O Verdadeiro Reconhecimento e a Cura

O
VERDADEIRO
RECONHECIMENTO E A CURA
(Transcrito de O Arauto da Ciência Cristã – Nov. 1997)
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Lembro-me de uma experiência que tive bem no começo de meu estudo da Ciência Cristã. A pedido de minha cunhada, uma de suas filhas, que havia tentado o suicídio, veio morar em nossa casa a fim de que eu a ajudasse através da oração. Era uma menina amável e vivaz, mas de tempos em tempos se com­portava de maneira estranha, trazendo sofrimento aos meus filhos. Esforcei-me seriamente para vê-la como Deus realmente a havia criado, como Sua ideia espiritual perfeita, mas certo dia ela se comportou de maneira tão insuportável que me vi obrigada a levá-la de volta para sua mãe. Mas não consegui fazê-lo. Pensei em como minha cunhada ficaria decepcionada, se lhe de­volvesse a filha sem que estivesse curada.

Desesperada, telefonei para um praticista da Ciência Cristã e lhe pedi ajuda através da oração. Disse-me que me volvesse diretamente a Deus, que me daria a resposta correta. Volvi-me a Deus de todo coração pedindo ajuda, e então ouvi, como se fossem palavras ditas em voz alta: “Não a trate sempre como se ela fosse perfeita, mas saiba que ela o é.” Apesar de minhas declarações de que ela era espiritual , uma filha de Deus, e por­tanto boa, no fundo eu não havia acreditado em minhas pró­prias orações. Eu havia continuado a pensar que ela era instá­vel. Naquele momento minha sobrinha veio dar-me um beijo. Fora curada de sua instabilidade e a cura foi permanente!

Eu havia aprendido que a verdadeira visão inclui a percepção espiritual e dessa percepção faz parte a compreensão de que o homem verdadeiro já é perfeito. Isso é válido para a nossa verdadeira natureza espiritual, mesmo que as circunstâncias  humanas não acompanhem essa percepção de imediato, Podemos comprová-lo de maneira  crescente através da oração e de uma obediência cada vez maior às leis de Deus. A Sra. Eddy, em seu livro Ciência e Saúde, explica:  A compreensão crística  acerca do ser científico e da cura divina inclui um Princípio per­feito e uma ideia perfeita – Deus perfeito e homem perfeito -­ como base do pensamento e da demonstração.”

Será que sempre prestamos atenção às mensagens de Deus, à inspiração que vem dEle? O ouvir atento é amplamente recompensado. Tanto o Antigo como o Novo Testamento contêm rela­tos de pessoas que falaram com Deus e seguiram Suas instruções. Quando Moisés, por exemplo, foi até a sarça que ardia no fogo e Deus o chamou: “Moisés, Moisés!” ele respondeu: “Eis-me aqui!”

E Deus disse: “Não te chegues para cá; tira as sandálias dos pés, porque o lugar em que estás é terra santa.” Em seguida recebeu a incumbência de levar os filhos de Israel para fora do Egito, tarefa que cumpriu com êxito.

Para que possamos atingir a perfeição espiritual, é indispen­sável sermos obedientes. Nem sempre precisamos de chamados audíveis para saber o que devemos ou não fazer. Podemos obter inspiração através da oração, através da comunhão silen­ciosa com o nosso Criador.

Reconhecer a realidade espiritual do ser, ouvir as instruções de Deus e segui-Ias, significa ver e escutar bem. Para nós, como filhos de Deus, isso é natural. Damos provas de um coração empedernido quando não vemos os outros como filhos de Deus ou quando não estamos atentos às instruções de Deus e não as seguimos.

Dissolvamos a dureza de nosso coração através da humil­dade, da obediência e do amor para que cheguemos a um reconhecimento cada vez maior de Deus e para que aprendamos cada vez mais acerca de Seu terno amor por nós. Como a Sra. Eddy o diz de maneira tão bela em Ciência e Saúde, o livro-texto da Ciência Cristã: “Em paciente obediência a um Deus paciente, trabalhemos por dissolver, com o solvente universal do Amor, a dureza adamantina do erro – a obstinação, a justificação própria e o egotismo – que faz guerra contra a espiritualidade e é a lei do pecado e da morte.”  A espiritualização do pensamento per­mite que reconheçamos a verdade que nos liberta. Assim adquiri­mos a capacidade de ver, de ouvir – e de curar.

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O Poder Superante do Destemor Divino-6

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PODER SUPERANTE DO
DESTEMOR DIVINO
Charles Fillmore

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FINAL
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Li uma vez num jornal médico um incidente que mostra o poder do pensamento. Um médico diagnosticou um caso de dois jovens que tinham ido procurá-lo para tratar-se. Ele ficou de comunicar-lhes o resultado por carta no dia seguinte. Escreveu, então, a um deles que não tinha doença alguma, mas disse ao outro que seu estado era muito grave, que se fosse para as montanhas poderia prolongar a vida por algum tempo, mas que seu coração estava em más condições e acabaria morrendo. Mas as cartas foram enviadas com os endereços trocados, de sorte que o rapaz sadio recebeu aquela que continha as palavras segundo as quais seu caso era perdido. Este imediatamente abandonou o trabalho e foi para as montanhas e em pouco tempo faleceu. Aquele, ao qual se destinava esse diagnóstico, recebeu, em vez disso, palavras segundo as quais estava perfeitamente sadio e em pouco tempo era a imagem viva da saúde. 

Tome cuidado com a espécie de pensamentos que você cultiva. Eles se irão acumulando em sua mente, e, se forem mal orientados, você começará a pensar que lhe estarão por sobrevir coisas terríveis ou que todos lhe são contrários. Pode você produzir um senso de insegurança em seu corpo, cedendo aos pensamentos atemorizadores. Sou de opinião que os terremotos são causados por temores da humanidade. Quando uma grande vaga de temor emitida pela humanidade atinge a terra, ela treme e se agita como um corpo tremente de carne.

Nada, porém, há a temer quando se conhece a divina proteção. Faça diariamente uma afirmação de que o poder do Espírito vai adiante de você e que nada poderá prejudicá-lo ou perturbá-lo. Então serão reconstruídas as paredes do templo de seu corpo, e a harmonia da divina perfeição aparecerá em você tal como aparece em Cristo Jesus.

F I M

O Poder Superante do Destemor Divino-5

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DESTEMOR DIVINO
Charles Fillmore

Somos seguidores de Jesus Cristo. Ele nos conduz a um novo reino. Todos os reinos antiquados estão desaparecendo. O reino de Cristo vem-se estabelecendo em todos os negócios dos homens. Quando entendermos o fundamental princípio unificador da Mente, quando soubermos que todos nós somos uma só família, todas as ideias agressivas serão postas de lado e por toda parte se restabelecerá a paz.

