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Permanecer ligado à aparência do dinheiro é confundir uma “aparência” com a Substância na Forma que está aqui. A “aparência” pode dar a impressão de ir e vir. Pode parecer estar ora presente, ora ausente. Mas, a Substância legítima—a Consciência – que é o seu Suprimento, é constante, presente sempre, e vai além de toda limitação. A Consciência é toda Substância. Toda Substância é Consciência. E esta, Amado, é o seu Suprimento, exatamente aqui, exatamente agora, de forma constante e permanente.
O “mundo de aparências” é uma “sombra ilusória”; aparenta existir, aparenta exibir “formas”, mas, tais “formas” são meramente “sombras insubstanciais” das verdadeiras FORMAS, que são permanentes, ilimitadas, e sempre presentes como a Consciência divina que somos.
Fazendo uma analogia, se de um carro-forte estiverem sendo retirados vários pacotes de dinheiro, dependendo da luminosidade do local, a SOMBRA dos pacotes poderá estar ou não projetada pelo chão. Como seria mera SOMBRA, ninguém iria chamá-la de DINHEIRO. Isto porque o DINHEIRO seria cada “pacote gerador da sombra”, sem jamais “ser a sombra”.
A autora explica isto assim dizendo: “Permanecer ligado à aparência do dinheiro é confundir uma “aparência” com a Substância na Forma que está aqui. A “aparência” pode dar a impressão de ir e vir. Pode parecer estar ora presente, ora ausente. Mas, a Substância legítima – a Consciência – que é o seu Suprimento, é constante, presente sempre, e vai além de toda limitação.
Assim como uma sombra insinua a presença de algo que a produziu, a Metafísica Absoluta ensina que “toda aparência insinua a presença de uma REALIDADE subjacente a ela”.
Quando disseram a Jesus que só havia “cinco pães e dois peixes”, para alimentar a multidão de cinco mil pessoas, diz a Bíblia o seguinte: “Tomando os cinco pães e dois peixes, ergueu os olhos ao céu e os abençoou. Todos comeram e se fartaram e ainda sobejou” (Mt. 14: 19-20).
Para Jesus, a “aparência” serviu para RECONHECIMENTO do Suprimento infinito, sempre presente como SUA CONSCIÊNCIA DIVINA. “ERGUER OS OLHOS AO CÉU” SIGNIFICA VOLVÊ-LOS À CONSCIÊNCIA CRÍSTICA, ILIMITADA E INFINITA, “SUBJACENTE” A QUAISQUER “APARÊNCIAS” DE LIMITAÇÃO!
O parágrafo se encerra com a autora dizendo o seguinte: “A Consciência é toda Substância. Toda Substância é Consciência. E esta, Amado, é o seu Suprimento, exatamente aqui, exatamente agora, de forma constante e permanente”.
Continua..>