Comentários Sobre “O Cordeiro De Deus Destrói O Magnetismo Animal”-17

LB17B– 17 –

Saber que o homem está envolvido pelo Amor do Pai-Mãe nos torna corajosos e mantém-nos livres. E esse conhecimento é nossa única mentalidade real. Não traz indiferença à angústia do sofredor, mas seu oposto: compaixão que cura, pois reconhece na saúde o único efeito da Mente divina.

Neste curto parágrafo, a autora expõe um lado importantíssimo da prática da Verdade. Só veio constar deste artigo após ter ela, primeiramente,   trabalhado em expor eficazmente os princípios da “cura pelo Cristo”, que é como a Ciência Cristã denomina a cura metafísica.

“Saber que o homem está envolvido pelo Amor do Pai-Mãe nos torna corajosos e mantém-nos livres”, diz ela. E assim diz, mas depois de explicar de várias maneiras, anteriormente, que o “magnetismo animal” é somente uma CRENÇA a ser desmantelada pela Verdade,  e que isto deve ser feito e demonstrado, mediante a ação do Pai no Cristo em nós. No texto, o Cristo é chamado de “O Cordeiro de Deus”. E quando a atividade do Pai no Filho – Oniação – se estende ao “mental do mundo”, isto é, às “crenças coletivas”, na parte que “nos tocam”, aparentemente falando, faz dissolver a “sugestão hipnótica”, ao que a autora se refere como sendo “o Cordeiro de Deus destruindo o magnetismo animal”. Dentro deste processo, é realmente importantíssimo estarmos conscientes, corajosos e livres pelo conhecimento de “estarmos envolvidos pelo Amor de nosso Pai-Mãe”.

A seguir, outra frase fortíssima é empregada: “E esse conhecimento é nossa única mentalidade real”. Trata-se do reconhecimento radical e inequívoco  de que “temos a Mente de Cristo”, nossa Mente ÚNICA, que jamais esteve dividida com a ilusória “mente carnal”.

Que vem a seguir? Outro aspecto sumamente importante, que é o de não confundirmos solidariedade e amor com “atitude de nos deixarmos iludir juntos”. Assim, ela bem explica que a “firmeza nos princípios” não significa “frieza”, diante de suposta “angústia do sofredor”, mas o oposto: significa “ficarmos UM com o Amor que cura”, e não com o suposto “amor humano” que acredita na ILUSÃO tanto quanto o suposto “sofredor”. Qual é a “compaixão que cura”? Grave bem as palavras da autora: “ a compaixão que cura reconhece na saúde o único efeito da Mente divina”.

Continua..>

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