disso, se ficarmos teorizando em cima dela, somente estaremos dando poder a “crenças coletivas” e reduzindo seu impacto benéfico em nosso cotidiano.

Sejam quais forem as “aparências” atiradas sobre você pelo “hipnotismo de massa”, AFIRME IMEDIATAMENTE:

“EU SOU A SUPREMA AUTOMANIFESTAÇÃO DE DEUS!”

E se achar necessário, repita-a várias vezes! Dei exemplo com esta frase, por ser uma das mais importantes; entretanto, há inúmeras outras, como “O MEU REINO NÃO É DESTE MUNDO”, “EM DEUS EU VIVO, ME MOVO E EXISTO”, etc..

Estas AFIRMAÇÕES podem e devem ser utilizadas também em nossos contatos do dia a dia. Caso você encontre alguém com “aparência de desânimo”, em vez de lhe perguntar: “Que houve? Você parece estar abatido!”, o que seria UM ENDOSSO, DE SUA PARTE, DA ILUSÃO APARECENDO COMO PESSOA, você poderá dizer-lhe: “Ganhou na loteria? Parece estar mais jovem e animado!” Talvez, na hora, a pessoa negue a sua colocação, relatando alguma ILUSÃO; mas, na sua confirmação de que a achou bem, a CRENÇA EM DESÂNIMO a abandonará! Era mesmo ILUSÓRIA!

Se você achar que está mentindo, dizendo algo positivo às pessoas, lembre-se de que a VERDADE vale também para todos, isto é, “A PESSOA É A SUPREMA AUTOMANIFESTAÇÃO DE DEUS”! Não há frase positiva que possa ser mentirosa para FILHOS DE DEUS!

Há anos, eu passei às pessoas um “Método Prático” de aplicação desta Verdade na vida cotidiana, e que transcrevo a seguir:

“EMITA, DE ANTEMÃO, O CONCEITO VERDADEIRO SOBRE A PESSOA, SEM PERMITIR QUE A “MENTE CARNAL” EMITA, PRIMEIRAMENTE, OS SEUS ILUSÓRIOS CONCEITOS SOBRE ELA”.

Adquira este hábito, pois, além de evitar que a ILUSÃO o contamine, estará ajudando o próximo a se livrar dela.

E foi por estar acostumado a praticar isto, que foi-me ficando claro que “tirar o mérito” da Ciência Mental e do Poder da Palavra, como fazem muitos autores “puristas”, seria vivermos “desarmados”, quando fora de nossos momentos de “contemplação”.

Como eu já havia me habituado a empregar as “armas da luz” e percebido sua eficácia, quando passei a ler as obras de vários autores místicos e absolutistas, dizendo que “mente humana não é poder”, que “unicamente Deus é poder”, que não devíamos usar “mentalismo”, etc., comecei a notar os “efeitos negativos” que tais leituras me traziam. Como o subconsciente começou a receber sugestões contrárias ao emprego das “armas da luz”, eu notei diminuir meu interesse e entusiasmo em empregá-las no cotidiano, como antes  fazia. E então, em vez de chegar ao trabalho com aquela disposição anterior, de passar às pessoas o “positivismo” gerado pela Ciência Mental e pelo Poder da Palavra, eu somente me sentava em meu local de trabalho, em silêncio, e por alguns segundos  reconhecia que DEUS É TUDO. Foi quando passei a notar que os resultados obtidos anteriores, através das “armas da luz”, desapareceram! TUDO FICAVA COMO ESTAVA, SEM QUE SE PUDESSE CONSTATAR MELHORIA IMEDIATA ALGUMA!

É evidente que todo reconhecimento da TOTALIDADE DE DEUS, feito silenciosamente, não “nos volta vazio”; porém, quando feito ASSOCIADO com a Ciência Mental e com o Poder da Palavra, a diferença é gritante! A partir dessas experiências, sempre eu contrariei esta “visão purista” daqueles autores, que menosprezando estas “armas da luz”, e ainda  criando aversão a elas, só estavam dando “mais poder à ILUSÃO”. Sempre foi muito complicado contrariar autores renomados, por serem “endeusados” pelos seus admiradores; porém, um dos meus lemas sempre foi o seguinte: “contra fatos, não há argumentos”.

 

Continua..>

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