Mas nós, que somos vencedores, precisamos resistir por princípio. Deus é Espírito. Deus é tudo e nEle temos divina liberdade. Já não estamos numa servidão de uma lei que destrói. Já não nos unimos à oposição, negação, ignorância e escuridão, mas sim ao Deus Universal. Afirmações positivas dar-nos-ão nova têmpera, tornando-nos intimoratos.

Disse uma vez um homem ao médico: “Como pode o senhor resistir à constante associação com a doença?” A resposta foi:“Vejo apenas o lado curativo”. Adotemos esse pensamento de saúde como realidade. A saúde provém da compreensão da divina lei e da obediência a ela. Muitas pessoas fazem em seus lares preparativos para a doença. Têm os armários cheios de remédios, e alguns têm um quarto extra aparelhado como um pequeno hospital. Têm os pensamentos voltados para o sentido da doença e alguém há de adoecer para que se cumpra a lei mental que eles desencadeiam. Precisamos alterar essa lei, vendo todos como sadios. Cumpre sempre esperar a saúde em nós mesmos, em nossa família e em todos mais. Pense na saúde universal e não abrigue em sua mente pensamentos de doença.

 

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O Poder Superante do Destemor Divino-4

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DESTEMOR DIVINO
Charles Fillmore

Não lute. Não seja sequer agressivo. Nehemias orou e armou-se, mas não saiu a lutar. Ore e arme-se com a Palavra, que é a espada do Espírito, prosseguindo em seu trabalho. Não admita a ideia de que precisa lutar. Se você for um com Deus Onipotente, saberá que tem ao seu lado todo o poder do universo e que nada lhe poderá ser contrário. Nada terá você a fazer com os inimigos. Assim, tome posição, na certeza de que não há resistência ao trabalho de saúde e de harmonia que se processa em seu corpo e em seus negócios.

Às vezes, porém, verificamos que as próprias pessoas com quem privamos nos chamam de volta à negação. Esses pensamentos, na realidade, são os mais difíceis com os quais se lidar, pois ficam muito perto de nós; poderão estar em nossa família ou naqueles que eram nossos companheiros antes de compreendermos a Verdade. Vêm ter a nós de modo sutil e dizem-nos dez vezes, de cada lugar: “Deveis retornar a nós”, “Não podeis fugir de nós”. Provavelmente você não ouvirá isso nessas mesmas palavras, mas tais pensamentos estarão carentes de regeneração e de força, de sorte que deles provirão sugestões de dúvida e temor. Deverá você cultivar poder e impavidez, firmando-se na força do senhor.

Jesus não iria a Jerusalém enquanto não estivesse preparado. Primeiro se firmou ele inabalavelmente em Espírito, lançando ao recesso das células de seu corpo o consciente da vida onipotente até que elas se tornassem obedientes É esse o trabalho que todos nós devemos executar. A vida eterna não vem de fé cega.

Não raro, assaltam-nos esses pensamentos carnais, dizendo: “Oh…você tem de retornar à escravidão da morte. Cada um tem de morrer, cada um tem de adoecer!” Ouvirá você essas afirmações de todos os lados; a atmosfera mental é sufocada por causa delas. Firme-se, porém, na Verdade. Saiba você que disse Deus: “Segue avante!” Revista-se da verdade da nova vida e faça questão cerrada de perseverar.

 

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O Poder Superante do Destemor Divino-3

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Charles Fillmore

Tem você algo a fazer por si mesmo. Se você quiser que alguém lhe dê pílulas, ou eletroterapia, ou, ainda, se vê um passo além e deseja que alguém lhe ministre tratamento para restituir-lhe a saúde, não estará você cumprindo a divina lei. Todo homem está sujeito à lei, e, pois, precisa aprendê-la e guardá-la por si mesmo. Todas as condições de que não gostamos foram criadas pelos nossos próprios pensamentos e só poderão ser remediados através da disciplinação destes em moldes verdadeiros. Não podemos transferir nosso fardo a outrem. Comemos nosso próprio alimento e respiramos o nosso próprio ar. Compreendemos claramente que não pode outrem comer e respirar por nós. Se fôssemos à escola estudar música, haveríamos de esperar que o trabalho fosse feito por nós mesmos. Não poderíamos sentar-nos e deixar o professor tocar para nós, saturando-nos de música até o ponto de tornamo-nos músicos. O mesmo se dá em relação à cura. Não podemos deixar outrem saturar-nos de medicamentos ou de afirmações metafísicas e esperar saúde verdadeira e permanente. A cultura individual é absolutamente necessária. Cada um deve lançar mão da verdade por si mesmo, observando a lei espiritual em cada um de seus pensamentos; precisa reparar o corpo, restaurando-lhe a glória que lhe é inerente como templo do Senhor. Se tivermos a mente voltada para essa direção, será fácil o trabalho. Comece com a proposição de que você ama o seu trabalho, ama a observância da lei e ama a conformidade de todos os seus pensamentos com ela. Então você vencerá facilmente a indiferença do mundo à sua demonstração espiritual.

Ao começar o trabalho de reconstrução dos muros do seu corpo, encontrará você alguma reação. Há de ver, em sutil oposição, árabes, amonitas e vários pensamentos bárbaros, indisciplinados, nos domínios de sua civilização. Chegam até a fazer incursões em seus sonhos. Qual o remédio? Destemor divino. Quando você souber que há apenas u’a Mente e que essa Mente é todo-poderosa, nada terá a temer. Firme-se então no destemor espiritual. Não fique na dependência de coisa alguma, fora de você mesmo, para salvá-lo. Tome ativa parte no trabalho, recorrendo ao Espírito que habita em seu ser e unindo-se conscientemente a Ele. Ao sentir-se invadido por pensamentos de temor, diga: “Não me atemorizam esses pensamentos todos. A bondade do Onipotente Deus reina em minha mente”.

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O Poder Superante do Destemor Divino-2

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DESTEMOR DIVINO
Charles Fillmore
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Às vezes somos inquiridos acerca da autoridade com que damos a essa escritura a interpretação de reconstrução do corpo. Não reconhecemos nenhuma outra autoridade que não a do Espírito da verdade, e todo homem pode falar com segurança quando guiado por esse Espírito. Jesus, que era guiado pelo Espírito da verdade, disse aos judeus que poderiam destruir o templo, que Ele o levantaria em três dias. Disseram eles então que tal afirmação era absurda, e  que quarenta e seis anos foram consumidos na construção do templo. “Mas ele falava do templo de seu corpo”. 

