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Na suposta vida humana, vive a maioria sem se dar conta de que “na supremacia do Espírito que tudo permeia, nada dessemelhante do bem espiritual está presente nem em ação”. Este texto, desde o começo, deixa bem claro o “foco” a que devemos nos apegar, rompendo decididamente com o hábito de cegamente endossar “bem e mal” das aparências, como se, de fato, existissem “dois poderes”.
Escreve Freda S. Benson: Não há, porém, nenhuma razão verdadeira para nos alarmarmos, porque, do ponto de vista do raciocínio sadio da Ciência Cristã, o magnetismo animal não pode ser nada mais que o erro ou mente mortal. Na supremacia do Espírito que tudo permeia, nada dessemelhante do bem espiritual está presente nem em ação. A totalidade absoluta de Deus torna impossível que qualquer ação ou presença opostas – de substância material, inteligência demoníaca ou vida mortal – sejam verdadeiras.
Certa vez, num artigo, eu fiz a seguinte pergunta: “Onde estaria a Perfeição divina, quando males e imperfeições se mostram aparentemente presentes?” E a resposta assim foi dada: “Estaria no mesmo lugar ocupado pelo número 10, na conta: 5 + 5 = 11”. Este “11” é o erro! A autora diz: “…do ponto de vista do raciocínio sadio da Ciência Cristã, o “magnetismo animal” não pode ser nada mais que o erro ou mente mortal”. Que é o acerto, representado pelo “10” neste exemplo? É o “bem espiritual”, sempre sozinho e presente quando “surge” a “mente mortal”. Que faz ela? Aceita a dualidade 10 e onze, isto é, “bem” e “mal”, enquanto a Verdade é unicamente o “bem espiritual”. Assim como um professor de matemática bate o olho na conta, vê o erro e acata unicamente o 10, o metafísico bate o olho no Universo e identifica, como presença, unicamente o Bem absoluto que, em termos visíveis, seria o “bem espiritual” refletido na mente na forma de “aparência”.
Continua..>