Anteriormente, a autora assim nos alertou:“Jamais negue a Presença de algo que seja necessário à sua inteireza, sua alegria, paz, ou ao seu cumprimento de objetivo”.Isto porque, se nos descuidarmos, poderemos endossar a CRENÇA COLETIVA de que nossos “recursos financeiros” são as supostas “formas visíveis” do ilusório “mundo de aparências”.
Por isso,– diz ela –é bom que perceba a Verdade absoluta de que o Suprimento – inclusive dinheiro – está sempre presente em e como a Consciência que você é. Assim, ao surgir alguma aparente necessidade, não focalize sobre ela a sua atenção; antes, faça com que sua atenção permaneça no Suprimento sempre presente, que consiste de sua própria Consciência divina.
Tudo que é REAL é Presença PERMANENTE, e, portanto, DISPONÍVEL. Porém, esta constante DISPONIBILIDADE deverá ser reconhecida como a nossa Consciência sendo a Substância do Suprimento em questão, que, no caso, é a FORMA “DINHEIRO”. Como nossa “Consciência de EXISTIR” é constante, igualmente, é CONSTANTE a Verdade de que a FORMA “DINHEIRO” coexiste como esta mesma Consciência. Assim, sem ter olhos para a suposta “necessidade”, devemos focalizar TODA A ATENÇÃO no SUPRIMENTO JÁ PRESENTE COMO A NOSSA PRÓPRIA CONSCIÊNCIA DIVINA.
A Bíblia registra a seguinte passagem: “Quando chegaram a Cafarnaum, os fiscais do imposto do Templo foram a Pedro e perguntaram: ‘O mestre de vocês não paga o imposto do Templo?’ Pedro respondeu: ‘Paga, sim’. Ao entrar em casa, Jesus adiantou-se e perguntou: ‘O que é que você acha Simão? De quem os reis da terra recebem taxas ou impostos: dos filhos ou dos estrangeiros?’ Pedro respondeu: ‘Dos estrangeiros!’ Então Jesus disse: ‘Isso quer dizer que os filhos não precisam pagar. Mas, para não provocar escândalo, vá ao mar e jogue o anzol. Na boca do primeiro peixe que você pegar, vai encontrar o dinheiro para pagar o imposto. Pegue-o, e pague por mim e por você” (Mt 17,24-27).
Onde existia CONSTANTEMENTE o dinheiro para Jesus pagar o imposto? EM SUA CONSCIÊNCIA CRÍSTICA! Achando em SI MESMO a Forma REAL do dinheiro, veio-lhe o conhecimento de que, como APARÊNCIA, ele lhe apareceria “na boca do primeiro peixe do mar” que mordesse o anzol jogado por Pedro.
Que nos ensina esta passagem? Primeiramente, que após reconhecermos a PRESENÇA DO DINHEIRO em unidade conosco,por ser ele uma Forma constante evidenciada como nossa Consciência, devemos estar atentos e abertos ao que INTUIRMOSsobre como AGIR, aparentemente, no mundo. Em segundo lugar, que não devemos tentar PREVER HUMANAMENTE, pela lógica do mundo, DE QUE MODO A SOLUÇÃO VISÍVEL SE DARÁ.
O importante é PERMANECER NO PRINCÍPIO ABSOLUTO; assim, a “demonstração visível” se dará, necessariamente, de algum modo, como “sombra imediata” da VERDADE RECONHECIDA.