Se Jesus se referia a Seu corpo quando falava do templo, pela mesma razão interpretamos essa lição como a significar a renovação dos muros do verdadeiro templo de Deus, que é o corpo do homem. O que nos importa saber é que nosso corpo necessita de restauração. A doença anda à espreita pela terra. É difícil encontrar homem ou mulher realmente sadio. Reveste-se, pois, de muito maior importância para nós saber como reconstruir os muros do templo de nosso corpo do que estudar essa escritura como estória. Mas se pudermos ver nessa estória uma lição ilustrada do trabalho que todos nós devemos executar, então o relato da escritura nos será de valor.

No começo mesmo desta estória-lição conta-se que “o coração do povo se inclinava a trabalhar”. Se você realmente quiser saúde, precisa ter um espírito inclinado a obtê-la. Todas as parábolas dos profetas mostram os movimentos da mente, e os metafísicos não têm dificuldade para discernir o sentido das ilustrações que nelas se encerram. Precisa você estar “inclinado”, ou seja, propenso ao trabalho mental e físico que se faz mister executar. Se houver uma simples ruptura, em qualquer parte de seu revestimento carnal, se houver o mínimo desvio da perfeição divina, então as paredes do templo de seu corpo estão derrubadas e impõe-se sua reconstrução. A primeira ruptura foi mental; a primeira medida em prol da restauração é também mental, a segunda é física. Importa, porém, que primeiro você tenha inclinação para o trabalho. Encontramos pessoas que gostariam de ser reconstruídas e perfeitamente sadias, mas são mentalmente preguiçosas. O único modo de ser sadio consiste em assumir atitude mental em consonância com o princípio de saúde que constitui a base de toda existência.

 

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O Poder Superante do Destemor Divino-1

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O
PODER SUPERANTE DO
DESTEMOR DIVINO
Charles Fillmore 

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Está escrito na Bíblia que “a cada um lhe servirá de peso a sua própria palavra”. Significa isso que todos os fardos têm por alicerce o pensamento. A ser isso assim, – e sabemos por experiência que o é – devemos dedicar grande parte da nossa atenção a disciplinar nossas ideias.

Pelo poder do pensamento, não só criamos estados de espírito, mas também nos envolvemos em uma atmosfera proveniente dos outros, para estabelecer uma condição que propicia o bem ou o mal, conforme seja o caráter das nossas ideias.

Incumbe, pois, a todas as pessoas que ensinam a doutrina de Jesus Cristo, a verdade intrínseca do homem, colocar todas as ideias em correta ordem. Se nos confinamos à atmosfera dos pensamentos humanos, precisamos libertar-nos e criar nova atmosfera mental. É esse o trabalho que nos esforçamos por executar.

Podemos admitir que certas causas são verdadeiras, mas nem sempre é fácil demonstrá-las. Sabemos, contudo, que podemos projetar o poder do pensamento e demonstrar o que seja que desejamos, se formos fiéis. Muitas pessoas se sobrecarregam com pensamentos de medo. Por vezes, nem sabem o que temem: os temores lhes sobrevêm da atmosfera mental.

Como vencedores que somos, acabamos com os nossos próprios temores e eliminamo-los da humanidade. Podemos estabelecer-nos em divino destemor através da negação de todo medo ou causa que o determine e da afirmação da presença e da coragem da Mente divina. Deus é a fonte de todo bem e nEle não há temor, “Estando em Ti, não temo o mal”. Tomemos estas palavras e estabeleçamos, agora mesmo, uma atmosfera mental de destemor.

No livro de Nehemias temos um relato da reconstrução dos muros de Jerusalém. Nehemias, um hebreu cativo na Babilônia, ao saber que os muros de Jerusalém haviam sido derrubados e as suas portas destruídas, obteve permissão para restaurar as defesas. O quarto capítulo fala da oposição que os edificadores encontraram em seu trabalho, mas está escrito que “o coração do povo se inclinava a trabalhar”. Eu pediria a atenção do leitor para isso como tema principal. Os árabes, os amonitas e os bárbaros à volta de Jerusalém opunham-se à construção dos muros, porque os mantinham fora da cidade, e enviaram mensagens aos judeus ameaçando matá-los se prosseguissem na reconstrução. Nehemias, porém, continuava orando e trabalhando.

Dentre aqueles que ofereciam oposição a Nehemias havia certos filhos de Israel que não tomavam interesse no trabalho nem tinham fé na reconstrução. Dez vezes, disseram eles, de todos os lugares: “Deveis retornar a nós”. Mas Nehemias orava a Deus e encorajava o povo, e continuavam com o trabalho de restauração. Tudo isso ilustra o trabalho que se processa dentro de todos nós, quando nos compenetramos de que o corpo é deveras o templo do Deus vivo  e somos Sua cidade escolhida.

 

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“Veja os Céus Se Abrirem”

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“VEJA
OS CÉUS SE ABRIREM”
Dárcio

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Enquanto alguém se mantiver envolvido apenas com objetivos humanos ou terrenos, estará aparentemente sob “céus fechados”, sem ter olhos para a presença do “Sol da Eternidade”. Certa vez, falando com uma pessoa ao telefone, ela me disse:  – Você já ouviu falar de um livro que explica o “Método de Jesus Cristo para desenvolver empresas”? Respondi a ela: “E quantas empresas Jesus criou com este método dele?”Infelizmente a maioria das pessoas  não “vê os céus se abrirem”, vivendo completamente envoltas por pesadas nuvens chamadas “realizações terrenas”. Querem fazer da Verdade os meios de desenvolver as “mentiras”, enquanto deveriam se empenhar por “conhecer a Verdade” pela liberdade eterna que a Verdade traz. A única realização verdadeira do homem está em sua própria realização espiritual. O resto é “nada”. Podemos notar, pela Bíblia, que todo o tempo de que dispunha para orar, Jesus o empregava para isso. Não tinha outro objetivo, senão o de se conservar no Reino e chamar os demais para dentro deles mesmos! Esta meta foi o que lhe propiciou passar pela experiência iluminada: “E viu os céus se abrirem, e o Espírito descer como pomba sobre ele. E foi ouvida uma voz dos céus: és meu filho amado: em ti me comprazo” (Mc, 1: 10).

Você “trabalha pela comida que não perece”? Ou acredita estar em “mundo terreno” para realizar objetivos materiais? Se sua meta parte da Verdade, ela já está concretizada! Isto porque a Presença de Deus é eternamente a SUA Presença, e VOCÊ, quando consciente disso, vê “os céus que jamais estiveram fechados”, a Verdade eterna de que “ilusão é nada”, porque DEUS É TUDO!
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Não Faça do Tempo um Deus!

