Jesus estava sempre consciente da falta de base de qualquer argumento da crença mortal. Sabia muito bem que o mal nunca é uma entidade; é apenas uma negação. Uma negação não pode tomar a iniciativa. Só pode parecer inverter a realidade do bem. Por isso, o magnetismo animal é sempre o inverso do bem existente e real e é assim que devemos mantê-lo: já tragado pela ação ininterrupta de Deus, através de Seu Cristo.
Este parágrafo é sumamente importante para aqueles que estudam a Verdade e fazem questão de encarar espiritualmente as questões das “aparências”, o que, aqui, são definidas como “argumentos da crença mortal”. Tais pessoas não recorrem automaticamente rumo a supostas soluções humanas, quando surpreendidas pelas “aparências negativas”, como a maioria costuma fazer! Sentem internamente que possuem recursos do Alto, uma sabedoria que o mundo desconhece! E estes recursos, a cada estudo e contemplação, se ampliam cada vez mais. É neste sentido que este artigo tem o seu grande valor: faz aflorar em cada um o domínio crístico sobre as aparentes situações indesejáveis “deste mundo”.
Nas Escrituras, não vemos um Jesus cego para as aparências do mal; pelo contrário, ele as via exatamente como todos os demais à volta dele viam! Entretanto, sua postura diante delas era única! A autora assim diz: “Jesus estava sempre consciente da falta de base de qualquer argumento da crença mortal. Sabia muito bem que o mal nunca é uma entidade; é apenas uma negação”. Eis a enorme diferença entre a atitude dele e a dos demais! E este seu entendimento é o que devemos ter, assumir e dominar, para agirmos de modo igual diante desta “negação”.
Seja qual for a “aparência de mal”, o texto diz que não há ali entidade alguma, mas tão somente uma “negação”, uma “argumentação da crença mortal”, que somente parece “inverter a realidade do bem”. E o parágrafo se encerra, dizendo o seguinte: “O magnetismo animal é sempre o inverso do bem existente e real e é assim que devemos mantê-lo: já tragado pela ação ininterrupta de Deus, através de Seu Cristo”.
O bem é real e existente, e sua “negação” somente aparenta invertê-lo para o “mal”. Entretanto, somente ignorar a mentira não revela a Verdade! Nosso papel é “contemplar” a situação REAL E EXISTENTE, mesmo que APARENTEMENTE se nos mostre estar invertida, e isto é feito mediante a Presença de Deus atuando como o Cristo que somos! Estaremos, como disse a autora, entendendo a “inversão ilusória” JÁ TRAGADA PELA AÇÃO ININTERRUPTA DE DEUS, ATRAVÉS DE SEU CRISTO, QUE É A NOSSA VERDADEIRA IDENTIDADE!
Sempre que assim procedermos, diante dos supostos “males deste mundo”, estaremos manifestando a Mente de Cristo.