Comentários Sobre “O Cordeiro De Deus Destrói O Magnetismo Animal”-4

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O parágrafo seguinte do artigo assim diz;

Ora, se assim é, por que a Ciência Cristã nos diz que temos de tratar o magnetismo animal como algo a ser destruído? Por que não nos detemos, simplesmente, nos bons pensamentos? Esse modo de ver é falaz, porque o magnetismo animal parece ser um poder ao nosso sentido atual das coisas, e nos busca impedir de estar conscientes só do bem. Essa ação magnética, agindo sobre a natureza animal e por meio dela, pretenderia substituir nossa mentalidade verdadeira que reflete Deus, pela sugestão hipnótica de haver outra mentalidade: fraca, voluntariosa, desobediente, sensual e, consequentemente, suscetível às mentiras do erro.

O que a autora aqui nos previne, é que não percebendo, em nosso dia a dia, nosso aparente envolvimento com a “mente carnal”, e, por conseguinte, deixando de reconhecer a Mente de Cristo como a única Mente atuante como a Mente real de todos nós, se ficarmos apenas desejosos de “ter bons pensamentos”, não conseguiremos barrar os “maus pensamentos” sugeridos pelo “magnetismo animal”. Por quê? Por estarmos no “bem humano”, que é a mesma frequência ilusória do “mal humano”!  Extremos opostos da mesmíssima “crença coletiva”! E assim, em vez de estarmos conscientes da Verdade de que a Mente divina é única, e Se expressando com perfeição na Realidade subjacente à suposta “existência humana”, facilmente seríamos presas da “ação hipnótica de haver outra mentalidade: fraca, voluntariosa, desobediente, sensual e, consequentemente, suscetível às mentiras do erro”.

O Caminho, portanto, é nossa identificação radical com a Mente divina, que está acima dos bons e  maus pensamentos da crença coletiva. Desse modo, com a Mente de Cristo assumida, reconhecida,  entendida e aflorada como sendo a nossa Mente, esta atividade da Oniação mental divina se fará refletir na suposta “vida nas aparências”, sem que isto se torne uma “obrigação de termos bons pensamentos”, uma vez que eles assim jorrarão espontaneamente em nossa vida cotidiana, além de sempre nos alertarem quanto aos pensamentos ou ideias que não são de Deus, que, desse modo, poderão ser por nós filtrados, barrados e anulados naturalmente.

O parágrafo anterior havia sido assim encerrado pela autora:

“E o homem espiritual, a verdadeira individualidade de cada um de nós, é o reflexo dessa Mente para sempre consciente. Portanto, herda só as qualidades de seu Criador eterno, o único Deus, o bem”.

Este é o princípio absoluto a que devemos nos ater, para realmente estarmos protegidos da “ação magnética” da ILUSÃO!

 

Continua..>

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