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NÃO FAÇA DO TEMPO
UM DEUS!
Dárcio

Quando estudamos a Verdade absoluta, entramos em contato com a Revelação de que DEUS É TUDO! Por que a maioria passa anos “conscientizando” esta Verdade sem dar mostras de sua veracidade na própria vida? Por atribuir poder ao tempo! Mas este suposto “tempo” é mera sugestão hipnótica que a ilusória mente carnal cria e tenta nos impor! 

Vários autores metafísicos, que se dispuseram a expor à humanidade esta revelação, com o “passar do tempo”, infelizmente, passaram também a adequar a própria revelação ao tempo. Sem que percebessem, a crença mesmérica de que o tempo existe foi se infiltrando, e a Totalidade de Deus foi sendo vista como “meta a ser atingida” ou como “dependente do tempo” para Se revelar por completo a cada um de nós. Dessa falsidade inicial vieram as seguintes, ou seja, de que “um dia” seremos como Jesus Cristo”, “um dia” discerniremos a nossa inteireza em Deus, sempre “um dia”, “um dia”, “um dia”! MENOS AGORA! Eis a ILUSÃO aceita!

Deus é TUDO exatamente AGORA! Deus é a totalidade de nosso ser exatamente AGORA! Qualquer frase que negue esta totalidade de Deus como o INFINITO PRESENTE, ou como O INFINITO JÁ PRESENTE COMO O NOSSO SER, é ILUSÃO! Acreditar que a Verdade depende do “tempo aceito pela mente carnal” é fazer do tempo um deus! Acreditar que a mente está em processos evolutivos, em estágios crescentes de consciência, é acreditar no “poder do tempo”. Mas, estas pessoas em diferentes estados de consciência não são vistas por quase todos? São! Mas não por aqueles que conhecem a Verdade! Estes são a minoria chamada por Jesus de “bem-aventurados”, por ter acreditado sem ter visto!  Por que? Porque “o visto” é aparência e não realidade! A aparência depende do tempo, a realidade não!Esperar que “a presença de Deus seja reconhecida”, para que possamos agir em nosso momento presente, é, mais uma vez, acreditar no “poder do tempo”.

Devemos colocar o machado à raiz da árvore:  “O TEMPO NÃO EXISTE! DEUS É O ÚNICO PODER AGINDO EM TODOS NÓS, EXATAMENTE AGORA! As trevas se dissipam diante da Luz reconhecida! Paulo diz, na Bíblia, que “recebemos o espírito de Deus e não o espírito do mundo”; isso significa que não temos a mente carnal ilusória que acredita no tempo! “Temos a Mente de Cristo”, dada por Deus, para discernirmos espiritualmente o AGORA que nos é dado gratuitamente por Deus. A revelação é clara! DEUS É TUDO! TUDO É DEUS! O que a mente humana vê, não pode ser visto por nós, que não a recebemos de Deus; por outro lado, o que a mente humana não vê, é o que VEMOS naturalmente, aqui e agora, pela Mente que somos, idêntica à de Cristo, tal como a Bíblia nos revela! E o que vemos, aqui e agora, é unicamente PERFEIÇÃO! Não por esforços mentais, mas pela GRAÇA!

Há casos em que a crença no tempo faz com que alguém fique “aguardando cura”, “aguardando sentir-se melhor para sair de casa”, “aguardando ficar mais disposto”, etc. MACHADO À RAIZ DA ÁRVORE! DEUS É PODER ÚNICO! AQUI E AGORA! O “poder do tempo” é NADA! Ilusão não disputa poder ou presença com a ONIPRESENÇA ATIVA E PERFEITA! “Levanta-te, toma o teu leito e anda”, disse Jesus ao suposto paralítico. E ele andou! Por que? Por ter dado crédito à Voz da Verdade! Por ter deixado de aceitar os impedimentos ilusórios que, até ali, o vinham aprisionando! O Cristo é a Verdade eterna, sempre nos mandando sair do leito de crenças falsas para andarmos como Luz do Agora! De cada um de nós uma coisa sempre se requer: TOTAL RECEPTIVIDADE INTERNA À ORDEM DIVINA!

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O Impostor

O
IMPOSTOR
Dárcio
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Quando revelamos que DEUS É TUDO, muitos pensam que, para poder vivenciar esta Verdade, teriam que anular a chamada personalidade humana. Desse modo, o estudo da Verdade, que deveria libertá-los, torna-se um fardo pesadíssimo. Quando fazem algo certo, usam a falsa humildade e atribuem a ação a Deus, isto quando não se julgam “servos inúteis”, considerando que a “boa ação” não passaria de mera aparência, algo sem valor. Quando erram, sentem-se arrasados intimamente, caindo em autoanálises rigorosíssimas, alimentando sentimentos de culpa que os conduzem a desejos inconscientes de autopunição. O tempo passa, eles persistem nessa crença de “anular o ego”, o que acaba se tornando verdadeira obstinação. O mais grave é encontrarmos vários ensinamentos endossando essa prática ilusória e de meta inatingível: querer anular algo que jamais existiu! 

O estudo da Verdade não é um fardo, mas o alívio imediato de todos eles. O estudo é uma Auto-Revelação divina, e não o cumprimento de objetivo “humano” de se iluminar! Se existe unicamente Deus, QUE OUTRO SER PODERIA ESTAR SENDO A SUA IDENTIDADE?

Se um diamante legítimo estivesse sendo confundido com um falso, teríamos de anular o falso para termos o verdadeiro? Não; bastaria a percepção imediata de que apenas o verdadeiro é o existente. Esta é a base de nosso enfoque: EXISTE SOMENTE DEUS! O suposto ser humano, dotado de mente humana e desejoso de conhecer a Verdade, este é um impostor! Talvez ele até estivesse dando-lhe a impressão de ser você! Entretanto, DEUS É VOCÊ! Caso contrário, a ONIPRESENÇA seria uma mentira!

Aparentemente falando, um impostor vinha se fazendo passar por você. Este “ser ilusório”, tal como um espectro, parecia ocupar o local em que Deus está agora ocupando para ser VOCÊ. Como anular este impostor? Crendo em sua existência? Aceitando que ele, além de ter nascido, vai crescer, morrer, reencarnar e evoluir aos poucos? Qual era a origem do diamante falso? Qual será o destino dele? AQUILO QUE É FALSO NÃO TEM ORIGEM NEM DESTINO, POR SER NADA! AQUI, AGORA E SEMPRE!

Há casos em que o impostor se diz “instrumento de Deus”, “servo de Deus”, “canal de expressão de Deus”. Poderia o imperfeito servir de instrumento para o Perfeito? Poderia o “nada” servir de canal para o TUDO? Poderia a sombra servir para expressar a luz? Se houver a percepção de que o suposto “imperfeito” é o Perfeito; de que o nada é o Tudo; de que a sombra é a Luz, equivalerá à percepção de que o suposto “diamante falso” já é o legítimo. Assim, em nosso caso, equivalerá à percepção de que o suposto impostor (ego) já é Deus.

