“Deus É Tudo Como Tudo!”

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O “CONHECIMENTO da Verdade Absoluta” é posto em prática através de nossa CONVICÇÃO INABALÁVEL de seu princípio básico, que diz: “DEUS É TUDO COMO TUDO”.  A ilusão INSISTE em se mostrar como “existente”, em sua contínua exibição de “quadros irreais e hipnóticos”. Não devem eles ser aceitos nem temidos,  por serem meramente  “miragens” formadoras  do “mundo do pai da mentira”, uma encenação insubstancial e vazia de uma ilusória “mente” que, mesmo sendo irreal, aparenta existir, projetar suas falsidades, e encobrir a Verdade de que DEUS É MENTE ONIPRESENTE, E É A MENTE REAL E ÚNICA DE TODOS NÓS!

Esta suposta “maldição hipnótica” é o chamado “mundo” que, com suas “aparências em mutação”, mostrava, à época de Jesus, uma Jerusalém conturbada, em três dimensões,  mas que era entendida como “cidade verdadeira”. Porém, era unicamente uma ILUSÃO VERDADEIRA, pois, sendo uma “cidade espiritual e divina”, habitada por DEUSES, assim não podia ser percebida pelos seus habitantes, todos eles sujeitos ao HIPNOTISMO DE MASSA, que somente os fazia ver uma “Jerusalém” falsificada, uma expressão ilusória da CRENÇA EM DOIS PODERES, que dava a entender a todos que DEUS NÃO ESTIVESSE SENDO TUDO COMO TUDO!

Em vista disso, a Bíblia fala em “Nova Jerusalém”, referindo-se à Verdade evidenciada como a real cidade. Serve ela como exemplo do que ocorre com o resto do mundo, ou seja, um “mundo de ilusórias aparências”, enquanto, de fato, SOMENTE EXISTE O REINO PERFEITO E PERMANENTE DE DEUS, evidenciado sob as “camuflagens hipnóticas” geradas pela “mente carnal”.

É nesse sentido que o apóstolo Paulo deu a esta mente falsa o nome de “a inimizade contra Deus”.  A premissa básica do enfoque absoluto,  “DEUS É TUDO COMO TUDO”,  precisa se tornar o FOCO de nossa percepção, não somente em momentos contemplativos, como também sempre que “aparências” estranhas à harmonia tentem nos sugestionar e nos desviar do FATO PERMANENTE, QUE É A TOTALIDADE DE DEUS E DA PERFEIÇÃO!

“VER É SER”, diz o ensinamento absoluto. Esta afirmação é decorrência natural e direta da premissa de que DEUS É TUDO, e precisa ser praticada sem dividirmos olhos com as “aparências”. Caso alguém se veja no mundo, vendo, por exemplo,  várias pessoas pelas ruas, veículos em movimento, e outras coisas mais, não é Verdade que DEUS ESTEJA SENDO AS COISAS PRESENTES NAQUELAS APARÊNCIAS! APARÊNCIAS SÃO “MIRAGENS”, IRREALIDADES; NÃO HÁ DEUS NEM NINGUÉM PRESENTE NELAS!

“VER É SER” SIGNIFICA DESPREZARMOS AS “IMAGENS EM MUTAÇÃO” E FOCALIZARMOS AS “OBRAS PERMANENTES DE DEUS”, SUBJACENTES A ELAS! Que são as “aparências”? SÃO O NADA APARENTANDO OCULTAR A TOTALIDADE DE DEUS!  Portanto, devemos estar CONVICTOS da Presença única e permanente de Deus, sendo QUEM SOMOS e sendo o REINO EM QUE ESTAMOS, SEM QUAISQUER ENVOLVIMENTOS com as “aparências enganadoras”.

“VER É SER”, portanto, é nosso reconhecimento de que SOMOS O QUE VEMOS, E VEMOS O QUE SOMOS – A UNIDADE ESPIRITUAL PERFEITA! 

Nossa PERMANÊNCIA nos princípios absolutos, no reconhecimento radical e sem reservas de que, de fato, DEUS É TUDO COMO TUDO, faz com que nos fechemos às sugestões da ILUSÃO, obrigando a suposta “mente carnal” a projetar “imagens fenomênicas” condizentes com a harmonia do Absoluto.

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