A suposta “vida terrena” é o “cativeiro mental” do qual a Verdade liberta o homem. É ele feito de “nadas”, semelhante aos sonhos, que aparentam ter realidade aos sonhadores, sendo meras imagens sem vida na mente de um sonhador.
Como a CRENÇA em vida terrena admite “os pares de opostos”, o bem e o mal, a humanidade, iludida por ela, deixa de conhecer o Reino de Deus, que é a Realidade perfeita e dada por Deus a todos, para aparentemente desfrutar de um “mundo de aparências ilusórias”, que deveria ser “vencido” e não “vivido”, uma vez que é um embuste da mente carnal, composto de “prazeres e dores” de natureza hipnótica com os quais ilude a humanidade.
“Eu venci o mundo”, disse Jesus. E João disse: “Todo aquele que é nascido de Deus vence o mundo”! A humanidade faz vistas grossas para as revelações! O suposto “eu nascido” aparenta existir e ter a decisão de não se render à Verdade! Além disso, há ensinamentos que consideram o mundo uma “escola de aprendizados da alma”, ideia jamais citada nas pregações de Jesus!
A Metafísica Absoluta parte de DEUS COMO TUDO, Verdade endossada por Jesus e por Paulo, por saberem que “aparências” não são “mundo verdadeiro”, mas tão somente “imagens hipnóticas” captadas pela “mente carnal”.
Enquanto alguém se mostrar interessado em desfrutar dos “prazeres do mundo”, irá se manter na cegueira dos supostos sentidos humanos, e achando normal passar também pelos dissabores gerados pelas “aparências do mal”. Esta é a vida no “cativeiro de crenças”, com este suposto “eu nascido” se achando um gênio, de sabedoria superior à divina, e que se dá ao luxo de desconsiderar as revelações libertadoras para viver, aparentemente, dominado pelo “hipnotismo de massa”.
Para a Ortodoxia, alguém se achar “vivo na matéria” é verdadeiro, normal e correto. Porém, para Jesus, “quem não perder esta vida, não achará SUA VIDA REAL”– O CRISTO QUE SOMOS! E isto se dá, segundo ele, “negando-nos a nós mesmos” como carnais.
Uma questão importante a ser entendida, neste processo de “nascer de novo”, é a da “desintegração da ilusão”, quando seus quadros hipnóticos passam a se render à Verdade contemplada com dedicação e seriedade. São quadros hipnóticos, portanto, sem realidade e sem vida, e todo aquele que nele se via, como “eu nascido”, precisa se manter na PERCEPÇÃO DE SER O CRISTO, EM DEUS, E NUNCA O “HUMANO ILUSÓRIO” DAS APARÊNCIAS.
Desconhecer este fato é o que leva muitos a dizer: “Eu, desde que comecei a me dedicar às meditações e contemplações absolutas, as coisas, em vez de melhorarem, pioraram!”. NÃO É VERDADE! AS OBRAS DE DEUS SÃO PERMANENTES! O QUE A PESSOA DIZ ESTAR VIVENCIANDO, É A SUA “VIA SACRA”, A CAMINHADA À SUA SUPOSTA “CRUCIFICAÇÃO” COMO “CARNAL”; A ILUSÃO DE VIDA TERRENA SE DESINTEGRANDO!
Nesta aparente fase de dificuldades humanas, a Metafísica explica a prática da “Oração Científica”, feita com auxílio da Ciência Mental, através de afirmações das Verdades Absolutas como reais, e negações das “aparências más”como irreais. Esta “ajuda” às próprias “contemplações absolutas”, como endosso ao discernido pela “Consciência Crística, está simbolizada na Bíblia como “Cirineu ajudando Jesus a carregar a cruz”.
SERÁ PRECISO QUE CADA UM SE MANTENHA RESOLUTAMENTE NO RECONHECIMENTO DE QUE “ESTE MUNDO”, – COM SEU SUPOSTO “EU NASCIDO” – É ILUSÃO! E QUE SUA REAL IDENTIDADE É O CRISTO ETERNO, MANTIDO PERFEITO POR DEUS E EM DEUS.