Não dissemos que o “ego humano”,visto pela mente carnal, é Deus; dissemos que, pela admissão da nossa Mente como idêntica à de Cristo, discernimos nosso Eu Real, divino, exatamente “no ponto” em que este “impostor” parecia estar presente e sendo o nosso eu. Resumindo, a questão é “trocar de mente” e não de se anular algo que não existe.

Quando o deserto parece conter água do lago de uma miragem, o “impostor” (água) é percebido como sendo a areia (Realidade). A água apenas parecia estar presente para a “mente iludida”. A ideia de que seria preciso “anular a água” para vivenciar a presença da areia corresponde à descabida intenção de “anular o ego” para vivenciar a Presença de Deus sendo o Cristo como cada um de nós.

Assim, partimos radicalmente da Verdade Absoluta: DEUS É TUDO; DEUS É A TOTALIDADE DE “NOSSO” SER, AQUI E AGORA. Esta Revelação está em Colossenses; 3:11: “MAS CRISTO É TUDO EM TODOS”. A percepção de que não somos o “impostor” elimina pela raiz a culpa, o autojulgamento e a autopunição, fatores pertencentes a um mundo-miragem, desconhecido por Deus.

A base da percepção espiritual é a admissão incondicional da EXISTÊNCIA ÚNICA DE DEUS; pois, com ela, podemos dizer sem vacilar: DEUS É A ÚNICA CONSCIÊNCIA; DEUS É A CONSCIÊNCIA QUE EU SOU; logo, a CONSCIÊNCIA ILUMINADA ESTÁ SENDO A MINHA CONSCIÊNCIA!

Em Mateus 16:32, podemos ler: “Portanto, qualquer que me confessar diante dos homens, eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus.”

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(De A Arte da Percepção – Cap. 21)
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COMENTÁRIO

Eu prefiro a espíritosexualidade!!!!
essa é uma bandeira onipresente perfeita pra ser “percebida”.

Lúcio

RESPOSTA

A questão, Lúcio, nesse caso, deixa de ser a  “preferência”,
e passa a ser a seguinte:  “quem” é este “eu”?…

Esta será tarefa sua!
Abçs cósmicos…

Dárcio.

 

Deus, Fonte Eterna de Toda a Existência

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DEUS,
FONTE ETERNA DE TODA A
EXISTÊNCIA
Dárcio

A “pedra angular” do estudo da Verdade está na aceitação absoluta de que “o nascimento não existe”. O  chamado “nascimento do homem” é o maior “trote” possível de se imaginar! Jamais o homem teve começo ou fim, e, muito menos na ilusória “matéria”. Mas, esta Verdade ficou distante do interesse da maioria, mesmo com Jesus dizendo categoricamente: “Não chameis de pai a ninguém sobre a face da terra, porque um só é vosso Pai, que está nos céus” (Mateus 23: 9). 

Sem a crença em “nascimento”, a palavra “morte” perde todo o sentido! O que não nasce não morre, obviamente, e esta percepção revela a Vida eterna, a Vida que somos: Deus vivendoa Vida única, de modo pleno e absoluto, alheio a todas as crendices aceitas a respeito da vida pela ilusória “mente humana”.

A Bíblia é um tratado que objetiva acordar o homem do sono hipnótico que o faz sonhar ter nascido em mundo material. Este “acordar” não poderá lhe vir da “mente que dorme”, mas da Mente real e divina, a Mente onipresente que já está “desperta” como o seu verdadeiro “Eu”. Quem ler estas revelações sem permitir que elas sejam “Voz interior” para si mesmo, somente acumulará uma ideia a mais na “mente que sonha”; entretanto, aquele que se sentir tapeado pela crença coletiva, e se decidir por ficar livre dela, fará destas revelações sua “bússola” condutora ao “tesouro escondido no campo”, que é seu perfeito, eterno e verdadeiro Eu, já pronto, aqui e agora, e já sendo a sua identidade absoluta, por detrás de um mero “véu de crenças fraudulentas” chamado ILUSÃO.

Repudie as crenças de ser alguém “nascido da carne”. Com “coração de menino”, pratique o “Silêncio” dentro da aceitação incondicional de que “seu Eu” está em Deus, é “um com Deus” e é mantido por Deus. Exclua todo suposto vínculo de sua existência com “vida terrena”. Deseje, nestas “contemplações silenciosas”, unicamente discernir sua natureza divina, já plena e já no paraíso. Sua dedicação, na prática desta Verdade, o fará conhecer o Fato verdadeiro de que Deus é Tudo, e que nós  todos, em unidade perfeita, somos unicamente o Ser que Deus É!

 

 

 

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Identifique-se Como Sendo Unicamente o Cristo

IDENTIFIQUE-SE COMO SENDO
UNICAMENTE O CRISTO
Dárcio

Suponha que um professor chegue à escola para dar aula e alguém o tente impedir, dizendo-lhe: “Você não é professor!”. Qual seria a atitude dele, diante de uma afirmativa mentirosa desse tipo? Ficaria encolhido, quieto, acomodado, aceitando passivamente aquela negação de sua condição verdadeira de professor? É óbvio que não! Ele se indignaria, repudiaria a mentira, tiraria em exibição as provas de sua identificação profissional e faria valer os seus direitos! A mesma coisa, e com muito mais veemência, deve fazer o estudante da Verdade, em sua admissão e identificação como “Cristo”. Isto porque o mundo não aceita a Verdade sobre nós, enquanto, através de uma avalanche de conceitos e mentiras, repudia a visão correta de nossa real identidade crística, ou a de nossa presença segundo o que  realmente somos, do ponto de vista de Deus. 

Unicamente a visão iluminada pode dar testemunho do que somos. Por isso, ao ser reconhecido por Pedro como sendo o Cristo, Pedro foi lembrado por Jesus de  aquela Verdade não lhe ter sido revelada pela mente humana (carne), e sim pela presença de Deus nele (Mente divina).

O Cristianismo é a revelação do Cristo como a identidade real e eterna de todos nós. “Cristo é tudo em todos”, disse Paulo (Colossenses 3; 11). Esta identificação correta requer renúncia total à incorreta, ou seja, à errônea identificação de nossa existência com humanidade, com seres nascidos, mutáveis ou mortais. “O que é nascido da carne é carne, o que é nascido do Espírito é Espírito”, diz a Bíblia. Não temos duas identidades, uma crística e outra humana! “Quem me vê a mim, vê o Pai”, disse Jesus. E, foi esta a visão de Pedro, quando identificado com a Mente divina! Olhando para Jesus, disse-lhe: “Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo”.

