“E, chegando Jesus às partes de Cesareia de Filipe, interrogou os seus discípulos, dizendo: Quem dizem os homens ser o Filho do homem? E eles disseram: Uns, João o Batista; outros, Elias; e outros, Jeremias, ou um dos profetas. Disse-lhes ele: E vós, quem dizeis que eu sou? E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. E Jesus, respondendo, disse-lhe: Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque to não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai, que está nos céus”.
Mateus 16: 13-17
Não menos importante do que Pedro, inspirado por Deus, ter acertado e revelado que “aquele diante dele”era O CRISTO, é também o DESVÍNCULO imediato, gerado pela própria revelação, que destrói e torna “nada” todas as demais hipóteses aventadas pela “mente carnal”, através dos discípulos.
O SER ÚNICO, DIANTE DE PEDRO, ESTAVA SENDO O CRISTO! NÃO ERA NEM JOÃO BATISTA, NEM ELIAS, NEM JEREMIAS, NEM “UM DOS PROFETAS”! E NEM “MORTAL” NENHUM!ERA O CRISTO, O FILHO DE DEUS VIVO!
Por que é relevante este entendimento? Por ser a “preparação de Jesus” para haver o entendimento da VERDADE, por parte dos discípulos, e de todos nós! Este desmantelamento da CRENÇA de que somos “alguém do mundo” faz, em cada um de nós, AFLORAR O CRISTO! A VERDADE QUE SOMOS! NÃO DEVERÁ RESTAR SEQUER
VESTÍGIOS DESTA CRENÇA MALDITA!
“Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me; porque aquele que quiser salvar a sua vida, a perderá, e quem perder a sua vida por amor de mim, a achará”(Mateus 16:24:25). Nesta fala, Jesus explica o propósito de seu Evangelho revelado pelo Pai, que é o de DESPERTAR O HOMEM PARA SUA PRESENÇA REAL“EM MIM”,NA “CASA DO PAI”, NA IMORTALIDADE DA “UNIDADE PERFEITA” EM QUE DEUS E TODOS OS SEUS FILHOS VIVEM EM TOTAL E PERMANENTE HARMONIA. PERFEIÇÃO E PLENITUDE!
Fica decretado o FIM DA CRENÇA EM “EU NASCIDO”, encarnado, reencarnado ou desencarnado, e isto, tanto “POR AMOR DE MIM”,do FILHO DE DEUS VIVO, QUE ETERNAMENTE SOMOS, como PELA NEGAÇÃO DA VIDA ILUSÓRIA, APREGOADA PELA “MENTE CARNAL”, TAMBÉM ILUSÓRIA.