A Alegria Que Uma “Cruz Vazia” Desperta!

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Enquanto a suposta “mente carnal” se divide em si mesma, em suas próprias crenças, ora defendendo reencarnação, ora defendendo ressurreição, a VERDADE DE QUE “DEUS É TUDO” BRILHA IMUTAVELMENTE! Unicamente a ilusória “mente carnal” enxerga e registra nascimentos e mortes!

Jesus veio revelar o REINO DE DEUS ONIPRESENTE, e, com isto, anular a CRENÇA em nascimentos e mortes! Não se vinculava com suposto parentesco humano! Ao ouvir que “sua mãe e seus irmãos tinham chegado”, respondeu com a iluminada pergunta: “Quem são minha mãe e meus irmãos?” (Mt. 12: 48). E então, ele mesmo deu a resposta impessoal: “Minha mãe e meus irmãos são aqueles que fazem a vontade de meu Pai”.

A cruz, no Evangelho, simboliza a “anulação da crença em eu humano”. Não existe NINGUÉM vivendo “vida separada de Deus”, uma vez que Deus é Vida onipresente! Desse modo, Jesus nos ensinou a “buscar o Reino em primeiro lugar” (Mt. 6: 33), ou seja, buscar a imortalidade ou Vida eterna que realmente somos, a percepção da Verdade revelada por ele de que “somos deuses”, e não mortais nascidos na matéria.

“Já estou crucificado”, disse o apóstolo Paulo, vendo-se liberto da crença em ser humano! E o declarou taxativamente: “Já não sou mais eu quem vive; o Cristo vive em mim!” (Gal. 2: 20).

A suprema alegria está no conhecimento da Verdade Absoluta de que “não somos deste mundo”, quando entendemos não estarmos sob CRENÇAS DE ALEGRIA E DE TRISTEZA, mas estarmos sendo a VIDA DE DEUS.

Esta alegria é da Alma e é eterna! Desconhece nascimentos e mortes, desconhece algo ou alguém “além de Deus”, e entende a cruz como símbolo da TOTALIDADE E UNICIDADE de Deus! Este entendimento anula a CRENÇA NA MATÉRIA,  revelando uma “cruz vazia”, o ”desaparecimento aparente” de um ser irreal, a dissipação de uma ilusão engendrada pela “mente carnal”.

“Em verdade, em verdade vos digo que, se alguém guardar a minha palavra, nunca verá a morte” (João 8: 41).“Deixa aos mortos o enterrar os seus mortos; porém tu vai e anuncia o reino de Deus” (Lc. 9: 59,60).

A real e suprema alegria, portanto, está, não em conhecermos um “sepulcro vazio”, mas sim, uma “cruz vazia”!

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