Enquanto você não se identificar unicamente com o que VOCÊ É, abrindo brechas de aceitação da ilusão mesmérica, estará acomodado à mentira como ficaria aquele professor, caso não tomasse providências para comprovar que, de fato, era professor! A única diferença está em que esta “prova da Cristicidade” é feita dentro de você, através de um trabalho interior que faça calar toda a mentirada a seu respeito! Nesse sentido, estudar a Verdade é VOCÊ SE IDENTIFICAR COMO SENDO UNICAMENTE  O CRISTO, dentro de você mesmo, através de atitudes mentais e místicas que façam valer sua real identidade. O mesmerismo lhe chega através da suposta “mente humana”, mas “temos a Mente de Cristo”, revela a Bíblia. Assim, afirmar a “Mente real”  e negar a “mente falsa” são os passos iniciais, e, para isto, contamos com a Ciência Mental, que nos explica como lidar com a ilusória mente humana enquanto estudamos e contemplamos a Verdade Absoluta de que “Deus é Tudo”. As “mentalizações”, que fazem uso de afirmações da Verdade e negação do erro, são instrumentos de erradicação de crenças coletivas não condizentes com a Verdade. Exemplificando, se afirmamos “Sou saudável; a doença não existe!”, preparamos campo para a Verdade absoluta de que “Deus é o ser que somos”, enquanto parecemos estar usando “mente humana”. As repetições e programações mentais atuam nas crenças coletivas enraizadas em cada um, todas falsas, permitindo a presença unicamente de ideias ou conceitos que correspondam à Verdade. Se em Deus nunca somos “seres doentes”,  este Fato absoluto, através da Ciência Mental, é afirmado, repetido e trabalhado, até que não mais fiquemos cegamente à mercê da “ilusão de massa”. Há autores que menosprezam e até condenam o “mentalismo”, como se fosse  prática abominável, e, dessa forma, a “ilusão de massa” deixa de ser combatida, em seu lado negativo, dentro da própria crença e pelo próprio estudante! Tais autores pregam unicamente a “contemplação” sem uso da Ciência Mental, contando unicamente com a identificação direta com o  “Eu divino”. De fato, a “contemplação” é o Caminho! Porém, uma coisa não exclui a outra, uma vez que a ação mental e a ação contemplativa trabalham numa só direção! É certo que, a cada “contemplação absoluta”, nos desvencilhamos das crenças coletivas; mas, também é certo que, se empregarmos o “mentalismo”, a manutenção dos efeitos contemplativos na vida cotidiana será facilitada. Portanto, devemos nos identificar como sendo o Cristo, afirmarmos esta Verdade, negarmos toda e qualquer ideia de que somos “seres humanos” e, dedicadamente, entrarmos na “Pratica do Silêncio” para contemplarmos o que mentalizamos. Este é, no meu entender, o estudo completo e a maneira mais eficaz de alguém “permanecer em MIM” ou poder dizer, como disse Paulo: “Não sou mais eu, o CRISTO vive em MIM”.

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A Força Vital da Videira Se Expressa Como Ramo

A
FORÇA VITAL
DA VIDEIRA SE EXPRESSA COMO RAMO
Dárcio

Jesus explicou a Verdade usando a”videira e os ramos” como analogia. A mesma força vital presente na videira está em seus ramos. Não há mais vida num deles do que noutro, enquanto o ramo considerado se mantiver ligado à videira. Quando meditamos, devemos partir da Vida global – Deus – como toda Vida em manifestação infinita; e então, simplesmente reconhecer que a força vital do Uno Se expressa integralmente como a força vital que individualmente somos. Quando mais simples e direta for a “contemplação” desta Verdade absoluta, mais eficaz ela se mostrará. 

Assim como a Videira e o ramo são um, Deus e VOCÊ são um! Não lute para “obter” o que VOCÊ JÁ TEM; não se esforce para “ser” o que VOCÊ JÁ É! Contemple o Fato absoluto: Deus é TUDO! E, onde VOCÊ está, está unicamente Deus, e TUDO que Deus É!

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Jamais se Avalie Segundo “Estágios de Consciência”

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JAMAIS SE AVALIE
SEGUNDO “ESTÁGIOS DE CONSCIÊNCIA”
Dárcio
 

Quem estuda a Verdade deve se ater à Verdade, e isto de modo absoluto ou radical. A Verdade é que DEUS É TUDO, e que inexiste suposta “humanidade” coexistindo com a Onipresença divina. Mesmo que haja ensinamentos falando em “estágios de consciência”, que seriam supostos “graus de evolução do ser”, um julgamento dessa natureza é ILUSÃO! Mesmo enquanto as pessoas se viam como humanos imperfeitos, Jesus dizia: “Sois a Luz do mundo (…).colocai a VOSSA LUZ no alto…” Não buscava palavras dentro da “lógica comum”, mas sim pregava as “loucuras de Deus”, assim vistas pela ilusória mente humana!

Jamais VOCÊ passa por “estágios de consciência”, assim como jamais um diamante se altera tendo em vista contínuas remoções de terra que com ele se misturam. Alimentar a crença em “estágios de consciência” significa negar a Verdade absoluta de que DEUS É TUDO, que somos a Vida de Deus Se expressando como ser individual e que o “tempo não existe”. Firme-se nos princípios da Verdade, e não em “aparências”. Isto, em termos práticos, significa “colocar a SUA LUZ no alto do alqueire”, que é admitir, aqui e agora: “Eu Sou Consciência iluminada”, e não “mente ilusória” que capta o vazio “mundo da ilusão”.

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O Filho de Deus

O
FILHO DE DEUS

Lillian  DeWaters
 

Qual foi o grande e oculto mistério na vida e no ensinamento de Jesus? Que lhe atribuía poder todo-poderoso, luz infalível e sucesso triunfal em toda iniciativa e em todas as vezes? Somente a REVELAÇÃO DIVINA poderá responder.

Jesus teria dito que seu  conhecimento perfeito provinha de seu pensamento pessoal ou de sua aplicação da Verdade? Deixou declarações para serem usadas com o objetivo de demonstrar ou praticar a Verdade? Teria ensinado que somos imagens, ideias ou pensamentos de Deus? Ou mentes ou consciências individuais? Teria dito que somos diferentes dele, ou que chegaríamos ao conhecimento da Verdade de alguma outra maneira? As respostas são todas uma só: Não. Jesus não fez nada disso.

No decurso do Novo Testamento, inúmeros versículos nos garantem que o FILHO DE DEUS é nosso único Salvador, nosso único libertador do pecado, sofrimento e morte. Enfaticamente, eles declaram que temos a Vida eterna somente pelo conhecimento do FILHO. Consideremos o seguinte:

“E o testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está em seu Filho. Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho não tem a vida.” (João 5: 11,12).

