O Suprimento nunca é limitado. Somos nós que aparentemente determinamos limites ou fronteiras em torno de toda Substância. E, esta limitação é procedente de nosso ilusório conceito de separatividade – ou dualidade.
Partindo da premissa de que DEUS É TUDO, o ensinamento absoluto considera cada um de nós como “dono de tudo que Deus É”,ou seja, a Consciência INFINITA é a única Substância em EVIDÊNCIA – EM MANIFESTAÇÃO ILIMITADA E INESGOTÁVEL Esta Consciência é a “minha”, a “sua” e a de “todos”.
“O Suprimento nunca é limitado. Somos nós que aparentemente determinamos limites ou fronteiras em torno de toda Substância”.Aqui, a autora explica a ILUSÃO DE MASSA, a CRENÇA de que “somos, temos ou deixamos de ter” os supostoss “bens materiais”, limitados, ora presentes, ora ausentes. Dizendo que “o Suprimento nunca é limitado”,intenta ela que saiamos do “referencial humano” para o “Referencial da Oniação Divina”,em que DEUS É VISTO SENDO O CRISTO QUE SOMOS, em que a real Substância é inexaurível e imensurável, e que precisamos RECONHECER esta Verdade para, consequentemente, pararmos de “determinar limites ou fronteiras em torno de toda Substância”.Em outras palavras, ensina-nos a trabalhar a partir da Realidade INVISÍVEL, que é ilimitada, sem nos prendermos às CRENÇAS DE LIMITAÇÃO sugeridas pela ilusória “mente humana”.
“E, esta limitação é procedente de nosso ilusório conceito de separatividade – ou dualidade”. O reconhecimento do Suprimento INFINITO, sempre presente como a Consciência da UNIDADE PERFEITA que somos, gera, aparentemente, os chamados “bens acrescentados”.
Um ponto importantíssimo, a ser considerado, é o seguinte: primeiro “buscamos” o INFINITO REINO DE DEUS; em segundo, tendo em mãos a “sombra”, isto é, “os bens acrescentados”, fazemos uso deles conforme o desejarmos, com amor e sabedoria, de forma que atendam às nossas reais necessidades. Esta é a ordem, ou seja, não cometeremos o erro de “comprometermos” bens acrescentados” antes que, de fato, já os tenhamos em mãos.
Se não tivermos a “sombra”, será indicação de que “não reconhecemos completamente a PRESENÇA da Forma ESSENCIAL”; assim, se fôssemos sair empregando sem critério os “bens acrescentados”, ANTES QUE OS VÍSSEMOS ACRESCENTADOS,aparentemente, estaríamos “dando passo maior do que a perna”, o que nada tem a ver com a “prática da Verdade”. Por quê? Porque estaríamos reconhecendo a “sombra” como “ausência de suprimento”, em vez de reconhecermos o Suprimento capaz de “gerar a sombra”! “Suprimento e “sombra” são UM”.