Como são taxativas e definitivas estas frases! Quando por Revelação Divina temos seu sentido místico exposto, elas se mostram contenedoras de Luz e Glória tão impressionantes, tão todo-transcendentes, que nada será capaz de contradizê-las.

Em termos inequívocos, estas palavras declaram que nossa Vida Eterna está no Filho. Como a ideia geralmente aceita do Filho (que o vê como um homem-salvador, ou mente-salvadora), jamais trouxe ao mundo uma compensação plena, ainda resta um entendimento místico bem mais profundo para ser discernido espiritualmente.

Quando nos capacitarmos a traduzir as palavras “esta vida está em seu Filho” para a linguagem do Absoluto, saberemos o segredo do sucesso de Jesus: quem ele era, quem nós somos—e o que faremos para segui-lo.

De todos os personagens bíblicos, Jesus foi o único a se identificar como o PAI! Disse ele: “Se vós me conhecêsseis a mim, também conheceríeis a meu Pai; e já desde agora o conheceis, e o tendes visto… quem me vê a mim vê o Pai”. (João 14:7, 9). O FILHO DE DEUS identificou-se verdadeira, perfeita e espiritualmente como o PAI. Portanto, na linguagem do Absoluto, este é o significado de Filho: Auto-Identificação.

AUTO-IDENTIFICAÇÃO é ABSOLUTA-Identificação—o Eu conhecendo a Si mesmo em cada um—“o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” (João 1:29).

A maneira, e a maneira única, de nos conhecermos verdadeiramente é através da Auto-revelação, AUTO-ILUMINAÇÃO, Auto-Conhecimento—AUTO-IDENTIFICAÇÃO—apagando o sonho de existência humana, juntamente com todo o seu conteúdo de pecado, doença e morte.

“Se, pois, o Filho (Auto-Identificação) vos libertar (revelar a você a Luz plena da Existência), verdadeiramente sereis livres.” (João 8:36). Qualquer que nega o Filho (rejeita a Identificação Absoluta), também não tem o Pai (não é iluminado): e aquele que confessa o Filho (identifica-se como o próprio Caminho, como fez Jesus), tem também o Pai (penetra no mistério do Reino).” (I João 2:23).

Quando, de Coração e Alma, somos capazes de dizer: “Eu e Meu ser somos UM, EU SOU o Eu perfeito; EU SOU Consciência Pura; EU ESTOU no Reino; EU SOU o Infinito; EU SOU AQUELE QUE SOU”, então nós TEMOS o FILHO DE DEUS, e a Vida eterna.

Um só Caminho irá ficar—o Caminho do Verbo feito carne, o Caminho do Filho no seio do Pai, o Caminho do Pai e Filho sendo o mesmo Um, o Caminho de manifestarmos a NÓS mesmos como NÓS PRÓPRIOS. Nenhuma outra prece pode dizer: “Eu sei que Tu sempre me ouves”.

Os caminhos do mundo serão transcendidos, um só Caminho irá permanecer: o Caminho “EU SOU”. Este Caminho-Único é nossa própria Vida—não a Vida como uma emanação, não a Vida como uma expressão, não a Vida como uma imagem ou um reflexo, mas a Vida como a própria Vida em Si!

Somente a Auto-Identificação satisfaz. Auto-Identificação é o Eu-Único conhecendo a Si mesmo como todas as identidades. Quando passamos a ver e aceitar nossa única Realidade como sendo o Eu em Si, assim como os raios de luz são o sol em si, tal como Jesus, nós nos identificamos verdadeiramente como o Filho de Deus, a Luz Auto-reveladora.

A Auto-Identificação anula simultaneamente o senso de separatividade e de dualidade—assim como o despertar simultaneamente põe fim ao sono e ao sonho.

A Auto-Identificação interpreta os mistérios ocultos, “coisas ocultas desde a fundação do mundo”. (Mateus 13:35). A Bíblia pode ser aceita literal, simbólica e metafisicamente; porém, somente quando a Auto-revelação nos envolve em Sua Luz, podemos compreender o real, o vital sentido da expressão O FILHO DE DEUS.

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Deixar Fluir Não é Dar Opinião Pessoal

DEIXAR FLUIR
NÃO É DAR OPINIÃO PESSOAL
Dárcio 

Quando conversamos com alguém sobre alguma situação aparente pela qual esteja passando, é comum vir à nossa mente alguma ideia ou inspiração ligada ao caso. Se a bloquearmos, achando que não deveríamos interferir nem dar opinião pessoal, estaremos barrando o que Deus nos inspirou, por acharmos que aquilo seria expor o “nosso modo de pensar”, o que não é verdade!

Se tivermos uma opinião formada sobre algo, mesmo assim,  quando estivermos em contato com alguém, seja pessoalmente, por carta, por telefone, etc., o que dissermos, após ouvirmos sobre a situação da pessoa, não será necessariamente esta nossa opinião já formada.Há casos em que até poderá coincidir, mas, na maioria das vezes, sequer nos lembraremos do que seria a “nossa opinião pessoal” naquela hora, uma vez que será da Consciência a manifestação do que deverá ser dito, sugerido ou recomendado a alguém. E, caso nada for intuído, sobre o que deveríamos ou não dizer, que não busquemos  propositadamente a “nossa opinião”. Metafísica não é Psicologia, em que a pessoa é ouvida,  avaliada e aconselhada segundo parâmetros ou pontos de vista humanos! Antes, é a ciência que transcende a matéria, que nos vê como seres espirituais e, em dimensões  absolutas! Encara-nos unicamente em termos de nossa Essência imutável e divina. Por isso, o que devemos conservar sempre é  esta radical identificação com Deus, e isto o quão decididamente  nos for possível, para que “deixemos fluir”, a cada situação, as ideias inspiradas que façam desdobrar visivelmente a Harmonia que invisivelmente já É!

Quando “deixamos fluir”, esquecidos de “nossa opinião pessoal”, a unidade é manifestada em quem fala e em quem ouve, e a ideia iluminada será proferida de um lado e acatada de outro! Já me vi emitindo ideias diferentes sobre assuntos iguais, mas a pessoas diferentes, e isto num mesmo dia! Isto porque o que “flui” é o que o “outro” deve ouvir e não o que “eu” pensaria em lhe dizer! Se isto nos ficar bem claro, ocorrerá que, de nós mesmos, fluirão ideias que poderão alterar inclusive o “nosso modo de pensar”, humanamente falando! O fato a ser observado é o seguinte: não somos o ser humano que possui um ponto de vista pessoal e limitado! Somos o que Deus É; assim, é natural, óbvio ou evidente que, sem nos deixarmos prender a quaisquer ideias ou pontos de vista previamente concebidos, teremos, a cada situação, o “maná” caindo do nosso Céu, ou seja, de nossa iluminada Consciência, que é Deus!

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A Tática do Monge

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A TÁTICA DO
MONGE
Dárcio

Quando estudamos e conhecemos os princípios da Verdade, e por sermos todos um, é natural sentirmos o desejo de espalhar este conhecimento a todos com quem nos encontramos, principalmente se notarmos alguém passando por situações difíceis. Jesus disse que “pregássemos o Evangelho a toda  criatura”, e disse também que “não déssemos aos cães o que é santo”. Deve haver este equilíbrio inspirado por Deus, para que não fiquemos nem silenciosos nem loquazes, agindo meramente por uma  decisão humana. 

O que precisamos saber é que, toda falta de receptividade, por parte de quem nos ouve, vem do “mesmerismo” que atua na pessoa, sem ser jamais a pessoa! A “pessoa” é a Verdade, é o Cristo, mesmo que não esteja consciente disso ainda, por agir sob influência dos condicionamentos da humanidade. Portanto, antes que falemos algo sobre a Verdade, devemos reconhecer a natureza divina sendo a real identidade nossa e também da pessoa em questão. Isto terá maior efeito positivo do que as próprias palavras! Além disso, devemos recordar que “nada acontece por acaso”, ou seja, se conhecemos os ensinamentos e nos encontramos com alguém, este encontro tem propósito espiritual, mesmo que aparentemente tenha sido causado por alguma banal motivação humana!

Se, por exemplo, você resolve ir à banca comprar um jornal e, nesta banca, uma pessoa for encontrada, já conhecida ou sendo conhecida ali mesmo, naquele instante, você deve entender que um objetivo espiritual causou aquele encontro. Se um diálogo tiver início, logo irá notar que alguma parte do ensinamento lhe virá à mente como parte do assunto a ser travado com tal pessoa. O teor e a dosagem lhe virão por inspiração intuitiva; e, caso você perceba que não houve maior receptividade, poderá empregar a “tática de um monge” que eu conheci há tempos: ele dava início ao assunto espiritual com alguém e, repentinamente, agia como se estivesse pensando noutra coisa, rumando o assunto nesta nova direção; caso a pessoa não o lembrasse de voltar ao assunto anterior, de cunho espiritual, e ficasse neste novo assunto mundano, levantado propositadamente por ele, a conversa espiritual se encerraria onde ele a deixou parada. Ele explicou-me o seguinte: se a pessoa também se deixou levar pelo novo assunto, é porque, de momento, não estava interessada realmente em se prolongar na questão espiritual. Esta “tática do monge” é realmente sábia, evita que se “dê aos cães o que é santo” e também evita que deixemos de “pregar o Evangelho”.  Mas saiba você o seguinte: toda palavra da Verdade, dita a alguém, mesmo que de momento pareça ter sido proferida em vão, nele  ficará como semente, até que possa, a seu tempo,  germinar e dar frutos.

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“À Imagem de Deus”

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“À IMAGEM DE
DEUS”
Dárcio

“E disse Deus: “Façamos o homem à nossa imagem e semelhança e ele domine sobre tudo”.
Gênesis, 1:26

É comum, quando alguém começa a estudar o Absoluto, contestar o princípio de que o Universo real é perfeição absoluta e que todas as imagens visíveis são uma ILUSÃO! Contudo, o princípio parte de Deus, das revelações divinas, de uma fonte outra que não a limitada mente humana. 

Foi sendo disseminada a crença de que “a perfeição original” do homem se alterou. Aceitá-la é o mesmo que desmentir a Deus! Se Deus disse que seríamos feitos à Sua imagem e semelhança, com capacidade de domínio sobre tudo, como acreditar que esta Obra divina tenha se modificado e,  além disso,  se modificado para pior?

Como surgem os chamados “milagres”? Pela não aceitação das mudanças visíveis como reais e pela firme convicção de que A PERFEIÇÃO ORIGINAL continua presente e reinando sozinha, aqui e agora! A propósito, é esta a definição de “fé” que a Bíblia nos apresenta: “Ora, a fé é a certeza de cousas que se esperam, a convicção de fatos que não se veem.” (Hebreus 11;1).

Allen White disse o seguinte: “Em prece, contemple a Verdade de seu próprio Ser, que é a própria Perfeição. Aceite esta Verdade como a única realidade de sua Existência. Contemple a Perfeição como a única Presença e Poder. E mais, contemple a Perfeição como a única Manifestação visível.”

Que significa estudar o Absoluto? Tomar esta atitude de endossar a Palavra de Deus; de não mais aceitar o testemunho da mente humana! Este radicalismo está expresso nas palavras de Jesus Cristo: “Não podeis servir a dois senhores”.

 

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Abaixe a Vidraça!

ABAIXE
A VIDRAÇA!
Dárcio

Imagine uma pessoa debruçada à janela quando,  de repente, uma forte ventania se inícia; sentindo o forte vento em seu rosto, ela se afasta e abaixa a vidraça, ficando protegida. Esta sensação de imunidade, obtida pelo barrar do vento pela vidraça, é algo parecido com o que experienciamos durante as meditações, quando a “ventania hipnótica” é barrada conscientemente pelos princípios da Verdade. “Impersonalizar e nadificar” as sugestões do erro são atitudes internas equivalentes à de se “abaixar a vidraça”, ou seja, diante das “sugestões mentais agressivas”, vemo-nos completamente imunes a todas elas, mesmo que elas aparentem “soprar sobre nós” como os ventos.

Esta “imunidade” decorre da Verdade de que Deus e Homem são um. Nesta percepção consciente, ficamos de “vidraça abaixada” diante das “aparências” e das “sugestões”, vendo todas elas como impotentes, inoperantes e incapazes de nos tocar ou atingir. De “vidraça abaixada” a pessoa não luta contra a ventania! Sabe estar protegida! O mesmo se dá conosco, diante das “tempestades mesméricas”: estamos protegidos! Que é a “ilusão”? A pessoa estar de vidraça abaixada, mas de olho na ventania como se ela pudesse atingi-la, se preocupando,  vendo ali algum perigo ou problema real.Enquanto ela agir como se a vidraça não a deixasse imune,  estará iludida. Analogamente, enquanto as “sugestões mesméricas” o estiverem incomodando, mesmo sendo “ausências” com ares de “presenças, você estará iludido! Encare as “aparências ilusórias” de frente, tirando delas toda o poder, toda a realidade e toda a suposta influência sobre você! DEUS É TUDO! Não há “hipnotismo” capaz atingi-lo! Este conhecimento é a sua imunidade! É a sua “vidraça abaixada” frente aos ventos da ilusão!

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